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  • Lucas, As Boas Novas Segundo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • modalidades, sinal este que também constitui evidência da proximidade do Reino (21:1-38)

      11. Judas concorda em trair Jesus (22:1-6)

      E. Eventos que ocorreram nos últimos dois dias que Jesus passou na terra, até sua morte (22:7 a 23:49)

      1. Preparação para a Páscoa e celebração dela; instituída a Refeição Noturna do Senhor (22:7-38)

      2. Jesus é traído e preso (22:39-54)

      3. Pedro nega a Jesus (22:55-62)

      4. Jesus é julgado pelo Sinédrio, conduzido perante Pilatos, enviado a Herodes, levado novamente a Pilatos, que finalmente cede à multidão e entrega Jesus para ser pregado na estaca (22:63 a 23:31)

      5. Jesus é pregado na estaca; sua promessa ao malfeitor sobre estar no Paraíso; sua morte em meio a fenômenos incomuns (23:32-49)

      VI. Enterro, ressurreição, aparecimentos pós-ressurreição, e ascensão de Jesus ao céu (23:50 a 24:53)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 179-185.

  • Lugar Da Caveira
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    • LUGAR DA CAVEIRA

      Veja GÓLGOTA.

  • Lugar Santo
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    • LUGAR SANTO

      Termo aplicado de vários modos nas Escrituras. (1) Em geral, podia ser aplicado ao acampamento de Israel, ao povo de Deus, e a Jerusalém e aos lugares santos nela existentes; também, era especificamente empregado com relação (2) ao santuário, incluindo o pátio e toda a tenda de reunião, ou ao templo posterior; (3) apenas aos dois compartimentos do tabernáculo ou do prédio do templo em si; (4) ao primeiro aposento interior do tabernáculo, diferençando-se do compartimento Santíssimo. Em cada emprego da expressão “lugar santo”, pode-se determinar pelo contexto qual é a aplicação tencionada.

      1. O acampamento de Israel (Deut. 23:14); mais tarde, a terra da Palestina, e a cidade de Jerusalém, em especial. O santuário de Deus estava ali localizado, seu nome sendo colocado ali, e seu povo era considerado santo. (Eze. 21:2) Todo o acampamento devia ser mantido santo, e, mais tarde, toda a terra que Deus dera a Seu povo. Assim, qualquer pessoa que oferecesse um sacrifício a um deus falso, ou que executasse práticas impuras, conspurcava o santuário ou lugar santo de Deus, situado em seu meio. — Lev. 20:3; compare com Levítico 18:21, 30; 19:30; Números 5:2, 3; Jeremias 32:34; Ezequiel 5:11; 23:38.

      2. A tenda de reunião, e, mais tarde, o templo. Todo esse arranjo, incluindo o pátio do tabernáculo e os pátios do templo, era um lugar santo. (Êxo. 38:24; 2 Crô. 29:5; Atos 21:28) Os itens primários localizados no pátio eram o altar do sacrifício e a bacia de cobre. Estes eram objetos sagrados. Apenas as pessoas cerimonialmente limpas (puras) podiam, em qualquer ocasião, entrar no pátio do tabernáculo; semelhantemente, ninguém que estivesse numa condição impura podia entrar nos pátios do templo. A título de exemplo: a mulher numa condição impura não podia tocar em qualquer coisa sagrada nem entrar no lugar santo. (Lev. 12:2-4) Evidentemente, mesmo um estado de contínua impureza por parte dos israelitas era considerado como maculando o tabernáculo. (Lev. 15:31) Os que apresentavam ofertas para a purificação da lepra traziam seu sacrifício apenas até a porta do pátio. (Lev. 14:11) Nenhuma pessoa impura podia participar dum sacrifício de comunhão (participação comum) no tabernáculo ou no templo, sob pena de morte. — Lev. 7:20, 21.

      3. O Santíssimo, o compartimento mais interno. Em Levítico 16:2, é chamado de “lugar santo [Heb., qódesh, santo] dentro da cortina”. Paulo, pelo que parece, tinha presente este compartimento quando falou sobre Jesus entrar no céu, afirmando que ele não entrou num “lugar santo [Gr., hágia, santos] feito por mãos”. (Heb. 9:24) Em Hebreus 10:19, Paulo fala do “lugar santo” (Mf); “o mais santo” (AV) ou “santo dos santos” (ALA; NTV; So) (Gr., ton hagíon, os santos).

