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  • Tadmor
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • (1 Reis 9:19), e, por conseguinte, Tamar podia ser a Palmira. No entanto, caso a frase “no país” seja mais restritiva, então os nomes de “Tamar” e “Tadmor” podem designar duas localidades diferentes, Palmira (Tadmor), no N, e uma cidade de Judá, no S (Tamar); ou ambos os nomes podiam aplicar-se a uma Tamar de Judá. — Compare com Ezequiel 47:19; 48:28.

  • Tafnes
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    • TAFNES

      [talvez, mansão do núbio]. Cidade do Egito que é mencionada com regularidade, junto com outras cidades do Egito setentrional (Baixo), tais como Nofe (Mênfis). Om (Heliópolis) e Pi-Besete (Bubástis).

      A Septuaginta grega verte Tafnes como Táphnas, e crê-se em geral que este nome coincide com o de uma importante cidade fortificada na fronteira oriental do Egito chamada de Dafne pelos escritores gregos do período clássico. Por este motivo, a maioria dos geógrafos identificam Tafnes com Tel Defené, c. 48 km ao S-SO de Port Said e c. 35 km a SO de Pelúsio, o sítio sugerido de Sin.

      Durante os últimos anos do reino de Judá, o profeta Jeremias coerentemente soou o aviso para não fazerem alianças políticas com o Egito e nem confiarem no Egito como proteção contra o poder ascendente de Babilônia. Nofe (Mênfis), a capital egípcia, e Tafnes (Tahoanhes, VB; Tapanes, IBB; Táfnis, BJ; BV; CBC; PIB) são mencionadas como ‘se alimentando de [Judá e de Jerusalém], no alto da cabeça’, devido à apostasia dos judeus. Qualquer apoio recebido do Egito era, sem dúvida, obtido a um elevado custo para os lideres régios de Judá; mas, eles ficariam envergonhados do Egito, assim como se tinham envergonhado da Assíria. — Jer. 2:1, 2, 14-19, 36.

      Depois da conquista babilônia sobre Judá, em 607 AEC, e o subseqüente assassínio de Gedalias, o restante dos judeus desceu ao Egito, levando com eles o profeta Jeremias. O primeiro local mencionado em que eles chegaram (ou se fixaram) no Egito é Tafnes. (Jer. 43:5-7) Isto evidentemente situaria Tafnes (Tapanes, IBB) na região oriental do delta, isto é, no canto NE do Baixo Egito. Alguns dos refugiados se fixaram em Tafnes. (Jer. 44:1, 7, 8) Ao chegar a Tafnes, Jeremias encenou um quadro profético orientado por Jeová, colocando pedras na argamassa do “terraço de tijolos à entrada da casa de Faraó, em Tafnes”, na presença de outros judeus. Daí, fez a proclamação de que Nabucodonosor viria e colocaria seu trono bem em cima destas mesmíssimas pedras, estendendo sua tenda estatal bem em cima delas. — Jer. 43:8-13; compare com 46:13, 14.

      Na distante cidade de Babilônia (no vigésimo sétimo ano do primeiro exílio, isto é, em 591 AEC), o profeta Ezequiel também predisse que Nabucodonosor conquistaria o Egito e que, “em Tafnes [Tehaphnehes, VB] o dia realmente ficará escuro”, pois Jeová quebraria ali as cangas e o orgulho da força do Egito. Esta declaração e a referência de Ezequiel às “aldeias dependentes” de Tafnes, indicam que a cidade era importante e tinha considerável tamanho. — Eze. 29:19; 30:1, 2, 10-18.

  • Tagarelice, Calúnia
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    • TAGARELICE, CALÚNIA

      Tagarelice é fútil conversa pessoal; um rumor infundado. A calúnia é difamação, em geral maliciosa, seja oral seja escrita.

      TAGARELICE

      Nem toda tagarelice é má ou prejudicial, embora possa sê-lo. Por vezes, pode ser laudatória sobre uma pessoa ou várias; ou pode ser o simples relato de algo trivial ou não-objetável sobre outros, por interesse humano. Mas é fácil degenerar-se numa conversa prejudicial e problemática, pois a tagarelice é conversa fútil. As Escrituras aconselham a se evitar a linguagem fútil, indicando que a língua é difícil de domar e que “constitui um mundo de injustiça entre os nossos membros, pois mancha todo o corpo e incendeia a roda da vida natural”. A sua destrutividade é adicionalmente sublinhada no sentido de que o escritor bíblico prossegue, “e é incendiada pela Geena”. (Tia. 3:6) Muitas vezes se ressalta o perigo da conversa solta e fútil, o falante sendo ligado à estupidez ou tolice (Pro. 15:2), e tal linguagem constituindo um laço e lhe trazendo a ruína. (Pro. 13:3; 18:7) “Na abundância de palavras não falta transgressão”, afirma o provérbio, aconselhando que manter os lábios sob controle significa agir com discrição. (Pro. 10:19) “Quem guarda a sua boca e a sua língua está guardando a sua alma das aflições”, é um aviso contra o falar sem pensar, às soltas e de modo fútil. — Pro. 21:23.

      O apóstolo Paulo deu forte admoestação ao superintendente Timóteo quanto à conduta dás viúvas jovens que não tinham famílias para cuidar e que não se ocupavam no ministério. Disse ele: “Aprendem também a estar desocupadas, vadiando pelas casas; sim, e não somente desocupadas, mas também tagarelas e intrometidas nos assuntos dos outros, falando de coisas de que não deviam.” (1 Tim. 5:13) Tal ação significa conduta desordeira. O mesmo apóstolo falou sobre alguns na congregação de Tessalônica que estavam “andando desordeiramente entre vós, não trabalhando nada, mas intrometendo-se no que não lhes diz respeito”. (2 Tes. 3:11) Pedro coloca um “intrometido nos assuntos dos outros” em péssima companhia — junto com o assassino, o ladrão e o malfeitor. — 1  Ped. 4:15.

      Por outro lado, não é tagarelice ou calúnia, e não é errado, relatar condições que influem sobre uma congregação àqueles que têm a autoridade e a responsabilidade de superintender e de corrigir os assuntos. Isto é demonstrado no registro bíblico sobre a congregação cristã

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