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  • Utilizando o calor da terra
    Despertai! — 1978 | 8 de julho
    • Tal água usualmente possui alto índice de salinidade, prejudicial à vida vegetal e animal. A taxa de boro sempre excede à que se estabeleceu como tolerável para safras resistentes. O arsênico está geralmente associado a tais águas, tornando-as inapropriadas para consumo humano

      Assim, a disposição final destas águas residuais apresenta graves problemas. Principalmente, têm-se empregado os seguintes métodos de disposição final: (1) Sua diluição no mar, (2) diluição nos rios, (3) reinjeção no subsolo e (4) evaporação em tanques abertos.

      A diluição no mar poderia ser onerosa e difícil, caso o campo geotérmico esteja longe da faixa litorânea. A diluição nos rios depende da quantidade de água que flui, de modo que não se ultrapassem as concentrações toleráveis de elementos tóxicos. Na estação seca, os rios não raro contêm tão pouca água que isto seria impossível. A reinjeção na camada do subsolo poderia ser obstruída pelos sais contidos na água residual, visto que tais sais formam depósitos nas paredes dos poços. A evaporação em tanques é possível apenas caso grandes áreas de terras planas estejam disponíveis, para se construírem tanques e se a precipitação pluvial na região for mínima.

      Na usina geotérmica de Ahuachapán, a água residual percorre um canal aberto, sendo diluída no mar. Também, houve experiências bem sucedidas de sua reinjeção no subsolo.

      Aspectos Econômicos

      É interessante comparar os custos da usina de energia geotérmica com os das usinas convencionais, quer sejam usinas hidrelétricas ou térmicas, movidas por combustíveis fósseis. Os custos de investimento da usina de energia geotérmica, de 95 megawatts, de Ahuachapán, foram calculados em US$ 700 (Cr$ 12.600,00) para o quilowatt instalado. O custo de geração para tal usina é de US$ 0.005 (Cr$ 0,09) para cada quilowatt-hora gerado, ao passo que o custo da maior usina hidrelétrica de El Salvador, Cerron Grande, é de US$ 0.004 (Cr$ 0,07) para cada quilowatt-hora. No entanto, o custo de geração de energia nas usinas que queimam petróleo é de US$ 0.024 (Cr$ 0,43) por quilowatt-hora. Isto é quase cinco vezes mais que o custo das usinas geotérmicas. Não é de admirar que El Salvador esteja ansioso de desenvolver sua energia endógena!

      Agora que a crise energética está aumentando no mundo, muitos países procuram novas fontes de energia, para substituir o petróleo importado, mais escasso e oneroso. A energia endógena — o calor das profundas camadas da crosta terrestre — certamente é útil fonte energética. Por conseguinte, poder-se-ia esperar que outros países que possuem cavidades na terra, que emitem fumaça, ou onde haja outros sinais de atividade vulcânica, comecem a utilizar estes tesouros escondidos sob seus pés.

  • Como são as coisas ali?
    Despertai! — 1978 | 8 de julho
    • Como são as coisas ali?

      AO PASSO que os homens já caminharam pela lua, muito pouco sabemos sobre as profundezas de nossa terra. O “solo” em que pisamos é apenas uma “película de pedra”, ou crosta, de cerca de 32 quilômetros de espessura. Abaixo dela há: o manto, o núcleo exterior, e o núcleo interior. O homem não conseguiu jamais penetrar em toda a crosta, pelo ‘que devemos ser gratos.

      O calor no interior da terra torna-se progressivamente intenso; no núcleo central talvez atinja até 5.000 graus centígrados. Ao passo que o núcleo exterior, segundo se afirma é “metal líquido”, os cientistas imaginam que o núcleo interior, de ferro e níquel, é sólido, peio que parece devido à extrema pressão.

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