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  • Desastres — procuram-se as suas causas
    Despertai! — 1986 | 8 de agosto
    • propensas a desastres, e que deixam de agir de acordo com os avisos oficiais.

      Pode-se fazer algo para frear as forças naturais geradoras de tais desastres? Em conexão com terremotos, os cientistas observaram que bombear líquidos num poço profundo provocava pequenos tremores na área. Por tal meio, esperam liberar a tensão da crosta terrestre e minimizar os sismos. Mas até agora tiveram muito pouco êxito. Como conclui o livro Disaster! (Desastre!): “Na atualidade, não se sabe o suficiente quanto à segurança desse processo . . . para justificar seu emprego em áreas densamente povoadas.”

      Outras tentativas de evitar desastres naturais não se provaram melhores. Considere o que se tem tentado com os furacões. Já por cerca de 25 anos, algumas aeronaves sobrevoam o olho de furacões a fim de “semear” substâncias químicas neles, para tentar dissipar a força da tempestade. Todavia, os furacões continuam a produzir morte e devastação.

      Atribuídos ao Sobrenatural?

      Visto que as predições são incertas e a prevenção não é realmente possível, muitos culpam os poderes sobre-humanos, fora do domínio físico. O livro Disaster! comenta: “Numa cultura que já tentou fazer com que tudo seja predizível, a violência da natureza é a única variante, a única excentricidade, que ninguém consegue explicar ou prevenir.”

      Pouco é de admirar, então, que muitos atribuam a Deus os desastres naturais. Mas, será isso correto? São os desastres realmente “causados por Deus”?

  • São os desastres “causados por Deus”?
    Despertai! — 1986 | 8 de agosto
    • São os desastres “causados por Deus”?

      QUANDO um terremoto sacudia o chão debaixo de seus pés, alguns povos antigos criam que uma criatura subterrânea tinha-se movido. Muitos também pensavam que as trovoadas, os relâmpagos e as tempestades eram evidência de conflitos entre seus deuses.

      Tentando evitar o desastre, esses povos praticavam religiões que esperavam apaziguassem tais deuses. “Na maior parte da História”, afirma o livro Disaster! When Nature Strikes Back (Desastre! Quando a Natureza Reage), “o homem tem tentado explicar as catástrofes naturais que suportou . . . por meio do folclore, da mitologia, e da religião”.

      Nos atuais países de língua inglesa, a frase “ato de Deus” é muitas vezes utilizada num sentido jurídico. Todavia, um jurista do século 19 explicou: “Eu mesmo jamais tive qualquer dúvida de que esta frase não significa um ato de Deus no sentido bíblico do termo . . . Significa uma circunstância extraordinária que não pode ser prevista, e contra a qual não existe proteção.”

      Os Verdadeiros “Atos de Deus”

      Para ajudar a acabar com a confusão sobre o significado da frase “ato de Deus”, necessitamos primeiro entender os critérios, ou as condições, que um evento precisa preencher a fim de ser um verdadeiro ato de Deus.

      A Bíblia nos diz claramente que Deus é Todo-poderoso. (Êxodo 6:3) Mas ela também diz: “Perfeita é a sua atuação, pois todos os seus caminhos são justiça. Deus de fidelidade e sem injustiça; justo e reto é ele.” — Deuteronômio 32:4.

      Saber que Jeová é justo, reto, e consistente, ajuda a fixar os critérios que nos habilitam a determinar quando é que uma catástrofe

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