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  • Não fiqueis temerosos dos que matam o corpo
    A Sentinela — 1965 | 1.° de maio
    • Não fiqueis temerosos dos que matam o corpo

      1-3. (a) Que pergunta é apropriada a respeito do orador das palavras de Mateus 10:28? (b) O que um sacerdote levita tinha ordens de fazer a favor dos soldados judeus que se reuniam para o combate?

      “E NÃO fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode destruir na Geena tanto a alma como o corpo.”a

      2 Deve ter havido forte razão para que o orador proferisse essas palavras. Falava ele a soldados que trajavam equipamento de batalha e que estavam prontos para marchar contra o inimigo armado de armas capazes de matar o corpo humano? Séculos antes, quando o povo do orador se reunia para o combate, um sacerdote levita, designado a este dever militar, se dirigia às tropas com palavras de inspirar coragem. Seguia as ordens escritas pelo profeta Moisés, que escreveu-as no décimo quinto século A. E. C.:

      3 “Quando saíres à peleja contra os teus inimigos, e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, não os temerás; pois o SENHOR [Jeová] teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, está contigo. Quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo, e dir-lhe-á: ouvi, ó Israel, hoje vos achegais à peleja contra os vossos inimigos: que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles, pois o SENHOR vosso Deus é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar.” — Deu. 20:1-4, ALA.

      4. Quem proferiu as palavras de Mateus 10:28, para quem, e em que ocasião?

      4 Jesus Cristo não era sacerdote levita. Quando proferiu as palavras registradas em Mateus 10:28, não se dirigia a soldados judeus que talvez fossem mortos ao tentarem matar o inimigo. Não, Jesus Cristo veio com novo ensino, pois, quando a sua própria vida perigava, disse: “Todos os que tomarem a espada, perecerão pela espada.” (Mat. 26:52) Os homens a quem Jesus Cristo disse que não temessem os que matam o corpo eram doze homens pacíficos. Eram seus doze discípulos especiais, a quem ele nomeou apóstolos, e não estavam em nenhum exército. Na verdade, seus corpos corriam perigo de serem mortos, mas não por um exército inimigo em combate. Estavam sendo enviados em missão pacífica, que não os tornava merecedores de morte. Outrossim, um pouco antes, em sua palestra com estes mesmos doze apóstolos, Jesus Cristo disse:

      5. Em harmonia com suas palavras em Mateus 10:28, o que dissera Jesus um pouco antes em sua palestra com seus apóstolos?

      5 “Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos; portanto, mostrai-vos cautelosos como as serpentes, contudo, inocentes como as pombas. Guardai-vos dos homens; pois eles vos entregarão aos tribunais locais e vos açoitarão nas suas sinagogas. Ora, sereis arrastados perante governadores e reis, por minha causa, em testemunho para eles e para as nações. . . . Além disso, irmão entregará irmão à morte, e o pai ao seu filho, e os filhos se levantarão contra os pais e os farão matar. E vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome; mas aquele que tiver perseverado até o fim é o que será salvo. Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra.” — Mat. 10:16-23.

      6, 7. (a) Como mostravam as instruções de Jesus aos apóstolos que não se deviam empenhar em violenta invasão e saque? (b) Sujeitos a que conseqüências deveriam deixar os inamistosos, e como foi que Jesus deu um indicio disto em Mateus 10:15?

      6 Deveria ser militar o equipamento de trabalho dos doze apóstolos? Deveriam invadir violentamente os lares e saqueá-los? Não; pois Jesus Cristo lhes disse: “Não adquirais nem ouro, nem prata, nem cobre, para os bolsos dos vossos cintos, nem alforje para a viagem, nem duas peças de roupa interior, nem sandálias, nem bastão; pois o trabalhador merece o seu alimento. Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai nela quem é merecedor, e ficai ali até partirdes. Ao entrardes na casa, cumprimentai a família; e, se a casa for merecedora, venha sobre ela a paz que lhe desejais; mas, se ela não for merecedora, volte a vós a vossa paz. Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” (Mat. 10:9-14) Portanto, não deveriam dirigir-se ao povo como um exército em cruzada, com fogo e espada. Não deveriam agir de modo belicoso contra ninguém, nem mesmo contra os inamistosos. Por simplesmente sacudirem o pó de seus pés calçados de sandálias mostrariam que deixaram a casa ou cidade não receptiva sujeita às conseqüências que haviam de vir sobre ela de fonte mais alta, do céu.

      7 Jesus deu um indício de tais conseqüências quando acrescentou: “Deveras, eu vos digo: No Dia do Juízo será mais suportável para a terra de Sodoma e Gomorra do que para essa cidade.” — Mat. 10:15.

      POR QUE OS INIMIGOS QUERERIAM MATAR O CORPO

      8. Qual tem de ser a razão de se tornarem objetos de ódio da parte de todas as pessoas, de modo que os homens quereriam matá-los?

      8 Quando os apóstolos de Jesus Cristo agissem de tal forma pacífica, por que se tornariam objetos de ódio por parte de todas as pessoas, ao ponto de os homens até mesmo quererem matar os corpos dos apóstolos? A razão disto tem de ser a mensagem que Jesus Cristo mandou seus apóstolos pregar. Mateus 10:5-8 nos informa qual era tal mensagem: “A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes ordens: ‘Não vos desvieis para a estrada das nações, e não entreis em cidade samaritana; mas, ide antes continuamente às ovelhas perdidas da casa de Israel. Ao irdes, pregai, dizendo: “O reino dos céus se tem aproximado:” Curai doentes, ressuscitai mortos, tornai limpos os leprosos, expulsai demônios. De graça recebestes, de graça dai.’” A sua mensagem havia de ser de que se aproximava o reino dos céus, o remo de Deus.

      9. Como era demonstrada pelos apóstolos a proximidade do Reino, e em que base? Assim, pelo que tem de ser responsável a mensagem do Reino?

      9 As ‘ovelhas da casa de Israel’ oravam e esperavam este reino. Estar-se aproximando seria provado pelos maravilhosos milagres feitos por estes pregadores do Reino, curando os doentes, ressuscitando pessoas mortas, tornando as pessoas livres de sua lepra e livrando pessoas que estavam possessas de demônios. Tudo isto deveria ser feito gratuitamente, não sendo passada a bandeja ou sacola de coleta. Por conseguinte, a mensagem do reino de Deus deve ter sido a coisa que suscitou o ódio e a oposição das pessoas, ao ponto de usarem de violência.

      10. Como deveriam os apóstolos transmitir a mensagem? O que isso iria exigir deles, a fim de continuarem a fazer tal coisa?

      10 Os apóstolos não deveriam temer pregar o que Jesus lhes disse que pregassem, muito embora poderiam estar seguros de que certos homens se oporiam à sua mensagem. Deveriam dar à mensagem a mais ampla publicidade possível. Jesus lhes disse: “Portanto, não os temais; pois não há nada encoberto que não venha a ser descoberto e não há nada secreto que não venha a ser conhecido. O que eu vos digo na escuridão, dizei na luz; e o que ouvis sussurrado, pregai dos altos das casas. E não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode. destruir na Geena tanto a alma como o corpo.” (Mat. 10:26-28) Portanto, para que os apóstolos continuassem a pregar a mensagem do reino de Deus, era necessário que não tivessem medo dos homens.

