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  • Marido (Esposo)
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    • preço de compra. (Êxo. 22:16, 17) Ela então se tornava propriedade dele. (Êxo. 20:17) A palavra bá‘al, que significa “dono, mestre”, aplicava-se a ele, e a mulher era chamada be‘uláh, que significa “possuída como esposa”. (Gên. 20:3; Deut. 22:22; Isa. 62:4) À antiga nação de Israel, Jeová disse: “Eu mesmo me tornei dono marital [uma forma de bá‘al] de vós.” — Jer. 3:14; Isa. 62:4, 5.

      Nos tempos patriarcais, o marido servia como sacerdote e juiz da família, e, por todas as Escrituras, o marido e pai merecia, quase que invariavelmente, profundo respeito. — Gên. 31:31, 32; Jó 1:5; 1 Ped. 3:5, 6; compare com Deuteronômio 21:18-21; Ester 1:10-21.

      Um homem, ao casar-se com certa mulher, coloca-a sob nova lei, a “lei de seu marido”, segundo a qual o marido pode estabelecer leis e regulamentos para sua família. (Rom. 7:2, 3) Ele se torna o cabeça dela, ao qual ela deve estar sujeita. (Efé. 5:21-24, 33) Trata-se de uma chefia relativa, classificada como de terceiro grau, em vista das superiores chefias de Deus e de Cristo. — 1 Cor. 11:3; veja Casamento; Divórcio; Herança; Juramento; Pai.

      EMPREGO ILUSTRATIVO

      Em vista de que a antiga nação de Israel se vinculava a Jeová por meio do pacto da Lei, Deus era seu “dono marital”. (Jer. 3:14) O apóstolo Paulo fala de Jeová como sendo o Pai dos cristãos ungidos, Seus filhos espirituais, e da “Jerusalém de cima” como sendo sua mãe, indicando que Jeová se considera o marido desta celestial Jerusalém. — Gál. 4:6, 7, 26; compare com Isaías 54:5.

      A chefia do marido lhe impõe pesada responsabilidade. Ao passo que ele é o dono da esposa, tem de reconhecer que ela é preciosa aos olhos de Deus, especialmente quando ela é cristã. Deve amá-la como ama a si próprio, pois ela é “uma só carne” junto com ele. — Gên. 2:24; Mat. 19:4-6; Efé. 5:28, 33.

      Jesus Cristo é considerado o Marido da congregação cristã. (Efé. 5:22, 23; Rev. 19:7; 21:2) Os maridos devem exercer para com sua esposa o mesmo cuidado amoroso que Cristo tem para com a congregação. (Efé. 5:25, 28-30, 33) Devem reconhecer que a esposa é “um vaso mais fraco”, atribuindo-lhe honra, levando em conta sua constituição física e emocional, e suas vicissitudes. Isto é especialmente importante se ambos forem cristãos, sendo co-herdeiros do “favor imerecido da vida”, a fim de que suas orações não sejam impedidas. (1 Ped. 3:7) Mesmo se a esposa não for crente, isto não dá ao marido qualquer desculpa para divorciar-se ou separar-se dela. Antes, ele deve morar com ela, se ela estiver de acordo com isso, e compreender que poderá ajudá-la a se tornar crente, e também trabalhar em prol da salvação dos filhos. — 1 Cor. 7:12, 14, 16.

  • Mármore
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    • MÁRMORE

      Calcário (carbonato de cálcio) cristalino, de granulação compacta que varia de cor, de contextura e de estrutura cristalina, e que é suscetível de aceitar alto polimento. Suas cores variam do branco como a neve a numerosas tonalidades de cinza, castanho, amarelo, vermelho, verde e preto. Os veios são devidos a impurezas de óxidos metálicos e matéria carbonácea.

