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  • Quando o terremoto e a maré se combinam
    Despertai! — 1977 | 8 de julho
    • com a quietude que se seguiu. Lentamente, levantaram-se e, atordoados, começaram a andar de um lado para o outro, como se procurassem algo e ao mesmo tempo nada.”

      Logo depois de o desastre amainar, agências civis e militares iniciaram uma campanha total de salvamento, socorro e reconstrução. A ajuda, tanto técnica como material, começou a chegar. Certo jornalista observou que, nas áreas assoladas, aqueles que podiam, “trabalhavam ombro a ombro removendo os vivos e os mortos de entre os escombros”.

      Atividades das Testemunhas de Jeová Após o Desastre

      Há mais de 76.000 Testemunhas de Jeová nas Filipinas. Naturalmente, todos se interessavam na situação de seus concrentes cristãos. Logo que possível, depois dos tremores de terra e enchentes, os anciãos das congregações por toda a área atingida começaram a procurar todas as co-Testemunhas. Um representante especial da Sociedade Torre de Vigia escreve:

      “Pensamos em várias famílias de Testemunhas de Jeová que moravam num tanque madeireiro junto ao mar. Não esperamos que raiasse a luz do dia, mas, logo que possível, dirigimo-nos para essa área. Ao chegar, tivemos de esfregar os olhos em descrença. A comunidade outrora densamente povoada, e movimentada, tinha desaparecido!” Felizmente, contudo, nenhuma das Testemunhas de Jeová ali havia morrido ou sofrido ferimentos graves, embora todas perdessem suas casas e mobília.

      Em Malangas, havia destroços esparramados de toda espécie. Algumas casas ainda estavam intatas, porém a maioria tinha sido nivelada ao chão. Alguns se empenhavam em usar barcos a motor para rebocar suas casas até à praia. Relata um ancião de uma congregação dessa área: “Consegui rebocar minha casa de volta ao seu lugar; perdemos apenas nossas roupas. Muitas vidas, porém, foram ceifadas, tanto de homens como de animais. No entanto, embora as Testemunhas de Jeová sofressem consideráveis perdas e danos às suas propriedades, nenhuma delas morreu.”

      Após o toque de recolher na cidade de Cotabato, às quatro horas da manhã depois da catástrofe, um servo ministerial das Testemunhas de Jeová conseguiu um jipe e fez visitas às casas das co-Testemunhas. Aqui, também, todas as Testemunhas de Jeová sobreviveram e escaparam de graves ferimentos. Perdas em ampla escala de propriedades, contudo, tornaram necessário que algumas delas ficassem nos centros de evacuação arranjados pelo governo. Outras armaram tendas ou ergueram barracos a curta distância de casa, aguardando os numerosos choques secundários esperados.

      “Terremotos num Lugar Após Outro”

      Este terremoto foi um dos três que sacudiram a Ásia na mesma semana. O Comissário Gregório Andal, da Comissão de Vulcanologia, disse: “A crosta da terra, neste ponto, acha-se numa condição turbulenta, e podem ocorrer terremotos em qualquer parte do mundo, a qualquer tempo.” Outro grupo de cientistas crê que algum processo sísmico, não plenamente entendido agora, talvez esteja ocorrendo.

      Neste respeito, Jesus predisse interessante modalidade dum “sinal” que identificaria a “terminação” do atual sistema de coisas. Além das guerras, perseguição contra os cristãos, crescente anarquia e outros ais, predisse Jesus: “Haverá . . . terremotos num lugar após outro.” (Mat. 24:3-8; Mar. 13:4-8) O historiador bíblico, Lucas, acrescenta que Jesus disse: “Haverá grandes terremotos.” — Luc. 21:11.

      Nos últimos sessenta e dois anos, as Testemunhas de Jeová têm apontado a seus vizinhos que todas as facetas do sinal dado por Jesus têm tido cumprimento, desde 1914. A respeito dos terremotos como modalidade desse sinal, mais de 900.000 pessoas já morreram devido a terremotos desde aquele ano. Contando-se desde há 1.000 anos atrás, a taxa média de mortes anuais, devido a terremotos, era de 3.000, antes de 1914; mas, desde então, tal média saltou para 15.000 por ano. As profecias de Jesus sobre terremotos se aplicam agora!

      Assim, as Testemunhas de Jeová nas Filipinas estão ativas em visitar os sobreviventes do seu terremoto mais devastador. Confortam-nos com a jubilosa mensagem de que um novo sistema, em que as pessoas jamais voltarão a sofrer mortes acidentais em desastres naturais, está agora às portas. — 2 Ped. 3:13; Rev. 21:3-5.

  • As Seychelles — o paraíso perdido do homem?
    Despertai! — 1977 | 8 de julho
    • As Seychelles — o paraíso perdido do homem?

      Do correspondente de “Despertai!” no Quênia

      “ILHAS Esquecidas”, “Ilhas do Amor” e o “Jardim do Éden original”. Tais títulos têm sido aplicados a um grupo pouco conhecido de ilhas do Oceano Índico. Situam-se a meio caminho entre a costa leste da África e as praias austrais da Índia. O arquipélago das Seychelles tem sido relativamente desconhecido do mundo exterior desde a sua descoberta, pelos portugueses, nos dias de Vasco da Gama. Somente agora estas ilhas estão saindo do isolamento.

      “O Jardim do Éden original” foi o termo usado pelo General Gordon, famoso em Cartum, em 1881, quando visitou pela primeira vez a ilha de Praslin, a segunda maior deste grupo de oitenta e seis atóis. E não é de admirar! Nas Seychelles, encontram-se areia branca, praias tropicais orladas de coqueiros oscilantes, e um mar transparente que varia do verde pálido ao azul-anil. Tais águas estão repletas de centenas de espécies de peixes tropicais, bem como de numerosas variedades de moluscos. Os recifes coralinos ao largo, a vegetação luxuriante e o clima temperado fazem com que tais ilhas pareçam ainda mais ‘edênicas’.

      Diferente da maioria das ilhas tropicais, as Seychelles não estão sujeitas a ciclones e furacões, cobras venenosas ou animais perigosos. Aqui poderá encontrar paz e quietude, num ambiente incrivelmente lindo. Enseadas retiradas, praias isoladas, flores e aves raras, banhos de sol, mergulhos submarinos e pescaria, no meio dum povo caloroso, amigável e hospitaleiro — eis a vida nas Seychelles.

      O advento da era do jato e a atitude governamental, cada vez mais voltada para o turismo, abriram estas lindas ilhas ao mundo exterior. Embora o fluxo de turistas tenha aumentado grandemente nos últimos anos, as Seychelles ainda refletem seu longo isolamento, possuindo praias tropicais desertas. Em Mahé, a mais acessível dessas ilhas, concentra-se mais de 80 por cento da população total de 60.000 habitantes. Todavia, também possui enseadas retiradas em que o marulho das ondas e suave brisa que provoca o farfalhar das palmeiras são os únicos sons que provavelmente rompam a quietude.

      De qualquer dos majestosos picos montanhosos que formam a espinha dorsal de Mahé, poderá desfrutar tremenda vista

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