      11. Como mostraram os apóstolos o necessário destemor, e com que resultado?

      11 Os apóstolos mostraram então o necessário destemor. Lucas 9:6 diz: “Partindo então, passaram pelo território, de aldeia em aldeia, declarando as boas novas, e realizando curas em toda a parte.” Não há registro de que nesta determinada campanha de pregação alguém os tentasse matar. Lucas 9:10 relata: “E quando os apóstolos voltaram, narraram-lhe as coisas que tinham feito. Ele os levou então consigo e se retirou em isolamento para uma cidade chamada Betsaida.” Assim, todos voltaram em segurança.

      12. Mais de um ano depois, quanto custou a Jesus a pregação do Reino, às mãos de quem, e sob que acusação?

      12 No entanto, menos de dois anos depois, ou em 33 E. C., a pregação do reino de Deus custou realmente a Jesus Cristo a sua própria vida humana. Os homens que mandaram matar seu corpo eram os líderes religiosos da cidade de Jerusalém, a capital de Israel. Quando entregaram Jesus ao governador romano em Jerusalém, acusaram Jesus de instrutor, dizendo: “Ele atiça o povo por ensinar em toda a Judéia, principiando da Galiléia até mesmo aqui.” Pressionaram o governador romano a pregar o corpo de Jesus numa estaca, fora de Jerusalém, para que morresse. Mas, o governador romano mandou ‘colocar uma inscrição sobre a cabeça de Jesus que rezava: “Este é o rei dos judeus.” (Luc. 23:1-6, 38) O governador romano não sabia que o Deus dos céus ungira Jesus Cristo para ser rei de toda a humanidade, não meramente dos judeus.

      13. Que tipo de tratamento indicou Jesus que seus discípulos receberiam? Será que seus apóstolos obtiveram um tratamento desse tipo, segundo o registro bíblico?

      13 Se Jesus sofreu desta forma por causa da pregação do reino de Deus, o que deveriam esperar seus discípulos? Pouco antes de lhes dizer que não temessem os que matam o corpo, disse-lhes: “O discípulo não está acima do seu instrutor, nem o escravo acima do seu amo. Basta que o discípulo se torne como o seu instrutor e o escravo como o seu amo. Se chamaram de Belzebu [um nome para Satanás, o Diabo] ao dono da casa, quanto mais chamarão assim aos de sua família” (Mat. 10:24, 25) Assim, fez com que os apóstolos entendessem que tinham de esperar receber o mesmo tipo de tratamento que ele próprio recebera por pregar o reino de Deus. Tal tratamento eles receberam mesmo, não só de sua própria nação, os judeus, mas também dos não-judeus ou gentios. O apóstolo Tiago, irmão do apóstolo João, foi morto pela espada executora do Rei Herodes Agripa I de Jerusalém. O rei também planejava matar da mesma forma o apóstolo Pedro, mas seus planos foram frustrados pelo anjo de Deus. — Atos 12:1-11.

      14, 15. (a) Que congregação foi especialmente perseguida desta forma, e que membro dela demonstrou ser notável mártir? (b) O que disse mais tarde a respeito de sua perseguição aos cristãos um certo judeu que assumiu responsabilidade pela morte daquela pessoa?

      14 Não só os apóstolos foram assim perseguidos, mas também o restante dos discípulos de Jesus Cristo, e especialmente a congregação de Jerusalém. Notabilíssimo entre tais mártires foi o discípulo Estêvão, que foi apedrejado pelos judeus até morrer. Um de tais que assumiram a responsabilidade pela morte de Estêvão foi Saulo de Tarso, fariseu judaico. Anos depois, quando apareceu diante do Rei Herodes Agripa II, disse, com referência à perseguição que movera:

      15 “Eu, da minha parte, realmente pensei no meu íntimo que devia cometer muitos atos de oposição contra o nome de Jesus, o nazareno, o que, de fato, fiz em Jerusalém, e a mortos dos santos encerrei em prisões, visto que eu tinha recebido autoridade dos principais sacerdotes; e quando eles estavam para ser executados, eu lançava o meu voto contra eles. E, punindo-os muitas vezes, em todas as sinagogas, tentei obrigá-los a fazer uma retratação; e visto que eu estava extremamente enfurecido contra eles, fui ao ponto de persegui-los até mesmo nas cidades de fora.” — Atos 26:1-11.

      16. Por fazer que obra foi que este fariseu judaico convertido sofreu perseguição, e de que maneira realizou grande parte desta obra?

      16 Este fariseu judaico foi ele próprio milagrosamente convertido para se tornar membro da congregação de Jesus Cristo. Tornou-se conhecido como o apóstolo Paulo. (Atos 9:1-25) Então, ele próprio começou a sofrer perseguição por pregar o reino de Deus, nas cidades asiáticas e européias. Fez grande parte desta pregação de casa em casa; assim como disse em certa ocasião aos cidadãos da cidade de Éfeso, Ásia Menor: “Não me refreei de vos falar coisa alguma que fosse proveitosa, nem de vos ensinar publicamente e de casa em casa. Mas, eu dei cabalmente testemunho, tanto a judeus como a gregos, do arrependimento para com Deus e da fé em nosso Senhor Jesus. . . . E agora, eis que sei que todos vós, entre os quais eu estive pregando o reino, não vereis mais o meu rosto.” — Atos 20:17-25.

      17. Quando preso, o que fez Paulo a respeito da pregação do Reino, e de onde foi escrita sua última carta?

      17 Não muito depois disso, o apóstolo Paulo foi preso; mas a prisão não o deixou temeroso quanto a pregar o reino de Deus. Durante sua primeira prisão em Roma “recebia benèvolamente a todos os que vinham vê-lo, pregando-lhes o reino de Deus e ensinando com a maior franqueza no falar as coisas concernentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento”. (Atos 28:30, 31) A última carta do apóstolo Paulo foi escrita evidentemente durante a sua segunda prisão em Roma, quando estava prestes a ser executado pelos que matam o corpo. — 2 Tim. 4:16-18.

      18, 19. (a) O que inquestionavelmente ajudou aqueles primitivos discípulos a ser destemidos em face da morte violenta, e quem mais se tinha presente que seria ajudado da mesma forma? (b) Por prever e predizer o quê, para os nossos dias, viu Jesus a necessidade de tal ajuda agora?

