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Arde a perseguição religiosa na República Árabe UnidaA Sentinela — 1968 | 1.° de dezembro
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Arde a perseguição religiosa na República Árabe Unida
Noticiou, em 14 de abril de 1967, o Daily Telegraph de Londres: “Dezenas de Testemunhas de Jeová foram prêsas e estão sendo detidas para julgamento ou deportação, anunciou-se hoje no Cairo. As prisões foram feitas a pedido do Patriarcado Copta. . . . Um semanário do Cairo publicou uma fotografia de 25 dos que foram presos, inclusive nove crianças, quatro das quais têm menos de três anos.”
Assim começou a arder de nôvo na primavera setentrional passada a perseguição religiosa na República Árabe Unida (anteriormente chamada Egito), e ainda continua. Incessante fustigamento, perda de emprêgo, prisões, confisco de propriedades, espancamentos selvagens, deportações, prisões em campos de concentração — é isto o que têm provado sinceras famílias cristãs naquele país durante o ano passado. Fortes chamas de perseguição foram acesas e continuam a ser alimentadas por malévola representação falsa.
QUEM É RESPONSÁVEL?
“As prisões foram feitas a pedido do Patriarcado Copta”, noticiou o jornal londrino. Sim, as igrejas da cristandade são as principais responsáveis. Malèvolamente têm apresentado as testemunhas de Jeová em falsa luz, e há muito instam que seja tomada uma ação oficial contra elas. Já desde 17 de março de 1955, o Daily News de Nova Iorque noticiou: “Os bispos católico-Romanos e ortodoxos gregos instaram hoje com o govêrno egípcio a que feche a sucursal do Cairo da Sociedade Tôrre de Vigia de Bíblias e Tratados, estadunidense, à base de que dissemina propaganda sionista.”
Por fim, o govêrno fêz isto, proscrevendo oficialmente as testemunhas de Jeová na República Árabe Unida em 2 de junho de 1960. E qual foi a acolhida das igrejas? Note a resposta fornecida na revista semanal árabe Sabbah El-Kheir, de 6 de abril de 1967:
“A opinião da Igreja Egípcia foi fornecida logo depois do decreto proscrevendo as testemunhas de Jeová. Reza: ‘Congratulamos o Ministro dos Assuntos Sociais . . . e as autoridades governamentais que ficaram alertas e baniram esta Sociedade inimiga da religião e que causa divisão e apóia o sionismo. E esperamos que persigam o restante desta Sociedade em suas tocas e lugares secretos de reunião, a fim de eliminá-los para sempre.”
Na semana seguinte, a revista árabe Al-Mussawer entrevistou o sacerdote copta Ibrahim Gabra, que foi instrumental em proscrever as testemunhas de Jeová há oito anos atrás. Explicou: “O Tribunal Superior de Recursos bem como o Supremo Tribunal confirmaram o decreto de proscrição desta Sociedade, baseado no relatório que apresentei aos responsáveis daquele tempo.” Daí, êste sacerdote asseverou: As testemunhas de Jeová “são agentes que o Imperialismo usa em defesa de Israel . . . e glorificam a atividade do Dr. Chaim Weizmann, o primeiro presidente de Israel, bem como seus esforços para o povoamento da Palestina com judeus.” — 14 de abril de 1967.
MALÉVOLA REPRESENTAÇÃO FALSA
Que caluniosas inverdades! A afirmação de que as testemunhas de Jeová são agentes das potências imperialistas que procuram defender Israel é absurda. Não há a menor sombra de evidência de que sejam sionistas, ou de qualquer forma apóiem o sionismo. Com efeito, as testemunhas de Jeová ensinam que os esforços de estabelecer duradouro estado político judeu no Oriente Médio não se harmonizam com o cumprimento das profecias bíblicas.
Por exemplo, em 1958, as testemunhas de Jeová patrocinaram o discurso público e bíblico muitíssimo anunciado: “Por Que o Sionismo Tem de Fracassar.” Num artigo publicado em A Sentinela de 1.° de agôsto de 1958, com o mesmo título, disse-se: “O sionismo tem de fracassar porque Jeová não tem nada que ver com êle . . . O sionismo faz parte dêste velho mundo ou sistema de coisas, e se acha, portanto, condenado junto com êste.”
