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  • Poderosa identificação do Messias
    A Sentinela — 1966 | 15 de abril
    • por mais de 400 anos como uma luz. Não só isso: foi uma das mais poderosas provisões para se identificar o Messias, para a nação judaica e para nós, hoje em dia. Antes de terminarem os 483 anos, a profecia a. respeito do predecessor do Messias foi cumprida, e os judeus ouviram João Batista anunciar o aparecimento do Messias. Na realidade, os judeus aguardavam o aparecimento do Messias, o Líder, ao considerarem as profecias, inclusive a profecia de tempo de Daniel e a obra de João Batista. Lucas 3:15 diz: “Ora, visto que o povo estava em expectativa e todos raciocinavam nos seus corações a respeito de João: ‘Será este o Cristo?” Conforme predissera Daniel, na metade desta semana final de anos, ou, depois de três anos e meio do ministério de Jesus, ele foi suprimido. Morreu na estaca de tortura em 14 de nisã, a metade do ano lunar que começava no outono (do hemisfério norte) com o mês de tisri. Três anos e meio depois, chegou ao fim a setuagésima semana de anos, com a unção de Cornélio, o primeiro gentio a ser levado ao corpo de Cristo, para estar entre o corpo de ungidos. — Isa. 40:3; Mat. 3:3; Dan. 9:24.

      24. Que efeito deve ter sobre nós a consideração desta profecia, o que devemos fazer a respeito, e por quê?

      24 Quando a pessoa pensante medita na previsão e no tremendo poder envolvidos em realizar o cumprimento de tal profecia, que tratou não só com pessoas, mas com inteiras nações, não pode deixar de ver, ou, pelo menos, de dar a mais séria consideração à identidade de Jesus Cristo como sendo o Messias. Os que desejam realmente a vida farão isso, pois o Messias é o Descendente da mulher de Deus e o Descendente de Abraão, por meio de quem os inimigos de Deus serão destruídos. Também, por meio dele, todas as famílias da terra se abençoarão, por exercerem fé e seguirem as ordens deste Rei Ungido e Líder, o Filho do Deus Todo-poderoso, Jeová. — Gên. 22:17, 18.

  • Será que os espirítos maus exercem poder sobre os homens?
    A Sentinela — 1966 | 15 de abril
    • Será que os espirítos maus exercem poder sobre os homens?

      MILHÕES de pessoas no Oriente teme muito aos espíritos maus. Este medo tem profunda influência em sua vida, de muitas formas. Por exemplo, a fim de se protegerem do poder dos espíritos maus, grande número de orientais empregam vários objetos de modos incomuns.

      Considere, por exemplo, o bambu comprido usado durante o Ano Novo vietnamita. Esta vara é colocada diante de cada casa. Itens são pendurados no alto da vara, inclusive pequena cesta contendo nozes de areca. Acrescentam-se certos instrumentos que retinem com o vento. Acima da cesta, um pequeno quadrado de bambu representa rusticamente a intencionada barreira para os espíritos maus, impedindo que entrem na casa.

      Na Malaia, também são temidos os espíritos maus, especialmente na casa, por ocasião de gravidez ou de nascimento. Durante a gravidez, por exemplo, a mulher malaia usará um prego de ferro no cabelo ou andará com um instrumento pontiagudo como uma faca, na crença de que os espíritos maus fugirão ao ver os objetos de metal.

      Na Tailândia, na frente da maioria das casas verá uma casinha. É casa para os espíritos maus. Visto que muitos crêem que os espíritos maus podem prejudicar os humanos, as casinhas de espíritos são colocadas ali para proteger os ocupantes da verdadeira casa. Esperam que os espíritos maus sejam enganados pela casinha e entrem nela, ao invés de na casa verdadeira. Ademais, para apaziguar os espíritos, as pessoas amiúde colocam comida nas casinhas. Visto que as formigas comem tal comida, talvez pareça que a comida desapareceu misteriosamente.

      Além disso, as estátuas de horrenda aparência, à entrada dos templos da Tailândia, têm o fim de atemorizar os espíritos maus; e muitos dizem que as extremidades pontiagudas do telhado fazem que eles fujam, depois de se sentarem nele.

      Nem todo o povo tai, contudo, leva a sério os espíritos maus; em realidade, os mais sofisticados talvez neguem crer neles. Sem dúvida, muitos tais têm ficado curiosos de saber coisas assim: Como é que os espíritos maus, com corpos imateriais, poderiam precisar de alimento ou ser prejudicados ou atemorizados por meio de objetos de metal ou outros? Como podem criaturas invisíveis, dotadas de inteligência, ser atemorizadas por estátuas sem vida? Como poderiam ser enganados com tanta facilidade de forma a pensar que uma casinha de boneca é uma casa verdadeira e entrar nela, ao invés de na verdadeira? Todavia, até mesmo os que se sentem um tanto envergonhados de admitir crer nos espíritos maus talvez mantenham uma casinha para os demônios no quintal da frente.

      Assim, surgem as perguntas: Será que há espíritos maus? Será que exercem influência má e desorientadora sobre o homem? É necessário proteger-se por meio de objetos ou casas de espíritos, ou por apaziguar os demônios com comida e bebida?

      O ENSINO BÍBLICO SOBRE OS ESPÍRITOS

      Há um Livro sagrado que responde a estas perguntas. Este é o livro mais antigo da terra, um livro oriental, cujos documentos remontam há cerca de 6.000 anos, dezenas de séculos antes de começarem os escritos budistas, tauístas e outros. Este mais antigo de todos os livros sagrados é a Bíblia Sagrada. Para achar as respostas às nossas perguntas, temos de nos dirigir às Escrituras Sagradas.

      A religião original, conforme ensinada pela Bíblia Sagrada, fala certamente a respeito de espíritos bons e maus, mas não ensina definitivamente que os humanos precisam de objetos, tais como pregos ou casinhas de espíritos, a fim de se protegerem, nem que precisem oferecer comida para apaziguar os demônios. A Bíblia não ensina o temor dos espíritos maus do tipo que é comum por todo o Oriente.

      O Espírito que é o principal tópico da Bíblia é bom, pois Ele é o Deus da Bíblia, seu nome sendo Jeová. É o Autor da Bíblia Sagrada e também é o Criador do homem. Como tal, “Deus é Espírito”, invisível aos olhos humanos. — João 4:24; Sal. 83:18.

      Como pode alguém crer em Jeová, o Criador do homem, sem vê-lo? Podemos crer na existência do Criador porque podemos ver Sua criação, as flores, os pássaros, os animais, e as demais maravilhas da terra, tais como os oceanos e as montanhas, de modo que as “qualidades invisíveis [de Jeová] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade”. E, ao ponderarmos não apenas sobre as maravilhas da terra, mas sobre a inimaginável imensidão do universo, em que a terra é mera partícula de pó, podemos apreciar melhor que tem de existir um Criador. Mais importante, temos o Seu próprio Livro, a Bíblia Sagrada, que nos conta sobre o Criador do homem e que convence a pessoa da criação feita por Deus. Como Criador e Deus, Jeová é o Espírito Bom e Grande. — Rom. 1:20.

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