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  • Deus tem uma organização
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1968
w68 15/10 pp. 614-616

Deus tem uma organização

SERÁ que o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo tem uma organização visível que o represente na terra nos dias atuais? Se assim fôr, qual é? Por certo, êle não teria muitas organizações, tôdas elas ensinando doutrinas e dogmas em desacôrdo umas com as outras. “Deus não é Deus de desordem, mas de paz”, escreveu o apóstolo de Cristo, Paulo. (1 Cor. 14:33) Assim, qual é a organização que reflete de modo mais evidente o Deus de paz e de verdade?

Ao examinarmos as pretensões das várias seitas religiosas, faremos bem em ter presente o aviso de Jesus de que nem todos os que professam adorar a Deus como seus seguidores se provariam verdadeiros servos de Deus. Disse: “Muitos me dirão naquele dia [de julgamento]: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome, e não expulsamos demônios em teu nome, e não fizemos muitas obras poderosas em teu nome?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci! Afastai-vos de mim, vós obreiros do que é contra a lei.” — Mat. 7:22, 23.

A inteira fachada imponente das seitas religiosas da cristandade, grandes e pequenas, deveras parece ser exteriormente bela, com suas pretensões de santidade e de estar fazendo a obra comissionada por Cristo. Mas, o que resulta da investigação por trás daquela fronte? Será que as organizações eclesiásticas da cristandade agüentam a luz perscrutadora dos requisitos de Deus? Será que as obras poderosas que têm feito têm sido feitas em harmonia com os princípios da justiça e da verdade?

O CRITÉRIO

Cristo Jesus não deixou seus seguidores ficarem sem uma prova fidedigna pela qual pudessem determinar se era verdadeira ou falsa a profissão de Cristianismo. O sinal de identificação do verdadeiro Cristianismo, o critério pelo qual as organizações religiosas podem ser corretamente julgadas, foi expresso por Jesus, conforme relatado em João 13:35: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.”

Eis aqui uma prova que podemos aplicar com justiça a todo grupo religioso que professa ser submisso a Jesus Cristo! Será que diria que agüentam tal prova as pessoas que vão para os campos de batalha e que matam seus co-membros da igreja por acontecer que são de diferente nacionalidade? Será isso uma demonstração de amor entre êles próprios? Tem de concordar que não é. Então, pergunte a si mesmo se os membros de sua denominação têm sido e ainda são culpados de tal conduta. Se forem, então deixam de satisfazer o padrão estabelecido por Cristo. E as organizações que toleram tal falta de amor não representam o Deus de paz.

E o que dizer dos grupos religiosos cujos membros ignoram a orientação da Bíblia de evitar a amizade do mundo e se envolvem nas rixas e nas rivalidades dos partidos políticos? (Tia. 4:4) Os membros do mesmo grupo religioso pertencem a partidos oposicionistas e, por meio desta sua mesma qualidade de membros, justificam as lutas e os nomes feios que assinalam a escaramuça em busca de cargos políticos. Será que os membros de sua congregação se empenham em tal escaramuça política uns contra os outros? Caso o façam, então a organização em que afirmam adorar a Deus não pode ser a congregação de Cristo, o Príncipe da Paz, que declarou a respeito de seus seguidores genuínos: “Se vós fizésseis parte do mundo, o mundo estaria afeiçoado ao que é seu. Agora, porque não fazeis parte do mundo, mas eu vos escolhi do mundo, por esta razão o mundo vos odeia.” — João 15:19.

Há outros grupos de chamados seguidores de Cristo que se afastam do mundo, é verdade, mas que se entregam à contemplação religiosa, quer dentro quer fora dos muros dum mosteiro. Mas, será que obedecem à ordem dada por Cristo a todos os cristãos verdadeiros: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de tôdas as nações”? (Mat. 28:19) Se deixarem de obedecer a êste mandamento, então é manifesto que não amam a Cristo. (João 14:15) E segue-se que não são parte da organização sob Cristo que representa atualmente a Deus na terra.

IDENTIFICANDO A ORGANIZAÇÃO DE DEUS

Mas, há uma organização entre os homens que realmente satisfaz os requisitos da Palavra de Deus, a Bíblia? Existe porventura uma organização cujos membros se sentem atraídos em amor uns pelos outros, desconsiderando por completo as diferenças de classe, de raça, de nacionalidade, de língua ou outras? E será que tal organização se empenha na pregação e num programa de ensino mundiais, estendendo aos cidadãos mais pobres a oportunidade de progredirem em conhecimento bíblico? Sim, existe tal organização — apenas uma! É a organização das testemunhas de Jeová, bem conhecida pela sua obra de pregação em 197 países.

