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  • ‘Não nos envergonhamos das boas novas’
    A Sentinela — 1990 | 1.° de janeiro
    • modo que terão a alegria de ver todos esses inimigos anti-cristãos, anti-Jeová, serem exterminados pelo Deus a quem as Testemunhas intransigentemente adoram. Não sofrerão a vergonha de serem expostas e destruídas como inimigas da verdadeira teocracia mas experimentarão indizível alegria ao cantarem a Jeová: “De tempo indefinido a tempo indefinido, tu és Deus.” — Salmo 90:2.

      23. Por que as Testemunhas de Jeová nada têm do que se envergonhar, e o que resultará disso?

      23 Orgulhar-se-ão em Deus, o Pai de Jesus Cristo, por meio de quem a família humana é redimida, para usufruir a vida eterna em perfeição humana e felicidade na terra paradísica. Que Deus poderoso Jeová tem-se mostrado ser por meio de Cristo Jesus! Quão maravilhosamente Jeová tem revelado ser alguém que sábia e amorosamente usa, mas não abusa, de sua onipotência! Assim, nada temos do que nos envergonhar com relação a ele ou seu Filho unigênito, Jesus Cristo. Não nos envergonhamos de ser divulgadores das gloriosas boas novas, que proclamam o invencível poder de Jeová Deus por meio de Cristo Jesus, que disse nas horas finais de sua vida terrestre: “Coragem! Eu venci o mundo.” (João 16:33) Ao adotarmos esse proceder, sigamos sempre o exemplo do apóstolo Paulo, que jamais se envergonhou das boas novas. Se fizermos isto, o Deus Todo-poderoso não se envergonhará de nós.

  • A perseguição continua em Burundi
    A Sentinela — 1990 | 1.° de janeiro
    • A perseguição continua em Burundi

      NO COMEÇO de 1989, os governantes da nação centro-africana de Burundi desencadearam uma onda de perseguição contra as Testemunhas de Jeová. Conforme se relatou em A Sentinela de 15 de agosto de 1989, as autoridades tentavam forçar as Testemunhas a abandonar a sua fé, mediante molestamento, encarceramentos, espancamentos e por outras medidas cruéis. Qual é a situação desde então?

      Um relatório de Burundi menciona que na visita do superintendente de distrito a Kinyinya e Gitega, as autoridades tentaram prender os membros da congregação durante uma reunião. Os superintendentes de distrito e de circuito conseguiram escapar, mas entre os detidos estavam dois estudantes do segundo grau e uma menina da escola primária. Todos foram espancados. No dia seguinte, as Testemunhas presas foram levadas perante o governador e explicaram por que não poderiam ser membros do partido político. Foram novamente espancadas. Outros relatórios mencionam acontecimentos similares.

      Um ancião responsável em Burundi escreve: “Nenhuma Testemunha de Jeová foi presa por causa de roubo, de assassinato ou de subversão. Se as autoridades têm motivos reais para punir as Testemunhas, que o façam em tribunal público em vez de torturar cidadãos pacíficos, confiscando seus bens e caçando-os como se fossem animais selvagens. Muitos irmãos no interior foram obrigados a abandonar sua casa e a viver como fugitivos. Certa irmã cujo marido está preso tem recorrido a muitas autoridades no esforço de libertá-lo. Ela tem sido despachada por todos com a resposta: ‘Nunca libertaremos seu marido enquanto vocês receberem dinheiro do exterior para desestabilizar o nosso país.’ Que calúnia!”

      Há, porém, boas notícias de Burundi. As Testemunhas não estão amedrontadas nem intimidadas. Com cautela, mas decididamente, a pregação das boas novas se expande, e os irmãos e irmãs reconhecem que, com plena confiança em Jeová, podem perseverar. Muitas cartas expressando indignação já foram enviadas a Burundi, e sem dúvida inúmeras outras seguirão quando o mundo se der conta de que Burundi continua a sua impiedosa campanha de perseguição contra as Testemunhas de Jeová.

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