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Mostre que é verdadeiro discípulo de CristoA Sentinela — 1978 | 1.° de janeiro
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se aproveitar dos meios de salvação providos por Deus, visando a vida celestial. (Veja Gálatas 3:13.) Suas palavras revelam a profundeza de seu amor altruísta. Paulo estava disposto a fazer tudo ao seu alcance para ajudar os judeus.
14. Como devemos ser induzidos a agir para com aqueles que são indiferentes ou que se opõem às “boas novas”? Por quê?
14 Nós, como discípulos de Jesus Cristo, devemos hoje ter a mesma espécie de preocupação com os incrédulos. Não devemos permitir que a oposição ou a indiferença deles crie em nós sentimentos de má vontade. Tais pessoas são membros da família humana pela qual Cristo morreu. (Rom. 5:6-8) E é da vontade de Jeová que continuem a receber a oportunidade de se arrependerem, enquanto estiverem vivos ou até que ele destrua toda a injustiça. (2 Ped. 3:9) Se reconhecermos isso de coração, seremos induzidos a refletir cuidadosamente e com oração sobre o que podemos fazer para ajudar outros de modo espiritual. Seguiremos assim a admoestação de Jesus: “Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem.” — Mat. 5:44.
15. O que mostra que a nossa vida atual, como discípulos de Cristo, é o melhor modo de vida?
15 Convém igualmente pensarmos no que as “boas novas” significam para nós individualmente. Ser discípulo de Jesus Cristo certamente é o melhor modo de vida. Somos poupados a usar nossa energia nos esforços vãos de perpetuar sistemas mundanos destinados a fracassar. Somos protegidos contra o envolvimento na imoralidade deste mundo e na sua violação da lei. Portanto, não sentimos as mágoas e as dores resultantes da violação das ordens de Deus. (Col. 3:5-10, 12-14) Além dos benefícios atuais, temos a grandiosa esperança da vida eterna sob condições justas. (2 Ped. 3:13) Quão bom seria se mais pessoas pudessem ser ajudadas a ter esta esperança, como discípulos de Jesus Cristo.
16. Por que é importante que as pessoas tenham a oportunidade de saber da verdade o mais breve possível?
16 As pessoas precisam das “boas novas” hoje. Amanhã pode ser tarde demais. Um motivo disso é que, por não saber das “boas novas”, alguém pode arruinar a sua vida. Um só ato de imoralidade, um acesso violento de ira, o abuso das drogas ou coisas assim podem resultar em dano irreparável. Além disso, não se sabe o dia e a hora em que Jeová Deus agirá contra o mundo ímpio. (Mat. 24:36-44) Por isso queremos usar sabiamente o tempo remanescente, no esforço de ajudar outros a obter a salvação. (Atos 18:6) Devemos pensar assim como o apóstolo Paulo: “Ai de mim se eu não declarasse as boas novas!” — 1 Cor. 9:16.
NÃO SE LIMITA À PROCLAMAÇÃO ORAL
17. O que mais é necessário, além da pregação, para mostrarmos que somos discípulos de Jesus Cristo?
17 Mostrarmos ser discípulos de Cristo, porém, não se limita à proclamação das “boas novas”. Inclui virmos em auxílio daqueles que estão em verdadeira necessidade e tratá-los bondosamente, não importa como possam ter agido para conosco (Rom. 12:17-20) Não obstante, assim como cuidar das necessidades da própria família tem prioridade a atender às necessidades de estranhos, assim a responsabilidade para com os concrentes tem prioridade a obrigações para com os incrédulos. (1 Tim. 5:8) O conselho bíblico é: “Realmente, então, enquanto tivermos tempo favorável para isso, façamos o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados conosco na fé.” — Gál. 6:10.
18. (a) Que responsabilidade temos para com os irmãos espirituais que sofrem necessidades físicas? (b) Quando é que o cristão não tem nenhuma obrigação de dar ajuda material a alguém em necessidade?