Também, A Sentinela de 15 de fevereiro último, comentou: “É óbvio, atualmente, que o moderno Israel não confessa a Jesus Cristo como Senhor, nem invoca o nome de Jeová. Não é um estado religioso, mas sim político . . . torna-se evidente que Deus não mais lida com os judeus como nação.”
Quão claro, então, devia ser que as testemunhas de Jeová não são apoiadores do sionismo! E quão claro, também, que os líderes religiosos as rotularam de sionistas com a má intenção de suscitar contra elas as autoridades árabes! Grandes dificuldades foram assim lançadas sôbre as testemunhas de Jeová devido a esta perversa representação falsa. Foram vigiadas de perto pela polícia secreta. Por vêzes, algumas foram prêsas, detidas por alguns dias, espancadas e então libertas.
Mas, então, durante o outono e o inverno setentrionais de 1966-1967, as pressões aumentaram consideràvelmente. Apenas em Alexandria, cêrca de quarenta testemunhas foram intimadas pelas autoridades e avisadas de que deveriam deixar de reunir-se para o estudo da Bíblia e deixar de falar a outros a respeito das Escrituras. Se persistissem, ameaçaram as autoridades, seriam prêsas e lançadas num campo de concentração.
ARDE A PERSEGUIÇÃO AGUDA
Em 25 de março de 1967, quinze pessoas se reuniram numa casa no Cairo a fim de celebrar a Comemoração da morte de Jesus Cristo. Sùbitamente, quatro polícias secretas e uma autoridade do Departamento de Investigações do Cairo entraram e ordenaram que todos permanecessem em seu lugar. Deram busca na casa e confiscaram publicações bíblicas. Então todos, exceto duas criancinhas, foram presos e conduzidos à delegacia de polícia.
Durante tudo isso, as Testemunhas se conservaram calmas. Sabiam que faziam o que era correto por se reunirem em obediência à ordem de Cristo de celebrar a morte dêle. (Luc. 22:19) Comentou Al-Mussawer, de 14 de abril de 1967: “As vítimas têm uma firmeza de nervos que não pode ser descrita. Quando os agentes do combate ao sionismo deram uma batida em sua última reunião, a noite da Páscoa judaica, nenhuma delas ficou com mêdo.”
Lá na delegacia de polícia, as autoridades procuraram obter informações dos prisioneiros quanto a de que modo as publicações bíblicas são mimeografadas e circuladas entre as Testemunhas. Quando o orador da Comemoração, Samir Yacoub Mikhail, recusou revelar tal informação, foi despido, amordaçaram sua bôca e seus olhos, seus pés e suas mãos foram amarrados, e foi-lhe ordenado que se deitasse de bruços. Daí, foi espancado sem misericórdia com um cinto de couro. Êste mesmo tratamento brutal foi dado a Nicola George Barghout, de sessenta e quatro anos, muito embora padeça do mal de Parkinson, que faz que sua mão direita trema incessantemente.
Por fim, utilizando tais métodos, obtiveram os nomes de três pessoas, que êles criam ser especialmente responsáveis de organizar as atividades das testemunhas de Jeová. Foi decidido prender também tais pessoas. Assim, foram enviados quatro agentes para trazê-las. Pouco suspeitavam êstes agentes a tremenda surpresa que os aguardava.
Explica o noticiário de Al-Mussawer: “Às cinco da manhã, um carro de patrulha foi prender algumas outras testemunhas de Jeová, e, no cruzamento das ruas Elfi e Emad el Din, foi colhido por um ônibus elétrico.” Êste acidente abalou tanto os homens que não puseram em ação seus planos de efetuar as prisões, muito embora estivessem a apenas um quarteirão da casa de duas das Testemunhas. Aparentemente, criam que êste acidente talvez representasse a intervenção divina em seus planos.
Todavia, as treze Testemunhas já prêsas ficaram detidas por quase duas semanas. Durante êste tempo, receberam pouco que comer e foram mantidas num cubículo sem camas ou quaisquer confortos normais. Depois de treze dias, nove delas sucumbiram às extremas pressões e dificuldades e assinaram um papel, concordando em deixar de comparecer às reuniões para estudo bíblico e de falar com outros sôbre as Escrituras. Êstes eram mulheres, jovens e pessoas recém-interessadas. Foram libertos, ao passo que os outros quatro ficaram detidos.
