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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1978
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1978
w78 1/7 p. 6

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Recorrer às Igrejas em Busca de Paz?

● Quando os líderes políticos fracassam no seu empenho para criar paz, será que se pode contar com as igrejas para motivarem seus membros no sentido da paz? Não, se tomarmos a história como indicador de suas ações. O historiador Paulo Johnson, no seu recente livro “História do Cristianismo”, relata que, durante a era de Hitler, tanto as igrejas católica e protestante, “na maior parte, deram maciço apoio ao regime” nazista.

Ele escreve: “O Bispo Bornewasser disse aos jovens católicos, na Catedral de Trier: ‘Com cabeças erguidas e passo firme, entramos no novo reich e estamos preparados a servi-lo com toda a força de nosso corpo e de nossa alma.’ Em janeiro de 1934, Hitler encontrou-se com doze líderes evangélicos [luteranos] . . . [os quais] emitiram um comunicado que penhorava que ‘os líderes da Igreja Evangélica Alemã afirmam unanimemente sua lealdade incondicional ao Terceiro Reich e seu líder.”’ O sacrifício de milhões de vidas católicas e protestantes, em ambos os lados da Segunda Guerra Mundial, provou a lealdade dessas igrejas a Hitler. Não se evidenciava nenhuma lealdade ao “Deus de paz”. — Fil. 4:9; Isa. 2:4.

Entretanto, Johnson diz que, dentre as religiões que “se apegaram aos seus princípios o bastante para trazerem sobre si flagrante perseguição”, os “mais valentes eram as Testemunhas de Jeová”. Por causa de sua atitude pacífica e politicamente neutra, “negaram-se a dar qualquer cooperação [política] ao estado nazista . . . Muitos foram sentenciados à morte por recusarem o serviço militar.” — Weidenfeld and Nicolson (Londres, Inglaterra).

“A Era da Espiritualidade” ???

● O Museu Metropolitano de Arte, de Nova Iorque, realizou recentemente uma exposição de “Primitiva Arte Cristã”, intitulada “A Era da Espiritualidade”. Na sua crítica desta exibição artística, “The Wall Street Journal” observou: “Felizmente, para o curso da arte, a primitiva crença cristã, que rejeitava as imagens e a pompa como idólatras, logo se desvaneceu, ao passo que as riquezas que anteriormente sustentavam os centros do paganismo foram reorientadas pelos imperadores cristãos. Sem dúvida, o esplendor visual das novas igrejas e a incorporação de muitos motivos pagãos na arte cristã converteram muitos incrédulos. . . . A mistura de temas e símbolos pagãos e cristãos desperta a curiosidade.”

Naturalmente, esta “mistura” de verdadeiro cristianismo com a adoração falsa era de se esperar, visto que o próprio Cristo a predissera. (Mat. 13:24-30, 36-40) A Bíblia mostra que até mesmo no tempo dos apóstolos podia-se dizer que “a rebelião já está operando, mas em segredo”, até que “aquele que a retém” fosse removido, permitindo o florescimento de crenças não-cristãs. O apóstolo Paulo, como parte ‘daquele [os apóstolos, como classe] que a retém’, advertiu: “Sei bastante bem que, depois de minha partida, lobos ferozes vos invadirão e não terão pena do rebanho. . . . surgirão homens com uma imitação grotesca da verdade nos seus lábios, para induzir os discípulos a segui-los.” — 2 Tes. 2:7; Atos 20:29, 30, “Bíblia de Jerusalém”, católica, segundo a edição em inglês.

Hiato nas Comunicações

● Quando jovens de todo o mundo foram convidados para dizer ao Papa Paulo VI “tudo o que achavam que ele precisava saber, para tornar significativa a sua obra a favor de pessoas da idade deles” 1.200 responderam com uma ampla variedade de queixas. “A igreja parece sofrer da mesma coisa que os advogados, de analfabetismo funcional”, escreveu um jovem católico de 16 anos. “Quer dizer que, quando se faz uma declaração, ela pode ser entendida pelos bispos, mas para gente comum são apenas uma porção de palavras.”

Entretanto, os clérigos, em vez de esclarecerem assuntos espirituais aos leigos, parecem estar inclinados a mantê-los nas trevas. O sacerdote beneditino Colman Barry recentemente recomendou que se usasse o latim em todos os escritos de teólogos, a fim de evitar que perturbem os leigos com as suas especulações. Deste modo, “os teólogos seriam julgados pelos seus pares”, declarou ele, “em vez de por incompetentes em matéria eclesiástica”.

Todavia, em vez de serem considerados como “incompetentes em matéria eclesiástica”, não deviam todos os membros da igreja cristã ser instruídos na Palavra de Deus em base de igualdade, como os primitivos cristãos? E, conforme disse o apóstolo Paulo, “se vossa linguagem não se exprime em palavras inteligíveis, como se há de compreender o que dizeis? Estareis falando ao vento.” — 1 Cor. 14:9-11, “Bíblia de Jerusalém”, católica.

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