18 Há muitas oportunidades para fazermos o bem aos concrentes. Um acidente, um desastre natural ou outra calamidade talvez coloque alguns deles em situação de necessidade. Imitando a Jesus Cristo, certamente devemos querer fazer todo o possível para ajudar nossos irmãos espirituais. O apóstolo João escreveu: “Por meio disso chegamos a conhecer o amor, porque esse entregou a sua alma por nós; e nós temos a obrigação de entregar as nossas almas pelos nossos irmãos. Mas todo aquele que tiver os meios deste mundo para sustentar a vida e observar que seu irmão padece necessidade, e ainda assim lhe fechar a porta de suas ternas compaixões, de que modo permanece nele o amor de Deus? Filhinhos, amemos, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade.” (1 João 3:16-18) Naturalmente, caso alguém seja irresponsável, preguiçoso e não disposto a aceitar o trabalho disponível que é capaz de fazer, o cristão não tem nenhuma obrigação de ajudar a tal financeiramente. A regra bíblica é: “Se alguém não quiser trabalhar, tampouco coma.” — 2 Tes. 3:10.
19. De acordo com o que o apóstolo Paulo escreveu, como podemos ajudar os concrentes de modo espiritual?
19 É muito mais freqüente que os concrentes tenham necessidades espirituais. De acordo com 1 Tessalonicenses 5:14, todos na congregação têm a responsabilidade de fazer o possível para fornecer ajuda espiritual. Lemos: “Admoestai os desordeiros, falai consoladoramente às almas deprimidas, amparai os fracos, sede longânimes para com todos.” Alguns talvez negligenciem suas obrigações cristãs e por isso precisam ser admoestados. Mulheres mais idosas, por exemplo, talvez precisem fazer “as mulheres jovens recobrar o bom senso para amarem seus maridos, para amarem seu filhos, para serem ajuizadas, castas, operosas em casa, boas, sujeitando-se aos seus próprios maridos”. (Tito 2:4, 5) Os desanimados ou abatidos por causa de problemas ou provações precisam de encorajamento. Não serão talvez edificados por ouvirem as idéias bíblicas que deram ânimo a você? Não será fortalecedor para eles saberem de sua preocupação? Pode haver alguns que têm consciência fraca. Portanto, os que têm consciência forte devem suportar as fraquezas dos seus irmãos por se restringirem do exercício dos seus direitos. (Rom. 15:1-3) Visto que todos na congregação são imperfeitos, temos de estar dispostos a suportar em amor as faltas uns dos outros e a perdoar-nos liberalmente de coração. (Col. 3:13) Ajudarmo-nos uns aos outros assim certamente fortalecerá o vínculo do amor.
20. (a) O que realmente nos identifica como discípulos de Cristo? (b) O que resulta de darmos de nós mesmos a favor de outros?
20 É por meio do amor abnegado pelos crentes e pelos incrédulos que mostramos que somos discípulos de Cristo. (João 13:34, 35) Isto significa despender energia, tempo, recursos materiais, e, sim, nosso próprio ser, no empenho de promover o bem-estar espiritual dos outros. Não nos sentimos empobrecidos por darmos assim de nós mesmos. Antes, nossa felicidade continua a aumentar, pois “há mais felicidade em dar do que há em receber”. (Atos 20:35) Portanto, continuemos a aprofundar nossa alegria por imitar a Jesus Cristo em grau maior, sempre mostrando que somos seus discípulos devotados.
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Quão boa era a alimentação de João BatistaA Sentinela — 1978 | 1.° de janeiro
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Quão boa era a alimentação de João Batista
João Batista comia “gafanhotos e mel silvestre”. (Mat. 3:4) Segundo uma análise feita em Jerusalém, os gafanhotos do deserto são em 75 por cento proteína. A respeito do mel como alimento, The Encyclopedia Americana diz: “O mel é altamente nutritivo, especialmente como combustível para as energias do corpo, visto que quatro quintos de seus componentes são carboidratos.”
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