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  • Por que é seu ministério bem sucedido?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1969
w69 1/10 pp. 592-597

Por que é seu ministério bem sucedido?

“Neste caso te mostrarás bem sucedido, se cuidares em cumprir os regulamentos e as decisões judiciais que Jeová ordenou.” — 1 Crô. 22:13.

1. Como se mede hoje em dia o bom êxito, em contraste com a descrição bíblica da maioria dos cristãos?

O BOM ÊXITO é hoje em dia medido em termos de quanta instrução, quanto dinheiro, quanta popularidade ou perícia a pessoa obteve durante a sua vida. Quão felizes podemos ser que Deus não exige nenhuma de tais coisas em abundância, para sermos bem sucedidos no ministério cristão! Embora o apóstolo Paulo fosse homem instruído, educado aos pés do eminente instrutor Gamaliel, ele, mesmo assim, reconheceu a posição humilde da maioria dos crentes cristãos. “Observais a vossa chamada da parte dele, irmãos, que não foram chamados muitos sábios em sentido carnal, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre estirpe; mas Deus escolheu as coisas tôlas do mundo, para envergonhar os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo, para envergonhar as coisas fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo e as coisas menosprezadas, as coisas que não são, para reduzir a nada as coisas que são, a fim de que nenhuma carne se jacte à vista de Deus.” (1 Cor. 1:26-29) Ao medirmos o bom êxito no nosso ministério, portanto, é vital que encaremos o assunto do ponto de vista de Deus.

2. Por que não desqualifica a pouca instrução a alguém do ministério?

2 A instrução básica é útil no ministério, mas não se deve ficar desanimado ou se sentir desqualificado para o ministério quando se teve instrução secular limitada. O que conta perante Deus não é quanto sabe, mas quanto ama a verdade que se plantou no seu coração ao ponto de nutri-la e fazê-la crescer. Hoje é exatamente assim como nos dias de Paulo: “O mundo, pela sua sabedoria, não chegou a conhecer a Deus.” (1 Cor. 1:21) Lembre-se de que muitos dos discípulos de Jesus, inclusive os destacados apóstolos Pedro e João, “eram homens indoutos e comuns”. (Atos 4:13) Quando os seguidores humildes de Jesus retornaram a ele, após terem sido instruídos e enviados, somos informados da sua reação ao ouvir contar os bons resultados que obtiveram no ministério: “Naquela mesma hora ficou cheio de alegria no espírito santo e disse: ‘Eu te louvo publicamente, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste cuidadosamente estas coisas dos sábios e dos intelectuais, e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque fazer assim veio a ser o modo aprovado por ti’”! — Luc. 10:21.

3. Mostre por que a riqueza e a popularidade não são normas corretas para se julgar o êxito obtido no ministério.

3 No que se refere à riqueza e à popularidade, precisamos imediatamente desqualificá-las como normas para se julgar o êxito no ministério cristão. Os bens materiais e o prestígio pessoal não exercem influência perante Deus. Os clérigos da cristandade procuram a ambas as coisas, e, ao fazerem isso, imitam os líderes religiosos dos dias de Jesus. “Ora, os fariseus, que eram amantes do dinheiro, estavam escutando todas estas coisas, e começaram a escarnecer dele.” Jesus disse: “Fazem todas as suas obras para serem observados pelos homens . . . Gostam dos lugares mais destacados nas refeições noturnas e dos primeiros assentos nas sinagogas, e dos cumprimentos nas feiras, e de ser chamados Rabi pelos homens.” Jesus instruiu os seus discípulos a estarem contentes com as coisas necessárias à vida, a serem humildes, a evitarem dar títulos a homens e a serem servos uns dos outros. Seu motivo havia de ser o de ‘armazenar tesouros no céu’ e obter o favor de Deus, não o dos homens. Jesus acolhia os pobres e os que não eram populares. — Luc. 16:14; 15:1-7; Mat. 23:5-12; 6:19, 20, 31-34.

4. Que papel desempenha a perícia no ministério bem sucedido?

4 Agora, quanto à perícia, trata-se de algo a que o mundo dá muita importância, e, de fato, realizam-se muitas façanhas extraordinárias com as mentes e as mãos peritas. O bom êxito no ministério também requer perícia, mas, a arte de se ser bom instrutor da Palavra de Deus não é difícil demais para se aprender. Ao passo que leva muitos anos de estudo e de prática para alguém se tornar cirurgião ou engenheiro perito, e são poucos os que se habilitam, não se dá o mesmo com os que querem ser ministros peritos. Não é que não requeira muito estudo e prática regular do que se aprende. Requer, sim, mas a coisa exclusiva com respeito ao ministério é que se pode participar nele já depois de pouco tempo de estudo. Quando se começa a aprender as coisas boas da Palavra de Deus e se vê a importância de serem ensinadas a outros, não há razão para que alguém se refreie de falar destas coisas boas ao seu vizinho. Naturalmente, como novato, precisa ter cuidado para não ensinar involuntariamente algum erro, de modo que deve escutar de perto as instruções dos ministros mais experientes ao receber treinamento prático no próprio serviço. Não demorará muito até que se possa dedicar a Deus e ser batizado como ministro ordenado, perito em instruir outros.

