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  • Seja fiel a Deus “que olha em secreto”
    A Sentinela — 1985 | 15 de abril
    • aos outros, Paulo não se precisaria preocupar com fazer outros tropeçar. (Êxodo 23:8; Salmo 15:1, 5; Provérbios 17:23) Mas, Paulo não pensou assim. Muitos do povo de Jeová nos tempos modernos se viram confrontados com outras provas, tais como as que envolvem a lei de Deus sobre o sangue, o vício solitário e o abuso de bebidas alcoólicas. Vejamos como você ou seus entes queridos poderiam ver-se confrontados com tais provas.

      A Obediência Testada na Questão do Sangue

      11. Qual é a base para a posição cristã quanto ao uso do sangue?

      11 A lei de Deus sobre o sangue certamente não é nova, nem indefinida. Jeová ordenou a toda a humanidade, por intermédio de nosso antepassado comum, Noé: “A carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.” (Gênesis 9:4) A santidade do sangue, o qual representa a vida da parte de Deus, foi salientada na Lei mosaica. O sangue podia ser usado no altar, mas de outro modo devia ser ‘derramado na terra como água’. (Levítico 17:11-14; Deuteronômio 12:23-25) Persistiu após o término da Lei mosaica a proibição de não usar sangue para sustentar a vida? Definitivamente que sim. Naquilo que alguns talvez chamem de primeiro concílio cristão, os apóstolos e anciãos (que constituíam o corpo governante) concluíram que os cristãos tinham de ‘abster-se da idolatria, da fornicação, do estrangulado [ainda contendo sangue] e do sangue’. O mau uso do sangue era uma transgressão moral tão séria como as relações sexuais ilícitas. — Atos 15:20, 21, 28, 29.

      12. Que atitude adotaram os primitivos cristãos quanto ao sangue?

      12 Os primitivos cristãos obedeciam à lei de Deus sobre o sangue. Embora houvesse naquele tempo quem bebesse o sangue dos gladiadores como “cura” para a epilepsia, os verdadeiros cristãos não faziam isso. Tampouco comiam alimentos que contivessem sangue, mesmo quando sua recusa significava a morte deles e de seus filhos. Desde aquele tempo, diversos teólogos e outros têm reconhecido que os cristãos estão sob a lei de Deus que proíbe sustentar a vida pela ingestão de sangue.

      13. (a) Por que poderá você ver-se alguma vez confrontado com uma prova no que se refere ao sangue? (b) Que motivo principal de os cristãos não aceitarem sangue devemos ter em mente?

      13 Em tempos mais recentes, a transfusão de sangue se tem tornado um popular instrumento da medicina. Assim, o cristão talvez se veja envolvido numa prova neste respeito. Médicos, enfermeiros e até mesmo parentes talvez instem fortemente com ele para que aceite sangue. Pessoas informadas, naturalmente, sabem que as próprias transfusões constituem um grave risco. A revista Time (5 de novembro de 1984) disse que, “cada ano, uns 100.000 [norte-]americanos contraem hepatite pelas transfusões de sangue”, principalmente “dum vírus misterioso que só pode ser identificado pelo processo da eliminação”. A revista Time noticiou também mais de 6.500 casos de AIDS (síndrome de deficiência imunológica adquirida), sendo alguns “casos ligados a transfusões de sangue”. A notícia disse: “Quase metade das vítimas já morreram, embora o derradeiro índice de mortalidade pode ser de 90% ou mais.” Naturalmente, as Testemunhas de Jeová não baseiam sua recusa no argumento de que o sangue seja um péssimo remédio. Mesmo que os médicos pudessem fornecer uma garantia de que a transfusão seria totalmente segura, a Palavra de Deus nos ordena a ‘abster-nos do sangue’. — Atos 21:25.

      14. Com que prova “secreta” com respeito ao sangue poderá você ver-se confrontado?

      14 Imagine que você fosse informado de que precisava urgentemente duma transfusão. Logo lhe viria à mente a lei de Deus sobre o sangue, não viria? E sua determinação de obedecer a Deus, não importando quais os resultados imediatos disso, provavelmente ficaria fortalecida se houvesse concristãos presentes. (Veja Daniel 3:13-18.) Mas, como seria se um médico ou um juiz, em particular, o pressionasse para aceitar sangue, dizendo-lhe até mesmo que ele assumiria a responsabilidade perante Deus?

      15. Que conceito errôneo têm alguns médicos e autoridades quanto à nossa posição com respeito ao sangue?

      15 Relatórios procedentes de diversos países indicam que às vezes médicos, funcionários de hospitais e juízes pensam erroneamente que as Testemunhas de Jeová objetam à transfusão de sangue em público, mas que em particular ou no íntimo pensam de outro modo. Em certo caso, um juiz chegou à conclusão arbitrária de “que o problema não eram as convicções religiosas [da paciente], mas a sua recusa de assinar uma prévia autorização escrita para transfusão de sangue. Ela não objetava a receber o tratamento envolvido — mas não indicaria o seu uso”. Ao contrário, em vez de recusar frouxamente ‘assinar a autorização duma transfusão de sangue’, as Testemunhas de Jeová são conhecidas como fortemente desejosas de assinar documentos legais que eximam o pessoal médico de qualquer responsabilidade relacionada com a recusa do sangue.a