      18 Estes fiéis seguidores de Jesus Cristo de mil e novecentos anos atrás não se meteram na política do mundo. Inquestionavelmente, pregaram o reino de Deus como a única e exclusiva esperança da humanidade. Em face da morte violenta, foram ajudados a ser destemidos por se lembrarem das palavras de Jesus. As suas palavras não cessaram de ter valor atualmente. Era seu desejo que fossem lembradas pelos hodiernos pregadores do Reino, pois previu nossos dias como a época do estabelecimento do reino de Deus em poder nos céus. Jesus Cristo foi o maior de todos os profetas de Deus na terra, pois nenhum outro profeta fez profecias tão precisas a respeito dos nossos próprios dias notáveis como fez Jesus Cristo. Entre outras coisas, previu e predisse para os nossos dias a maior campanha que seria realizada pelos seus seguidores fiéis, a da pregação do reino estabelecido de Deus.

      19 Predizendo-a em sua profecia a respeito da conclusão deste sistema de coisas mundano, Jesus disse: “Sereis pessoas odiadas por todas as nações, por causa do meu nome. . . . Mas, quem tiver perseverado até o fim, é o que será salvo. E estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mat. 24:9-14) Não tem-se cumprido esta profecia? Sim.

      20, 21. (a) Quando foi que tal mensagem começou a ser pregada, mas, que organizações não foram as que a pregaram? (b) O que não advogava aquela mensagem, mas, antes, que exposição fez?

      20 Atualmente, há certa mensagem do reino de Deus que está sendo pregada entre todas as nações, assim como o próprio apóstolo Paulo a pregou, “publicamente e de casa em casa”. Segundo os registros históricos, a mensagem começou a ser pregada em 1919, o ano logo a seguir do fim da Primeira Guerra Mundial. A mensagem não foi pregada pelas igrejas da cristandade, pois as nações da cristandade foram os principais combatentes daquela guerra mundial para dominar a terra, e ainda estavam interessadas no domínio da, terra. A mensagem não era a que advogava a Liga das Nações, que foi então proposta e que muitos clérigos religiosos dos Estados Unidos da América, no ano de 1919, chamaram de “a expressão política do Reino de Deus na terra”. Tal Liga das Nações foi sucedida pela organização das Nações Unidas da atualidade, mas este novo arranjo para a paz e a segurança internacionais não se tem provado “a expressão política do Reino de Deus na terra”, assim como não se provou a agora defunta Liga das Nações.

      21 A mensagem que procede de Deus, desde 1919, expõe tanto a Liga das Nações como as Nações Unidas como sendo simplesmente substitutos humanos para o reino de Deus, portanto, falsificações!

      22. Como era a mensagem predita por Jesus diferente da que advogava substitutos feitos pelo homem, e como foi destacado o ano de 1914 E. C.?

      22 A verdadeira mensagem do Reino, aquela predita por Jesus Cristo em Mateus 24:14, é diferente. Avisa a todas as nações que o reino de Deus, para governar toda a terra, foi estabelecido nos céus, no fim dos “tempos dos gentios” no ano de 1914 E. C. (Luc. 21:24, ALA) Em 1914, chegou-se ao fim dos 2.520 anos que Jeová Deus concedera para que as nações gentias (não-judias) pisassem o Seu direito de dominar a terra por meio dum reino às mãos do Descendente messiânico do Rei Davi’ de Jerusalém. Os 2.520 anos da não existência dum reino davídico na terra começaram no ano de 607 A. E. C., quando os babilônios destruíram a Jerusalém terrestre e derrubaram o trono real da linhagem do Rei Davi, para jamais se estabelecer novamente na terra em Jerusalém. Por conseguinte, no ano de 1914 E. C. chegou o tempo para o reino de Deus ser restabelecido, não na terra, mas nos céus, nas mãos do Descendente prometido do Rei Davi, a saber, Jesus Cristo. — Eze. 21:24-27.

      23. (a) O que se pode dizer a respeito das provas visíveis do estabelecimento do Reino, que Jesus predisse, e que aviso tem a mensagem dado às nações? (b) Qual tem sido o efeito disto no tocante aos pregadores do Reino?

      23 O próprio Jesus Cristo predissera as provas visíveis qual evidência para nós, atualmente, pelas quais saibamos que o reino davídico de Deus foi estabelecido nos céus invisíveis. Estas têm surgido desde 1914, ano em que a Primeira Guerra Mundial estourou e deu início a uma era de violência por toda a terra que continua até estes dias, e está piorando. A mensagem do reino de Deus desde então tem avisado a todas as nações e a todos os governos da terra que, continuarem a ignorar o reino estabelecido de Deus e recusarem entregar suas soberanias nacionais ao mesmo, há de resultar em sua total destruição na “guerra do grande dia de Deus, o Todopoderoso”, num lugar chamado em hebraico Har-Magedon (ou Armagedom). (Mat. 24:7-14) Não é de se estranhar, então, que os pregadores desta determinada mensagem do Reino se tenham tornado o que Jesus Cristo predisse em Mateus 24:9, “pessoas odiadas por todas as nações”. A história moderna tem registrado muita perseguição internacional contra estes pregadores do Reino.

      “NAO OS TEMAIS”

      24. Por que se têm continuado a pregar as boas novas do Reino apesar da perseguição, e que mensagem especial foi publicada em 1933, especialmente para quem?

      24 Se os pregadores do Reino se deixassem tomar pelo temor dos homens que podem matar o corpo, “estas boas novas do reino” não teriam continuado a ser pregadas debaixo de dura perseguição. Há trinta e dois anos atrás, ou no ano de 1933, esta revista A Sentinela publicou em seu número de 1.° de novembro (edição em inglês), o artigo principal intitulado “Não os Temais”. Abrangia especial consideração de Mateus 10:26-28, exatamente como este presente artigo de revista que está lendo. Foi escrito para os que estavam incorrendo em especial perigo naquele tempo, a saber, para “o restante”, “a classe do templo”, o que se evidencia por ser o restante mencionado amiúde no artigo, desde o segundo parágrafo até seu quadragésimo segundo ou último parágrafo. (Rev. 12:17) Ali não se faz menção das “outras ovelhas”, a quem o Pastor Excelente, Jesus Cristo, reúne a seu aprisco, em esperança de vida eterna na terra, no meio de condições paradísicas. (João 10:16) Tal artigo sobre o destemor chegou na hora exata para o “restante” ainda na terra, isto é, os seguidores fiéis que serão feitos reis associados com Jesus Cristo no seu reino celeste. — Rom. 8:16, 17.

      25, 26. (a) Que ação tomou a Hierarquia católico-romana por volta do ano daquela publicação? (b) Contudo, por que foi aquele um ano critico?

      25 O ano de 1933 foi um ano crítico: Na verdade, o papa da Cidade do Vaticano, Roma, declarara o ano como sendo Ano Santo em comemoração da matança do corpo de Jesus Cristo exatamente há dezenove séculos antes. Assim, a Hierarquia católico-romana expressou a esperança de que ‘uma onda de religião surgisse e enchesse as nações de paz e prosperidade’. Todavia, na Alemanha, Adolf Hitler, o líder nazista, tornou-se primeiro-ministro e foi votado como ditador pelo Reichstag alemão em 23 de março. Na Itália, Benito Mussolini já se tinha tornado ditador, impondo àquela nação um domínio fascista, e entrou em concordata com o papa de Roma, mediante a qual o papa se tornou o soberano da Cidade do Vaticano.