5. (a) Como chegaremos às normas corretas para julgar o êxito no ministério? (b) Que fatores, além de ele fazer discípulos, tornaram o ministério de Jesus inteiramente bem sucedido?

5 Se a instrução secular, a riqueza, a popularidade e até mesmo a perícia não são os fatores mais importantes pelos quais se mede o êxito do ministério, então, com que normas determinaremos se o nosso ministério é bem sucedido? Talvez pelo número de conversos, ou há algo mais envolvido? Obteremos a resposta por examinarmos o ministério de Cristo Jesus e as instruções que ele deu para se efetuar o ministério após a sua ascensão ao céu. Quanto a fazerem-se conversos, é interessante observar que houve tempo em que o ministério de Jesus teve todas as aparências externas de ter fracassado. Quando ele foi preso, todos os seus discípulos o abandonaram, embora ele tivesse predito isso. (João 16:32) No entanto, quando se derramou o espírito santo em Pentecostes de 33 E. C., houve 120 discípulos fiéis que aguardavam instruções numa sala de sobrado, em Jerusalém. Naquele mesmo dia, o apóstolo Pedro falou a uma grande multidão de judeus, e, dentre estes, mais 3.000 depositaram fé em Cristo Jesus e foram gerados por espírito santo. Daquele dia em diante acrescentaram-se muitos à congregação cristã. Jesus, manifestamente, havia sido muito bem sucedido em ajuntar os primeiros membros da congregação cristã. Deve ser lembrado, porém, que apenas um número limitado de judeus o aceitaram como o Messias. Não houve conversões em massa. O bom êxito do ministério de Jesus se media por mais do que o número dos discípulos acrescentados. Realmente, isso era secundário. Ele dava ênfase à glorificação de seu Pai celestial. Além disso, Jesus, por seu proceder fiel em tudo, inclusive em todas as provas e na oposição trazida pelo Diabo, demonstrou sua devoção inquebrantável ao seu Pai celestial e estigmatizou o grande Adversário como mentiroso. Segundo as normas estabelecidas por Jeová, o ministério de Jesus foi inteiramente bem sucedido.

NORMAS ATUAIS PARA SE MEDIR O ÊXITO

6. Mudaram a comissão e os objetivos de nosso ministério neste moderno século vinte?

6 Agora, já muito longe do primeiro século E. C. da primitiva congregação cristã, talvez se pense que as normas para se medir o êxito no ministério tenham mudado. Na realidade, são as mesmas. Isto se dá porque nossa comissão e nossos objetivos no ministério permanecem os mesmos. Não se deram nenhumas instruções novas para se dar o testemunho final do que as contidas na Palavra de Deus. Quando examinamos a sua Palavra de perto, podemos medir o êxito de nosso ministério. Além disso, quando descobrimos que é limitado o bom êxito no nosso próprio esforço de produzir Testemunhas, podemos copiar mais de perto o exemplo do Instrutor-Mestre, Cristo Jesus, e dos primitivos discípulos que instruiu.

7. (a) Qual é a primeira das quatro razões da pregação fiel neste “tempo do fim”? (b) Qual é a segunda?

7 Como nos dias de Jesus, há hoje basicamente quatro razões para continuarmos a pregar neste “tempo do fim”, e precisamos considerar cada uma delas para determinar o grau de êxito de nosso ministério. Ao passo que consideramos cada uma delas, convidamo-lo a ver como o seu próprio ministério se compara com isso. Embora Jeová seja o Juiz, estamos certos de que achará causa para encorajamento quando verifica que houve desempenho fiel; e se achar que em certos pontos seu ministério necessita de fortalecimento, poderá dar a isso a devida atenção. (1) Assim como Jesus pregou uma mensagem de salvação, também as testemunhas de Jeová sentem vivamente ter a obrigação de ‘fazer discípulos de pessoas de todas as nações’, conforme ordenado por Cristo Jesus. (Mat. 28:19, 20) Os que têm coração reto precisam ouvir a mensagem pregada, se hão de inteirar-se do caminho estreito que conduz à vida e desviar-se da estrada larga que conduz à destruição. (2) Em contraste com isso, pregamos também uma mensagem de aviso, entre todos os habitantes da terra, a respeito do vindouro dia da execução do julgamento de Deus sobre todos os malfeitores. — Mat. 7:13, 14; Eze. 3:17-19; Rev. 14:6, 7.

8. Como podemos ser encorajados a examinar nosso ministério em relação às primeiras duas razões de se pregar a mensagem de Deus ao povo?

