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  • Quão amiúde é espectador?
    Despertai! — 1979 | 8 de novembro
    • obtenção de nosso interesse também. Trechos intrigantes ou excitantes de programas de televisão ou de filmes são exibidos para “aguçar nosso apetite”. Artigos nos jornais e nas revistas avivam o interesse e a curiosidade.

      Manter Seu Interesse

      Uma vez se tenham obtido o interesse e a atenção dum espectador, precisam ser mantidos. O uso da excitação, suspense e curiosidade são alguns dos meios empregados para isso.

      A sensação de que “algo vai acontecer” no próximo momento mantém muitos telespectadores grudados a um evento esportivo. Talvez seja feito um gol, ou um soco seja dado para nocautear o adversário. Se a pessoa vai ver isso quando acontecer, terá de continuar atento.

      Muitos programas sobre crime e suspense operam segundo o mesmo princípio. Há um crime ou parece que haverá um. Quem realmente é o culpado? Como será solucionado? Conseguirá alguém escapar, ou será morto? Estando envolvidas a curiosidade e as emoções do espectador, há motivo compelente para se desejar continuar atento, muito embora outros assuntos talvez clamem por atenção.

      Algumas apresentações se focalizam no interesse natural das pessoas pelas concriaturas humanas. Há programas de TV que destacam os mesmos personagens em situações diferentes, ou numa história em série. Os personagens podem tornar-se reais para o telespectador. Ele fica emocionalmente envolvido nos eventos apresentados e tem forte desejo de ver o próximo capítulo. Não demora muito e a pessoa notará que reserva devotadamente tempo para ver tal programa.

      É espectador na maior parte de seu tempo livre? Quais foram, pessoalmente, os resultados disso? Se ver eventos esportivos ou outra diversão é simples meio de descontração, isso poderia ser ótimo. Todos precisamos de alguma descontração. Mas sente-se realmente descontraído depois? Ou verifica que se sente frustado e irritado se seu time esportivo favorito perde? Sente-se tenso e insone depois dum excitante filme da “sessão coruja”? Sente-se, talvez, dessatisfeito com o “vazio” do entretenimento?

      Está controlando sua diversão, ou ela o controla? Nota que é um espectador porque trabalhou arduamente e realmente sente a necessidade de uma pausa, ou é apenas um modo fácil de passar tempo, não exigindo nem esforço nem a faculdade de raciocínio?

      Que dizer do padrão de conversa entre sua família? Em alguns lares, quando a TV está ligada, todos mantêm um “silêncio de adoração”. Em outros, o pai talvez fique absorto em música clássica na sala de estar, ao passo que sua filha adolescente ouve os últimos discos que estão na “parada de sucesso” em seu quarto. A família talvez se separe regularmente para divertir-se em direções opostas, de modo que só seja possível haver pouca comunicação. Quando as famílias gastam pouco tempo juntas, partilhando pontos de vista e experiências, isso contribui para grave colapso dos relacionamentos domésticos.

      Decisões a Confrontar

      Usualmente a decisão a fazer não é se seremos ou não espectadores, pois todos somos espectadores, em certo grau, na vida, mesmo se estivermos apenas observando alguém aprender a realizar algo. Antes, é uma questão do que se vê, quão amiúde e por quanto tempo.

      Naturalmente, há ocasiões em que não devemos ser espectadores, ou não ficar sendo só espectadores. Por exemplo, quando ocorre um incêndio ou um acidente, a curiosidade humana amiúde leva muitos a apinhar-se em redor, o que pode prejudicar os esforços dos outros de ajudar as vítimas desafortunadas.

      Também, uma pessoa poderia considerar se a participação pessoal numa atividade, ao invés de apenas observar outros, poderá ser-lhe de maior valor. (Note 2 Crônicas 7:1-3.) Alguns verificam que participar num esporte, junto com membros da família ou amigos, é revigorante para a mente e o corpo. Outros apreciam um passatempo ou artesanato, ou fazer algo que possa ser apreciado por outros. Isto poderá trazer uma sensação de satisfação e de realização que a pessoa raramente obtém como espectador. Também resulta numa felicidade especial que só provém às pessoas que praticam o dar. — Atos 20:35.

      Os cristãos devem reservar amplo tempo para envolver-se em atividades espirituais. A leitura pessoal ou palestra sobre a Bíblia ou publicações relacionadas é revigorante e estimulante. Contribui para a paz mental duma pessoa. Partilhar as boas coisas da Palavra de Deus com outros é estimulante, tanto física como mentalmente. Edifica a todos os envolvidos, inclusive os recebedores. Compartilhar juntos nesta atividade fortalece os vínculos familiares e provê uma alegria ímpar.

      Assim, depois de passar uma noite ou mesmo uma hora como espectadores, todos faremos bem em perguntar-nos: Foi bem gasto esse tempo? Beneficiei-me de alguma forma? O que mais poderia ou deveria ter feito? Lembrando-nos de que “cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus”, queremos usar nosso tempo e nossa vida do melhor modo possível. A medida em que gastamos tempo como espectadores influi em nossa felicidade e satisfação atuais da vida, e também em nosso futuro. — Rom. 14:12; Gál. 6:7.

  • Devem os cristãos realizar velórios?
    Despertai! — 1979 | 8 de novembro
    • O Conceito da Bíblia

      Devem os cristãos realizar velórios?

      MANTER vigília sobre o corpo dum morto há muito é um costume através do mundo. Atualmente, mesmo que em alguns países tais velórios raramente sejam realizados, em outros países, são comuns algumas formas deste costume antigo.

      O que há por trás deste costume? Como se originou? E devem os cristãos realizar velórios?

      Os Objetivos Subjacentes

      Segundo certa obra de referência, este costume “provavelmente começou porque as pessoas criam que os espíritos maus poderiam vir a possuir o cadáver insepulto, se fosse deixado a sós”. No entanto, tem-se também sugerido que o costume de amigos e vizinhos se reunirem para manter vigília uma noite inteira diante dum cadáver originou-se do pavor supersticioso de “passar a noite sozinho com um cadáver”.

      Lançando mais luz sobre o assunto de realizar velórios, a Encyclopœdia Britannica declara: “O costume, no que tange à Inglaterra, parece ser mais antigo que o cristianismo, e ter sido, de início, essencialmente celta. Sem dúvida, tinha origem supersticiosa, o medo de que os espíritos maus prejudicassem ou até mesmo removessem o corpo. . . . Com a introdução do cristianismo, adicionou-se a oração à simples vigília. Via de regra, o cadáver, com uma placa de sal no peito, era colocado sob a mesa, em que havia bebida alcoólica para os veladores. Estes velórios particulares logo tenderam a tornar-se orgias de bebedeiras. Com a Reforma e conseqüente abandono das orações em favor dos mortos, o costume de realizar ‘velório’ se tornou obsoleto na Inglaterra, mas sobreviveu na Irlanda.”

      Alguns Costumes dos Dias Atuais

      Os costumes que envolvem velórios variam consideravelmente de uma parte do mundo para outra. Em certos países latino-americanos, se o morto por acaso for uma criança, este jovem morto é colocado numa cadeira e vestido de anjo. Os amigos e parentes crêem que a “alma imortal” da criança voará direto para o céu. Talvez se faça um velório a noite

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