      Na Palestina, pelo que parece, não existia o mármore. O Líbano, contudo, produzia uma variedade de mármores; mas as espécies mais seletas eram encontradas na ilha de Paros, no mar Egeu, e na Arábia. A moça sulamita, ao descrever seu amado companheiro pastor para as damas de honra da corte do Rei Salomão, disse: “Suas pernas são colunas de mármore, fundadas em pedestais de encaixe de ouro refinado.” (Cân. 5:15) O palácio persa de Susã, nos dias da rainha Ester, possuía colunas de mármore, e seu piso era feito, em parte, de mármore negro. (Ester 1:6) O mármore também é mencionado como um dos itens preciosos dos “comerciantes viajantes da terra”, que choram por causa da queda de Babilônia, a Grande. — Rev. 18:11, 12.

  • Mar Morto
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    • MAR MORTO

      Veja MAR SALGADO.

  • Mar Oriental
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    • MAR ORIENTAL

      Veja MAR SALGADO.

  • Mar Salgado
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    • MAR SALGADO

      Uma das designações bíblicas para o grande lago ou mar agora conhecido em geral como mar Morto. O mar Salgado constitui o extremo sul do rio Jordão.

      NOME

      A primeira e a mais freqüente designação deste mar na Bíblia, “Mar Salgado”, é bem apropriada, uma vez que se trata da massa aquosa mais salgada que existe na Terra. (Gên. 14:3; Núm. 34:3, 12; Jos. 15:2, 5) É também chamado de mar do Arabá (Deut. 4:49;  2 Reis 14:25), estando situado no enorme afundamento, ou fossa tectônica, do qual faz parte o Arabá. Às vezes, porém, o nome “Mar Salgado” é acrescentado depois de “mar do Arabá”, como que para explicar exatamente que massa aquosa se visa com este último nome. (Deut. 3:17; Jos. 3:16; 12:3) O mar Salgado estava na fronteira E da Terra Prometida, e era chamado de “mar oriental”, assim se distinguindo do “mar ocidental [Mediterrâneo]”. (Eze. 47:18; Joel 2:20; Zac. 14:8) Josefo, que estava cônscio de que enormes pedaços de betume ou asfalto ocasionalmente sobem à tona neste mar, o chamava de lago Asfaltita. Evidentemente não foi senão no segundo século EC que veio a ser chamado de mar Morto. O seu nome árabe é Bahr Lut, “mar de Ló”.

      DESCRIÇÃO FÍSICA

      O mar Salgado é oblongo, tendo c. 16 km de largura e, aproximadamente, 76 km de comprimento, sua extensão variando um pouco conforme a estação. Seu contorno é interrompido do lado SE por grande península chamada de Lisan (“a língua”), moldada em forma duma bota, com sua ponta dirigida para o N. Esta península chega a 3 km da margem O, e, assim, divide o mar em duas seções. A parte abrangida numa baía ao S de Lisan é bem rasa, tendo geralmente de 90 cm a 4,5 m de fundura, ao passo que a parte principal do mar, ao N, atinge uma profundidade de uns 400 m. A superfície da água acha-se a 394 m abaixo da superfície do mar Mediterrâneo, tornando-o o lugar mais baixo da Terra.

      ÁGUA

      A água deste mar é ímpar no sentido de que tem 25 por cento de sólidos, a maior parte sendo de sal comum (cloreto de sódio), tornando-o de quatro a seis vezes mais salgada do que os oceanos. A cada dia, c. 6.500.000 toneladas de água doce deságuam no mar Salgado, mormente do Jordão. O mar Salgado não possui escoadouro, de modo que a maior parte da água que entra nele se evapora no intenso calor, deixando ficar mais sais minerais. A concentração de sal é tamanha que nenhum tipo de peixe, até mesmo as variedades de água salgada, consegue viver nele; os poucos peixes existentes na água salobra, no local onde a água doce se mistura com a água salgada, morrem caso sejam arrastados para o mar propriamente dito. Isto dá mais significado à descrição, feita por Ezequiel, de uma torrente que fluía do templo de Jeová para o “mar oriental” e que curava a parte superior dele, de modo que abundava de peixes, como o mar Mediterrâneo, e podia sustentar florescente indústria pesqueira. (Eze. 47:8-10, 18) A alta densidade da água faz com que os objetos flutuem com facilidade, e contribui para uma superfície suave, porque a água não é encrespada pelas brisas leves.

