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Tradução do título “Deus”A Sentinela — 1978 | 1.° de fevereiro
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Portanto, um termo de significado mais amplo costuma ser melhor do que um restrito. O contexto pode então servir para restringir a aplicação da palavra ao verdadeiro Deus.
Portanto, não há motivo para indevida preocupação com a origem de determinado termo para “Deus”. Até mesmo na Bíblia, a mesma palavra é aplicada ao verdadeiro Deus e a falsos deuses. O termo, em si mesmo, não é sagrado. Portanto, não há objeção ao uso duma designação que se referia exclusivamente a deuses falsos antes de aqueles que falam tal idioma chegarem a conhecer o Deus da Bíblia.
De fato, isto tem acontecido no caso de muitos idiomas modernos. A palavra japonesa para “Deus” pode significar literalmente “uma porção de pequenos deuses”. Em amárico e em tigrinho, dois idiomas de destaque da Etiópia, a designação comum de Deus é Egziabher. Esta expressão significa literalmente “Senhor das terras”, quer dizer, ‘Senhor das terras etíopes’. Quanto à palavra Deus em inglês, “God”, The Century Dictionary and Encyclopedic Lexicon of the English Language (Vol. 3, p. 2561, edição de 1899) diz que originalmente era do gênero neutro, e “geralmente no plural, sendo aplicada às divindades pagãs e elevada ao sentido cristão por ocasião da conversão dos povos teutônicos”. O livro Origens das Palavras, de Wilfred Funk, em inglês, diz: “A palavra central de todas as crenças é Deus, e a história do título Deus é uma mistura de palpites. A própria palavra Deus relaciona-se com palavras similares em dinamarquês, saxão, antigo alto-alemão, escandinavo, e em outras línguas, e pode até mesmo estar relacionada com uma antiga palavra lituana, que se referia a alguém que praticava magia.” — P. 279.
Hoje, nenhum dos termos para Deus, em qualquer das línguas já mencionadas, apesar de originalmente não se terem aplicado ao Criador, transmite idéia errônea aos ouvintes ou leitores. Portanto, não se pode levantar nenhuma objeção ao seu uso em traduções da Bíblia.
Assim como com tudo o mais, é preciso adotar um conceito razoável no que se refere ao uso duma palavra para designar o Deus da Bíblia. Afinal, qualquer termo para “Deus” é apenas um título e não um nome próprio. O que realmente distingue o verdadeiro Deus de todos os outros é o seu nome pessoal, Jeová. — Sal. 83:18.
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Novos membros do Corpo GovernanteA Sentinela — 1978 | 1.° de fevereiro
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Novos membros do Corpo Governante
Em 7 de setembro de 1977, o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová tomou a decisão de convidar três irmãos ungidos para se juntarem a eles no serviço em Brooklyn. Os novos membros do Corpo Governante são Carey W. Barber, dos Estados Unidos, John E. Barr, de Londres, e Martin Poetzinger, da República Federal da Alemanha. O irmão Barber já está no serviço de tempo integral desde 1923 e tem servido no Betel de Brooklyn e no serviço viajante. O irmão Barr já está por mais de trinta e sete anos no serviço de tempo integral nas Ilhas Britânicas; ele tem estado no Betel de Londres, em diversos serviços, e ultimamente tem sido secretário-tesoureiro da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia. Martin Poetzinger entrou no serviço do Reino em 1926 e ingressou no serviço de pioneiro em 1930. Ele é graduado da Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia. Seu serviço de tempo integral foi interrompido temporariamente quando esteve preso num campo de concentração, durante os anos de perseguição nazista. Aguardamos a participação destes três irmãos no serviço do Corpo Governante, ao passo que o serviço do Reino continua a aumentar. Há agora dezoito membros no Corpo Governante das Testemunhas de Jeová.
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