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  • A festa de casamento do Rei no propósito de Deus
    A Sentinela — 1975 | 1.° de julho
    • sobrevir à nação dos “convidados” por rejeitar em deslealdade o convite de seu Rei celestial, Jesus disse:

      31 “O rei, porém, ficou furioso e enviou os seus exércitos, e destruiu aqueles assassinos e queimou a cidade deles. Depois disse aos seus escravos: ‘A festa de casamento, deveras, está pronta, mas os convidados não eram dignos. Ide, portanto, às estradas que saem da cidade e convidai a qualquer que achardes para a festa de casamento.’ Concordemente, esses escravos foram às estradas e ajuntaram a todos os que acharam, tanto iníquos como bons; e a sala para as cerimônias do casamento ficou cheia dos que se recostavam à mesa.” — Mat. 22:7-10.

      32. Significa a ordem das palavras na ilustração de Jesus que o rei adiou ainda mais os arranjos da festa de casamento, até depois de ter destruído a cidade daqueles “convidados”?

      32 Não devemos entender da ordem acima das palavras de Jesus, ao dar os pormenores da ilustração, que o rei, antes de prestar mais atenção à festa de casamento, ordenasse aos seus exércitos a entrar no serviço ativo e os enviasse contra a cidade em que moravam os “convidados” não apreciativos e ‘destruísse’ aqueles assassinos e queimasse a cidade deles’. Senão, significaria que o Rei celestial, Jeová Deus, enviou seus escravos para ajuntar pessoas indiscriminadamente à festa de casamento só em fins do ano 70 de nossa Era Comum, porque foi no verão daquele ano que Jerusalém foi arrasada pelos romanos, sob o General Tito, filho do Imperador Vespasiano. Aqueles “assassinos” foram então deveras mortos. Conforme relata Flávio Josefo, 1.100.000 judeus pereceram no sítio e na destruição de Jerusalém e 97.000 foram levados cativos, para serem vendidos como escravos. — Luc. 21:20-24; 19:41-44.

  • O ajuntamento de substitutos para a festa
    A Sentinela — 1975 | 1.° de julho
    • O ajuntamento de substitutos para a festa

      1. (a) Como mostraram “os convidados” à festa de casamento que eles “não eram dignos”? (b) O que teria significado para eles abandonarem seus interesses materialistas, egoístas?

      POR QUE ocorreram a matança dos “assassinos” anticristãos na destruição de sua cidade santa, Jerusalém, e a dissolução de sua nacionalidade judaica no ano 70 E. C.? Isto se deu porque, conforme disse o rei da ilustração de Jesus, os convidados à festa de casamento “não eram dignos”. (Mat. 22:8) Os judeus haviam provado isso por sua recusa insultante, desrespeitosa, desleal e amiúde violenta de aceitar o convite do Rei celestial, depois do segundo aviso da parte Dele. O que teria significado para eles deixarem de lado suas preocupações materialistas, egoístas, e irem à “festa de casamento” espiritual? Teria significado arrepender-se, não só de sua falta de não guardarem o pacto da Lei mosaica, mas também de sua rejeição violenta do Messias da parte de Deus, e depois serem batizados em água como discípulos de Jesus, qual seu Messias. Mas eles eram demasiadamente orgulhosos, autojustos, ocupados demais com seus próprios planos, e por isso se obstinavam contra satisfazer tais requisitos. Este era o caso da nação de Israel em geral.

      2. (a) Por que não ficaram desocupados todos os lugares na festa de casamento, no fim do segundo aviso? (b) Quantos lugares pensava o Rei encher com os “dignos”?

      2 Significava isso que todos os lugares

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