      SODOMA E GOMORRA

      Crê-se em geral que Sodoma e Gomorra estavam situadas em terrenos que são agora cobertos pela porção do mar Salgado ao S da península de Lisan. Os reis destas cidades se achavam entre os que batalhavam na “Baixada de Sidim, isto é, o Mar Salgado”, e o modo como isto está fraseado sugere que a baixada de Sidim veio a ser recoberta pelo mar Salgado. (Gên. 14:3) A região de Sodoma e Gomorra, onde Ló se fixou, era ‘bem regada, como o jardim de Jeová’. (Gên. 13:10-12) Até mesmo atualmente, na planície ao longo da margem SE, a vegetação é abundante, e o trigo, a cevada, as tâmaras e as videiras podem ser ali cultivados. As grandes quantidades de betume e de sal, especialmente nesta seção S, também se ajustam ao relato bíblico de Sodoma e Gomorra. — Gên. 14:10; 19:24-26.

  • Marta
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    • MARTA

      [Gr., transliteração de um nome próprio aramaico que significa dona, senhora]. Uma judia, irmã de Lázaro e de Maria de Betânia. (João 11:1, 2) Evidentemente Cristo visitava com freqüência a casa deles, quando estava nas proximidades de Jerusalém. Existiam vínculos afetivos entre Jesus e estas três pessoas, pois se diz especificamente: “Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.” — João 11:5.

      Certa ocasião, quando Jesus visitava a casa de Lázaro, Maria e Marta, aconteceu que Maria “se assentara aos pés do Senhor e escutava a palavra dele”, ao passo que Marta “estava desatenta por cuidar de muitos deveres”. Marta tentou conseguir a ajuda de Maria, afirmando: “Senhor, não te importa que minha irmã me deixou sozinha para cuidar das coisas? Dize-lhe, portanto, que venha ajudar-me.” Marta, obviamente, preocupava-se em satisfazer as necessidades materiais de Jesus. Mas Cristo então sublinhou o valor superior das coisas espirituais, e lhe deu uma repreensão bondosa, dizendo-lhe: “Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas. Poucas coisas, porém, são necessárias, ou apenas uma. Maria, por sua parte, escolheu a boa porção, e esta não lhe será tirada.” (Luc. 10:38-42) Cristo teria ficado satisfeito com um item de alimento, de modo que Marta também pudesse obter algum proveito de seu ensino.

      Ao passo que pode parecer que Marta estava preocupada demais com as coisas materiais, não se deve concluir que lhe faltava o interesse pelos assuntos espirituais. Após a morte de Lázaro, foi Marta que caminhou ao encontro de Jesus, ao viajar ele para Betânia, ao passo que Maria, de início, ficou sentada em casa (possivelmente devido ao pesar, ou por causa dos muitos amigos visitantes). Marta mostrou fé em Cristo quando disse que Lázaro não teria morrido caso Jesus estivesse presente. Ela também reconheceu: “Sei que ele se levantará na ressurreição, no último dia”, indicando que cria na ressurreição. No decorrer dessa palestra, Jesus explicou que ele é “a ressurreição e a vida”, indicando que mesmo que quem exercesse fé nele morresse, viveria outra vez. Quando Cristo perguntou a Marta: “Crês isso?”, ela claramente mostrou sua fé ao responder: “Sim, Senhor; tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus, Aquele que vem ao mundo.” (João 11:19-27) Isto, naturalmente, não elimina a possibilidade de ela nutrir algumas dúvidas quanto ao que Jesus poderia ou iria fazer agora, no caso de seu irmão falecido. (Compare com a atitude dos apóstolos, relatada em Lucas 24:5-11.) Junto ao túmulo de Lázaro, quando Cristo ordenou que fosse retirada a pedra, Marta disse: “Senhor, ele já deve estar cheirando, porque já faz quatro dias.” Mas, em resposta, Jesus perguntou: “Não te disse eu que, se cresses, verias a glória de Deus?” Ela a testemunhou, quando o irmão dela foi ressuscitado. — João 11:39-44.

      Após a ressurreição de Lázaro, Cristo

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