      26 O Japão estava então nas garras cerradas dos senhores de guerra que tinham ambições imperialistas, e trabalhava no sentido de se tornar um parceiro do Eixo formado com a Alemanha nazista e a Itália fascista. Em 27 de março, o imperador do Japão declarou a retirada do Japão da Liga das Nações, por se ofender com ela. Assim, a situação mundial se configurava, não para a “paz e prosperidade” internacionais, mas para o irrompimento da Segunda Guerra Mundial, e o golpe de morte na Liga das Nações. Junto com todos estes acontecimentos políticos, a Ação Católica, até em países “democráticos”, cooperava com os ditadores católico-romanos da Europa.

      27. A fé e a coragem de quem foram fortalecidas por aquele artigo, “Não os Temais”, e qual foi sua experiência depois disso?

      27 O artigo da Sentinela, “Não os Temais”, fortaleceu a fé e a coragem dos pregadores do Reino, especialmente das testemunhas de Jeová na Alemanha nazista e nos países que ficaram sob o domínio do Terceiro Reich (Império) alemão. Foram as primeiras contra as quais agiu a ditadura nazista. Foram lançadas nas prisões e nos horríveis campos de concentração por se recusarem a abandonar o reino de Deus e não adorarem o Estado Nazista. Ainda assim, por toda a terra, não excluindo os “países democráticos”, as testemunhas de Jeová começaram a sentir incrementada perseguição e oposição por causa de destemidamente continuarem a pregar o reino de Deus.

      28. Por volta do fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, quantos pregadores do Reino haviam enfrentado a morte, e ao que não haviam cedido?

      28 Por volta do fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, e a derrubada das ditaduras nazista e fascista e dos senhores imperialistas de guerra do Japão, os pregadores do reino de Deus que haviam morrido às mãos “dos que matam o corpo” podiam ser contados aos milhares. Na Alemanha nazista, das dez mil testemunhas de Jeová que foram postas nas prisões e campos de concentração, só oito mil saíram vivas. Não tinham cedido ao temor de meros homens.

      29. Atualmente, que situação confrontam os pregadores do Reino, de modo que precisam-se lembrar de Mateus 10:28?

      29 Atualmente, trinta e dois anos depois de ser publicada nas colunas da revista A Sentinela a mensagem tão necessária, “Não os Temais”, encaramos pior situação. A operação das Nações Unidas tem fracassado em colocar sobre inabalável alicerce as ansiadas paz e segurança do mundo. O temor duma terceira guerra mundial com bombas de hidrogênio e outros meios diabólicos assombra todas as nações. As ditaduras nazista, fascista já se foram, mas outras ditaduras, inclusive as do comunismo político, florescem; e a febre contagiosa do nacionalismo egoísta se espalha como praga. A adoração das soberanias nacionais e do Estado político se expande e toma novas expressões. A marcha das nações para o Armagedom, em oposição à soberania do reino celeste de Deus, se apressa, duplicando de passo. Como nunca antes, os defensores e pregadores do reino de Deus precisam-se lembrar das palavras de Jesus dirigidas a seus apóstolos em Mateus 10:28.

      30. Assim, que textos de Revelação, que instam à fé e à perseverança, aplicam-se atualmente, e quem mais, além dos mencionados nestes textos, estão envolvidos?

      30 Nossos dias, com suas tentativas de forçar toda a humanidade a adorar a simbólica “fera” da política do mundo e de adorar a sua imagem, a organização das Nações Unidas, é ocasião de se aplicarem as palavras de Revelação 13:10: “Aqui é que significa a perseverança e a fé dos santos.” Também, as palavras de Revelação 14:12: “Aqui é que significa perseverança para os santos, os que observam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.” Ademais, atualmente, não só o “restante” destes “santos” estão envolvidos. A eles se tem ajuntado crescente “grande multidão” de “outras ovelhas”, as quais têm-se apresentado como voluntários para participar na pregação do Reino. Para esta grande multidão de “outras ovelhas”, a configuração das coisas no cenário internacional exige fé e perseverança a fim de se apegarem à integridade cristã. As “outras ovelhas” não podem fazer isso e, ao mesmo tempo, temerem os homens que matam.

  • Por que não temer aos que matam o corpo
    A Sentinela — 1965 | 1.° de maio
    • Por que não temer aos que matam o corpo

      1, 2. (a) Quem são esses que Jesus Cristo diz a seus seguidores que não temam, e em que condições se acham? (b) Com que palavras, mediante seu profeta Isaías, trouxe Deus isto à atenção, quando animava seu povo?

      QUEM são essas pessoas que Jesus Cristo diz a seus seguidores que não temam, em Mateus 10:28? São todas homens mortais, assim como nós próprios somos. Política, militar, material ou religiosamente, podem ser fortes, e talvez sejam adoradas quais deuses pelo povo sob seu controle ou suas ordens, mas mesmo assim são meros homens sujeitos à morte. Não podem fugir da morte que se espalhou do primeiro pecador humano, Adão, a toda a sua descendência, inclusive todos nós atualmente na terra. O único Deus vivo e verdadeiro trouxe isto mesmo à atenção quando predisse que seu povo antigo seria libertado da Potência Mundial babilônica que os oprimia e bloqueava sua via de escape. A ele, Jeová Deus disse:

      2 “Sou eu, sou eu quem vos consolo! Como podes temer um mortal, um filho do homem, que acabará como a erva? Como esquecer o Senhor [Jeová, teu criador, que estendeu os céus e fundou a terra, para não cessares de tremer todo o tempo diante da cólera do opressor que procura fazer-te perecer? Mas de que vale a cólera do opressor?”

      3. (a) Em que época podiam tais palavras ser apropriadamente ditas á nação de Jacó? (b) A quem poderiam essas mesmas palavras ser apropriadamente ditas hoje em dia, e por quê?

      3 Tais palavras de Isaías 51:12, 13 (CBC) bem que poderiam ser proferidas à nação de Jacó depois da Potência Mundial babilônica cair, no ano 539 A. E. C. e depois de seu conquistador, Ciro, o Grande, expedir seu decreto em 537 A. E. C. para que os cativos judeus, uma vez oprimidos, voltassem de Babilônia para sua amada terra natal na Palestina. Mas, o que dizer das hodiernas testemunhas de Jeová? Elas mesmas obtiveram livramento de Babilônia, a Grande, no ano de 1919 E. C. Assim, em princípio, as palavras de Isaías 51:12, 13 lhes podem ser dirigidas em relação com todos os ditadores políticos que surgiram desde aquele ano e que tentaram parar a pregação mundial do Reino que as testemunhas de Jeová empreendem, em obediência às palavras de Jesus em Mateus 24:14. Onde estão aqueles ditadores que foram responsáveis pela matança dos corpos de muitos milhares de testemunhas de Jeová?