Quais são os fatos para provar isto? Considere alguns dêles. Na congregação das testemunhas de Jeová em qualquer localidade não há distinção de classes. Os membros mais pobres e os mais prósperos se misturam livremente e servem juntos quais pregadores e instrutores da Palavra de Deus. Tôdas as Testemunhas têm igual oportunidade de expressar-se nas palestras bíblicas congregacionais. Quando as Testemunhas se reúnem para suas grandes assembléias, comem juntas, adoram juntas e se associam como uma grande família feliz — como se tivessem-se conhecido durante tôda a sua vida. As pessoas estranhas ficam maravilhadas por ‘terem amor entre elas mesmas’.

Em outro sentido, as Testemunhas se ajustam ao que a Bíblia apresenta qual verdadeira imagem da organização que estaria fazendo a vontade de Deus na terra. Empenham-se em pregar as boas novas do reino de Deus em todo o mundo, destacando que tal Reino — e não as Nações Unidas ou qualquer outra organização humana — é a única esperança para a humanidade sofredora. Além de propalar tal esperança até os confins da terra, conforme predito (Mat. 24:14), as testemunhas de Jeová se mantêm ocupadas também na obra de ensinar as ordens de Cristo às pessoas apreciativas, fazendo discípulos das mesmas. Êste ministério público, também, foi predito como serviço vital dos genuínos seguidores de Cristo. — Mat. 28:19, 20.

Assim, pode-se ver que as Testemunhas não são um grupo de pessoas que se reúnem uma vez por semana para escutar um breve sermão e então vão para casa e se esquecem por completo disso. Não, são pessoas ativas, cada uma delas sendo um ministro das boas novas, tendo vívido senso de sua responsabilidade pessoal de pregar e de ensinar. Não deixam tôda a pregação a cargo de uma só pessoa em sua congregação. Sabem que é o propósito de Deus que tôda pessoa a quem se prega, por sua vez, torne-se um pregador das boas novas a outros. Avaliam plenamente estas palavras do apóstolo Paulo: “As coisas que ouviste de mim, . . . destas coisas encarrega homens fiéis, os quais, por sua vez, estarão adequadamente qualificados para ensinar outros.” — 2 Tim. 2:2.

As pessoas ficam surprêsas de ver como até homens e mulheres jovens são treinados nas congregações das testemunhas de Jeová a conhecer e usar eficazmente suas Bíblias. Êstes jovens não gastaram diversos anos numa faculdade, estudando teologia e filosofias humanas. Mas, podem explicar às pessoas qual é a vontade de Deus para os homens e mostrar-lhes como aplicar em suas vidas a Palavra de Deus. Dão crédito a Deus como sendo seu Mestre, evitando todo o orgulho da erudição humana. — Isa. 54:13.

Não deve a inteira congregação de cristãos na terra, atualmente, ser testemunhas de Deus e de Cristo? O próprio Cristo Jesus devotou a vida a testemunhar a respeito de Deus e seus propósitos — tanto assim que recebeu o título oficial de “a Testemunha Fiel”. (Rev. 1:5) Êle, por sua vez, informou a seus discípulos: “Sereis testemunhas de mim . . . até à parte mais distante da terra:” (Atos 1:8) Esta é precisamente a obra à qual, coletiva e individualmente, se devotam as testemunhas de Jeová. Dedicam a vida a Deus, e, assim, assumiram a obrigação de ser Suas testemunhas. — Isa. 43:10-12.

Sim, as testemunhas de Jeová em suas congregações ao redor do mundo se enquadram na descrição contida na Bíblia sôbre a organização na terra que representaria a Deus e a Cristo nestes “últimos dias” críticos. (2 Tim. 3:1) Mas, será o leitor uma delas? Pode ser uma, mas a oportunidade se acha grandemente reduzida, pois o tempo é curto. É urgente que aja de modo a alinhar-se com as pessoas que servem aos interêsses do reino de Deus hoje em dia, porque, em breve, o julgamento de Deus será executado sôbre os perversos e todos os impostores que professam ser servos de Deus. (2 Tim. 3:13) A demora em agir resultará fatal. Mas, a pronta ação pode abrir-lhe muitos privilégios felizes no serviço da organização terrestre de Deus, bem como a esperança de sobreviver à crise do Armagedom que agora confronta a inteira raça humana.

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