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O que acontece com o seu tempo?Despertai! — 1981 | 8 de março
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O que acontece com o seu tempo?
‘AMA a vida?’, perguntou Benjamin Franklin muitos anos atrás. ‘Se assim for, não desperdice o tempo; pois ele é a matéria-prima da vida.’
Homens e mulheres da atualidade são tentados a replicar: “Desperdiçá-lo? O que eu gostaria é achar mais um pouco dele. Passo o dia inteiro brigando com o relógio!” É assim que você se sente?
Está incluído entre as centenas de milhares de pessoas que trabalham o dia inteiro em empregos fora de casa? Este costumava ser principalmente o caso do homem. Atualmente, contudo, mais da metade das mães com filhos em idade escolar, nos Estados Unidos, têm algum emprego. Desde 1950, o número de mulheres “economicamente ativas”, em todo o mundo, quase que duplicou, e estes 600 milhões de mulheres que trabalham fora representam agora um terço de toda força de trabalho, no mundo. Quando voltam para casa, depois do serviço, elas não têm o tempo e a energia que costumavam ter para cuidar das responsabilidades familiares e muito menos para recreação.
Talvez você seja uma dona-de-casa. Significa isso que você não trabalha? Dificilmente! Seus serviços como cozinheira, dietista, encarregada das compras, decoradora, enfermeira, governanta (e mais isso e aquilo) valem para sua família milhares de cruzeiros cada ano, segundo se diz. Mas, o amor e a atenção que dedica a seu esposo e filhos não podem ser compensados por dinheiro algum. Mesmo assim, a maioria das donas-de-casa, assim como outras pessoas, acham cada vez menos momentos para si mesmas — para leitura pessoal ou apenas para ter alguns instantes a sós. Por quê? Para onde se escoa o tempo?
É interessante que um grande fator é o maior número de bens materiais. Como assim?
Quer compre um novo aparelho de televisão quer uma nova casa, isto lhe custará não só dinheiro, mas também tempo. Para muitos, o tempo exigido para cuidarem de bens materiais é um “custo camuflado”, que eles não se apercebem inteiramente. Mas é um custo que, de uma ou outra maneira, é pago.
Ganhar Dinheiro Exige Tempo
Quando se trabalha para um patrão, usualmente se trabalha algumas horas por dia em troca de dinheiro. Troca-se o tempo por dinheiro. A maior parte dos bens materiais, obtém-se com dinheiro, e, quanto mais bens desejar, tanto mais dinheiro terá que ganhar.
Se você está ansioso de querer dispor de mais tempo para outras coisas, será necessário verificar detida e seriamente quantas horas dedica a ganhar dinheiro. Daí, pergunte-se: ‘São compensadores os bens que recebo em troca? São todos eles realmente necessários?’
Algumas pessoas estão se ajustando, e mais adiante falaremos sobre isso. Antes, tome em consideração os outros custos camuflados.
Gastar Dinheiro Exige Tempo
Muitas donas-de-casa gastam horas cada semana nos supermercados comparando uma montoeira de embalagens de todos os tipos e tamanhos, cada uma reivindicando ser “a melhor compra”! Decidir qual delas é realmente a melhor compra exige tempo. E quando se compram aparelhos ou móveis domésticos, talvez se gastem partes de vários dias em comparar várias marcas, antes de escolher.
Como evitar tais custos camuflados? Gastar dinheiro sem cuidado é péssima solução, contudo, pode-se reduzir o tempo gasto em fazer as compras necessárias. Como? Por se fazer uma lista de compras. Muitas donas-de-casa descobriram que o tempo gasto em planejar as refeições da família para a semana seguinte é compensado várias vezes quando se vai ao armazém. E embora sejam suficientemente flexíveis para se beneficiarem de vendas especiais, aprenderam a comprar o que necessitam, ao invés de gastarem seu tempo olhando todas as coisas que os anunciantes querem vender.
Ao comprar algum item mais significativo, poderá se beneficiar de um exemplo de uma jovem dona-de-casa, que disse: “Eu disse a meu marido que desejava comprar uma frigideira elétrica, e, passadas duas semanas, ele não entendia por que eu ainda não a havia comprado. Eu não gastava tempo procurando, mas eu tinha a frigideira em mente. Cada vez que eu estava numa loja, cuidando de outros assuntos, eu dava uma olhada nas frigideiras. Finalmente, depois de um mês, fui a uma loja para comprar certas coisas e lá estava minha frigideira! Exatamente aquela que eu queria, pela metade do preço de outras lojas.” Valeu a pena ter paciência, todavia, muito pouco tempo a mais foi necessário.