      4, 5. (a) Onde se acham aqueles ditadores e opressores dos dias modernos, que tiveram que ver com as testemunhas de Jeová? (b) O que demonstraram ser tais opressores, e qual deve ser nossa atitude para com os que ainda restam?

      4 Onde está Benito Mussolini, ditador fascista de 1922 a 1943? Foi executado e seu cadáver sofreu maus tratos às mãos de italianos, em 1945. Onde está Adolf Hitler, ditador nazista de 1933 a 1945? Deu um tiro em si mesmo de preferência a ser capturado vivo. Onde está il Tedesco (O Alemão), o Papa Pio XII, parceiro de Concordata dos ditadores católicos Mussolini e Hitler, e o vigoroso incentivador da Ação Católica? Seu caixão descansa numa cripta funerária na Cidade do Vaticano desde outubro de 1958. Onde está José Stalin, ditador comunista russo durante vinte e nove anos, sob o qual as testemunhas de Jeová definhavam nas prisões e nos campos de trabalho forçado na Rússia européia e na Sibéria asiática? Uma hemorragia cerebral o matou em 5 de março de 1953. Onde está o Generalíssimo Rafael Leonidas Trujillo, ditador da República Dominicana desde 1930? Foi assassinado por oficiais de seu próprio exército em 30 de maio de 1961, findando notória era para a República.

      5 Cada um destes opressores da humanidade demonstrou que era exatamente o que Jeová Deus disse, “um mortal”, que “acabará como a erva” pela foice da morte. Por que, então deveriam as testemunhas de Jeová, quais pregadores do reino celestial do Deus, ter medo dos opressores ditatoriais que ainda restam?

      PREGAR EMBORA AINDA ESTEJAM EM SUJEIÇÃO

      6. Como é que as testemunhas de Jeová cumprem Romanos 13:1, no tocante aos dominadores políticos totalitários, e quando é que tomam a posição dos apóstolos, delineada em Atos 5:29?

      6 Os hodiernos pregadores do Reino não fazem esforço de apressar a morte dos dominadores totalitários do poder político. Não erguem a mão contra estes, mas em sã consciência executam a ordem apostólica de Romanos 13:1: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores.” Quando estes dominadores totalitários tentam destruir o apego das testemunhas de Jeová ao reino de Deus e parar a sua pregação desse reino, elas seguem o exemplo dos apóstolos de Jesus Cristo, dizendo: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” (Atos 5:29) Todavia, esta obediência transcendental a Deus não autoriza as testemunhas de Jeová a agir de forma política, ou física contra os perseguidores e os opressores.

      7. Que atitude do perseguido Davi para com o Rei Saul é que as perseguidas testemunhas de Jeová tomam para com as autoridades políticas?

      7 Quando sujeitas à perseguição da parte das autoridades políticas, as testemunhas de Jeová tomam a atitude de Davi de Belém. Ele foi erroneamente proscrito e perseguido pelo invejoso Rei Saul da nação de Jacó ou Israel; todavia, jamais o acossado Davi levantou a mão para ferir o Rei Saul, ou para lutar contra o povo sobre o qual reinava o Rei Saul. Davi sempre teve presente’ que o Rei Saul era “o ungido de Jeová”, e que, por conseguinte, era responsabilidade de Jeová remover o Rei Saul do cargo governamental, se Ele assim decidisse. Em conformidade com isso, em certa ocasião onde teve a vida do Rei Saul em suas mãos, e seu sobrinho Abisai solicitou permissão de matar o Rei Saul, Davi disse: “Por Deus! É o Senhor [Jeová] que o há de ferir, seja que, chegando o seu dia, morra, seja que pereça em batalha.” — 1 Sam. 26:10, CBC.

      8. Como foi que Davi não teve participação egoísta na morte do perseguidor Rei Saul?

      8 Não passou muito tempo até que o Rei Saul foi mesmo para a batalha contra os filisteus. Mortalmente ferido por uma flecha filistéia, o Rei Saul caiu sobre sua própria espada para apressar sua morte, antes de o inimigo obter seu corpo. Assim Davi, que era testemunha hebréia de Jeová, não teve parte na morte de seu perseguidor a bem de limpar o caminho para que ele mesmo se tornasse rei de Israel.

      9. A quem foi que Davi deu o crédito pela libertação das mãos do perseguidor, e com que palavras?

      9 Por isso, Davi pôde dar a seu Deus, Jeová, o crédito pela libertação que gozou das mãos de seu perseguidor, o Rei Saul. Na superinscrição do Salmo 18, escrito por Davi, lemos as seguintes palavras: “Do servo de Jeová, de Davi, que falou a Jeová as palavras deste cântico, no dia em que Jeová o livrou da palma de todos os seus inimigos e da mão de Saul. E continuou a dizer.” Dizer o quê? “Sentirei afeição por ti, ó Jeová, minha força. Jeová é minha rocha e minha fortaleza e o Provisor de escape para mim. Meu Deus é minha rocha. Refugiar-me-ei nele, meu escudo e meu chifre de salvação, minha altura segura.” (Sal. 18:1, 2; 2 Sam. 22:1-3) Como Davi, as testemunhas cristãs de Jeová da atualidade esperam nele para a libertação de seus inimigos e perseguidores.

      10. Quanto tempo talvez exija tal espera, conforme ilustrado no caso das testemunhas de Jeová naquilo que agora é a Alemanha-Oriental?

      10 Como no caso de Davi, isto talvez leve anos de espera. Na Alemanha Oriental, as testemunhas de Jeová tiveram primeiro de esperar o fim do domínio nazista de Hitler; e agora têm de esperar o fim do novo domínio totalitário que tomou o lugar do nazismo, o domínio comunista que depende da Rússia Soviética, agora sob Brezhnev. Quanto tempo mais terão de esperar para obterem alívio, não sabemos, mas estão determinadas a esperar até que Jeová o traga.

      11. (a) Por quanto tempo as testemunhas de Jeová talvez ainda sejam obrigadas a sofrer punição injusta? (b) Quando é com certeza que terminará tal perseguição?

      11 Um ditador talvez morra de causas naturais ou de outro modo, e, ainda assim, a forma totalitária de governo continuará depois de sua morte, como se dá na Rússia Soviética. Ou, até mesmo se houver mudança no estilo político de governo, ainda assim talvez continue a banir as testemunhas de Jeová e a proibi-las de pregar o reino de Deus e de ajudar a outras pessoas a ‘sair de Babilônia, a Grande’ e a ‘vir à água da vida’. (Rev. 18:2-4; 22:17) Os ditadores, ou a forma opressiva de governo, talvez não terminem nos meses ou anos restantes deste “tempo do fim”, e as testemunhas de Jeová em diversos países talvez sejam obrigadas a adorar e a pregar às ocultas, correndo grande risco e perigo de punição injusta, até bem o fim deste período. Mas, sabemos uma coisa. Os ditadores, os governos totalitários e todas as outras formas de governo político humano terminarão com certeza nesta geração, na batalha do Armagedom, “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”.

