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    • na área pudessem ser protegidos. — 2 Crô. 20:24; Isa. 21:8; 32:14.

      Havia várias cidades chamadas de Mispé (Heb. , mitspéh, “torre de vigia”), provavelmente devido a estarem situadas em grandes elevações ou por haver torres notáveis ali erguidas. Às vezes a Bíblia diferençava tais cidades por citar nominalmente sua localização, tal como “Mispé de Gileade” (Juí. 11:29) e “Mispé, em Moabe” (1 Sam. 22:3).

      Jacó ergueu um monte de pedras e o chamou de “Galeede” (“monte de testemunho”) e “A Torre de Vigia”, porque, conforme Labão disse então: “Vigie Jeová entre mim e ti quando estivermos sem nos ver um ao outro.” (Gên. 31:45-49) Este monte de pedras testificaria que Jeová estava observando, a fim de certificar-se de que Jacó e Labão cumprissem seu pacto de paz.

  • Tortura, Estaca De
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    • TORTURA, ESTACA DE

      Veja ESTACA DE TORTURA.

  • Touro (Novilho; Vitelo)
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    • TOURO (NOVILHO; VITELO)

      Várias palavras na língua original, por exemplo, o termo hebraico par, foram traduzidas de forma variada como “touro”, “novilho” (ALA), “rês bovina” (PIB), e “boi” (BV). No emprego moderno, em português, “boi” veio a aplicar-se especialmente a um touro castrado (Novo Dicionário Aurélio, acepção 2), mas as palavras da língua original amiúde traduzidas “boi” e “bois”, em várias traduções, não devem ser entendidas neste sentido restrito. Embora a castração seja o método comumente utilizado para domar touros a fim de servirem como animais de carga, pelo visto os israelitas não praticavam tal coisa, pois um animal mutilado era inapropriado como sacrifício. (Lev. 22:23, 24; Deut. 17:1; compare com 1 Reis 19:21.) Por conseguinte, sugeriu-se que a raça usada pelos israelitas pode ter sido de índole mansa.

      O macho do gado bovino tem ocupado um lugar de destaque nas religiões de muitos povos pagãos. Seja devido à sua grande força, seja ao seu potencial como reprodutor de numerosa progênie, ele tem sido honrado, e até mesmo adorado. Os babilônios empregavam o touro qual símbolo de seu principal deus, Marduque. No Egito, touros vivos, tais como o Ápis, em Mênfis, e o Mnevis, em Heliópolis, eram venerados como encarnações dum deus. Na Grécia, o touro era vinculado de forma destacada com a adoração de Dioniso. A ocorrência do Touro como um dos principais signos do Zodíaco, fornece evidência adicional do importante lugar atribuído ao touro nas religiões pagãs.

      Pouco depois do Êxodo, até mesmo os israelitas, provavelmente por terem sido contaminados pelos conceitos religiosos com os quais se familiarizaram enquanto no Egito, trocaram a glória de Jeová por uma “representação de um touro”. (Sal. 106:19, 20) Mais tarde, o primeiro rei do reino de dez tribos, Jeroboão, estabeleceu a adoração do bezerro em Dã e em Betel. — 1 Reis 12:28, 29.

      Segundo a Lei que Deus forneceu a Israel, não se devia prestar qualquer veneração, nem mesmo de modo representativo, ao touro ou a qualquer outro animal. (Êxo. 20:4, 5; compare com Êxodo 32:8.) Naturalmente, ofereciam-se touros em sacrifícios (Êxo., cap. 29; Lev. 22:27; Núm., cap. 7; 1 Crô. 29:21), e, em certas épocas, a Lei ordenava especificamente que se sacrificassem touros. Caso o sumo sacerdote cometesse um pecado que trouxesse culpa sobre o povo, exigia-se que ele oferecesse um touro, a maior e mais valiosa vítima sacrificial, isto sem dúvida em harmonia com sua posição responsável qual líder de Israel na adoração verdadeira. Um touro também tinha de ser oferecido quando toda a assembleia de Israel cometia um erro. (Lev. 4:3, 13, 14) No Dia da Expiação, devia-se oferecer um touro em favor da casa sacerdotal de Arão. (Lev., cap. 16) No sétimo mês de seu calendário sagrado, os israelitas tinham de oferecer mais de 70 touros como ofertas queimadas. — Núm., cap. 29.

      O touro também era utilizado pelos israelitas no trabalho relacionado com as operações agrícolas, para arar e debulhar. (Deut. 22:10; 25:4) Tal animal devia ser tratado de forma humanitária. O apóstolo Paulo aplicou aos servos cristãos de Deus o princípio incorporado na Lei com respeito a não açaimar um touro enquanto este debulhava, indicando que, assim como o touro que trabalhava tinha direito a comer o cereal que debulhava, semelhantemente aquele que partilha coisas espirituais com outros é digno de receber provisões materiais. (Êxo. 23:4, 12; Deut. 25:4; 1 Cor. 9:7-10) A legislação abrangia casos de roubo dum touro e de danos causados às pessoas e às propriedades por um touro deixado solto. — Êxo. 21:28 a 22:15.

      Os touros sacrificados pelos israelitas simbolizavam a oferta sem defeito de Cristo como o único sacrifício adequado pelos pecados da humanidade. (Heb. 9:12-14) Touros sacrificiais também representavam um sacrifício superior, um em que — em todos os tempos e em todas as circunstâncias — Jeová se deleita, a saber, os frutos espontâneos dos lábios que, como novilhos vigorosos, são utilizados para louvar o nome de Deus. — Sal. 69:30, 31; Osé. 14:2; Heb. 13:15.

      No simbolismo bíblico, o touro é empregado para indicar poder e força. O mar de fundição, em frente do templo de Salomão, repousava sobre representações de doze touros, em grupos de três, de frente para cada um dos pontos cardeais. (2 Crô. 4:2, 4) As quatro criaturas viventes, observadas em visão pelo profeta Ezequiel, que acompanhavam o trono, semelhante a um carro, de Jeová, tinham cada uma delas quatro faces, uma das quais era a dum touro. (Eze. 1:10) Na visão do apóstolo João, uma das quatro criaturas viventes

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