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  • O ataque efetuado contra as Testemunhas de Jeová
    Despertai! — 1976 | 8 de dezembro
    • aldeia, o prefeito disse que, mesmo que se envie um mandado de prisão contra as Testemunhas, ele fará tudo que puder para protegê-las.

      Este prefeito de aldeia está muito alarmado de ver que várias Testemunhas deixaram o país devido à ameaça de prisão. Ele soou um aviso em sua aldeia de que, se quaisquer Testemunhas de Jeová forem incomodadas, de qualquer modo, serão presos aqueles que as afligirem. Assim, desde aquela ocasião, ninguém mais incomodou as Testemunhas ali. Este prefeito disse ao chefe distrital que as Testemunhas são as melhores pessoas, que pagam seus impostos no tempo certo e que participam nos serviços comunais.

      Assim, em algumas partes da República de Benin, a situação é mais difícil para as Testemunhas de Jeová do que em outras partes, isto usualmente dependendo das autoridades locais. Mas, a posição oficial contra as Testemunhas de Jeová é a de fazer cessar toda a sua atividade e tentar obrigar a todas a ajustar-se às ideologias do país.

  • O que pode ser feito?
    Despertai! — 1976 | 8 de dezembro
    • O que pode ser feito?

      AS PESSOAS que amam a liberdade, em toda a parte, concordarão que o que deve ser feito é o governo de Benin conceder a liberdade de adoração a seus cidadãos; também, que o tratamento cruel às Testemunhas de Jeová deve cessar. E as autoridades governamentais, em especial o Presidente Mathieu Kerekou, podem fazer tais coisas. Então, por que não fazem?

      O governo afirma que não é contrário à religião. A realidade é que a República Popular de Benin professa conceder liberdade de adoração. No ponto nono de seu discurso sobre a Orientação Nacional, em 30 de novembro de 1974, o Presidente Kerekou disse:

      “A Revolução do Povo de Benin mantém estrita neutralidade a respeito da crença numa religião, e até mesmo que a expressão de tal crença não constitui obstáculo ao desenvolvimento de nossa Revolução.”

      Todavia, transmite-se a afirmação, em Benin, de que as Testemunhas de Jeová “deliberadamente pisoteiam o ponto nono de nosso discurso sobre a Orientação Nacional, de 30 de novembro de 1974”. Assim, as Testemunhas são chamadas de “inimigos juramentados de nossa revolução democrática e popular”. Todavia, isso simplesmente não é verdade, como testificam as pessoas em toda a parte, que conhecem as Testemunhas de Jeová. Conforme já observado, um chefe local em Benin disse que as Testemunhas são suas melhores pessoas. Pagam seus impostos na época e participam nos serviços comunais.

      Ao redor do mundo, as Testemunhas de Jeová granjearam esta reputação de pessoas boas. O African Weekly, em seu número de 30 de agosto de 1950, comentou: “Uma vez adiram à Torre de Vigia . . . estes cristãos não lutam entre si, . . . Embora a pessoa não seja membro de sua igreja, todavia, tem de admitir que têm amor em seus corações.” Outra publicação africana, intitulada “Personalidade”, comentou em seu número de 21 de novembro de 1968: “As Testemunhas de Jeová parecem borbulhar de boas qualidades, e ser quase isentas das ruins.”

      Vantajosas Para Benin

      Ao invés de minarem o governo, o bom comportamento e a moral das Testemunhas de Jeová são uma vantagem para os países em que elas vivem. Depois que o Ministro do Interior de Benin, Michel Aikpe, foi alegadamente apanhado em adultério com a esposa do Presidente Kerekou e fuzilado, ano passado, uma transmissão de rádio dizia: “Todos os militantes, homens e mulheres, devem aprender uma lição deste acontecimento. Alguns não entenderam ainda que as exigências da revolução se estendem a todos os campos, inclusive à sua vida e à sua atitude moral na sociedade.” No que os chamados patriotas talvez falhem, as Testemunhas de Jeová, por seu exemplo e linguagem, exercem ótima influência, e muito contribuem para ajudar a criar, na sociedade, uma atitude moral correta.

      Ademais, não há nenhum perigo de que as Testemunhas de Jeová venham jamais a envolver-se em qualquer rivalidade ou conspiração política, como se deu apenas em outubro de 1975, quando houve um golpe alegadamente organizado pelo antigo presidente, Emile Zinsou, para derrubar o governo de Benin. Antes, as Testemunhas de Jeová permanecem estritamente neutras quanto aos assuntos políticos. Obedecem à ordem bíblica de ‘estar sujeitos às autoridades superiores’, autoridades estas que são os regentes terrestres. (Rom. 13:1, 2) O Deus Todo-poderoso permite que estes regentes terrestres exerçam autoridade até o tempo em que seu rei celeste designado, Jesus Cristo, assuma o controle dos assuntos da terra.

      É somente quando se trata de assuntos que envolvem as leis de Deus que as Testemunhas de Jeová estão sob a obrigação de obedecer ao Deus Todo-poderoso, antes que aos homens. (Atos 5:29) Isto significa que não podem dar a quaisquer humanos, emblemas ou nações, a honra e a adoração que sinceramente crêem pertencer somente a Deus.

      É nossa sincera esperança de que o Presidente Kerekou, pessoalmente, examine esta grave situação, e veja que ação é tomada em favor da decência e da liberdade de adoração. Se sente compaixão por aqueles que sofrem por causa de se apegarem a suas crenças conscienciosas, talvez deseje enviar um telegrama ou uma carta de apelo ao Presidente Kerekou, e a uma ou mais das autoridades da República Popular de Benin, cujos nomes se acham alistados junto com este artigo.

      [Quadro na página 12]

      AUTORIDADES ÀS QUAIS SE PODE ESCREVER

      Le Lieuténant-Colonel Mathieu Kérékou

      Président de la République

      Cotonou

      República Popular de Benin

      África Ocidental

      Commandant Michel Alladaye

      Ministre des Affaires Etrangères et de la Coopération

      Cotonou

      República Popular de Benin

      África Ocidental

      Lieuténant-Colonel Barthélémy Ohouens

      Ministre de l’Industrie et de l’Artisanat

      Cotonou

      República Popular de Benin

      África Ocidental

      Chef d’Escadron

      Vincent Guézodje

      Ministre de l’Enseignement du ler Dégré

      Porto Novo

      República Popular de Benin

      África Ocidental

      Capitaine Augustin Honvoh

      Ministre des Enseignements Technique et Supérieur

      Porto Novo

      República Popular de Benin

      África Ocidental

      Capitaine Dohou Martin Azonhiho

      Ministre Délégué auprès du Président de la République

      Chargé de l’Intérieur, de la Securité et de I’Orientation Nationale

      Cotonou

      República Popular de Benin

      África Ocidental

      Lieuténant Philippe Akpo

      Ministre du Developpement Rural et de l’Action Coopérative

      Porto Novo

      República Popular de Benin

      África Ocidental

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