Êstes quatro receberam tratamento extremamente ruim. Amiúde eram açoitados; pouco alimento se lhes era fornecido, e ninguém obteve permissão de vê-los. Em 10 de maio, realizou-se um julgamento, mas os quatro réus nem sequer compareceram ao mesmo! Parece que foram tão brutalmente espancados que as autoridades não desejavam que comparecessem ao tribunal em tal condição física. Seu advogado protestou vigorosamente, instando que fôssem trazidos ou que se considerasse ilegais todos os passos do processo, mas, isso de nada adiantou. Outra sessão foi fixada para 21 de junho de 1967, mas jamais foi feita. Os réus foram lançados num campo de concentração!
ACELERADA A PERSEGUIÇÃO
No ínterim, açoitamentos, prisões e encarceramento de outras Testemunhas estavam ocorrendo. No Cairo, Hanna Glad e sua irmã foram intimados a ir à polícia certa manhã. Êle foi severamente espancado e maltratado durante três horas por se ter recusado a assinar uma declaração de que deixaria de ser testemunha de Jeová. Às 13 horas foi liberto, sendo-lhe concedida a última oportunidade de meditar no assunto. Naquela noite, foi prêso de nôvo. Mas, apesar de ser despido e sofrer espancamentos de forma quase contínua durante seis horas, não renunciou à sua fé.
Em Alexandria, na noite de 25 de abril, a policia deu uma batida na casa do Dr. Amim Mikhail Fanous e sua espôsa, confiscando as publicações bíblicas e levando-as para a delegacia. Naquela mesma noite, Alphonse Michel Takla, sua espôsa e seu filho de dezoito anos também foram presos. Êles também sofreram severo espancamento, inclusive uma das mulheres, porque recusaram assinar uma declaração dizendo que não se reuniriam mais para o estudo da Bíblia nem falariam com outros sôbre as Escrituras. No dia seguinte todos foram libertados.
Não obstante, na semana seguinte, estes dois casais foram presos e enviados para a Penitenciária Hadara em Alexandria. Ali, todos os quatro ficaram detidos até 16 de junho de 1967, quando as mulheres foram finalmente libertas, e os maridos foram transferidos para o campo de concentração fora do Cairo. Neste campo, achavam-se confinadas mais de uma vintena de Testemunhas.
O que precipitou a prisão e o confinamento de muitas Testemunhas foi o irrompimento da guerra israelense-árabe, na primeira semana de junho. Naquele tempo, um lar após outro das Testemunhas sofreu batidas, e os homens foram levados e lançados no campo de concentração.
TRATAMENTO CRUEL PROVA A FÉ
Ali, no campo, as testemunhas de Jeová receberam tratamento cruel. Uma das razões principais foi que se recusaram a compartilhar nos brados patrióticos ordenados pelas autoridades do campo, tais como: “Viva o presidente Gamal Abdel Nasser.” “Viva a República Árabe Unida.” “Abaixo Israel”, e assim por diante. As Testemunhas mostraram pelas Escrituras a razão pela qual tinham de permanecer neutras e não se envolver nos assuntos políticos. Explicaram que participar de tais brados patrióticos seria violação de sua neutralidade cristã. — João 17:16.
Assim, na própria noite em que Amim Mikhail Fanous e Alphonse Michel Takla chegaram no campo, foram severamente espancados por não soltarem brados patrióticos conforme se lhes ordenava. Amim, homem idoso, foi tão gravemente espancado por volta da cabeça que sua visão ficou enuviada. Não obstante, tal tratamento brutal e desumano contra as Testemunhas tornou-se ocorrência comum.
Um dos métodos de tortura era fazer que a vítima se deitasse com o rosto virado para o chão, e levantasse os pés. Era então espancado nas costas e nos pés. Em certa ocasião, isto foi feito com tanta perversidade que um dos prisioneiros que contemplava isso desmaiou. Era mais do que podia contemplar. Por causa de tal tratamento, até mesmo algumas Testemunhas sucumbiram ao temor, e consentiram em soltar brados patrióticos a fim de evitar os espancamentos.