Considere ainda outro custo camuflado dos bens materiais:
O Que Possui Exige Manutenção
Você necessita, naturalmente de um lugar para viver. Mas, que tipo de lugar? Se alugar uma casa, muitos dos problemas de manutenção recaem sobre o proprietário. Mas, se o proprietário for você, é o seu tempo e o seu dinheiro que serão gastos.
Por outro lado, após pesar os fatos, muitas famílias chegaram à conclusão de que, a longo prazo, seria mais econômico comprar uma casa do que continuar pagando aluguel. Mas não se engane pensando que basta apenas comparar o aluguel com o preço da compra da casa a fim de determinar quanto tempo vai levar para ‘chegar lá’. Como proprietário, terá que pagar os impostos e estes não acabam depois que terminam as prestações. A maioria das casas precisam ser pintadas a cada três ou cinco anos. Um teto novo talvez seja necessário depois de 15 anos. O sistema de aquecimento precisa ser limpo regularmente. Precisa-se combater os cupins. Problemas de esgoto não são incomuns. E isto é apenas o começo. A maioria dos que têm casa própria reconhecerá prontamente que sempre há em volta da casa alguma coisa clamando pelo seu tempo e dinheiro.
Contudo, considerando tudo isso, talvez conclua que ter casa própria é o melhor no seu caso. Mas, casa de que tamanho? Se quer realmente mais tempo para empreendimentos que agora são geralmente relegados a segundo plano, isto é algo em que pensar. Se mudar para uma casa grande a fim de impressionar outros, pagará um alto preço — não só pela propriedade, mas em tempo que é necessário para mantê-la em boas condições. E muitos pais reconhecem que uma vez que seus filhos cresçam, eles não mais necessitam duma casa tão grande. Mudam-se para acomodações mais modestas, de modo que haverá menos serviços caseiros, menos serviços de manutenção e mais tempo para outros interesses.
Outro fator, muitas vezes despercebido, é o seguinte:
Usufruir os Bens Que Se Compra Exige Tempo
Digamos que você esteja querendo comprar um novo aparelho de televisão. Com exceção do comer, ver TV é a atividade recreativa número um dos brasileiros e estadunidenses, ocupando, nos E.U.A., mais de 45 por cento do seu tempo livre, e eles não são os únicos que têm tal problema. Talvez ache que está gastando muito tempo vendo televisão, mas poucas pessoas se dão conta de quanto tempo gastam com TV a menos que mantenham um registro pessoal. Tente-o.
Se deseja ter mais tempo livre, assim como a maioria, começar pela televisão talvez seja um bom lugar. Simplesmente não ligar seu aparelho poderia lhe render, cada semana, 20 ou mais horas de tempo para outras coisas — um dividendo que é quase igual à metade do tempo que gasta trabalhando!
Ora, a maioria das pessoas não está disposta a passar sem seu aparelho de TV, como ilustra o fato de que mais lares nos Estados Unidos (98 por cento) dispõem duma TV do que de instalações hidráulicas internas. Existem, porém, maneiras simples de controlar a TV e limitar o efeito sobre si mesmo e sua família. Muitas famílias acham ser útil verificar a programação da TV para a próxima semana e, como família, decidem o que irão assistir. Por se apegarem ao que foi combinado resulta em cada um deles ter mais tempo para outras coisas.
O mesmo princípio, naturalmente, aplica-se no caso de outros bens. Usufruí-los toma tempo. Assim, antes de fazer qualquer compra, leve em conta o tempo que necessitará gastar com seu novo objeto, para que ele valha a pena. De onde virá o tempo? Será mesmo deste modo que deseja gastar seu tempo?
Não se esqueça de que, assim como disse Benjamin Franklin, o tempo é ‘a matéria-prima da vida’. Se uma pessoa troca todo seu tempo por dinheiro, por trabalhar dia e noite, a qualidade de sua vida será deplorável. Se se permitir que os bens materiais tomem tempo demais, ficará uma pessoa vazia, suas relações com outros humanos sofrerão e sofrerá também seu apreço pelos valores espirituais. Por outro lado, se insistir em pôr de lado tempo para coisas realmente importantes, então sua vida assumirá um significado mais profundo e sentirá maior felicidade.
