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  • A regência do homem prestes a ser substituída pela regência de Deus
    A Sentinela — 1969 | 15 de abril
    • substituída pela regência de Deus. A regência do homem não cederá pacificamente, mas os regentes humanos continuarão a lutar contra o reino de Deus, para manter seu domínio de toda a terra. Portanto, a regência do homem tem de ser substituída por meio da derrota e destruição trazidas sobre ela na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no que é chamado de Armagedom. (Rev. 16:14, 16) A regência de Deus triunfará e prevalecerá na terra para todo o sempre.

      42. (a) Quando cessou a regência gentia, ininterrupta, humana da terra, e como podemos estar seguros de que é assim? (b) Que foi estabelecido em 1914 para reimplantar a regência de Deus na terra?

      42 Não é mera imaginação dizermos que os Tempos dos Gentios da regência humana, sob a regência de Satanás, findaram no ano de 1914 E. C. Este fato saliente é provado pela guerra mundial que começou naquele ano, seguindo-se fomes, pestilências, terremotos, perseguição religiosa e tensão e perplexidade internacionais, exatamente conforme Jesus Cristo predisse na sua profecia sobre a “terminação do sistema de coisas”. (Mat. 24:3-12; Luc. 21:10-19) O fim dos Tempos dos Gentios, naquele ano inesquecível, significou, que o reino de Deus, nas mãos dos descendentes da linhagem real do Rei Davi, derrubado em Jerusalém em 607 A. E. C., foi restabelecido, não na Jerusalém terrestre, lá no Oriente Médio, mas nos céus. Sua autoridade foi entregue nas mãos do ressuscitado Filho de Deus, Jesus Cristo, que, como homem na terra, era o herdeiro legítimo e permanente do trono do Rei Davi. (Luc. 1:26-37) Este reino rege agora na “Jerusalém celestial”, muito além do alcance de qualquer potência das nações gentias para o pisar. Este reino celestial de Cristo será o meio divino para reimplantar a regência de Deus na terra.

      43. Por meio de quem desalojará Jeová a regência do homem, e o que acontecerá à serpente simbólica que originalmente promoveu a regência do homem?

      43 Todas as pessoas honestas, que perderam a fé na regência do homem, têm razões sólidas para se regozijarem agora com o fato de que a regência do homem está prestes a ser substituída pela regência de Deus. Por mais de dezesseis séculos, a cristandade tem orado hipocritamente o “Pai Nosso”, mas, ao mesmo tempo, cristãos genuínos, individuais, têm também feito a oração: “Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” (Mat. 6:9, 10) O Pai celestial responderá sem falta a esta oração ensinada pelo seu próprio Filho fiel, Jesus Cristo. Realizar-se a vontade de Deus aqui na terra, como também no céu, significa que a regência de Deus desalojará a regência do homem e será posta em vigor em toda a terra pelo seu reino, em que seu Filho celestial, Jesus Cristo, reina. Ele é principalmente o Descendente da mulher de Deus, prometido no jardim do Éden, há cerca de seis mil anos. Portanto, é Ele quem machucará a cabeça da serpente simbólica, Satanás, o Diabo. (Gên. 3:15; Rom. 16:20) É a Serpente simbólica que tem promovido e manobrado a regência do homem na terra, desde que o homem se rebelou no Éden.

      44. (a) Que paralelo de sobrevivência, de há quarenta e três séculos, aguarda hoje uma “grande multidão” de amantes terrestres da regência de Deus? (b) Qual será a sua atitude sob a regência de Deus, na nova ordem na terra?

      44 Há quarenta e três séculos, Noé e sua família sobreviveram na arca ao fim do “mundo de pessoas ímpias” por meio do Dilúvio. (2 Ped. 2:5; 3:5, 6) Nesta geração, de modo paralelo, uma relativamente “grande multidão” de amantes terrestres da regência de Deus, que oram pela vinda de seu reino, sobreviverá ao fim violento da regência do homem na terra. Sob a proteção de Deus, verão realizada a sua esperança de serem preservados através da “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Armagedom, e de entrarem na nova ordem de Deus, na terra. Sujeitar-se-ão ali de todo o coração à regência de Deus. Não serão como as pessoas sem fé, dos dias do profeta Samuel, exigindo ter sobre si um rei humano, visível, terrestre. Alegrar-se-ão com o Rei celestial, invisível, empossado por Jeová Deus no poder régio, e obedecer-lhe-ão amorosa e fielmente. Suas bênçãos sob a regência de Deus, mediante este Rei celestial, Jesus Cristo, serão muito maiores do que as usufruídas pelo povo sob o reinado do sábio Rei Salomão.