      4. O primeiro, o compartimento mais amplo, o Lugar Santo ou o Santo, diferençando-se do compartimento mais interno, o Santíssimo. (Êxo. 26:33) Este compartimento tinha dois terços do comprimento total da estrutura. (1 Reis 6:16, 17; 2 Crô. 3:3, 8) Dentro do Lugar Santo se localizavam o candelabro de ouro, do lado S do aposento (Êxo. 25:31-40; 40:24, 25), o altar do incenso, de ouro, no extremo O, em frente da cortina do Santíssimo (Êxo. 30:1-6; 40:26, 27), e a mesa dos pães da apresentação, do lado N. (Êxo. 25:23-30; 40:22, 23; Heb. 9:2, 3) Junto com estes itens, havia os acompanhantes utensílios de ouro, tais como tigelas, apagadores, etc. No Lugar Santo do templo havia o altar de ouro, as dez mesas dos pães de apresentação e dez candelabros. Os candelabros e as mesas estavam situados, respectivamente, cinco à direita e cinco à esquerda. — 1 Reis 7:48-50; 2 Crô. 4:7, 8, 19, 20.

      Quando estava no Lugar Santo, o sacerdote podia ver, pelas armações dos painéis das paredes, e no teto, os coloridos querubins bordados do revestimento interno do tabernáculo. (Êxo. 26:1, 15) Suspensa por quatro colunas de ouro havia a cortina do Santíssimo, igualmente bordada com querubins. (Êxo. 26:31-33) O reposteiro da entrada do tabernáculo também era feito de material bem colorido. (Êxo. 26:36) No templo, as paredes deste aposento continham entalhes de querubins, de figuras de palmeiras, de ornamentos em forma de colocíntidas, e de grinaldas de flores, todos revestidos de ouro. — 1 Reis 6:17, 18, 22, 29.

      O sumo sacerdote era responsável de fazerfumegar o incenso perfumado sobre o altar de ouro no tabernáculo, de manhã em manhã, e de preparar e acender as sete lâmpadas do candelabro. (Êxo. 30:1, 6-8) Devia também fazer expiação pelo altar do incenso (purificando-o) com sangue, uma vez por ano. (Êxo. 30:10) Neste dia, o anual Dia da Expiação, quando o sumo sacerdote entrava com o sangue dos animais sacrificiais, não se permitia que nenhum outro sacerdote estivesse na tenda de reunião. — Lev. 16:17.

      SIGNIFICADO SIMBÓLICO

      Uma vez que o lugar em que Deus habita é um santuário, um lugar santo, a congregação cristã é assemelhada a um lugar santo, um templo de Deus. (1 Cor. 3:17; Efé. 2:21, 22) O arranjo que Deus estabeleceu para a expiação do homem, por meio do sacrifício de Jesus Cristo, é chamado de “tenda maior e mais perfeita, não feita por mãos”. Cristo entrou “no lugar santo . . . de uma vez para sempre, e obteve para nós um livramento eterno”, escreve o apóstolo Paulo. (Heb. 9:11,  12) Ao entrar no céu e se apresentar perante Jeová, Cristo entrou no que foi representado pelo compartimento mais interno do tabernáculo, a saber, o Santíssimo. (Heb. 9:24, 25) Assim, o tabernáculo e seus serviços atuavam como “representação típica e como sombra das coisas celestiais”. — Heb. 8:5.

  • Lunático
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    • LUNÁTICO

      Veja EPILEPSIA.

  • Luta
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    • LUTA

      Veja RIXA (CONTENDA, LUTA) .

  • Luto
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    • LUTO

      Veja PRANTO (LUTO) .

  • Luz
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    • LUZ

      Aquilo que emana duma fonte luminosa, tal como uma lâmpada (Jer. 25:10), ou o sol; o oposto de escuridão, literal ou figuradamente. (Isa. 5:20; João 11:10, 11) Crê-se em geral que a luz, embora aparentemente se propague em ondas, é de natureza corpuscular. Até o dia atual, contudo, o homem ainda não conseguiu fornecer uma resposta completa à pergunta proposta pelo Criador da luz há mais de três milênios: “Onde, então, está o caminho pelo qual se distribui a luz?” — Jó 38:24.

