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  • Como está seu programa de estudo pessoal?
    Nosso Ministério do Reino — 1974 | fevereiro
    • escondidos, ‘entenderemos o temor de Jeová e acharemos o próprio conhecimento de Deus’. Não podemos ter este devido “temor de Jeová” e o “conhecimento de Deus” a menos que estudemos a sua Palavra. Se realmente compreendermos a importância de sua Palavra, não nos esquivaremos do que Deus exige, nem tentaremos safar-nos do que a Bíblia mostra claramente que devemos fazer. Perguntaremos a nós mesmos, ao ler e estudar: O que significa isso na minha vida? Se não significa nada, por que não? Por exemplo, o pai, em vez de dirigir um estudo rotineiro de ‘fazer a pergunta e obter a resposta’ com seus filhos, poderia amorosamente fazer com que se expressem sobre que influência o encorajamento e conselho bíblico terá sobre o comportamento deles na escola.

      5 Verifica que sua compreensão é mais vagarosa do que a de outros? Lê num ritmo mais vagaroso, talvez nem sempre conseguindo ler tudo antes de sair algo novo? Não se preocupe com isso. Com a prática, poderá melhorar sua capacidade de ler e entender, mas o importante é que reserve tempo regular e definitivo para o estudo pessoal. E tome por alvo aproveitá-lo plenamente. Ao procurar entender o que lê, veja como os pontos aprendidos se enquadram no que já sabe.

      6 Não devemos hesitar em pesquisar coisas mais profundas da Palavra de Deus. Paulo admoestou: “O alimento sólido . . . é para as pessoas maduras para aqueles que pelo uso têm suas faculdades perceptivas treinadas para distinguir tanto o certo como o errado.” (Heb. 5:13, 14) o estudo pessoal desempenha um papel vital no crescimento à madureza e para nos mantermos espiritualmente fortes e bem preparados para o serviço de Jeová.

  • Não falhemos no objetivo de nosso ministério de campo
    Nosso Ministério do Reino — 1974 | fevereiro
    • Não falhemos no objetivo de nosso ministério de campo

      1 Hoje em dia, encontramos cada vez mais pessoas que não querem ouvir nossa mensagem ou que ficam com publicações, mas dizem: “Minha organização religiosa faz o mesmo” ou: “Estão fazendo um bom trabalho Que Deus os abençoe.” Talvez tenhamos ido à próxima porta pensando que apenas as deixamos com boa disposição mental para a próxima Testemunha. Mas, temos de lembrar-nos de que algum dia talvez estejamos fazendo a última visita a estas pessoas. Será a próxima visita que fazemos a nossa última? Então, o que devamos fazer e dizer em tais circunstâncias? — 2 Cor. 6:2; Isa. 55:6.

      2 Não temos por objetivo dar testemunho do Reino e não estamos convencidos de que fazemos uma obra que nenhuma outra organização religiosa faz? Portanto, quando tais pessoas apenas concordam conosco ou só dizem que a Bíblia é um bom livro e deve ser lida mais, e for só isso o que conseguimos à porta, falhamos no objetivo de nossa visita? Ao lermos a história da vida de Jesus, o que encontramos? Ele não permitiu que palavras suaves ou lisonja o desviassem de seu objetivo. Por exemplo, em certa ocasião, certos religiosos lhe disseram: “Instrutor sabemos que és veraz e que ensinas o caminho de Deus em verdade, e que não te importas com ninguém, pois não olhas para a aparência externa dos homens.” Esta maneira conciliatória de falar não fez com que ele falhasse no objetivo de seu ministério. Tomou a iniciativa e deu testemunho a respeito da verdade de modo tão eficiente, que eles se maravilharam com o que ele disse. — Mat. 22:15-22.

      3 Durante o mês de fevereiro, ofereceremos às pessoas o livro Verdade. Poderá experimentar modos diferentes de suscitar interesse na mensagem do Reino e ver o que é mais eficiente no seu território. Um modo de fazer isso de maneira bem sucedida talvez seja o de perguntar ao pai (ou à mãe) à porta: “Se o seu filho tiver aprendido a oração do Pai Nosso e lhe perguntasse: ‘O que é o Reino?’ poderia responder-lhe com conhecimento de causa? Ou o filho poderia perguntar: ‘Quando virá o Reino?’ O que lhe responderia?” Daí poderá explicar que, para dar a esta oração um significado maior do que apenas palavras, ele poderá obter respostas reais sobre o Reino na publicação que apresenta.