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Eles acharam mais tempoDespertai! — 1981 | 8 de março
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Eles acharam mais tempo
EXISTEM pessoas que estão convencidas de que, como diz a Bíblia, “sua vida não vem das coisas que possui”. (Lucas 12:15) Muitas delas aprenderam pela experiência que o dia-a-dia da vida é mais prazeiroso, e muito mais satisfatório, quando podem gastar menos de seu tempo para ganhar dinheiro e mais para sua família e interesses de valor espiritual.
Charles era professor. Por anos ensinou História Americana, mas o emprego começava a afetar seus nervos, à medida em que cada novo ano parecia trazer uma classe mais inquieta do que a anterior. Além disso, seu desejo era poder gastar mais tempo com sua esposa, seu filho e sua mãe idosa, bem como em outros interesses. Sua decisão? Deixar de lecionar e obter um emprego como motorista de ônibus escolar, a fim de poder fazer seu próprio horário. Ajustes estavam envolvidos, mas achou que o tempo ganho valeu muito bem o preço.
Sam era funcionário destacado numa gráfica que fazia impressões especiais em Chicago, Ilinóis (E.U.A.). Seu chefe ofereceu-lhe o cargo de supervisor da gráfica, mas Sam recusou, apesar do aumento de salário. Sabia que maiores responsabilidades forçosamente acarretariam horas extras de serviço, que seriam roubadas do tempo que poderia gastar com sua família, entre outras coisas. Visto ter declinado o cargo de supervisor da loja, Sam estava a disposição quando surgiu outro serviço relacionado à empresa, serviço tal que lhe permite programar seu próprio horário.
Bill é eletricista em Greensboro, Carolina do Norte. É tentado constantemente a ampliar seus negócios, uma luta que chama de “batalha sem-fim para permanecer pequeno”. Ele gosta de ser dono de seu próprio tempo, tem pouca dor de cabeça e a papelada exigida é mínima. Ao invés de se meter em dívida para comprar uma casa grande, Bill começou com um modesto trailer, aumentando-o com o passar dos anos, alargando as paredes e aos poucos transformou-o num belo lar. “Construindo assim, nunca precisei pedir emprestado muito dinheiro”, declarou, “e tinha meu hobby. Enquanto trabalhava na casa, sempre aprendia alguma coisa. Tampouco tive que negligenciar a família. Ao contrário, trabalhar na casa ajudou a nos unir mais”.
Mike dirige um negócio de jardinagem e paisagismo, em Washington, D.C. “Tenho que recusar muito serviço”, admite. Mas acrescenta: “Acho que vale a pena. Dou muito valor à minha paz mental. Este é um tipo de serviço que, se quisesse, poderia trabalhar sete dias por semana. Serviço não falta. Eu, contudo, trabalho geralmente uns três dias por semana, e isto permite que eu e minha esposa tenhamos muito mais tempo juntos, para coisas que nos são importantes.”
No Japão; um rapaz casou-se com a filha do patrão e estava sendo preparado para gerir os negócios da família, uma empresa que empregava 300 pessoas. Após levar em conta o preço que tal responsabilidade exigiria de sua vida familiar e religiosa, o rapaz desistiu da oferta de assumir a gerência e pediu para continuar simplesmente como empregado da empresa. Isto lhe dá mais tempo para as coisas que lhe são realmente importantes.
Estes são apenas uns poucos exemplos de pessoas que concluíram que ter tempo — para benefício de sua própria saúde, de sua família, para ajudar outros a aprender o que a Bíblia diz sobre o verdadeiro objetivo da vida — lhes era mais importante do que o dinheiro, uma carreira proeminente ou os bens materiais. Nenhuma delas se arrependeu da decisão feita.
As estatísticas indicam que, mesmo sob as condições atuais, pessoas assim viverão mais, e seu próprio testemunho é que vivem agora mais felizes do que antes. Como o sábio Rei Salomão colocou a questão: “Pois a sabedoria é para proteção, assim como o dinheiro é para proteção; mas a vantagem do conhecimento é que a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem.” — Ecl. 7:12.
