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  • Galiléia, Mar Da
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • estação, as águas cristalinas do mar da Galiléia variam de cor, indo do verde ao azul, e a temperatura média da água oscila entre 14°C em fevereiro a 30°C em agosto. Este lago é alimentado primordialmente pelo rio Jordão.

      O leito do mar da Galiléia assemelha-se a enorme bacia. De suas margens do lado E ascendem íngremes montanhas de pedra calcária, recobertas de lava, atingindo uma elevação de c. 610 m. Mas, do lado O, as montanhas ascendem menos abruptamente. O mar da Galiléia vê-se praticamente cercado de colinas e montanhas, exceto nas planícies ao redor do Jordão, isto é, os pontos em que o rio deságua no lago, no extremo N, e onde renova seu curso, a SO.

      CLIMA

      O clima tépido ao redor do mar da Galiléia é propício para o crescimento de plantas tropicais, incluindo o lódão espinhoso, a palmeira e a anileira. Ao longo das margens do lago podem-se encontrar cágados, tartarugas, lagostins e pulgas-do-mar. Prolifera ali tanto a vida avícola como a píscea.

      Tempestades súbitas, tais como as enfrentadas por Jesus Cristo e seus discípulos, não são incomuns. (Mat. 8:24; 14:24) Devido à altitude negativa do mar da Galiléia, a temperatura do ar é muito mais tépida ali do que nos planaltos e montes que o cercam. Isto resulta em distúrbios atmosféricos. Também, fortes ventos varrem o vale do Jordão, descendo do monte Hermom, com seu pico recoberto de neve, situado não muito ao N.

      MINISTÉRIO DE JESUS NESSA ÁREA

      Esta massa aquosa figurava de forma proeminente no ministério terrestre de Jesus. O Filho de Deus falou várias vezes dum bote a grandes multidões reunidas em suas margens amplas, pedregosas. (Mar. 3:9; 4:1; Luc. 5:1-3) Em uma destas ocasiões, fez com que alguns de seus discípulos apanhassem uma safra miraculosa de peixes e convocou Pedro, André, Tiago e João para serem “pescadores de homens”. (Mat. 4:18-22; Luc. 5:4-11) Na vizinhança do mar da Galiléia, Jesus realizou muitas obras poderosas. Curou os doentes, expulsou demônios (Mar. 3:7-12), acalmou o vento e o mar (Mar. 4:35-41), alimentou miraculosamente mais de 5.000 pessoas, e então, novamente, mais de 4.000, com vários pães e alguns peixes (Mat. 14:14-21; 15:29, 34-38), e também andou sobre o mar. (João 6:16-21) Com razão, Jesus condenou três cidades naquela área, Corazim, Betsaida e Cafarnaum, por permanecerem insensíveis, apesar das muitas obras poderosas que seus habitantes testemunharam. — Mat. 11:20-24.

      Após sua ressurreição de entre os mortos, Jesus apareceu a alguns de seus discípulos junto ao mar da Galiléia e fez com que, pela segunda vez, pescassem milagrosamente muitos peixes. Ele então sublinhou a importância de alimentarem as suas ovelhas. — João 21:1, 4-19.

  • Gálio
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    • GÁLIO

      O procônsul da Acaia, em cujo tribunal os judeus acusaram Paulo de liderar outros homens a outra persuasão na adoração de Deus. Gálio rejeitou ouvir esse caso, à base de que não envolvia uma violação da Lei Romana. Assim, a multidão passou a espancar Sóstenes, o presidente da sinagoga, mas Gálio preferiu tampouco se preocupar com isso. — Atos 18:12-17.

      Segundo fontes seculares, Gálio nasceu em Córdova, Espanha, por volta do início do primeiro século E.C. Era filho do retórico Sêneca, e irmão mais velho de Sêneca, o filósofo. O nome original de Gálio era Lúcio Aneu Novato, mas, ao ser adotado pelo retórico Lúcio Júnio Gálio, assumiu o nome de seu adotante.

      Uma inscrição de Delfos aponta a data de 51-52 E.C. para o termo de Gálio como procônsul da Acaia. (Atos 18:12) Sendo apenas fragmentário, o texto da inscrição teve de ser reconstituído, mas contém definitivamente o nome de “[Lúcio] Júnio Gálio, . . . procônsul”. Os historiadores em geral concordam que o texto é uma carta do imperador Cláudio César, e que o número “26”, encontrado nele, refere-se a Cláudio ter recebido a aclamação imperial pela vigésima sexta vez. (Foi Cláudio quem restaurou a Acaia à posição de província separada, responsável ao Senado e, por isso, tendo um procônsul.) A evidência é de que esta carta foi escrita no primeiro semestre de 52 E.C., pois outras inscrições indicam que Cláudio foi aclamado imperador pela vigésima sétima vez antes de 1.° de agosto de 52 E.C. Uma inscrição cária e uma inscrição no aqueduto chamado de Aqua Claudia, em Roma, situam a vigésima sexta e a vigésima sétima aclamações imperiais de Cláudio no decurso do ano de seu décimo segundo período de poder como tribuno. Este décimo segundo período como tribuno correspondia ao decorrido entre 25 de janeiro de 52 E.C. e 24 de janeiro de 53 E.C. Por conseguinte, o proconsulado de Gálio sobre a Acaia (cargo que durava um ano, começando com o início do verão setentrional), evidentemente durou do verão setentrional de 51 E.C. ao verão setentrional de 52 E.C.

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