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  • g73 8/10 pp. 3-5
  • O crime o atinge

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  • O crime o atinge
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g73 8/10 pp. 3-5

O crime o atinge

UM SENHOR idoso saiu do elevador de seu prédio na Avenida D, em Nova Iorque. De repente, um jovem o agarrou pelas costas, na garganta, e ameaçou: “Entregue-me seu dinheiro ou eu o mato.” Sacudindo-se para a frente, o senhor conseguiu livrar-se. Ao gritar, o atacante pelas costas fugiu.

Foi uma experiência aterrorizante. E esta era a sexta vez que tal senhor era atacado pelas costas em quatro anos! Outras experiências tinham sido mais terríveis, como no caso em que foi derrubado com um soco e severamente espancado, e quando lhe foi encostado um revólver na cabeça. Em muitas localidades, tais crimes são comuns.

Receia sair de casa sozinho? Milhões receiam. O Secretário-Geral das Nações Unidas, Kurt Waldheim, avisou: “As ruas não mais são seguras depois do anoitecer.”

Até em cidades menores ocorrem ataques pelas costas, estupros e assassinatos, assustando os cidadãos. Um casal de meia-idade numa linda parte do local aprazível no deserto, de Palm Springs, Califórnia, observou: “Não mais nos sentimos seguros de andar sozinhos na rua depois do anoitecer.”

Um promotor público em Santa Mônica, uma comunidade relativamente pequena, da classe média e alta da Califórnia, perguntou rotineiramente a um corpo de jurados quantos deles haviam sido atacados pelas costas ou tiveram suas casas invadidas. Oito dentre os doze haviam sido!

Mesmo que o leitor não tenha sido, porém, pessoalmente ferido nem roubado, isso lhe diz respeito. Pois não tem feito o crime com que se preocupe com a segurança de sua família? Não se preocupa com o que acontece nas escolas? Está cônscio do uso ilegal de tóxicos em sua localidade? Preocupa-se com seu carro ser danificado ou roubado quando o estaciona? Ou, se viaja de avião, preocupa-se com a possibilidade de o avião ser seqüestrado? E o que dizer da segurança de sua casa e de seus outros bens?

A Inquirer Magazine de Filadélfia, EUA, comentou: “Os moradores da cidade estão cavando, aqueles que podem fazer isso, construindo fortalezas em suas casas.” O crime já se espalhou até em áreas antes tidas como seguras.

Certo visitante das lindas Ilhas Virgens estadunidenses observou que havia um tópico dominante das conversas — o último crime. “Algumas das histórias talvez sejam exageradas”, admitiu, “mas o temor permeia tudo e é palpável, a mentalidade do sítio peculiar à dos muitos moradores das grandes cidades nos EUA”.

Um residente por vinte anos na ilha de S. Tomé lamentou: “Eu nem sequer dirijo sozinho o carro à noite. Não posso deixar a ilha sem que alguém encoste um caminhão em minha casa e o encha. Já fomos todos roubados diversas vezes.”

Mas, talvez ainda pense: ‘O crime não me atinge, pelo menos não muito.’ Todavia, atinge sim. Além da constante ameaça à sua segurança e a seus bens, há outras maneiras em que é atingido.

Exemplificando: considere os preços em rápida ascensão que atingem sua carteira. Norman Jaspan, chefe duma firma consultora de Nova Iorque, explica que alguns varejistas adicionam 15 por cento ao preço de certas manufaturas para contrabalançar o que é roubado pelos empregados. Isso significa que paga Cr$ 115,00 por um item, ao invés de Cr$ 100,00, por causa do roubo dos empregados.

Como consumidor, o leitor também paga pelas mercadorias roubadas por outros “compradores”. Um alto funcionário da loja de departamentos Macy’s explicou: “O ladrão de loja que nos rouba também rouba a você.”

Também, ao aumentar o crime, também aumenta a despesa com maiores forças policiais e sistemas penais e jurídicos. Os custos de fazer cumprir a lei, segundo certa pesquisa, eqüivalem a Cr$ 55.900.000.000,00 por ano apenas nos EUA! O leitor, como contribuinte, paga isto, em seu próprio país.

Daí, há os lagos, as correntes e os oceanos poluídos, ou o ar fumacento que respira. Por certo é atingido por tais coisas, talvez de modo bem crítico. A negligência criminal por parte de grandes indústrias e governos municipais é a causa da poluição.

Mas, talvez diga: ‘Não diminui o crime? Não mostram isso as estatísticas? Até mesmo o Procurador-Geral dos EUA, recentemente, disse que seu país “mudava do aumento de crime para real redução do crime”. Dá-se realmente isso?

[Foto na página 3]

Sente-se seguro de andar sozinho na rua depois do anoitecer?

[Foto na página 4]

Paga o Preço Mais Alto Devido ao Crime

Alguns varejistas adicionam 15 por cento ao preço dos produtos para cobrir suas perdas com o roubo dos empregados.

[Foto na página 4]

É atingido pelas águas poluídas, que amiúde resultam da negligência criminal de grandes indústrias e governos municipais.

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