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Os princípios do Decálogo valem para sempreA Sentinela — 1961 | 15 de setembro
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concebível que seja direito ocultar a verdade nos interesses do próximo, como quando Raab despistou os perseguidores pagãos dos espias israelitas que temiam a Deus, por aquilo que ela disse a esses perseguidores. Também, não é por se ficar calado que “o amor cobre uma multidão de pecados”? Certamente! — Êxo. 20:16; 1 Ped. 4:8, NM.
E, por fim, no último mandamento: “Não deves desejar” ou “egoistamente almejar” o que é do próximo, acha-se englobado o princípio: “Resguarde teu coração, pois dele procedem as fontes da vida.” Foi por isso que Jesus disse: “Do coração procedem raciocínios iníquos, homicídios, adultérios, fornicações, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias.” Se protegermos o nosso coração, não haverá perigo de cobiçarmos o que é do próximo, nem praticaremos quaisquer dos atos imorais mencionados por Jesus. Longe disso, ficaremos “com interesse pessoal” atentos aos negócios dos outros,, procurando o que seja da vantagem deles. Assim, também, em vez de cobiçarmos a honra que outro recebe, ‘tomaremos a dianteira em mostrar honra uns aos outros’. — Êxo. 20:17; Deu. 5:21; Pro. 4:23; Mat. 15:19; 1 Cor. 10:24; Fil. 2:4; Rom. 12:10, NM.
Deveras, embora nós cristãos ‘não estejamos debaixo de lei, mas debaixo de benignidade imerecida’, os Dez Mandamentos fazem parte das coisas escritas de antemão para nossa instrução, porque os princípios englobados no Decálogo valem para sempre. “Se sabeis estas coisas, felizes sois se as praticardes.” — João 13:17, NM.
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Encontrando ouvidos atentos na TailândiaA Sentinela — 1961 | 15 de setembro
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Encontrando ouvidos atentos na Tailândia
OS MISSIONÁRIOS da Torre de Vigia na Tailândia mandaram a seguinte carta: “Para chegar à aldeia de Pe Pong, tivemos de viajar uns vinte e dois quilômetros por ônibus, o que levou quatro horas, e depois tivemos de vadear arrozais inundados por mais alguns quilômetros. Fomos recebidos bem pelos habitantes da aldeia, e depois de alguns minutos de descanso, passamos a anunciar a conferência bíblica a ser realizada à noitinha.
“A conferência começou às 19 horas, com todos nós sentados no chão. Nunca vimos uma assistência prestar tanta atenção como esta. Muitos deles trouxeram as suas Bíblias grandes e, de vez em quando, verificaram o que o orador dizia nas suas próprias Bíblias. Quando a conferência terminou; verificamos que mais de setenta tinham chegado através da escuridão e dos arrozais inundados, cheios de cobras, e pelas estradas, e alguns deles de grande distância. Mas, não queriam ir para casa depois daquela uma conferência; queriam mais, Por isso se proferiu outra conferência, e depois se responderam as suas muitas perguntas. Era uma hora da madrugada quando todos estavam satisfeitos e contentes para ir para casa.
“Na manhã seguinte, às dez horas, os aldeanos se juntaram outra vez e queriam ouvir mais um discurso; e ouviram mesmo. Três jovens queriam ver como as testemunhas de Jeová realizavam a sua pregação e nos acompanharam.
“À noite, às dezenove horas, realizamos um estudo bíblico com a ajuda da Sentinela, e alguns dos nossos novos amigos responderam tão bem como os nossos próprios irmãos. Depois se fez outra conferência bíblica, à qual assistiram sessenta pessoas. Fizeram perguntas até à meia-noite e nos teriam retido ali por mais tempo, mas lhes dissemos que íamos dormir. Depois do discurso final, o ancião desta congregação expressou-se do seguinte modo: ‘Abrimos as nossas portas a todos os que vieram com a Palavra de Deus e a todos os grupos religiosos que temos na Tailândia. Mas nunca tivemos aqui pessoas como as testemunhas de Jeová.’”
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