      A luz solar é uma combinação de cores, cada cor tendo diferente comprimento de onda. A cor dum objeto é determinada pela fração específica de luz refletida de sua superfície. Assim, a luz fornece as muitas tonalidades que deleitam os olhos do homem. É também essencial para a perpetuação da vida terrestre — as plantas, os animais e o homem.

      A FONTE DA LUZ

      Jeová Deus é o Formador da luz e o Criador da escuridão. (Isa. 45:7) Foi no primeiro dia criativo que ele disse: “Venha a haver luz.” (Gên. 1:3) Anteriormente, já havia criado os céus (inclusive as “grandes luzes”, o sol, a lua e as estrelas; compare com Salmo 136:7-9) e a terra. (Gên. 1:1) Assim, trazer à existência a luz com relação à Terra envolvia, pelo que parece, a remoção de qualquer coisa que antes obstruía os raios do sol de alcançarem este planeta. E a “separação” entre a luz e a escuridão deve ter sido feita pela rotação da Terra, ao girar em torno do sol. (Gên. 1:4, 5) Muito mais tarde, Jeová assolou com escuridão os egípcios, adoradores do sol, escuridão esta que não atingiu os israelitas. (Êxo. 10:21-23) Ao conduzir seu povo para fora do Egito, ele forneceu-lhe luz por meio duma coluna de fogo. — Êxo. 13:21; 14:19, 20; Sal. 78:14.

      As Escrituras associam repetidas vezes a luz com o seu Criador. Declarou o salmista: “Ó Jeová, meu Deus, mostraste ser muito grande. Tu te vestiste de dignidade e de esplendor, envolvendo-te em luz como que num manto.” (Sal. 104:1, 2) Tal declaração se harmoniza bem com a descrição, feita por Ezequiel, daquilo que ele observou em visão: “Eu estava vendo algo semelhante ao brilho do electro, semelhante ao aspecto do fogo, em todo o redor, por dentro, da aparência dos seus quadris para cima; e da aparência dos seus quadris para baixo vi algo semelhante ao aspecto do fogo, e ele tinha uma claridade em todo o redor. Havia algo semelhante ao aspecto do arco que vem a haver numa massa de nuvens no dia duma chuvada. Assim era a aparência da claridade ao redor. Tinha o aspecto da semelhança da glória de Jeová.” (Eze. 1:27, 28) Séculos antes, bastou uma manifestação parcial dessa glória para fazer com que a face de Moisés emitisse raios. — Êxo. 33:22, 23; 34:29, 30.

      “Deus é luz e não há nenhuma escuridão em união com ele.” (1 João 1:5) Ele é justo, reto e santo (Deut. 32:4; Rev. 4:8), nada tendo em comum com as práticas degradantes e impuras comumente associadas às trevas. (Compare com Jó 24:14-16; 2 Coríntios 6:14; 1 Tessalonicenses 5:7, 8.) Por conseguinte, as pessoas que andam nas trevas por manifestarem ódio para com seu irmão, e que não praticam a verdade, jamais poderiam estar em união com Ele. — 1 João 1:6; 2:9-11.

      Jeová é o “Pai das luzes celestiais”. (Tia. 1:17) Ele não só é o “Dador do sol para luz de dia, dos estatutos da lua e das estrelas para luz de noite” (Jer. 31:35), mas também é a fonte de todo esclarecimento espiritual. (2 Cor. 4:6) Sua lei, suas decisões judiciais e sua palavra são uma luz para os que se deixam guiar por elas. (Sal. 43:3; 119:105; Pro. 6:23; Isa. 51:4) O salmista declarou: “Pela luz vinda de ti podemos ver a luz.” (Sal. 36:9; compare com Salmo 27:1; 43:3.) Assim como a luz solar continua a aumentar de brilho desde o alvorecer até que o ‘dia esteja firmemente estabelecido’, assim também a vereda dos justos, iluminada pela sabedoria piedosa, torna-se cada vez mais brilhante. (Pro. 4:18) Seguir o proceder delineado por Jeová significa andar em Sua luz. (Isa. 2:3-5) Por outro lado, quando uma pessoa encara as coisas de modo impuro, ou

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