No entanto, as muitas Testemunhas que fielmente perseveraram, provaram que, com confiança em Jeová, era possível manter integridade a Êle até mesmo sob estas provas severas. Por exemplo, a Testemunha que sofreu malévolo espancamento que fêz que outro prisioneiro desmaiasse explica de que modo maravilhoso foi fortalecida e confortada:
“Enquanto jazia no solo, sendo espancado, orava a Jeová para que me ajudasse a suportar tal tortura. Sentia-me muito contente porque Jeová, o Deus Onipotente, ajudou-me. Depois disso, molhei um lenço em água e coloquei-o nas costas para absorver o calor. Depois de três dias já me achava em muito boas condições, como se não tivesse sido espancado nos pés ou nas costas. Isto se devia à ajuda de Jeová e ao cuidado que os irmãos me demonstraram.”
Outra Testemunha, que regularmente visitava as congregações como representante viajante antes de ser lançada no campo de concentração em 7 de junho, também comentou: “Sem considerar a quantidade de insultos e espancamentos que recebemos, passavam-se poucos segundos e não sentíamos mais nada, muito embora continuassem os espancamentos. Sentíamos que Jeová Deus estava sempre conosco.”
Sim, Jeová deveras provou estar com seus servos fiéis; seu nome é, sem dúvida, tôrre forte para a qual podem fugir em busca de proteção. (Pro. 18:10) Quando o Seu povo no campo colocava sua confiança nêle, Êle lhes abria o caminho para que pudessem permanecer firmes. Até mesmo a dor aguda dos espancamentos era amainada, tornando possível suportar o tratamento selvagem — para surprêsa das autoridades do campo e dos demais prisioneiros.
Real testemunho foi destarte dado às centenas de prisioneiros e autoridades no campo de concentração. Um dêles disse a uma Testemunha: “Sinto-me felicíssimo de conhecer pessoas que me fazem lembrar os cristãos primitivos e que estão prontas a suportar tôda a perseguição por causa de sua fé. Ensinarei a meus filhos que no campo de concentração havia verdadeiros cristãos no pleno sentido da palavra, e que êles são as testemunhas de Jeová.”
As Testemunhas apreciam plenamente que não era devido à sua própria fôrça que conseguiam perseverar, mas que era devido à fôrça que emana de Deus. Assim, não negligenciaram o estudo de sua Palavra, muito embora suas Bíblias tivessem sido confiscadas quando entraram no campo. Uma delas explica como fizeram arranjos de assimilar o alimento espiritual que dá forças:
“Tôda manhã considerávamos um texto bíblico apropriado, escolhendo um que seria encorajador para os irmãos. Também selecionávamos dois capítulos da Bíblia para comentar sôbre êles. Daí, cada um de nós tirava da memória as informações que conseguíamos lembrar sôbre êstes capítulos. Tôda noite, também, nos reuníamos para um discurso bíblico. Estas palestras e discursos bíblicos diários deveras resultaram fortalecedores para nós. Também costumávamos encorajar uns aos outros com 1 Pedro 5:8, 9, a fim de que não falhássemos, mas continuássemos andando no caminho da vida.”
Por fim, em 14 de novembro de 1967, depois de mais de cinco meses de confinamento para a maioria delas e até mesmo mais tempo para algumas, foram sôltas as Testemunhas. No entanto, até mesmo depois de voltarem às suas cidades, algumas ficaram sujeitas a selvagens espancamentos da parte das autoridades locais por se recusarem a assinar uma declaração afirmando que deixariam de servir quais testemunhas de Jeová. E até o dia de hoje, muito embora estejam fora do campo de concentração, elas e suas contestemunhas sofrem constantes ameaças e fustigamento da parte das autoridades.
É PROIBIDA A LIBERDADE DE ADORAÇÃO?
A pessoa talvez presuma naturalmente dêste relato de perseguição religiosa que a liberdade de adoração é proibida pela Constituição da República Árabe Unida. Mas, não é! Pelo contrário, observe as seguintes excelentes garantias Constitucionais:
Artigo 33: os lares têm sua santidade e não se pode entrar nêles, exceto nos casos e nos modos prescritos pela lei.
