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  • Que futuro há para os africanos?
    Despertai! — 1977 | 22 de julho
    • Na verdade, a industrialização das nações do “primeiro mundo’’ produziu abundância material para muitos. Mas, não sofrem ainda outros, que vivem em suas fronteiras, pobreza e desemprego? A alta taxa de crimes, divórcios, vício de tóxicos, suicídios e similares males sociais, naquelas nações, não elogiam a “vida de lazer” como sendo genuinamente feliz.

      Os progressos médicos do mundo ocidental reduziram a cólera, a malária e as infecções parasíticas. No entanto, em seu lugar, afloraram o câncer e as doenças cardíacas, alimentadas pelo estresse, pela poluição e pelos hábitos alimentares prevalecentes em tais nações. Ademais, são frágeis as economias das nações industriais.

      Mas, para que outra parte nos podemos voltar? Poucos africanos almejam voltar à lavoura de subsistência e às superstições tribais. Por outro lado, não desejamos que nossa cultura e nossos costumes sejam totalmente tragados pelos modos materialistas de vida ocidentais. O que realmente queremos é reter os aspectos benéficos da cultura africana, melhorar a qualidade de nossa vida, e encontrar valores morais estáveis que nos guiem nestes tempos críticos.

      Pode a Bíblia Ajudar os Africanos?

      Pode a Bíblia ajudar-nos? Muitos africanos duvidam que possa. Por quê? Porque os missionários da cristandade, que disseminaram a Bíblia por toda a África, serviram de ponta de lança para sua colonização e exploração comercial por parte das nações ocidentais. Tais missionários, administradores e comerciantes importaram a cultura ocidental. Mas, não forneceram sólida orientação moral para os africanos. O fracasso da cristandade, contudo, não significa o fracasso das Escrituras Sagradas. A Bíblia tanto predisse como condenou o cobiçoso materialismo, o orgulho e o amor ao prazer que existem no império mundial da religião falsa, Babilônia, a Grande, da qual a cristandade é a maior parte. — 2 Tim. 3:1-5; Rev. 18:2, 4-8.

      Ademais, a Palavra de Deus representa esse império da religião falsa como “meretriz” que comete fornicação espiritual por misturar religião com política. (Rev. 17:1-5, 15, 18) Ela é responsável, não só de permitir e incentivar o espiritismo (tal como o juju e a ciência africana) e a superstição que escravizam os africanos, mas também por grande parte da exploração política e comercial deles. (Rev. 18:3, 23) Segundo a Bíblia, a execução do julgamento de Deus contra Babilônia, a Grande, aproxima-se rápido. O brado de libertação de Deus soa com urgência: “Saí dela, povo meu”! — Rev. 18:4;

      Assim, as dúvidas de meus colegas africanos quanto a se a Bíblia pode assegurar-lhes um futuro feliz não têm base. As Escrituras realmente condenam a cristandade pelo tratamento ruím que deu ao povo em todo o mundo, inclusive em África. Ademais, a Palavra de Deus contém princípios comprovados pelo tempo para a vida feliz agora, e a promessa segura dum futuro de paz e segurança para toda a humanidade. A obediência a tais princípios resulta em grandes números de africanos abandonarem a poligamia, com seus muitos problemas, para constituírem famílias limpas e felizes por meio do arranjo amoroso e monógamo de casamento.

      Sei do que estou falando, pois sou uma das testemunhas cristãs de Jeová. Associo-me com centenas de milhares de outras Testemunhas aqui mesmo em África, pessoas que fizeram notáveis transformações em suas personalidades, a fim de harmonizar sua vida com os princípios bíblicos. Sinceramente chamamos uns aos outros de irmão e irmã, pois abandonamos as igrejas da cristandade e largamos tradicionais práticas espíritas. Quanto ao efeito que os princípios bíblicos têm em nossa vida; o sociólogo de Oxford, Bryan R. Wilson, escreve num artigo intitulado “As Testemunhas de Jeová no Quênia”:

      “[Elas] deveras inculcam rigorosíssima ética de integridade pessoal [e] seus efeitos são, talvez, mais impressionantes do que os códigos formais e a retórica inconseqüente das igrejas. . . . Ao insistirem na pontualidade, honestidade, sobriedade, boa aparência e tratos escrupulosos, por exemplo, inculcam disposições que têm conseqüências tanto no trabalho como no envolvimento cívico. Ao se recusarem a aceitar suborno, uma Testemunha de Jeová africana manifesta um padrão de comportamento bem incomum nos países africanos.”

      Quanto às rivalidades políticas, as Testemunhas de Jeová pautam sua vida segundo a declaração de Jesus, de que seus seguidores não seriam “parte do mundo”. (João 15:19, 20) Permanecemos absolutamente neutros no que tange à política deste mundo. Aqui em África, isto trouxe terrível perseguição sobre dezenas de nós, até mesmo a morte em alguns casos. Mas, não podemos violar nossa neutralidade, pois sabemos, através da Bíblia, que um futuro seguro só pode vir por meio do reino celeste de Deus. Este, dentro em breve, removerá todos os reinos humanos e fará com que a regência divina se espalhe por toda a terra. — Dan. 2:34, 44.

      Tal governo celeste unirá toda a humanidade sob um só Cabeça, Jesus Cristo. Restaurará a terra a um paraíso e soerguerá a humanidade à perfeição. Desaparecerão a doença, o crime, a violência e até mesmo a morte. (Rev. 21:1-5) Entre os que usufruirão esse futuro feliz estarão bilhões de mortos, que voltarão a viver pela ressurreição. (João 5:28, 29, Atos 24:15) Daí, por colocarem a adoração de Jeová Deus e os princípios de sua Palavra escrita em primeiro lugar em sua vida, pessoas de todas as raças e formações culturais aprimorarão continuamente a qualidade da vida na terra. Este é o futuro que as mais de 300.000 Testemunhas de Jeová em África aguardam ansiosamente. Com efeito, é a única esperança para o futuro dos africanos e de toda a humanidade.

  • O leite materno — um recurso desperdiçado
    Despertai! — 1977 | 22 de julho
    • O leite materno — um recurso desperdiçado

      QUAL é a perda econômica envolvida em dar mamadeira aos bebês, ao invés de aleitá-los ao peito? A revista Science responde que, em alguns países, ‘um trabalhador talvez precise gastar um terço de seu salário para comprar leite para seu bebê’. Calcula-se que, em certo país sul-americano “a perda anual de leite humano equivale ao produzido por 32.000 vacas”. A revista então observa: “Para o mundo em desenvolvimento como um todo, o custo do leite humano desperdiçado pode ser fixado em mais de três quartos de um bilhão de dólares (Cr$ 11​.​250​.​000​.​000,00), no mínimo, e as perdas ‘mais provavelmente estão na casa dos bilhões’, segundo Alan Berg, vice-diretor de nutrição do Banco Mundial.”

      E, ao comprar leite de vaca ao invés de amamentar ao peito o bebê, será que o bebê se beneficia com o dinheiro gasto? Reconhece-se agora que o leite humano possui “fatores não identificados” que protegem das infecções bacterianas, e, talvez, até mesmo do vírus da influenza. O leite de vaca não possui estas qualidades.

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