      12. A tolice de quem será então demonstrada, e a sabedoria de quem?

      12 O fim deles todos será violento, às mãos do próprio Deus Todo-poderoso por meio de seus exércitos executores celestiais, seus santos anjos sob o comando do Senhor Jesus Cristo. Então, a tolice dos dominadores em não permitirem a livre pregação do reino de Deus, e não darem ouvidos a ela, será demonstrada. A sabedoria dos pregadores do Reino também será demonstrada, pois sobreviverão e serão libertados para sempre. — Rev. 19:11-21; 16:14, 15.

      INCAPAZES DE “MATAR A ALMA”

      13. Qual foi a razão dada por Jesus para que os pregadores do Reino não temessem os matadores do corpo?

      13 “Por que disse Jesus Cristo a seus seguidores que não temessem aos que matam o corpo? A razão dada não era primàriamente a de que os próprios matadores do corpo são mortais. A razão que Jesus mencionou era que tais matadores do corpo “não podem matar a alma”. (Mat. 10:28) Estas palavras de Jesus têm sido usadas pelo sacerdócio católico-romano e pelo clero protestante da cristandade para argumentar que não se pode matar a alma humana e que é, conforme os antigos babilônios e os gregos pagãos pretendiam, “alma imortal”. A Bíblia Sagrada, tanto em suas Escrituras Hebraicas como em suas Escrituras Gregas, ensina que a alma humana é mortal, e não imortal, que é destrutível, e não indestrutível. Oitenta e oito ou mais textos bíblicos podem ser citados para mostrar que a alma humana morre; nenhum texto mostra que é imortal.

      14. Que textos bíblicos podem ser citados, provando a mortalidade da alma humana, e como é possível que a alma humana morra?

      14 Por exemplo, Ezequiel 18:4, 20 diz: “A alma que está pecando — ela mesma morrerá.” O próprio Jesus disse: “Minha alma está profundamente contristada, até à morte.” (Mat. 26:38) Revelação 16:3 diz: “Morreu toda alma vivente, sim, as coisas no mar.” A alma humana é a própria pessoa humana, composta do corpo carnal e da ativa força de vida, mantida pela respiração. (Gên. 2:7) Portanto, quando o corpo humano é morto, a alma morre; a pessoa inteligente morre.

      15. De que modo não poderiam matar a alma os homens que matam o corpo?

      15 O que, então, queria dizer Jesus quando afirmou: “Não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma”? Queria dizer que tais opositores e supressores da pregação do reino de Deus não podem impedir que os fiéis pregadores do Reino gozem duma ressurreição de suas almas do Hades, a sepultura comum da humanidade morta.

      16. Como foi ilustrada, no caso de Jesus, a sua inabilidade de matar a alma, em cumprimento de que profecia?

      16 Por exemplo, Jesus Cristo foi o maior pregador do reino de Deus. Jeová Deus, seu Pai celeste, permitiu que os inimigos matassem o corpo de Jesus. Depois de Jesus ser enterrado num túmulo memorial e assim ir para o Hades, os inimigos tentaram impedir que fosse ressuscitado dentre os mortos. Assim, os principais sacerdotes judeus e os fariseus fizeram com que o governador romano os autorizasse a selar a porta de pedra do túmulo, de forma oficial, e a colocar uma guarda de soldados ali, para impedir qualquer roubo do cadáver de Jesus. Mas, no terceiro dia, o Deus Todo-poderoso ressuscitou seu Filho fiel, Jesus Cristo, de entre os mortos. (Mat. 27:57 a 28:7) Deste modo, as palavras do Salmo 16:10 foram cumpridas em Jesus: “Tu não deixarás a minha alma no Seol. Tu não permitirás que teu leal veja a cova.”

      17. (a) A quem aplicou o apóstolo Pedro o Salmo 16:10, quando, e como? (b) Por que se pode dizer que Deus não deixou a alma de Jesus no Hades ou Seol?

      17 No qüinquagésimo dia depois de Jesus ressuscitar dentre os mortos, o apóstolo Pedro foi inspirado, pelo espírito derramado de Deus, e aplicou Salmo 16:10 a Jesus, dizendo: “Davi diz com respeito a ele: ‘. . . não deixarás a minha alma no Hades, nem permitirás que aquele que te é leal veja a corrupção. . . .’ . . . previu e falou a respeito da ressurreição do Cristo, que ele nem foi abandonado no Hades, nem viu a sua carne a corrupção. A este Jesus, Deus ressuscitou, fato de que todos nós somos testemunhas.” (Atos 2:25-32) Assim, os inimigos terrestres de Jesus puderam matar o corpo dele, pela permissão de Deus, mas não puderam matar a alma dele; não podiam matar seu direito e garantia a uma vida futura, por meio duma ressurreição dentre os mortos. Quando os inimigos mataram o corpo de Jesus cumpriu-se a profecia de Isaías 53:12: “Ele derramou a sua alma até a própria morte, e foi com os transgressores que foi contado.” Mas, no terceiro dia, o Deus Todo-poderoso levantou a Jesus Cristo de novo à vida como alma, por ressuscitá-lo dentre os mortos, assim, não deixando a alma dele no Hades ou Seol.

      18. (a) As palavras de Jesus em Mateus 10:28 constituíram forte apelo para que seus apóstolos cressem no quê? (b) Que qualidade tem sido e é exigida dos seguidores de Cristo para que persistam na pregação do Reino?

      18 As palavras de Jesus a seus apóstolos, para que não temessem os matadores do corpo que “não podem matar a alma” foram, portanto, forte apelo para que seus apóstolos cressem na ressurreição. Lá naquele tempo, que qualidade se requeria dos seguidores de Jesus Cristo para que persistissem em pregar o reino de Deus, muito embora os inimigos da mensagem do Reino os matassem por causa disso? Que qualidade se exige dos seus seguidores, atualmente? Lá naquele tempo, se exigia e atualmente se exige grande fé, sim, forte fé na ressurreição dos mortos pelo poder do Deus Todo-poderoso. Os apóstolos a quem Jesus proferiu as palavras de Mateus 10:28 tinham forte base para crerem no poder de Deus e em seu propósito de levantar os mortos humanos.

      19. Que forte base tinham os apóstolos de Cristo para crer no poder de Deus em levantar os mortos?

      19 Pela Bíblia, os apóstolos sabiam que, séculos antes de Jesus Cristo, os profetas de Jeová, Elias e Eliseu, levantaram pessoas mortas de novo à vida. Eram também testemunhas oculares de ter Jesus ressuscitado a filha do governante judeu chamado Jairo. (1 Reis 17:17-24; 2 Reis 4:32-37; Mat. 9:18-26; Luc. 8:40-56) E, na mesma palestra, antes de lhes dizer que não temessem os que podem matar somente o corpo, Jesus disse aos doze apóstolos:“Ao irdes, pregai, dizendo: ‘O reino dos céus se tem aproximado: Curai doentes, ressuscitai mortos.” — Mat. 10:7, 8.

