Por dentro das notícias
Casamento sem Divórcio
● Depois de observar que “houve quase um divórcio para cada dois casamentos, no ano passado”, nos Estados Unidos, o “Times” de Nova Iorque observou em 1976: “Expresso de outro modo, o número dos divórcios, no ano passado, foi duas vezes maior do que em 1966 e quase três vezes maior do que em 1950.”
Por que este rápido aumento? “Não há falta de teorias sobre por que os divórcios são tão prevalecentes”, disse o editorial do “Times”. “Abrangem desde o ponto de vista que destaca o declínio da crença religiosa e o aumento de novos costumes sexuais até . . . as expectativas excessivamente elevadas e irrealísticas quanto ao que o casamento pode ou não pode prover.”
Por outro lado, mais de meio milhão de estadunidenses não se deixam arrebatar por esta tendência do divórcio. O colunista George R. Plagenz observou no jornal “Press” de Cleveland que “as Testemunhas de Jeová são outro grupo religioso que tem uma boa reputação de casamentos estáveis”. Por quê? “As Testemunhas crêem na Bíblia. Uma das mais interessantes cerimônias de casamento a que já assisti foi realizada recentemente num Salão do Reino das Testemunhas de Jeová. O ofício consistia na maior parte em passagens e admoestações bíblicas sobre como obter a felicidade marital, as quais o ministro . . . leu para o jovem casal de nubentes.”
O conselho bíblico é bem sucedido porque procede Daquele que originou o arranjo de casamento. — Gên. 2:21-24.
‘Não Ficou Pedra’
● Os arqueólogos sondaram a fundo os alicerces de rocha do “muro das lamentações” na parte antiga de Jerusalém. Eles confirmaram que as grandes pedras da muralha não fazem parte de nenhum templo que houvesse ali antes da destruição de Jerusalém em 70 E. C.
Alguns tiveram a impressão de que os restos da muralha eram do templo de Salomão, ou do templo de Herodes. Mas, conforme declarou um arqueólogo israelense, há pouco tempo: “A muralha que se vê não é a do Templo de Salomão, . . . Nem mesmo é a muralha do templo construído por Herodes, o Grande”, que foi o templo destruído em 70 E. C.
O que era essa muralha agora chamada “muro das lamentações”? O arqueólogo declarou: “Quando Herodes decidiu construir o templo, ele nivelou uma área duas vezes maior do que a da Acrópole — [457 por 237 metros] — sustentada por enormes muralhas de arrimo. E o Muro Ocidental [o “muro das lamentações”] é esta muralha de arrimo.”
Jesus disse aos seus seguidores, na sua profecia a respeito do templo de Herodes: “Deveras, eu vos digo: De modo algum ficará aqui pedra sobre pedra sem ser derrubada.” (Mat. 24:2) A arqueologia confirma a verdade destas palavras proféticas.
Detestável Sacrifício de Crianças
● No Brasil, oito crianças foram assassinadas num afogamento ritual. Pertenciam a membros duma seita chamada Universal Assembléia dos Santos. Na noite fatídica, o grupo marchou para a beira do mar, carregando seus filhos adormecidos. Uma por uma, as crianças foram lançadas ao mar pelo líder da seita.
Os envolvidos foram presos. Mas, eles atribuíam os afogamentos a Deus. Numa reunião, na qual ‘falavam em línguas’, o líder da seita disse que recebera de Deus uma “ordem divina” para matar as crianças.
Era esta a vontade de Deus? Deus diz sobre uma prática similar nos tempos antigos: “Construíram os altos de Baal para queimar seus filhos no fogo como holocaustos a Baal, algo que não ordenei nem falei, e que nem me subiu ao coração.” Deus chama esta prática de “coisa detestável”. — Jer. 19:5; 32:35.
O sacrifício de crianças, no Brasil, não pode ter sido da parte de Deus, visto que é inteiramente contrário ao seu amor e à sua ordem contra o assassinato. Donde poderia provir tal “ordem” contrária a Deus? Ela teve obviamente origem demoníaca, pois, “o próprio Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz”. — 2 Cor. 11:14.
Tolerada a Imoralidade
● Um sínodo geral da Igreja Unida de Cristo, realizado em Washington, D. C., E. U. A., aprovou, pela maioria de dois terços, conceitos sobre a moralidade que são contrários aos encontrados na Palavra de Deus. O sínodo declarou que a Bíblia, sozinha, não é guia adequado para a moralidade ou a conduta sexual. O periódico “Christianity Today” disse que o sínodo “não encara com bons olhos as interpretações tradicionais da condenação bíblica de atos homossexuais. Adota também um conceito liberal sobre o aborto . . . e o sexo fora do matrimônio”. Assim, dizem que a sabedoria dos homens imperfeitos é preferível à sabedoria de Deus.
Todavia, Jesus disse: “Deixai-os. Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” — Mat. 15:14.