Por quanto tempo pode a sabedoria preservar a sua vida? Mais do que talvez imagine!
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Quanto tempo deseja ter?Despertai! — 1981 | 8 de março
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Quanto tempo deseja ter?
QUEIRAMOS ou não, nossos dias se esgotam. De acordo com os padrões atuais, uma pessoa nascida num país ocidental pode esperar, em média, ter 26.000 dias de vida. Isto não é muito. Se cada dia valesse um Cruzeiro, não daria nem para comprar uma pequena casa, na maioria das comunidades. Na época em que você sai da escola e está pronto para seguir uma carreira, sobram cerca de 18.000 dias. Quando chegar aos 40, restam apenas 11.000 dias. Não podem ser depositados num banco. Na morte, dinheiro algum pode comprá-los de volta.
A maioria das pessoas prefere não pensar na brevidade da vida, raciocinando: “Para quê? Não há mesmo nada que se possa fazer.” Porém, existe algo que pode fazer quanto a isto.
Você Pode Fazer Algo
O uso sábio do seu tempo agora poderá lhe render muito mais do que 26.000 dias de vida. Realmente, poderá dispor de mais de 26.000 anos de vida!
Impossível? Por que deveria ser? Os cientistas admitem que o corpo humano está apto para um período de vida muito maior do que o que agora usufruímos. Um artigo na revista Saturday Review disse a respeito do cérebro e dos sistemas relacionados do corpo: “É ponto pacífico que nós operamos com apenas pequena fração de nossas reais possibilidades. Estudando a natureza, verificamos que os sistemas são criados para serem usados integralmente. Qual a finalidade de toda a não-utilizada capacidade humana?” Ao discorrer sobre a capacidade do cérebro humano, o bioquímico Isaac Asimov afirmou que é “perfeitamente capaz de cuidar de qualquer carga de saber e memória que o ser humano possa lançar sobre ele — e também um bilhão de vezes mais do que esta quantidade”.
Isto se harmoniza bem com o que diz a Bíblia. Abra a Bíblia e leia por si mesmo. Vez após vez refere-se à perspectiva de se viver para sempre aqui na terra. (Rev. 21:3, 4; Isa. 25:8; João 3:16) Por que, então, morremos?
No livro bíblico de Gênesis aprendemos que Deus fez Adão, o primeiro homem, do pó da terra. Jeová Deus implantou um jardim, no Éden, perto das nascentes do rio Eufrates, fez que nele crescessem uma abundância de árvores aprazíveis e boas para alimento e em tal ambiente ele colocou o homem. Adão tinha mente e corpo perfeitos, e diante dele havia a perspectiva de viver para sempre. Mas, a vida contínua era condicional. Exigia-se dele a obediência a Deus. Como diz a Bíblia: “E Jeová Deus deu também esta ordem ao homem: ‘De toda árvore do jardim podes comer à vontade. Mas, quanto à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, não deves comer dela, porque no dia em que dela comeres, positivamente morrerás.’” — Gên. 2:16, 17.
Se Adão tivesse sido obediente, seus filhos teriam nascido com a mesma perfeição e perspectiva de vida eterna que ele tinha. Mas ele demonstrou vergonhosa ingratidão ao seu celestial Dador da Vida. No dia em que Adão comeu o fruto proibido, Deus sentenciou-o à morte. Foi desligado da Fonte da vida, Jeová Deus, e começou a morrer. Mais tarde, após gerar filhos por meio de sua esposa Eva, ele voltou ao pó do qual tinha sido tirado.
Todos nós descendemos do moribundo Adão, e assim como todos nós herdamos braços, pernas e olhos de Adão, também herdamos dele a morte. (Rom. 5:12) O resultado tem sido uma severa limitação no tempo disponível a cada um de nós, ao nascer, e a conseqüente pressão para arrancarmos o máximo possível dos poucos anos de vida que dispomos.
Existe algo que possamos fazer para melhorar a nossa sorte? Bem, não podemos atrasar o relógio e bloquear a ação de Adão, que trouxe a morte sobre todos nós. Tampouco existe alguém em condições, hoje em dia, para neutralizar o prejuízo que nos causou. Significa isto que a situação não tem esperança? De modo algum!