      45. Além de preservar uma “grande multidão” através do Armagedom, que mais fará a regência de Deus por meio de seu reino messiânico?

      45 A regência atual do homem, reforçada por depósitos de bombas nucleares, ameaça aniquilar toda a raça humana. A regência de Deus, por meio de seu reino messiânico, fará mais do que preservar a vida dos que sobreviverão à guerra do Armagedom. Restabelecerá, na terra, a vida de incontáveis milhares de milhões de mortos, que faleceram durante os milhares de anos da regência do homem. Jesus Cristo, quando era homem na terra, prometeu que haveria uma ressurreição dos mortos pelos quais ele depôs a sua vida humana perfeita como sacrifício. (João 5:25, 28, 29; 11:25, 26) Como Rei celestial, ele cuidará de que haja tal ressurreição. A maravilha disso tudo está além de nossa compreensão.

      46. Que oportunidade se oferecerá à humanidade no reino messiânico de Deus, e, por isso, com que devemos agora estar contentes?

      46 A todos aqueles a quem se concede o favor clemente de viver na terra paradísica, sob a regência de Deus, conforme posta em vigor pelo seu reino messiânico, oferecer-se-á a oportunidade de alcançarem a vida infindável, em perfeição e piedade humana, com perfeita paz e segurança. A regência humana nunca jamais poderia realizar isso. Mas a regência de Deus o realizará. Assim, quão contentes podemos estar de que a regência do homem agora está prestes a ser substituída pela regência de Deus, para todo o sempre!

  • Jesuítas, instrutores dignos de confiança?
    A Sentinela — 1969 | 15 de abril
    • Jesuítas, instrutores dignos de confiança?

      Nos Estados Unidos, os jesuítas administram numerosas escolas secundárias e faculdades. A sabedoria de os pais enviarem seus filhos a escolas jesuíticas pode ser questionada, em vista da reputação deles. De fato, sua reputação é tal, que jesuítico quer dizer também astucioso e fingido; a disposição de recorrer a qualquer meio para atingir certo fim.

      Um caso pertinente são as duas bulas emitidas por Benedito XIV, que regeu há apenas dois séculos atrás. Ele é descrito na Catholic Encyclopedia como “talvez o maior erudito entre os papas”. Sobre Benedito e estas bulas declara a Encyclopaedia Britannica, 9a edição: “Talvez o ato mais importante de seu pontificado fosse a promulgação de suas famosas leis sobre missões, em duas bulas, Ex quo singulari e Omnium solicitudium. Nestas bulas, ele denunciou o costume de ajustar palavras e usos cristãos a idéias e práticas expressamente pagãs, o que havia sido feito extensamente pelos jesuítas nas suas missões indianas e chinesas. A conseqüência destas bulas foi que a igreja perdeu a maioria dos chamados conversos.”

      E que não há nenhuma diferença na moralidade dos jesuítas depois de duzentos anos se torna evidente duma notícia publicada na revista Time de 30 de julho de 1956, sobre uma peça teatral escrita, produzida e encenada por freiras, que foi apresentada na universidade de Notre Dame. Incidentalmente, permitiu-se apenas a freiras ver a peça. Nesta peça, um anjo de guarda do céu ofereceu-se para trocar de lugar com uma freira na terra, para mostrar à freira quão simples era realmente a vida duma freira. Mas, “não demorou nada até que o anjo se viu em dificuldades com a madre superiora devido à sua franqueza angélica. Quando a Irmã Angélica lhe manda parar com isso, o anjo se queixa: ‘Quer dizer que não posso falar a verdade num convento?’ Não, disse a irmã: ‘Use de restrição mental . . . um truque inventado pelos jesuítas. Diga tanto da verdade como acha aconselhável, e restrinja mentalmente o resto.’”

      Em vista do precedente, pode-se dizer que é sábio mandar os filhos a uma escola jesuítica?

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