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  • A ignorância bíblica traz outras perdas
    Despertai! — 1973 | 8 de setembro
    • alcoólicas. Mas, será que as pessoas dessas igrejas realmente creram em tais ensinos? Bem, mais de 90 por cento da safra enorme de fumo dos EUA ainda provêm do Sul. E Kentucky permanece sendo o principal estado produtor de uísque dos EUA. Poder-se-ia esperar que os jovens inteligentes da atualidade ignorassem tão óbvias incoerências? Dificilmente!

      Nem se pode desperceber a hipocrisia dentro de muitas das próprias igrejas do “Cinturão da Bíblia”. Uma senhora em Decatur, Geórgia, afirma: “Fui criada como filha de um ministro batista, o que significou que não se permitia nada de maquilagem, nada de jóias, nada de jogos de cartas em casa, nenhuma dança de qualquer espécie, nada de cabelos curtos para as moças, nada de música aos domingos, e absolutamente nada de fumo ou álcool. Quase tudo era ‘proibido’. Quando tinha doze anos, mais ou menos, compreendi que todos diziam uma coisa e na realidade viviam de outra maneira. Principalmente meu pai. Ele pregava aos domingos contra tudo que ele fazia a semana inteira.” Tal hipocrisia é apenas mais uma das causas de muitos se afastarem das igrejas do Sul.

      Por certo, deixar de crer na Bíblia por aderir firmemente a seus ensinos resultou na divisão, na incerteza e na hipocrisia dentro das organizações religiosas do “Cinturão da Bíblia”. Contribuiu para sua perda de membros. Todavia, muitas pessoas sinceras honestamente perguntam se há qualquer aspecto positivo de algum modo no quadro religioso do “Cinturão da Bíblia” nos Estados Unidos.

  • A verdade bíblica avança no “Cinturão da Bíblia”
    Despertai! — 1973 | 8 de setembro
    • A verdade bíblica avança no “Cinturão da Bíblia”

      O ÚNICO sinal de saúde espiritual no “Cinturão da Bíblia” (e em todas as demais partes do mundo) foi recentemente indicado pelo historiador da Igreja Batista, Dr. H. L. McManus, da Universidade Mercer em Macon, Geórgia. Ele apontou as testemunhas de Jeová como tendentes a tornar-se ‘grande denominação’ e trouxe à atenção seu ‘crescimento fenomenal’.

      As estatísticas aqui indicadas, baseadas no trabalho das testemunhas de Jeová em quinze estados da região tradicional do “Cinturão da Bíblia”, revelam que, deveras, têm tido um ‘crescimento fenomenal’, como indicado pelo Dr. McManus:

      Ano: 1961 1971 1972

      N.º de T. J.: 70.926 115.730 120.425

      Mas, por que cresceram de forma tão vigorosa? Considere a explicação oferecida em um sermão por outro clérigo batista, C. Earl Cooper, da Igreja Batista Riverside em Jacksonville, Flórida:

      “As Testemunhas crêem na Bíblia . . . do início ao fim, e ‘não numa parte dela apenas, mas em toda ela’. Se vocês batistas] cressem tanto em sua religião como elas crêem na delas, se persistissem num realismo inteligente de sua religião tanto quanto elas persistem na delas, se os dez milhões de batistas do sul através deste país cressem em sua religião da forma como as Testemunhas de Jeová crêem na religião delas, estes batistas do sul virariam a América do Norte de cabeça para baixo, ou a virariam de cabeça para cima, pondo o que é certo no seu lugar, mas não cremos.”

      Milhares de pessoas verificam que as “Testemunhas crêem na Bíblia”, e, assim, afastaram-se das igrejas fundamentalistas em que a Palavra de Deus amiúde recebe pouco mais do que louvor fingido. Embora muitos desejem ardentemente entender a Bíblia e usá-la como guia de suas vidas, ela permanece como um livro fechado para elas até que entram em contato com às testemunhas de Jeová.

      Por exemplo, um senhor em Colúmbia, Carolina do Sul, contrasta os cinqüenta anos nas igrejas do “Cinturão da Bíblia” com aquilo que aprendeu por estudar com as Testemunhas: “Ao estudar com as testemunhas de Jeová, comecei a compreender que na Escola Dominical [da minha própria igreja] fazíamos a chamada, passavam duas bandejas de coleta, a Bíblia jamais era aberta, nem usada. Eu simplesmente me sentava e ouvia e jamais aprendi nada da Bíblia. Quando comparecia ao Salão do Reino das testemunhas de Jeová, ouvia excelente discurso, examinava muitos textos e realmente obtinha conhecimento e entendimento exatos.”

      Naturalmente, este senhor verificou que as testemunhas de Jeová não só aprendem sobre a Bíblia, mas realmente crêem nela e a vivem. Exemplificando: não passam “bandejas de coletas” nem avaliam financeiramente os membros da congregação. Antes, seguem o princípio bíblico de dar voluntariamente, conforme se encontra em 2 Coríntios 9:7: “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.”

      A Verdade Sobre os Mortos Atrai Muitos

      Centenas de pessoas que têm estado nas igrejas no Sul e que desejam crer na Bíblia têm ficado perplexas com o ensino do “inferno de fogo”. Para exemplificar: uma senhora em Houma, Louisiana, revela a frustração que certa vez sentiu quanto à doutrina do “inferno de fogo”: “Foi-me ensinado que Deus era um Deus de amor, conforme declarado em João 3:16, todavia, a igreja ensinava um inferno ardente. Isto simplesmente não parecia lógico para um Deus de amor. Recentemente senti a perda de um ente querido em minha família, e fiquei preocupada com a condição desta pessoa. Fiquei emocionada de saber pela Bíblia a condição dos mortos, bem como a maravilhosa esperança duma ressurreição.” Sim, a simples verdade bíblica declarada em Eclesiastes 9:5, que ‘os mortos não estão cônscios de coisa alguma’, e estão dormindo na morte, aguardando uma ressurreição ou volta à vida, atrai as pessoas de coração honesto, como atraiu esta senhora. Ela sabe agora que um Deus amoroso não atormenta pessoas eternamente num “inferno de fogo”.

      Outra senhora, em Daraville, Geórgia, perdeu sua mãe. Ela perguntou ao seu ministro batista se a mãe dela (que não era membro da igreja do ministro) estava no “inferno de fogo”. Esta senhora, ao lembrar-se das tentativas dele em responder, concluiu: “Bem, quando ouvi os ‘talvez’ e os ‘não sei ao certo’, isso bastou para mim. Finalmente compreendi que o homem não sabia nada sobre a Palavra de Deus, a Bíblia. Assim decidi esquecer de tudo aquilo, do pregador, da igreja, de tudo mesmo.”

      Algum tempo depois disso, as testemunhas de Jeová a visitaram. Então, não só foram respondidas as perguntas dela sobre a condição dos mortos, mas ela aprendeu como a Bíblia ajuda aos vivos. Ela afirma: “Agora estou aprendendo o modo de vida cristão. As testemunhas de Jeová realmente têm a Deus como a Autoridade Suprema em todos os assuntos, não importa quão grande ou pequeno seja o problema. Todas as respostas estão na Bíblia e agora eu as estou encontrando, com a esperança de ajudar outros como eu mesma que não têm conseguido obter respostas da Palavra de Deus para as suas perguntas.”

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