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  • Xadrez — que tipo de jogo é?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • assuntos mais importantes, evidentemente uma razão de Huss ter lamentado ter jogado xadrez. Também, ao se jogar xadrez, corre-se o perigo de ‘atiçar competição entre uns e outros’, até mesmo de se desenvolver a hostilidade de uns para com outros, algo que a Bíblia avisa os cristãos para evitar.

      Daí, então, os adultos talvez não considerem que seja correto que as crianças brinquem com brinquedos de guerra, ou com jogos de natureza militar. Será coerente, então, que tais adultos participem num jogo que se notabiliza, na opinião de alguns, como ‘equivalente intelectualizado às manobras realizadas pelos garotinhos com soldadinhos de brinquedo’? Que efeito tem realmente sobre a pessoa o jogo de xadrez? Terá um efeito saudável?

      Por certo, o xadrez é um jogo fascinante. Mas, há perguntas a respeito dele que cada um que joga xadrez fará bem em considerar.

  • Manterá a Turquia a liberdade de adoração?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Manterá a Turquia a liberdade de adoração?

      EM 24 DE JANEIRO DE 1973, o tribunal militar de Eskisehir, Turquia, anunciou uma decisão que tornava um crime ser uma das testemunhas cristãs de Jeová. Quatro Testemunhas foram sentenciadas a pagar pesadas multas de TL 5.000,00 (Cr$ 2.320,00) cada uma. Por quê?

      O tribunal argüiu que as quatro Testemunhas tinham violado o Artigo 143 do Código Criminal. Este artigo proíbe aos cidadãos turcos de se juntarem a qualquer firma ou sociedade internacional sem a permissão do governo. Assim, o tribunal, por aplicar tal artigo às testemunhas de Jeová, negou serem um grupo religioso. Ao fornecer as razões para impor a mais severa pena permitida por lei, o tribunal declarou que as testemunhas de Jeová são uma sociedade perigosíssima porque não saúdam a bandeira nem a outros emblemas nacionais, e desejam isenção do serviço militar como objetores de consciência. O tribunal argüiu que as testemunhas de Jeová, destarte, enfraquecem o espírito nacional da Turquia.

      À decisão do tribunal se está interpondo um recurso. Isto origina a pergunta: Há base para inverter tal decisão, a favor da liberdade de adoração?

      Sim, o Artigo 19 da Constituição da República Turca garante a liberdade de pensamento, de consciência e de exercício da religião. Mas, tais direitos jamais foram amplamente concedidos às testemunhas de Jeová, embora se tivessem interposto vários recursos. Não se lhes permite reunir livremente para estudar a Bíblia, mas elas têm de viver sob constantes ameaças de medidas policiais arbitrárias. Considere o que têm passado:

      Em 29 de outubro de 1968, o jornal “Cumhuriyet” noticiou que, em 18 de outubro, em Ancara, quinze Testemunhas, reunidas pacificamente para estudar a Bíblia, foram presas e acusadas de atividades subversivas e de tentarem derrubar o governo. O processo ainda se acha no Tribunal de Recursos.

      Em 20 de maio de 1971, dezoito Testemunhas, quando estudavam a Bíblia, foram presas em Istambul e detidas por dois dias. Até agora, não se lhes moveu nenhum processo.

      O jornal “Milliyet” de 4 de maio de 1972, noticiou um julgamento de dez testemunhas de Jeová perante o tribunal militar de Ancara. Tais Testemunhas foram detidas em 9 de junho de 1971 quando se reuniam numa casa para considerar a Bíblia. Depois disso, foram detidas por sete dias numa prisão militar. O julgamento ainda continua, perante um tribunal militar, sob a acusação de violarem o Artigo 143.

      Segundo o jornal “Tercüman”, de 24 de fevereiro de 1972, quinze Testemunhas em Ancara foram presas em 23 de fevereiro de 1972. Seis delas três homens e três mulheres, inclusive a mãe de um bebê de seis meses que ficou em casa, foram detidas por nove semanas, acusadas de subversão. Não se anunciou ainda nenhuma decisão.