Artigo 34: É absoluta a liberdade de crença. O Estado protege tal liberdade da prática de religião e de crêdos de acordo com o costume, uma vez que Isso não infrinja a ordem pública ou colida com a moral.
Artigo 35: Garante-se a liberdade de opinião e de pesquisa científica. Tôda pessoa tem direito a expressar sua opinião e de torná-la pública, verbalmente ou por escrito, ou por meio de fotografia ou por outros meios dentro dos limites da lei.
Artigo 36: A liberdade de imprensa, de impressão e de divulgação, é garantida dentro dos limites da lei.
Artigo 37: Os egípcios têm o direito de reunir-se em assembléia pacifica, sem portar armas e sem a necessidade de aviso prévio.
Também, a República Árabe Unida é membro das Nações Unidas, e endossou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que sustenta o direito de tôdas as pessoas à liberdade de pensamento, de consciência, de palavra, de religião, e de reunião em assembléia pacífica.
Será que a República Árabe Unida realmente subscreve estas garantias providas pela sua própria Constituição e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos? Ou são simplesmente promessas de som agradável? Será que o Presidente Nasser e suas autoridades governamentais se esforçarão em defender os direitos constitucionais das minorias religiosas? Ou continuarão a ser influenciados pelas acusações patentemente falsas dos líderes religiosos de que as testemunhas de Jeová são sionistas polìticamente perigosos?
O QUE PODERÁ FAZER
Se ficou perplexo de ver a perseguição religiosa contra as testemunhas de Jeová na República Árabe Unida, poderá informar ao Presidente Nasser e a outras autoridades de destaque o que pensa disso. As vêzes, as pessoas em posições responsáveis não estão cônscias da extrema injustiça e brutalidade perpetradas por alguns de seus subordinados. Poderá deixar que saibam, também, a respeito da atividade das testemunhas de Jeová em seu próprio país, como é levada a efeito abertamente e não constitui nenhuma ameaça política. É seu privilégio falar abertamente a favor daqueles que, na República Árabe Unida, têm sido malèvolamente representados falsamente e perseguidos cruelmente por causa de sua fé religiosa. Dirija seu apêlo a:
Sr. Gamal Abdel Nasser
Presidente da República Árabe Unida
Cairo, R. A. U.
Sr. Hussein El Shaffei
Primeiro Vice-Presidente da República Árabe Unida
Cairo, R. A. U.
Sr. Diaeddin Mohamed Daoud
Ministro dos Assuntos Sociais
Cairo, R. A. U.
Sr. Abdul Mohsen Abul Nur
Ministro da Administração Local
Cairo, R. A. U.
Sr. Mahmoud Riad
Ministro dos Negócios Estrangeiros
Ministério dos Negócios Estrangeiros
Cairo, R. A. U.
Sr. Shaarawy Mohamed Gomaa
Ministro do Interior
Ministério do Interior
Cairo, R. A. U.
Sr. Mohamed Fayek
Ministro da Orientação Nacional
Ministério da Orientação Nacional
Cairo, R. A. U.
Sr. Mohamed Abu Nosseir
Ministro da Justiça
Ministério da Justiça
Cairo, R. A. U.
Dr. Sarwat Okasha
Ministro da Cultura
Ministério da Cultura
Cairo, R. A. U.
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Apreciando as provas escritasA Sentinela — 1968 | 1.° de dezembro
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Apreciando as provas escritas
Nas Ilhas de Cabo Verde, os dois ministros de tempo parcial receberam pela primeira vez em 1967 exemplares da prova escrita usada na Escola do Ministério Teocrático, uma das reuniões semanais das testemunhas de Jeová. Sua felicidade com tal provisão foi expressa do seguinte modo: “Queremos dizer-lhes que êste método de estudo bíblico por meio de se escrever as respostas é valiosíssimo e foi profundamente apreciado. É um grande incentivo procurar as respostas, quase que nos obrigando a abrir nossas Bíblias.”
Está o leitor também tirando proveito desta provisão da organização visível de Deus? — Do Anuário de 1968, em inglês.
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