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  • “Haverá grandes terremotos”
    Despertai! — 1977 | 22 de agosto
    • estava na frente do túmulo de Cristo. (Mat. 28:1, 2) Um bom número de anos depois, enquanto o apóstolo Paulo e seu colega, Silas, estavam presos em Filipos, suas orações e cânticos de louvor a Deus foram respondidos por meio dum “grande terremoto”. Abriu as portas da prisão e soltou todos os grilhões dos prisioneiros. Esta ocorrência levou à conversão do carcereiro e de sua família ao cristianismo. — Atos 16:25-34.

      Todavia, outros terremotos ocorreram antes da destruição de Jerusalém e de seu templo em 70 E. C. Escreveu o famoso comentarista bíblico, Albert Barnes: “Muitos deles são mencionados como precedendo a destruição de Jerusalém. Tácito menciona um, no reinado de Cláudio, em Roma; e afirma que, no reinado de Nero, as cidades de Laodicéia, Hierápolis, e Colossos, foram destruídas; e a festejada Pompéia foi sobrepujada, e quase que destruída, por um terremoto, Anais, 15, 22. Outros são mencionados como ocorrendo em Esmirna, Mileto, Quios e Samos.”

      Não É História Passada

      Seguramente, então, ocorreram “grandes terremotos” antes de 70 E. C. Mas, será tudo o que está envolvido na profecia de Cristo? Deveras que não. As palavras proféticas de Jesus a respeito de terremotos têm significado especial para as pessoas do século vinte. Isto se torna evidente pela natureza da pergunta que Jesus estava respondendo. O escritor evangélico, Mateus, expressa a indagação do seguinte modo: “Dize-nos: Quando sucederão estas coisas e qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” — Mat. 24:3.

      Concordemente, Jesus respondeu, tendo em mente a sua futura presença. Visto que tal presença estaria ligada à “terminação do sistema de coisas” que existia naquele tempo, sua resposta também apontava para o futuro distante. (Mat. 13:24-30, 36-43) Assim, ao passo que os terremotos deveras precederam o fim do sistema judaico de coisas, lá em 70 E. C., era certo um cumprimento futuro, muito maior, relativo à previsão de Jesus: “Haverá grandes terremotos.”

      As Testemunhas de Jeová aprenderam, pelo estudo da Bíblia, que a presença de Jesus Cristo, como Rei celeste, e o “tempo do fim” do atual sistema de coisas, começaram em 1914 E. C. (Dan. 12:9) Mas, que dizer dos terremotos previstos?

      Interessante é que, num período de 1.059 anos (856 a 1914 E. C.), fontes fidedignas alistam apenas 24 grandes terremotos, havendo 1.972.952 mortos. Mas, compare isso com a acompanhante lista parcial que cita 43 casos de terremotos, em que 1.579.209 pessoas morreram durante apenas os 62 anos de 1915 a 1976 E. C. Ali, ano por ano, acham-se as localidades de alguns dos terremotos deste período, junto com as estatísticas de mortos, apresentadas na página precedente.

      O aumento dramático de terremotos desde 1914 ajuda a provar que vivemos no tempo da presença de Jesus. Estes poderosos tremores cumprem sua profecia: “Haverá grandes terremotos.”

  • A linguagem humana — dádiva ímpar
    Despertai! — 1977 | 22 de agosto
    • A linguagem humana — dádiva ímpar

      Do correspondente de “Despertai!” na Costa do Marfim

      UMA máquina de traduzir certa vez captou a expressão inglesa “longe dos olhos, longe da mente (em português, do coração)” e a verteu em outra língua como “idiota invisível”! Significava isso que se havia rompido alguma engrenagem da máquina? Não, ela cometera um erro muito perdoável. Também sublinhava um dos muitos fatores que tornam ímpar a linguagem humana entre os métodos conhecidos de comunicação — sua complexidade.

      Para a máquina, “longe dos olhos” era, em certo sentido, ser ‘é invisível”. Estar “longe da mente” significava estar louco ou ser um idiota; todavia “longe dos olhos, longe da mente” não significa um “idiota invisível”! É tal tipo de coisa que dá dores de cabeça aos inventores de máquinas de traduzir.

      Naturalmente, não é apenas a complexidade que torna ímpar a fala humana. Há muitos outros fatores envolvidos — tantos que alguns cientistas sustentam que, ao invés de rotular o homem de homo sapiens (“homem com sabedoria”), seria mais apropriado rotulá-lo de homo loquens (“homem que fala”).

      Alguém, porém, talvez proteste: “Já se esqueceram de toda a pesquisa recente sobre sistemas de comunicações de animais? É verdade que o homem fala. Mas, também o fazem os animais, de seu modo. Os golfinhos assobiam, as abelhas dançam, as aves têm notas distintivas de canto e algumas até mesmo imitam a voz humana. E que dizer dos macacos que recentemente aprenderam certa linguagem de ‘sinais’? Embora seu meio de comunicação talvez não funcione bem do mesmo modo que o do homem, por certo o objetivo e os resultados são os mesmos, não são?”

      Bem, são e não são. São, no sentido que comunicam; e não são, pois, via de regra, o objetivo e os resultados não são os mesmos. Fez-se muita pesquisa sobre esse assunto. As diferentes chamadas feitas por criaturas tão variadas como os gibões, os gansos e os golfinhos têm sido catalogadas — em alguns casos, até mesmo organizadas numa espécie de vocabulário. Os gibões, pelo que parece, dispõem de nove chamadas, mais ou menos, e os golfinhos ainda mais. Os golfinhos até mesmo parecem dispor de diferentes “dialetos”, segundo o local onde vivam.

      Todavia, há várias diferenças vitais

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