      Em todos os casos acima-mencionados, foram confiscadas Bíblias e publicações bíblicas.

      Pode tal tratamento das testemunhas cristãs de Jeová ser justificado? Os fatos falam por si. As testemunhas de Jeová são cidadãos acatadores da lei. Seguem a ordem bíblica: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores, pois não há. autoridade, exceto por Deus.” (Rom. 13:1) Apenas quando as testemunhas de Jeová se vêem confrontadas por uma lei que colide com a lei de Deus e que se recusam a curvar-se à vontade da autoridade secular que rege. (Atos 5:29) Mas, na Turquia, como em toda outra parte, não tentam de forma alguma impedir as pessoas de alistar-se nas forças armadas, nem incentivam o desrespeito pela bandeira de qualquer nação.

      Ao passo que não se envolvem nos assuntos políticos, as testemunhas de Jeová não tramam contra os governos do mundo. Atentam para a admoestação inspirada: “Não te metas com os que estão a favor duma mudança.” (Pro. 24:21) Nenhum governo, assim, tem qualquer razão de temer as testemunhas cristãs de Jeová. Numa era de crescente violência, sua obediência à Palavra de Deus promove a lei e a ordem.

      Assim, na Turquia, os tribunais e o próprio governo enfrentam uma decisão que revelará o que pensam sobre a liberdade de adoração. Reconhecerão as testemunhas de Jeová pelo que são — um estabelecido grupo religioso, ao invés de uma “sociedade com vários membros”? Cumprirá e honrará a Turquia as assertivas de sua Constituição? Certamente se espera que a Turquia tome uma posição positiva a favor da liberdade de adoração, em harmonia com seu desejo de situar-se entre as nações livres do mundo.

  • Em que direção vai a moderna erudição católica?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Em que direção vai a moderna erudição católica?

      BEM que se tem dito: ‘Não existe paralisação. Ou as coisas vão adiante ou voltam atrás. Ou melhoram ou pioram. Assim, pode-se propor adequadamente a pergunta: Em que direção vai a erudição bíblica católico-romana — para a frente ou para trás?

      Que a moderna erudição católica está mudando se evidencia a todos que são observadores. Com efeito, suas mudanças provocaram uma crise na Igreja Católica Romana. Por um lado, há aqueles que se opõem estrenuamente a tais mudanças, e, por outro lado há aqueles que são impacientes porque as mudanças não são maiores e não estão sendo feitas mais rapidamente. Em vista desta situação, não é de admirar que a publicação jesuíta America (9 de maio de 1970a) achasse necessário observar: “O(s) católico(s) que cresceu(ram) na Igreja de ontem agora respira(m) e ora(m) e se debate(m) numa situação caracterizada pela incerteza, dissenção e transtorno.”

      Em especial, há uma tendência na erudição católico-romana de afastar-se da fé na inspiração e na autenticidade das Escrituras. E este, poder-se-ia acrescentar, é o aspecto mais grave da mudança moderna e deve causar preocupação a todos os católicos praticantes que ainda se apegam à inspiração da Bíblia.

      Escreveu Moisés O Pentateuco?

      Pelo termo “Pentateuco” se quer dizer os primeiros cinco livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Quem escreveu tais livros? Não só o próprio Pentateuco, como a tradição judaica por muitos e muitos séculos, atribuem tais livros a Moisés, mas também o fazem outros livros das Escrituras Hebraicas, bem como Jesus e seus apóstolos. Assim, em Êxodo 17:14, Números 33:2 e Deuteronômio 31:9, encontram-se declarações que falam de Moisés escrever ou receber a ordem de escrever. Entre outras partes das Escrituras Hebraicas que creditam a Moisés a transmissão da lei contida no Pentateuco se acham Josué 1:7, 8; Juízes 3:4 e 1 Reis 2:3. Que Jesus Cristo cria que Moisés escreveu tais livros da Bíblia é evidente de suas observações a seus oponentes judaicos: “Se acreditásseis em Moisés, teríeis acreditado em mim, porque este escreveu a meu respeito.” (João 5:46) E verificamos que o corpo governante cristão primitivo, que se reuniu em

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