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  • “O sinal do Filho do Homem”
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • o ocultou da vista literal deles, mas, no dia de Pentecostes, Jeová Deus abriu-lhes o entendimento para perceberem que Jesus ascendera até mesmo à mão direita de Deus. (Atos 2:33-35) Visto que os anjos, que ali estavam na ocasião de Cristo começar sua ascensão, disseram aos discípulos que Jesus ‘viria assim da mesma maneira’, podemos estar certos de que sua ‘vinda nas nuvens’ será invisível aos olhos carnais e somente percebida com os ‘olhos do coração’. Como seu Pai, Jesus agora “mora em luz inacessível, a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver”. — Atos 1:11; 1 Tim. 6:15, 16.

      LER O SINAL COM ENTENDIMENTO

      O que este “sinal” significa para o leitor, sim, para cada pessoa que vive hoje em dia? Ser empossado Cristo Jesus, o “Filho do homem”, com “domínio e a honra, e o reino” significa que ‘povos, nações e línguas o deviam servir’. (Dan. 7:14, Al) Fazerem isso significará vida sob o governo perfeito, com todos os grandiosos benefícios que procederão de tal domínio. O “sinal” também indica o grave perigo de deixar de servir voluntariamente a esse reino. Ao passo que o reino do “Filho do homem” será “eterno”, e jamais “será destruído”, os reinos e os governos da terra, a que estas pessoas de todos os grupos nacionais e lingüísticos têm servido, vêem-se confrontados com a destruição completa. — Veja-se Daniel 2:44.

      Quão providencial é para todos nós, então, que este “sinal” do Rei empossado nos céus invisíveis, além do poder de nossa visão humana, tenha-se evidenciado por ainda outro sinal, um que é visível aos olhos humanos. Este sinal visível vem depois do invisível “sinal do Filho do homem” e resulta dele, visto que se compõe dos muitos eventos e condições que a Bíblia predisse que se seguiriam e que resultariam do estabelecimento do domínio do Reino de Cristo. Por conseguinte, é um sinal composto, e o aparecimento de todos estes eventos e condições “indicaria” assim tal sinal visível e abriria os olhos de seus leitores para perceberem que ‘aparecera no céu o sinal do Filho do homem’. Sim, bradariam criteriosamente o anúncio: Cristo Jesus já reina!

      Leia para si mesmo a descrição das características e pormenores múltiplos deste sinal composto, conforme dado por Jesus em Mateus 24, Marcos 13, Lucas 21 e Revelação 6:1-8, inclusive as guerras globais, a difundida escassez de víveres, as pestes, os terremotos em muitos lugares, o aumento da anarquia, da ansiedade e do temor do futuro, e a pregação global das “boas novas do reino”, feita por pessoas que seriam perseguidas em todas as nações. Tal sinal composto não só se acha visível a esta geração desde 1914; é inescapável. Encara-o toda vez que apanha seu jornal, soa por meio de cada noticiário de seu rádio ou de sua televisão, cerca-o por toda a volta ao passar cada dia de sua vida, não importa onde more.

      Por meio deste sinal visível e composto, mais de um milhão de pessoas, em todas as partes do globo atualmente, reconhecem que puderam “ver” “o sinal do Filho do homem” e reconhecer o significado dele. Testemunham a forma pela qual a evidência se acumula ano após ano por mais de meio século, evidência esta que testifica que a partir de 1914 apareceu no céu o “sinal do Filho do homem”. Diferem, portanto, dos fariseus e saduceus do primeiro século, dos quais disse Jesus: “Sabeis interpretar a aparência do céu, mas os sinais dos tempos não podeis interpretar.” (Mat. 16:3) Pode o leitor também ser ajudado a ver e a entender o significado dos “sinais dos tempos” pelo estudo pessoal das profecias bíblicas e por compará-las com os eventos dos nossos dias.

      Compreendendo que Cristo Jesus recebeu autoridade real e começou seu domínio e que se aproxima cada vez mais o fim dos sistemas de governo mundiais, aqueles que agem de acordo com o sentido do “sinal do Filho do homem” submetem-se agora ao domínio do Reino de Cristo e colocam esse reino em primeiro lugar em sua vida. (Mat. 6:33) Regozijam-se de servir quais testemunhas de Jeová Deus e de atrair atenção a este “sinal” numa grandiosa campanha de publicidade que tem alcançado 197 países e ilhas do mar. Por meio delas, esta revista lhe chegou às mãos.

      Virá o dia em que “todo olho” tem de ver este “sinal”, como indica Revelação 1:7. Infelizmente para a maioria isto se dará no tempo descrito em 2 Tessalonicenses 1:7-9: Na “revelação do Senhor Jesus desde o céu, com os seus anjos poderosos, em fogo chamejante, ao trazer vingança sobre os que não conhecem a Deus e os que não obedecem às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus. Estes mesmos serão submetidos à punição judicial da destruição eterna de diante do Senhor e da glória da sua força.” Tais pessoas que agora se recusam a abrir as mentes e corações a fim de “verem” o “sinal do Filho do homem”, ou que insistem em dar razão errada para as evidências que apontam para ele, serão obrigadas a reconhecer a presença de Cristo Jesus qual rei que já reina, quando ele destruir todas elas na guerra do Armagedom. Jesus disse que, para tais pessoas de “todas as tribos da terra” o sinal não produzirá alegria, mas apenas “lamentação”, e ‘baterem em si mesmas de pesar’. Para elas, representará apenas o desastre. — Mat. 24:30; Rev. 1:7; 16:16.

      Para o bem de sua própria vida, permita que seus olhos do entendimento se focalizem neste “sinal” vital. Com a ajuda da Palavra de Deus, leia-o corretamente, e deixe que o conduza a “obedecer às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus”, o Filho do homem, e a ‘o servir’. Então, o “sinal” representará vida para o leitor.

  • Pestilências e fome
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • Pestilências e fome

      Será que temos visto o aumento de “pestilências” e de “escassez de víveres”, desde 1914, como Jesus Cristo predisse que era parte do “sinal” visível de sua segunda presença? (Luc. 21:11) Sim, temos. A “gripe espanhola”, chamada “uma das mais devastadoras pragas de todos os tempos”, tirou 20 milhões de vidas, e, durante alguns meses, acamou 200 milhões de pessoas. O câncer e as moléstias degenerativas continuam a aumentar. Quanto à escassez de viveres, o Diretor-Geral da Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas afirmou recentemente que “cerca da metade da população do mundo, 1.500 milhões de pessoas, sofrem de fome ou de subnutrição, ou de ambos”.

  • Um pouco de fermento
    A Sentinela — 1966 | 15 de julho
    • Um pouco de fermento

      Ilustrando as palavras do apóstolo Paulo a respeito do poder de “um pouco de fermento” para fermentar toda a massa, há a forma de preparar o pão nos povoados de Chipre. Desde tempos imemoriais o método tem sido o de misturar a farinha com água e então amassá-la bem. Quando é considerada bem amassada, um pedaço de fermento é acrescentado. Há diversos tipos de fermento, mas o mais comumente usado vem de massa velha. Usualmente, quando se acaba de amassar, um pedaço da massa é posto de lado num lugar quente. Este pequeno pedaço, depois de trinta e seis a quarenta e oito horas, está pronto como fermento e pode ser usado para fermentar toda a massa. — 1 Cor. 5:8.

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