      20. Por que não deviam os apóstolos temer perder a sua vida no serviço ativo de Deus, este fato também encorajando todos os pregadores do Reino a fazerem o quê?

      20 A Bíblia não diz se, naquela primeira campanha de pregação, algum dos apóstolos ressuscitou uma pessoa morta; porém, mais tarde, o apóstolo Pedro realmente ressuscitou a discípula morta Tabita ou Dorcas. (Atos 9:36-41) Portanto, quando Jesus disse aos apóstolos que não silenciassem a mensagem do Reino por causa de temerem a homens assassinos, bem entendiam que não deveriam temer perderem suas vidas humanas no serviço ativo de Deus, porque haveria uma ressurreição dos mortos, tempo em que obteriam seu galardão. Que encorajamento era isto para que os pregadores do Reino fossem fiéis, até mesmo ao custo de sua vida humana!

      A QUEM TEMER

      21. Que boas novas são os seguidores de Cristo agora nomeados a pregar, e por que sem temerem os matadores do corpo?

      21 Os seguidores dedicados e batizados de Jesus Cristo são agora nomeados e enviados para pregar “estas boas novas do reino”. Semelhante aos doze apóstolos, ordena-se-lhes que não temam os homens que têm poder de matar; de outra forma, não cumpririam sua comissão de pregar o reino de Deus como a única esperança da humanidade.

      22. Mas, que temor deve ser encorajador para que eles façam a obra de pregação?

      22 Mas, como encorajamento para que façam a obra de pregação, sem importar-se com os homens assassinos, os seguidores de Jesus Cristo devem temer a outrem. Jesus identificou esta pessoa por dizer o que ela podia fazer, quando disse: “Não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode destruir na Geena tanto a alma como o corpo.” (Mat. 10:28) Em outra ocasião, em declaração similar, Jesus disse a seus discípulos: “Eu vos digo, meus amigos: Não temais os que matam o corpo e depois disso não podem fazer mais nada. Mas, eu vos indicarei quem é para temer: Temei aquele que, depois de matar, tem autoridade para lançar na Geena. Sim, eu vos digo, temei a Este.” (Luc. 12:4, 5) este não é Satanás, o Diabo, muito embora o Diabo seja “aquele que tem os meios de causar a morte” no presente. (Heb. 2:14) Não, Este a quem se deve temer é o Deus Todo-poderoso, Jeová.

      23. Se, como pretende o clero da cristandade, a alma humana é indestrutível, que perguntas lógicas podemos fazer então?

      23 Os sacerdotes católico-romanos e o clero protestante da cristandade dizem que nós, humanos, temos alma imortal que é indestrutível. Se este fosse o caso, então Deus não poderia matar a alma, assim como não o podem os homens que matam o corpo. Então, também, por que devemos temer a Deus mais que devemos temer aos homens mortais? Por que faríamos isto, se Deus não pode eliminar nossa existência se nos provarmos infiéis em cumprir nossa comissão de pregar, dada por Deus?

      24. Que Geena literal havia nos dias de Jesus, e como símbolo do quê a usou?

      24 No entanto, Jesus Cristo disse que Deus tem o poder de destruir tanto o corpo como a alma na Geena. Nos dias de Jesus havia a Geena literal, fora dos muros ocidental e meridional de Jerusalém. A palavra Geena é grega e significa “Vale de Hinom”. Este Vale de Hinom foi transformado em incinerador público para queimar o lixo de Jerusalém, inclusive, às vezes, os corpos mortos de criminosos vis. Nenhuma coisa viva era atormentada com fogo naquele Vale de Hinom ou Geena. As coisas eram destruídas nele pelo mais poderoso meio conhecido, o fogo. Portanto, Jesus usou o Vale de Hinom ou Geena como símbolo da completa destruição, destruição de alguém de toda a existência. Será que esta idéia lhe faz estremecer?

      25. Como lugar de que tipo não foi usada como símbolo a Geena, e por que não?

      25 Isto posto, Geena não é o nome dum lugar de tormento eterno de almas humanas conscientes, por meio de fogo e enxofre, e sob a supervisão dos diabos. A alma humana não é imortal e, por tal razão, não poderia ser atormentada para todo o sempre. Geena é o estado de ser destruído para sempre de forma absoluta.

      26. Como é que Deus destrói a alma humana na Geena?

      26 Como, então, é que Deus destrói a alma humana na Geena? Faz isso por não conceder à alma humana mortal a ressurreição dentre os mortos sob o reino de Deus. Quando o corpo morre, a alma ou a pessoa cônscia e inteligente também morre. O corpo se decompõe e desaparece, voltando ao pó do solo. (Gên. 3:19) Quanto à alma, Jeová Deus não aplica às almas mortas indignas os benefícios do sacrifício de resgate que Jesus Cristo ofereceu a Deus há dezenove séculos atrás. Por isso, Deus elimina da existência àquela alma morta não merecedora, jamais a ressuscitando dentre os mortos.

      27. O que os homens não podem eliminar por matarem apenas o corpo, e a ressurreição de quem não podem impedir?

      27 O homem mortal não pode eliminar a pessoa de toda a existência futura simplesmente por matar o corpo de tal pessoa. Os homens não podem impedir a ressurreição de quaisquer pessoas mortas a quem Jeová Deus aplicará os benefícios vitalizadores do perfeito sacrifício humano de seu Filho, Jesus Cristo. Os ímpios políticos comunistas e outros ateus não podem impedir a execução da profecia bíblica: “Há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos.” (Atos 24:15) Os comunistas materialistas da Rússia Soviética e de seus países satélites não podem impedir a Deus de ressuscitar as fiéis testemunhas de Jeová a quem têm assassinado por elas recusarem abandonar a verdade bíblica e a pregação do reino de Deus como o único governo de salvação.

      28. Por que se devem prevenir agora os que matam o corpo dos pregadores do Reino?

      28 No entanto, o Deus Todo-poderoso pode judicialmente expedir um decreto impedindo a ressurreição de qualquer pessoa contra quem ele execute seu julgamento adverso. Por conseguinte, que se previnam os homens que tentam matar os corpos das testemunhas de Jeová por recusarem parar a sua pregação do reino de Deus! Se a “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso” vier sobre estes perseguidores de forma súbita e Deus, o Todo-poderoso, executar seu julgamento final contra eles, isso significará a destruição das almas destes perseguidores na Geena e não simplesmente a destruição de seus corpos humanos. — Rev. 16:14, 16; 19:15-21.

      29. (a) Por que devem as testemunhas cristãs de Jeová também se prevenir, como pregadores do Reino? (b) A quem, portanto, devem temer, e o que devem fazer?

