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  • Uma visita ao templo de Salomão
    A Sentinela — 1960 | 15 de fevereiro
    • Na conclusão da sua oração desceu fogo do céu e consumiu os sacrifícios. — 2 Crô. 6:12-7:1.

      Esta festa de dedicação durou sete dias. Durante ela, o Rei Salomão sacrificou 22.000 bois e 120.000 ovelhas. Ela foi seguida pela festa dos tabernáculos, que manteve os israelitas mais sete dias em Jerusalém. Foi um Israel realmente grato e alegre que Salomão despediu para as suas casas, depois destas duas semanas. — 2 Crô. 7:5-10.

      Depois da morte de Salomão, o templo teve uma existência bastante acidentada. A divisão do reino em duas tribos e dez tribos, e a adoração de bezerros estabelecida em Dá e Betel, fez sem dúvida que a maioria das dez tribos não viessem adorar neste templo. Reis sem fé permitiram que o templo ficasse em abandono e que fosse até fechado por longo tempo. Às vezes usavam-se os seus tesouros para pagar tributo aos reis pagãos. Depois de muitas apostasias, “o furor de Jehovah se levantou contra o seu povo” e “não houve remedio”. Em 607 A. C., depois de uma existência variada de 420 anos, o templo foi arrasado, junto com toda a terra de Judá, jazendo desolado por setenta anos. — 2 Crô. 36:15-20; Dan. 9:2.

      MODELOS PROFÉTICOS

      Visto que o templo de Salomão serviu para o mesmo fim que a tenda de reunião (tenda da congregação) no deserto, oferecia na maior parte os mesmos modelos proféticos. Assim, o pátio dos sacerdotes representava a condição justa da congregação cristã diante de Deus, ao passo que a condição da congregação como filhos de Deus gerados pelo espírito e sacerdotes de Seu novo pacto foi prefigurada pelo Santo. Os serviços prestados pelas peças de mobília deste lugar prefiguravam o ministério destes sacerdotes. O Santíssimo representava o próprio céu, onde a expiação é feita em realidade pelo Sumo Sacerdote de Deus, Jesus Cristo, e onde Deus reside em realidade. O múltiplo de dez nas medidas sugere inteireza, assim como o quadrado e o cúbico do Santíssimo representa perfeito equilíbrio, retidão. A congregação cristã, como um todo, é também comparada a um templo. Igual ao templo de, Salomão, o templo espiritual de Deus é construído segundo as especificações de Deus. Assim como o templo, serve também de lugar de reunião entre Deus e o homem, para promover na terra a adoração pura e dar louvor á Jeová. — 2 Cor. 6:16.

      Salomão começou a edificar o seu templo no quarto ano do seu reinado, assim como Jesus Cristo, o Salomão Maior, começou a edificar o seu templo espiritual na primavera de 1918, no quarto ano depois de começar o seu reinado em 1914. E assim como todas as pedras foram preparadas de modo que não se ouvisse nenhum som de martelo ao se construir o templo de Salomão, assim também as pedras simbólicas do templo espiritual são primeiro ajustadas pela disciplina e não precisam mais de acabamento por ocasião de serem colocadas no grande templo espiritual no céu. — 1 Cor. 15:50-54.

      Além disso, assim como o próprio templo era de esplendor deslumbrante, sendo de ouro todas as suas paredes, teto, pisos e mobília, assim também é a congregação cristã ressuscitada. Assim como todas as coisas de cobre representam a natureza humana, assim também o divino é representado pelo ouro. Os membros da congregação cristã, na, sua ressurreição, são uma reflexão esplendorosa do próprio Deus. — Heb. 1:3; 1 João 3:2.

      A terminação do templo marcou uma ocasião de grande regozijo, e o reinado do Rei Salomão foi de paz e prosperidade. Assim também a terminação do templo espiritual de Deus será uma ocasião de regozijo em toda a terra, e o reinado de Cristo será um tempo de paz e prosperidade. Assim como o templo durou além do reinado de Salomão, assim também o templo espiritual, como “palácio” de Jeová, perdurará além do reinado milenar de Cristo; de fato, durará para sempre. — 1 Reis 4:20-25; Isa. 11:9; Apo. 21:4.

  • ‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’ — Parte 21 da série
    A Sentinela — 1960 | 15 de fevereiro
    • ‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’ — Parte 21 da série

      Conforme foi descrito no capítulo que se acaba de concluir, intitulado “O ‘Chifre Pequeno’, em Oposição”, a Babilônia surgiu como potência mundial na última parte do sétimo século antes de Cristo. Em 618 A. C. o rei babilônico Nabucodonosor sitiou a capital judaica de Jerusalém e levou o rei dos judeus cativo para a Babilônia. Entre os muitos outros cativos levados para a Babilônia achava-se o jovem judeu Daniel, que se tornou profeta de Jeová e escritor do livro bíblico que leva o seu nome, Daniel. O novo rei colocado no trono de Jerusalém por Nabucodonosor rebelou-se, e Nabucodonosor sitiou novamente a cidade santa. No verão do ano 607 A. C., ele capturou e destruiu a cidade e demoliu o seu templo dedicado a Jeová. Muitas centenas do sobreviventes judeus foram levados ao exílio na Babilônia, onde se achava Daniel, e outros fugiram em medo, deixando desolada a terra de Judá. Cerca de sessenta e nove anos depois, ou em 839 A. C., a própria Babilônia foi derrubada como potência mundial pelos medos e pelos persas, cujo império associado tornou-se então a potência mundial dominante, a quarta na história bíblica. Daniel foi testemunha disso.

      RESTABELECENDO O SANTUÁRIO NA SUA CONDIÇAO LEGÍTIMA

      CAPÍTULO 9

      1. Durante o domínio mundial da Babilônia, em que estado se encontrava o santuário terrestre de Jeová, e o que aumentou a preocupação de Daniel quanto a este?

      DURANTE os sessenta e nove anos em que a Babilônia dominou como a terceira potência mundial da história bíblica, o santuário de Jeová Deus em Jerusalém jazia desolado. Tendo interesse sincero na adoração do Deus Altíssimo no lugar que este escolhera nos tempos antigos, o profeta Daniel orou no exílio: “Sobre o teu santuário, que está deserto, faze brilhar a tua face, por amor de ti mesmo.” (Dan. 9:17, So) Sua preocupação com o santuário de Jeová foi aumentada pela visão que o Senhor Deus lhe deu durante o reinado do último rei da potência mundial babilônica, isto é, “no terceiro anno do reinado do rei Belshazzar [Belsazar]”.

      2. O que viu Daniel primeiro nesta visão durante o terceiro ano do reinado de Belsazar?

      2 Não é certo se Daniel se achava ainda na cidade de Babilônia e apenas via a si mesmo em outro local, na visão, ou se se achava realmente no outro local mencionado. Voltando do aramaico para o hebraico, Daniel escreveu: “Eu vi na visão (ora foi assim, que quando vi, eu estava no castello de Susa, que é na província de Elam) vi na visão, e eu estava junto ao rio Ulai. Então levantei os meus olhos e vi, e eis que estava em pé deante do rio um carneiro que tinha dois chifres: os dois chifres eram altos; mas um era mais alto do que o outro, e o mais alto subiu por ultimo. Vi que o carneiro dava marradas para o occidente e para o norte e para o sul; nenhuns animaes podiam parar deante delle, nem havia quem os podesse livrar do poder delle; elle, porém, fazia segundo a sua vontade, e assim se engrandeceu.” — Dan. 8:1-4.

      3. Quem foi mandado para fazer Daniel entender a visão, e por que sabemos que tem que ver com os nossos próprios tempos críticos?

      3 Nós, os que vivemos hoje na última metade deste século vinte, podemos examinar esta profecia emocionante com a garantia de que tem que ver com os nossos próprios tempos críticos, o “tempo do fim”, pois foi um anjo destacado de Jeová Deus quem disse isso. Daniel, naqueles

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