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  • Alimente-se regularmente com as verdades da Bíblia!
    A Sentinela — 1982 | 15 de julho
    • Nosso terceiro inimigo não é outro senão nossas próprias inclinações pecaminosas inerentes e inatas, contra as quais temos de lutar séria e continuamente. Visto que nossas mães ‘nos conceberam em pecado e nos deram à luz em erro’, nossa inclinação, desde a mocidade, é má. (Gênesis 8:21; Salmo 51:5) Por isso, todos podemos lamentar assim como o apóstolo Paulo: “O bem que quero, não faço, mas o mal que não quero, este é o que pratico.” (Romanos 7:19) Por causa desta herança, verificamos que o coração humano é manhoso, traiçoeiro e enganoso. Mas, com a ajuda da Palavra de Deus e de compêndios bíblicos, que nos ajudam a entender e a aplicar os princípios bíblicos, podemos enfrentar este inimigo no nosso íntimo. Todavia, assim como o apóstolo Paulo, temos de amofinar nosso corpo e conduzi-lo como escravo. — Provérbios 3:32; Jeremias 17:9; 1 Coríntios 9:27.

      QUE DIZER DO TEMPO PARA ISSO?

      A vida do cristão é plena. Há a Bíblia para ler, bem como uma nova revista cada semana, a preparação para as reuniões e assistir a elas, e a participação na grande obra de fazer discípulos daqueles que nos escutam de bom grado. Também, há obrigações diárias, seculares, para cuidarmos de nós mesmos e de nossa família. Cada um poderá muito bem perguntar a si mesmo: Quanto tempo gasto lendo periódicos, jornais e revistas seculares? Quanto tempo devoto a ver TV ou a ouvir música popular? É verdade que essas são formas de recreação e diversão, ao passo que muitos talvez encarem a preparação para reuniões cristãs e a leitura de literatura cristã como ‘muito trabalho’. Mas será que é preciso encarar essa preparação e leitura de tal maneira? O salmista disse: “Exulto sobre a tua declaração assim como quando alguém acha muito despojo.” (Salmo 119:162) Portanto, precisamos considerar cuidadosamente se nosso proceder na vida realmente nos identifica como pessoas espirituais, em vez de carnais. — 1 Coríntios 2:14-16.

      Tudo isso faz lembrar as palavras de Jesus sobre a felicidade daqueles que estão cônscios de sua necessidade espiritual. (Mateus 5:3) As criaturas terrestres inferiores — aves, insetos, mamíferos, peixes, e assim por diante — não têm necessidades espirituais. Mas o homem as tem. Tê-las negligenciado contribuiu para a lamentável confusão que hoje existe no mundo. As filosofias e ideologias materialistas afastam os homens ainda mais de Deus. Suas necessidades materiais — alimento, roupa e abrigo — e o sexo, bem como os prazeres ou a ânsia de poder, tornam-se primordiais na sua vida. Mas, se estivermos realmente cônscios de nossas necessidades espirituais, então nos alimentaremos regularmente com as verdades da Bíblia, achando tempo para isso e apreciando-as plenamente. E qual é a recompensa? Ora, seremos ajudados a seguir o proceder da devoção piedosa, que é “proveitosa para todas as coisas, visto que tem a promessa da vida agora e daquela que há de vir”. — 1 Timóteo 4:8

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1982 | 15 de julho
    • Perguntas dos Leitores

      ■ Por que usa a Tradução do Novo Mundo, em Isaías 14:23, o termo “porcos-espinhos” em vez de “garça” ou outro termo que descreva uma ave?

      A palavra hebraica qippôd, em Isaías 14:23, tem sido assunto de muita discussão quanto a que se refere, se a uma ave, como a garça, ou a um animal, seja este o ouriço, um animal semelhante ao porco-espinho. A profecia de Isaías 14:23 refere-se à desolação total que Deus causaria a Babilônia e reza, segundo a Tradução do Novo Mundo: “Vou

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