      16. Se alguém instasse com você em particular a aceitar sangue, de que não se deveria esquecer?

      16 Médicos e juízes talvez tentem persuadi-lo a aceitar sangue, porque viram que pessoas de outras religiões objetam a certas medidas médicas, mas depois as aceitam ‘atrás de portas fechadas’. Algumas autoridades até mesmo afirmaram saber de uma Testemunha que concordou com uma transfusão secreta. Se isso tiver acontecido, talvez tenha envolvido alguém que apenas conhecia as Testemunhas de Jeová. Os servos devotados de Deus sabem muito bem que tal transigência não escaparia de ser observada por Ele. Lembre-se de quando Davi pecou com respeito a Bate-Seba e Urias. Jeová viu tudo e enviou Natã com a mensagem: “Ao passo que tu [Davi] agiste às escondidas, eu, da minha parte, farei esta coisa perante todo o Israel e diante do sol.” Conforme Deus disse, Davi sentiu mais tarde as tristes conseqüências de seu pecado cometido “às escondidas”. — 2 Samuel 11:27-12:12; 16:21.

      17. (a) Como poderia a aceitação duma transfusão de sangue em secreto causar dificuldades a outros? (b) Explique como certa irmã se manteve firme na questão do sangue, mesmo em particular, e qual foi o resultado disso?

      17 O amor aos seus irmãos cristãos também deverá ajudá-lo a resistir à pressão de concordar secretamente violar a lei de Deus sobre o sangue. De que modo? Ora, quando um médico ou um juiz tentasse coagi-lo a aceitar sangue, mesmo que em secreto, você deveria pensar na dificuldade adicional que isso lançaria sobre a próxima Testemunha. Veja esta experiência:

      A irmã Rodriguez estava sendo tratada de uma infecção. Daí ela adoeceu gravemente; o médico dela diagnosticou hemorragia interna e aconselhou-a a ir às pressas para um grande hospital. A irmã Rodriguez disse ao pessoal na sala de emergência: “Aconteça o que acontecer, não posso tomar nenhuma transfusão de sangue”. Ela se apegou a isso mais tarde, quando as enfermeiras a pressionaram por afirmar que algumas Testemunhas haviam aceitado sangue. Esta irmã, durante vários dias, continuou a sangrar e a enfraquecer, sendo finalmente transferida para a Unidade de Tratamento Intensivo. Daí, o hospital recorreu a um magistrado da Suprema Corte estadual.

      Alguns meses mais tarde, no anfiteatro do hospital, este juiz falou a mais de 150 médicos sobre o tema: “Afinal, a Vida É de Quem?” Também ele disse que já havia encontrado pessoas que no começo recusavam o sangue, mas que depois cederam, uma vez que se envolvia um juiz. Mas, que dizer da irmã Rodriguez? Ele contou que havia tentado em particular convencê-la a deixar que ele ‘levasse a responsabilidade’ pela aplicação da transfusão de sangue sob ordem judicial. O que fez ela? O juiz disse aos médicos reunidos, que a sra. Rodriguez, com toda a força que podia reunir, disse-lhe que ela não iria aceitar sangue, e que ele podia deixá-la em paz e sair da sala. Portanto, explicou o juiz, ele não tinha nenhuma base para ordenar a aplicação de sangue contra a vontade dela.

      18. Que determinação devemos tornar clara quanto à questão do sangue, e com que resultado provável?

      18 Isto sublinha a importância de tornar absolutamente claro que a nossa atitude quanto ao sangue não é negociável. Os apóstolos adotaram tal posição resoluta, declarando: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” (Atos 5:29) O caso da irmã Rodriguez mostra também o efeito que a transigência de uma Testemunha pode ter sobre outras. Enquanto doente e fisicamente fraca, ela teve de enfrentar pressão extra, só porque alguém antes intransigente em particular tanto quanto havia sido em público. E, mais tarde, com boa saúde, ela explicou ao mesmo grupo médico que continuava decidida a ser fiel a Deus.

      19. De que fato devemos estar sempre cônscios?

      19 Nós também temos de ser fiéis, quer nossas ações sejam públicas, quer não. Jeová se agrade de tal fidelidade e a recompensará; retribuirá com justiça as obras — públicas ou particulares — dos que são infiéis às Suas normas. (Salmo 51:6; Jó 34:24) Provê amorosamente conselho perfeito que nos ajuda a vencer quaisquer faltas ocultas que tenhamos, conforme consideraremos a seguir.

  • Aceite a ajuda de Deus para vencer faltas secretas
    A Sentinela — 1985 | 15 de abril
    • Aceite a ajuda de Deus para vencer faltas secretas

      “Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder.” — FILIPENSES 4:13.

      1. Que pedido fez certo pai preocupado?

      O RAPAZ era epiléptico.a Espumava pela boca, tinha convulsões, e às vezes caia na água ou no fogo. Seu pai preocupado procurou um homem famoso por curar os doentes. Quando parecia que havia falta de confiança na capacidade deste homem, o pai exclamou: “Tenho fé! Ajuda-me onde necessito de fé!”

      2. Que certeza podemos ter de que Deus quer ajudar-nos a vencer faltas?

      2 Podemos aprender algo deste pai que procurou a ajuda de Jesus. O homem admitiu que a sua fé talvez fosse falha; ele tinha também certeza de que Jesus queria ajudar. O mesmo se pode dar conosco quando confrontados com as nossas próprias falhas — mesmo as secretas — e nos esforçamos para vencê-las. Podemos estar certos de que Jeová Deus quer ajudar-nos, assim como ele ajudou outros no passado. (Veja Marcos 1:40-42.) Por exemplo, ele ajudou o apóstolo Paulo a lidar com faltas

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