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  • Fique vigilante contra o efeito cauterizador do pecado
    A Sentinela — 1967 | 15 de fevereiro
    • indiferentes a tantas coisas de valor. Assim, muitos são os homens de meia idade que sacrificaram a felicidade da família, da esposa e dos filhos, por se terem enamorado de certa mulher mais jovem, o que talvez tenha começado como um flerte. Em resultado, ficou mais preocupado com a autogratificação do que ter um bom nome, o qual a Palavra de Deus nos diz que “vale mais que grandes riquezas”. Então cai em ouvidos surdos o conselho de continuar a considerar as coisas que forem justas, castas, amáveis, bem conceituadas e dignas de louvor. Se for ministro cristão, talvez até se torne indiferente quanto a ter “testemunho excelente” de outros e até mesmo com respeito à sua esperança de vida interminável em felicidade no novo sistema de coisas de Deus. — Pro. 22:1, CBC; Fil. 4:8; Atos 16:2; 1 Tim. 3:7.

      Hoje em dia, há tantos incentivos ao pecado, a respeito dos quais devemos ficar vigilantes. Para começar, há o ambiente iníquo em que nos encontramos. Na verdade, estes são os preditos “tempos críticos, difíceis de manejar”. (2 Tim. 3:1-5) Nunca antes grassou tanto a anarquia de todo tipo. A ética nos negócios, na política, na religião e na vida familiar atinge seu nível mais baixo. Os criminosos, ao invés de serem condenados pelos seus crimes, são romantizados pela sua audácia, perícia e êxito; como no caso dos ladrões britânicos que conseguiram escapar com duas toneladas de notas bancárias no valor de Cr$ 15​.​400​.​000​.​000 e das quais apenas cerca de 10 por cento foram recuperados. — Life, 8 de abril de 1966.

      Daí, há as tendências pecaminosas em nossos corpos, conforme foi reconhecido pelo Criador, Jeová Deus, logo depois do dilúvio dos dias de Noé: “Os pensamentos do seu coração são maus desde a sua juventude.” Cerca, de 2.500 anos depois, o apóstolo Paulo testificou quanto à mesma lei que operava em seus membros: “O bem que quero, não faço, mas o mal que não quero, este é o que pratico.” O apóstolo, porém, jamais deixou de lutar contra este. — Gên. 8:21, CBC; Rom. 7:19.

      Assim, há em nós a tendência de gravitar para baixo, contra a qual temos de lutar continuamente. Talvez seja a tentação de colar nas provas escolares ou de roubar do empregador ou vadiar no serviço. A menos que combatamos tais tendências, ficaremos cauterizados a respeito delas e sofreremos a perda do respeito próprio, bem como nos tornaremos passíveis de cometer formas mais gritantes de desonestidade. O alcoolismo, o vício de entorpecentes e as aberrações sexuais são casos extremos em que, com mais freqüência, as vítimas não desejam ser curadas, por causa do efeito cauterizador do pecado.

      A fim de ficar vigilante contra o efeito cauterizador do pecado, tem de dar ouvidos ao conselho de Jesus: “Mantende-vos vigilantes e orai continuamente, para que não entreis em tentação. O espírito, naturalmente, está ansioso, mas a carne é fraca.” Sim, reconheça suas fraquezas e erga barreiras contra elas. Faça como disse que fazia o apóstolo Paulo: “Esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão.” Não literalmente o esmurrando, por certo, mas fazendo que se comporte. — Mat. 26:41; 1 Cor. 9:27, ALA.

      Encha a mente do tipo correto de alimento mental, em especial, leia a Bíblia e publicações relacionadas; escolha para associados os que pensam sobre isso da sua maneira. Também, observe que a oração, para ser de ajuda, precisa ser fervorosa, “com espírito santo”. Isso significa não apenas pedir loquazmente a Deus o perdão, mas determinar e prometer a Ele agir melhor e então atuar em harmonia com suas orações. — Judas 20.

      Se, de formas como estas, assim como fez o apóstolo Paulo, ‘estiver exercitando-se continuamente para ter a consciência de não ter cometido ofensa contra Deus e os homens’, estará cuidando-se do efeito cauterizador do pecado e, semelhante a ele, poderá também dizer: “Eu me comportei perante Deus com uma consciência perfeitamente limpa, até o dia de hoje.” — Atos 24:16; 23:1.

  • A posse da paz pelos cristãos
    A Sentinela — 1967 | 15 de fevereiro
    • A posse da paz pelos cristãos

      “Ouvirei o que o verdadeiro Deus, Jeová, falará, pois ele falará a paz a seu povo, e a seus leais.” — Sal. 85:8.

      1, 2. O que é subentendido pela própria palavra “paz”, e que profecia bem ilustra isto?

      PAZ! Quão agradável é o próprio som da palavra, por causa do que ela subentende! Paz sugere calma, serenidade, tranqüilidade, inexistência de fricção e contenda, de dúvidas e temores. Não é de se admirar que as promessas de paz encontradas na Palavra de Deus sejam tão confortadoras!

      2 Deveras deleitosa é a descrição de paz fornecida pelo profeta Isaías: “A eqüidade certamente residirá no deserto, e no pomar a própria justiça morará. E a obra da verdadeira justiça tem de se tornar a paz, e o serviço da verdadeira justiça, a tranqüilidade e a segurança por tempo indefinido. E o meu povo tem de habitar em morada pacífica, e em residências de plena confiança e em imperturbáveis lugares de repouso.” — Isa. 32:16-18.

      3. Quem originalmente violou a paz do universo, e por que não há paz agora?

      3 A paz é a vontade de Deus para todas as suas criaturas, e havia paz em todo o universo até que o grande destruidor da paz, Satanás, o Diabo, apareceu. Desde então tem havido pouca paz na terra. Com efeito, somos informados de que nos últimos 3.370 anos de história registrada, houve 3.143 anos de guerra, em comparação com apenas 227 anos de paz, ou 13,8 anos de guerra para cada ano de paz. Mas, não é isso o que devíamos esperar, visto que Satanás, o grande destruidor da paz, é “o deus deste sistema de coisas”? Ele é a personificação da perversidade, e a perversidade e a paz simplesmente não andam de braços dados, assim como lemos: “Mas os ímpios são como um mar encapelado, que não pode acalmar-se, cujas ondas revolvem lodo e lama. ‘Não há paz para os ímpios’, diz meu Deus.” — 2 Cor. 4:4; Isa. 57:20, 21, CBC.

      4. Em especial, desde quando a paz fugiu da terra, como se pode ver pelo cumprimento de que profecias?

      4 A paz, em especial, tem estado ausente da terra desde 1914, o ano em que apareceram o cavalo cor de fogo e seu cavaleiro, da visão apocalíptica do apóstolo João: “E eu vi, . . . um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.” Aquele ano também assinalou o começo do cumprimento da grande profecia de Jesus a respeito do fim deste sistema de coisas: “Porque nação se levantará contra nação e reino contra reino.” Desde então, as palavras ulteriores de Jesus estão tendo notável cumprimento: “Na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada.” — Rev. 6:2, 4; Mat. 24:7; Luc. 21:25, 26.

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