      4 Alguns talvez estejam muito satisfeitos com a sua religião, mas poderíamos perguntar-lhes francamente se a sua religião lhes ensinou como obedecer à ordem bíblica de Revelação 18:4. Poderíamos ler o texto, se permitirem isso, ou, do contrário, dizer-lhes o que diz. Visto que estão satisfeitos com a sua religião e não sabem o que a Babilônia é e como sair dela, poderíamos dizer-lhes que, por ser isso muito urgente e eles ainda não terem recebido esta informação vital, gostaríamos de deixar com eles o livro, para ajudá-los a saber como podem obedecer a este mandamento. (A página 132 tem bons pontos sobre Rev. 18:4.) Talvez seja bom não lhes dizer logo na primeira visita o que é Babilônia, a Grande; dê-lhes a oportunidade de verem isso por si mesmos. Na revisita, poderá prosseguir com este ponto. Esperarem um pouco pela resposta que não podem obter da sua igreja à base da Bíblia talvez lhes mostre a necessidade de terem algo fora da sua religião.

      5 Aos que acham que todas as organizações religiosas fazem o mesmo, poderíamos dizer: “Ninguém, exceto as testemunhas de Jeová, chegou à minha porta com esta mensagem. O que se dá no seu caso? Sabe qual a mensagem que se mandou que o povo de Deus levasse às pessoas?” Poderia então citar Mateus 24:14 na página 185. Poderá cultivar o interesse no livro por usar outros pontos bons do livro.

      6 Ao fazer revisitas, sempre é bom ter em mente nosso objetivo em dar testemunho. Se a pessoa a que se deu testemunho não estiver em casa, então o que dizer da pessoa que atendeu à porta? É muito fácil dizer: “O Sr. ——— e eu tivemos uma palestra interessante na minha última visita, e sem dúvida, o senhor (ou a senhora) estará interessado em saber dum governo extraordinário —um governo de mil anos.”

      7 Talvez estejamos inclinados a pensar que algumas destas maneiras de falar sejam muito diretas e francas, mas podemos ter a certeza de que falarmos a verdade de modo claro mas com tato, não afastará os semelhantes a ovelhas. Não disse Jesus a respeito do verdadeiro pastor: “As ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz”? — João 10:4.

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1974 | fevereiro
    • Perguntas Respondidas

      ● Quem pode proferir discursos de casamento e de enterro?

      Discursos de casamento e de enterro podem ser proferidos por qualquer irmão dedicado e batizado. No que se refere à seleção de alguém para realizar a reunião de casamento ou de enterro, trata-se dum assunto pessoal a ser decidido pelas pessoas ou pela família envolvida. Visto que os casamentos e os enterros não são considerados como conferências públicas, não se exige que aquele que realiza a reunião seja ancião ou servo ministerial designado. Naturalmente, se a reunião se deve realizar no Salão do Reino, é preciso obter permissão da comissão de serviço da congregação. Pode-se permitir que um irmão de uma congregação diferente profira o discurso de casamento ou de enterro no Salão do Reino de outra congregação, com a aprovação da comissão.

      A comissão pode permitir que casais dedicados, em boa situação na congregação, usem o Salão do Reino para um casamento. A pessoa dedicada que planeja casar-se com alguém não dedicado deve ser aconselhada a se casar “somente no Senhor”. (1 Cor. 7:39) Se a pessoa dedicada ainda assim prosseguir com o casamento, o assunto é dela. A comissão pode decidir permitir ou não o uso do Salão, mas, caso o permita, não significa que aprova o casamento. Pode-se também permitir que duas pessoas não dedicadas usem o Salão do Reino para um casamento, se a comissão der a sua permissão, mas tais pessoas não dedicadas precisam gozar de boa reputação na comunidade. Fica a cargo da consciência do irmão que deve proferir o discurso de casamento se ele quer servir no caso de pessoas não dedicadas. Todas as reuniões de casamento ou de enterro realizadas no Salão do Reino devem ser condignas e estar de acordo com as leis locais. (Veja “A Sentinela”, 1/12/72; 15/7/69; 15/3/66 e 1/7/61.)

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