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  • É sempre nocivo o medo?
    A Sentinela — 1989 | 1.° de junho
    • É sempre nocivo o medo?

      ELE pode arruinar a felicidade e destruir a esperança. Tem sido chamado de veneno mental, o destruidor da razão, e afirma-se que é mais destrutivo do que a pior doença física. Sim, o medo é uma emoção poderosa. Mas, será sempre nocivo?

      Imagine estar dirigindo um carro numa estrada desconhecida. A estrada sobe as montanhas e é cheia de curvas. Cai a noite e, junto com ela, um pouco de neve. O carro começa a derrapar levemente, e você percebe que atingiu uma elevação em que a pista está escorregadia.

      Agora terá de ter muito cuidado. Ao conseguir vencer cuidadosamente uma por uma todas as curvas, você imagina quão fácil seria perder o controle do carro naquela pista escorregadia e precipitar-se no vale abaixo. Ademais, você não tem idéia de que outros perigos o espreitam na escuridão. À medida que pensamentos assim lhe vêm à mente, a sua boca se resseca e o seu coração bate mais rápido. Você está plenamente alerta. Não importa em que pensava antes, você está agora totalmente absorto na tarefa do momento: manter o carro na estrada e evitar um acidente.

      Finalmente, a estrada desce para um lugar mais baixo. As ruas são iluminadas e não há mais gelo na pista. Aos poucos, a tensão abandona o seu corpo. Você relaxa e suspira aliviado. Todo aquele medo em vão!

      Mas, foi realmente em vão? Não, realmente. Um nervosismo razoável sob tais circunstâncias é uma reação normal. Faz-nos ficar alertas e cautelosos. O medo salutar pode-nos ajudar a não fazer nada precipitadamente, para nosso próprio prejuízo. Sim, o medo nem sempre é destruidor da razão ou um veneno mental. Sob certas circunstâncias, pode até mesmo ser benéfico.

      A Bíblia fala a respeito do medo, ou temor, e nos traz à atenção dois tipos específicos. Um tipo de medo é, realmente, um veneno mental. O outro, porém, não apenas é normal e saudável, como também essencial para a nossa salvação. Quais são esses dois tipos de medo, ou temor? E, como podemos aprender a desenvolver um deles e evitar o outro? Isso será considerado no próximo artigo.

  • Por que temer a Deus e não a homens?
    A Sentinela — 1989 | 1.° de junho
    • Por que temer a Deus e não a homens?

      “TREMER diante de homens é o que arma um laço, mas quem confia em Jeová será protegido.” (Provérbios 29:25) Com tais palavras, esse antigo provérbio nos alerta contra o tipo de temor que deveras é um veneno mental — o temor do homem. É comparado a um laço. Por quê? Porque um pequeno animal, um coelho, por exemplo, fica indefeso ao ser apanhado num laço. Ele deseja fugir, mas o laço o prende implacavelmente. A vítima fica, de fato, paralisada.

      Se formos capturados pelo temor do homem, a nossa situação será em muito semelhante à daquele coelho. Talvez saibamos o que deveríamos fazer. Talvez até mesmo o queiramos fazer. Mas o temor nos escraviza. Ficamos paralisados e incapazes de agir.

      O Laço de Temer o Homem

      Considere alguns exemplos de pessoas nos tempos bíblicos que foram capturadas pelo laço do medo. Nos dias de Josué, 12 homens foram enviados para espionar a terra de Canaã, antes da planejada invasão por parte dos israelitas. Os espias retornaram e informaram que o país era fértil e rico, exatamente como Deus dissera. Mas, dez dos espias se deixaram intimidar pela força dos habitantes. Assim, presos pelo temor do homem, fizeram aos israelitas um relatório exagerado a respeito dessa força, levando a inteira nação a ficar tomada de temor. Os israelitas se recusaram a obedecer às ordens de Deus de entrar em Canaã e tomar posse da terra. Em resultado, nos 40 anos seguintes, a

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