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A santidade de Deus — conforme magnificada em LevíticoA Sentinela — 1977 | 1.° de novembro
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O livro de Levítico é deveras de grande valor para os servos de Deus hoje em dia, assim como foi para os seus servos na antiguidade. Entre outras coisas, salienta a excessiva pecaminosidade do pecado e a necessidade dum sacrifício expiatório, a santidade do sangue e a importância da justiça e do amor. Mas, acima de tudo, faz com que nos apercebamos da importância da soberania de Jeová como grande Legislador, com ênfase no seu nome e na sua santidade.
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‘Faça discípulos . . . ensinando-os’A Sentinela — 1977 | 1.° de novembro
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‘Faça discípulos . . . ensinando-os’
“Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” — Mat. 28:19, 20.
1. Por que deve ser encarada como muito séria a ordem de ‘fazer discípulos e de ensiná-los’?
A ORDEM de fazer discípulos não se originou nem dos homens, nem dos anjos. Foi dada pelo ressuscitado Filho de Deus, que podia dizer a respeito de si mesmo: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.” (Mat. 28:18) Como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”, recebeu de seu Pai poderes para reduzir a nada “todo governo, e toda autoridade e poder”, visíveis e invisíveis, que se opõem aos princípios justos. (1 Cor. 15:24-26; Rev. 19:16) A autoridade de Cristo não se limita aos vivos. Ele é também Juiz dos mortos, e, em razão de seu poder de ressurreição, pode convocar diante de si todos aqueles que estão na sepultura. (João 5:26-28; Atos 10:42) Por certo, a ordem de quem tem tal espantosa autoridade deve ser tratada como sendo de máxima importância, por aqueles a quem se aplica.
2. Que palavras de Jesus Cristo mostram que a ordem de ‘fazer discípulos’ continua em vigor?
2 Já se passaram mais de dezenove séculos desde que Jesus Cristo disse: “Fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” Será que a passagem de tantos anos significa que esta ordem não se aplica mais? Absolutamente não. Depois de dá-la, Jesus Cristo acrescentou a garantia: “Eis que estou convosco todos os dias, até à terminação do sistema de coisas.” (Mat. 28:19, 20) Visto que o predito fim ainda não chegou, a ordem, de fazer discípulos, continua em vigor.
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