      29 Que também se previnam as testemunhas cristãs de Jeová, que pregam o seu reino. Por quê? Porque o Deus Todo-poderoso também pode expedir um decreto judicial impedindo a ressurreição de qualquer cristão dedicado e batizado, se este deixar de cumprir sua dedicação a Deus de modo cabal e se ceder ao temor dos homens assassinos e parar de pregar o reino de Deus, o que foi profeticamente ordenado em Mateus 24:14. Assim, Jeová Deus pode destruir tanto a alma como o corpo na Geena, na destruição eterna. Não será isto razão para que os cristãos dedicados e batizados temam a Deus, ao invés de aos homens e, por conseguinte, continuem a obedecer às ordens de Deus de pregar estas boas novas do Seu reino? Não é razão obrigatória para que eles, no temor de Deus, obedeçam a Deus como dominador, antes que ao homem mortal?

      30. (a) Por que não nos deve atemorizar a abandonar nossa fidelidade a Deus a pior coisa que o homem nos possa fazer? (b) O que dizer da pior coisa que Deus nos pode fazer?

      30 Se a obediência a Deus como dominador levar à morte, às mãos dos homens, a promessa de Deus significa a ressurreição da pessoa fiel de entre os mortos. Por que, então, temer os homens? Por que não temer antes a Deus e provar-se fiel, apegando-se à esperança da ressurreição? Deus pode fazer algo pior do que a pior coisa que os homens nos possam fazer. O pior que os homens nos podem fazer é mandar-nos para o Hades por injustamente matarem nossos corpos. O pior que os homens podem fazer-nos pode ser desfeito por Deus, ressuscitando-nos dentre os mortos para a vida em sua eterna nova ordem de justiça. Ah! Mas Deus pode destruir completamente os iníquos na Geena, como indignos de sua misericórdia mediante Cristo; e ninguém pode desfazer isso. Sejamos sábios, então, e evitemos merecer tal coisa.

      31. Como é que o ressuscitado Jesus Cristo recompensaria os seguidores fiéis até a morte, dando-lhes a “coroa da vida”?

      31 Há dezenove séculos atrás, o ressuscitado Jesus Cristo no céu assegurou a seus seguidores de que eles teriam ressurreição se se mostrassem fiéis, apesar de sofrerem morte imerecida às mãos dos homens. Disse: “Não tenhais medo das coisas que estás para sofrer. Eis que o Diabo estará lançando alguns de vós na prisão, para que sejais plenamente provados, e para que tenhais tribulação por dez dias [todos os dias]. Mostra-te fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida. . . . Aquele que vencer, a segunda morte de modo algum fará dano.” (Rev. 2:10, 11) Os inimigos infligiriam a morte, mas o ressuscitado Jesus, que está de posse das “chaves da morte e do Hades”, recompensaria a seus fiéis seguidores com o prêmio da vida. Como? Por ressuscitá-los da morte no Hades. Assim, as almas cristãs não seriam destruídas na Geena, o que equivale a dizer, na “segunda morte”. — Rev. 1:17, 18; 21:8.

      32, 33. (a) Por que não temeu Paulo aos que matam o corpo, e que efeito teve isto sobre sua pregação? (b) O que foi que o prisioneiro Paulo urgiu com Timóteo que fizesse, referindo-se a que exemplo pessoal neste respeito?

      32 O apóstolo Paulo foi também magnífico exemplo de fé na ressurreição. Por tal razão, jamais teve medo dos homens que matam o corpo. Jamais tentou agradar aos homens, mas foi escravo a favor de Cristo. Temia a Deus antes que aos homens, e continuou pregando. (Gál. 1:10) Por causa disto, foi lançado na prisão repetidas vezes pelo Diabo.

      33 Escrevendo na prisão, pouco antes de ser executado por aqueles que matam o corpo, Paulo urgiu com Timóteo a que persistisse em pregar a Palavra de Deus e trouxe à atenção a recompensa final em relação com o seu próprio exemplo fiel, dizendo: “Eu te mando solenemente, perante Deus e Cristo Jesus, que está destinado a julgar os vivos e os mortos, e pela sua manifestação e pelo seu reino prega a palavra, ocupa-te nisso urgentemente, em época favorável, em época dificultosa, . . . efetua plenamente o teu ministério. Tenho travado a luta excelente, tenho corrido até o fim da carreira, tenho observado a fé. Doravante me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, o justo juiz, me dará como recompensa naquele dia, contudo, não somente a mim, mas também a todos os que amaram a sua manifestação.” — 2 Tim. 4:1, 2, 5, 7, 8.

      34. Como é que Paulo receberia esta “coroa da justiça”?

      34 O prêmio de ter feito o que é justo, ele o receberia mediante a ressurreição dos mortos, depois da manifestação do Senhor Jesus Cristo, “o justo juiz”, no seu reino.

      35. Desde 1914 E. C., que obra tem sido dada somente às testemunhas de Jeová, e isto por causa de que coisas que lhes foram reveladas e dadas a conhecer?

      35 Agora, desde o ano de 1914 E. C., uma obra de pregação nos tem sido designada quais testemunhas cristãs, dedicadas e batizadas de Jeová. (Mat. 24:14; 25:31-34) Somente nós tivemos a graça de receber esta obra distintíssima, de pregar o reino estabelecido de Deus, de pregá-lo em todos os países. Nenhuma outra organização religiosa na terra faz esta obra de pregação. Os “talentos” e as “minas” do serviço do Reino foram tirados dos temerosos, indolentes e infiéis. (Mat. 25:24-30; Luc. 19:20-26) Pela revelação da Palavra de Deus, a mensagem do Reino nos tem sido dada. As coisas espirituais que foram mantidas encobertas para outras pessoas, têm sido reveladas a nós. As coisas mantidas em segredo na Palavra de Deus se têm tornado conhecidas por nós. O que, então, devemos fazer?

      36. O que faremos, então, segundo Mateus 10:26, 27?

      36 Isto! As coisas que Jesus Cristo, o Rei que já reina, nos tem dito “na escuridão”, de modo que os homens do mundo não pudessem observar em primeira mão — tais coisas não devemos reter para nós mesmos, mas temos de ‘dizê-las na luz’. As coisas que nosso Rei que já reina tem “sussurrado”, por meio das Escrituras Sagradas, a nós, como seus discípulos fiéis e confidenciais, temos de tornar amplamente ouvidas; estas coisas nós temos, por assim dizer, que ‘pregar dos altos das casas’.

      37. O que faremos se os homens nos representarem mal e nos ameaçarem de morte, e por quê?

      37 Mas, o que fazer se os homens nos chamarem de nomes feios e representarem mal a nossa obra? ‘Não os temam’, é a ordem de nosso Rei. O que fazer se se opuserem à nossa mensagem e ameaçarem punir-nos com a morte? Não os temam, mas, antes, temam o Deus Todo-poderoso que pode punir os iníquos na Geena e pode ressuscitar os fiéis tementes a Deus para a vida no domínio de seu glorioso reino. (Mat. 10:26-28) Sim, temam a ele e imitem seu maior Pregador, Jesus Cristo, e continuem pregando para a plena demonstração de sua fidelidade a Deus, para a glória imarcescível Dele. O seu reino, com poder de ressuscitar, obterá a vitória eterna.

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