A Bíblia afirma que, pela benignidade imerecida de Deus, ele enviou à terra seu próprio Filho, Jesus Cristo, a fim de trazer alívio que, de outro modo, seria impossível. Cristo ‘provou a morte por todo o homem’. (Heb. 2:9) Como homem perfeito, pagou por nós a penalidade da morte. O que se requer para nos beneficiarmos de tal provisão?
Em primeiro lugar, que tomemos tempo para aprender sobre ela. Daí, que exerçamos fé nela e vivamos de um modo que demonstre tal fé. Ouça como o próprio Jesus explicou o assunto: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” Ainda mais: “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” Também mencionou que a pessoa discreta é aquela que “ouve estas minhas palavras e as pratica”. — João 17:3; 3:16; Mat. 7:24.
Causaria Tédio?
“Mas, não seria tedioso viver para sempre?”, alguém talvez pergunte. Por que deveria ser? Quando foi a última vez que você sentiu tédio ao fazer algo que realmente gosta? O tédio não é causado pela duração longa da vida da pessoa, mas por uma vida que peca pela falta de qualidade, uma vida desprovida de objetivo. Uma hora gasta num serviço penoso e ingrato é muito mais aborrecedor do que um dia inteiro gasto em algo que se goste, numa atividade muito significativa para você.
Realmente, pessoas que temem por sua felicidade, caso tivessem vida eterna, deixam transparecer estar descontentes com sua vida atual. Estremecem ao pensar em viver assim para sempre. Mas é possível que anseiem por uma vida melhor, mais interessante e mais profundamente satisfatória.
É exatamente isto o que Deus promete! Ao invés de um prolongamento dos atuais infortúnios humanos, ele prevê um novo início para a humanidade — novos “céus” governamentais e uma nova “terra”, ou sociedade humana, acompanhados por condições que serão uma nova experiência para toda a descendência de Adão. “Há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça.” E concernente às condições que prevalecerão aqui na terra, a Bíblia diz: “‘E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram’. E O que estava sentado no trono [o próprio Deus] disse: ‘Eis que faço novas todas as coisas.’ Ele diz, também: ‘Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.’” — 2 Ped. 3:13; Rev. 21:1-5.
O Que Fará Você?
Sem dúvida sabe que as Testemunhas de Jeová, de bom grado, tomam tempo para considerar a Bíblia com pessoas interessadas, nos seus lares. Este serviço não acarreta nenhum ônus financeiro, e não compromete o morador a se associar a coisa alguma. Mundialmente, há mais de 1.200.000 pessoas que se beneficiam deste serviço em base regular, semanal. Você talvez já havia pensado em também se aproveitar, mas achava que estava ocupado demais para tirar o tempo.
Esperamos que esta edição da Despertai! lhe tenha fornecido uma visão adicional sobre por que quase todo mundo sente o mesmo que você — escassez de tempo. Talvez também lhe tenha ajudado a ver a vida sob um novo enfoque e a perguntar-se: “Estou usando meu tempo para coisas que na vida realmente valem a pena, ou estou permitindo que tais coisas sejam relegadas a segundo plano?”
Se considera o tempo como algo realmente valioso, deve a si mesmo a obrigação de investigar adicionalmente o que a Bíblia diz sobre a promessa de Deus de uma vida eterna. Descobrirá, ao mesmo tempo, que o estudo da Bíblia o equipará com um tesouro de conselhos práticos que podem ajudar a melhorar a qualidade de sua vida atual.
Por que não contata as Testemunhas de Jeová em sua região, ou escreve aos editores desta revista e pede que uma pessoa habilitada o visite? O tempo gasto para fazer isto será muito pouco, mas talvez descubra que achará mais tempo do que jamais sonhou!
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“Os que desistem da carreira são mais felizes”Despertai! — 1981 | 8 de março
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“Os que desistem da carreira são mais felizes”
“Os homens que abandonam cargos executivos no meio de sua carreira em troca de menores salários e atividades em que há menos tensão, têm freqüentemente uma vida e um casamento mais feliz, em resultado disso, indica um estudo universitário. . . .
“‘Tais homens, em geral, buscaram meios pelos quais pudessem controlar melhor seu rumo, ver os resultados de seu trabalho e ao mesmo tempo ajudar outras pessoas’, disse [um pesquisador].” — Post, de Denver (E.U.A.).
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