8 Por isso, fomos comissionados não só a pregar “boas novas aos mansos” e “o ano de boa vontade da parte de Jeová”, mas também “o dia de vingança da parte de nosso Deus”. (Isa. 61:1, 2; Luc. 4:16-21) Iguais a Ezequiel, servo fiel de Deus, precisamos hoje continuar a pregar às pessoas, “quer ouçam quer se refreiem de ouvir”, e precisa-se fazer isso em face de oposição. (Eze. 2:5-7; 3:4, 7-9) Com denodo, mas com tato e genuíno amor, proclamaremos a mensagem de julgamento, sabendo de antemão que a vasta maioria não vai escutar, e que, no entanto, alguns dos que inicialmente se opõem, talvez abram os olhos. Usa fielmente todas as oportunidades para pregar as boas novas e ensinar conscienciosamente os que aceitam a mensagem? Neste caso, há razão para encorajamento, e Jeová lhe assegura que lhe dará bom êxito e o fortalecerá para continuar sem interrupção. As hodiernas testemunhas de Jeová têm tido o privilégio de ajudar a milhares de pessoas semelhantes a ovelhas a tomarem o lado da salvação, o lado direito do Rei-Pastor, Cristo Jesus, causando, ao mesmo tempo, que os opositores semelhantes a cabritos manifestem que merecem ser colocados ao lado esquerdo dele, para serem destruídos. — Mat. 25:31-46.

9. Qual é a terceira razão apresentada da pregação fiel, e por que é importante na determinação do êxito?

9 A terceira razão, e muito importante, por que temos de continuar a pregar é (3) que isto dá aos servos de Jeová, na terra, a oportunidade de demonstrarem seu amor e sua integridade a Jeová. Uma coisa é dizer que amamos a Deus e o nosso próximo, mas provar isso já é outra coisa. Além disso, é no processo de provarmos o que achamos que somos no coração que descobrimos pontos para melhorar e aperfeiçoar nosso amor e nossa integridade. Aprendemos ser dependentes de Deus. (2 Cor. 12:9) Vemos a necessidade de usar de tato, de ser pacientes e misericordiosos. Empenhar-se regularmente na obra de pregação talvez seja em certos sentidos uma provação para alguns, mas, temos de nos lembrar de que provações podem resultar em perseverança e ajudar-nos a aperfeiçoar a santidade: “Exultemos enquanto em tribulações, visto que sabemos que tribulação produz perseverança; perseverança, por sua vez, uma condição aprovada; a condição aprovada, por sua vez, esperança, e a esperança não conduz a desapontamento; porque o amor de Deus tem sido derramado em nossos corações por intermédio do espírito santo, que nos foi dado.” (Rom. 5:3-5) Os veteranos no trabalho de casa em casa lhe dirão sem hesitação que não há nada que se compare com o ministério para aumentar o nosso apreço, para aperfeiçoar a nossa obediência, para nutrir nosso amor a Deus e ao próximo, para dissipar o medo do homem e para mostrar o que realmente somos no coração. — 2 Tim. 4:2-5.

10. Que satisfação resulta de sermos fiéis na nossa designação?

10 Quão satisfatório é saber que fizemos o que se nos designou para fazer! Jesus disse, em oração a seu Pai: “Eu te tenho glorificado na terra, havendo terminado a obra que me deste para fazer.” (João 17:4) Quão emocionado, no coração, se deve ter sentido o homem vestido de linho ao relatar: “Fiz exatamente como me ordenaste”, depois da marcação de todos os que haviam de ser salvos. (Eze. 9:1-4, 11) Tem procurado obediente e corajosamente oportunidades para participar no ministério, apesar da oposição da família, da tendência de ficar acanhado, da fraca saúde ou de outra interferência ou distração que se apresente? Permitiu que as diversas situações encontradas no ministério lhe aumentassem seu amor a Jeová e a seu próximo, mesmo a seus inimigos? Em resultado disso, acha-se melhor apto para enfrentar dificuldades e provações? Neste caso, também neste respeito, poderá dizer que, no que se refere aos efeitos pessoais, seu ministério é bem sucedido.

11. Qual é a quarta razão, mais importante, da pregação fiel?

11 E, finalmente, ao considerarmos as razões de continuarmos a pregar, chegamos à quarta e mais importante de todas as razões, e esta é (4) tornar conhecido o nome e os propósitos de Jeová. Jesus deu a conhecer o nome de Jeová aos seus discípulos e os ensinou a orar: “Santificado seja o teu nome.” (Mat. 6:9; João 17:26) Só na profecia de Ezequiel notamos pelo menos sessenta vezes as palavras de Deus, de que pessoas, na terra, “terão de saber que eu sou Jeová”. No cumprimento moderno de Êxodo 9:16, o propósito de Jeová é que seu nome “seja declarado em toda a terra”. Seu nome envolve sua reputação, e outros precisam ter a oportunidade de chegar a conhecer o Criador, que ele amoroso e misericordioso, mas que, não obstante, se negará o direito de viver no seu novo sistema de coisas aos que decidem desconsiderá-lo e desprezar seu amor.

12. Por que é vital que trabalhemos para a vindicação do nome de Jeová, e que encorajamento resulta para os que fazem isso?

12 Muitos, sem compreenderem a grande questão que envolve o adversário, Satanás, o Diabo, culpam a Deus pela iniqüidade. Seu nome tem sido vituperado, mentiu-se a seu respeito e ele tem sido difamado, sem causa. Milhões de deuses falsos têm recebido a honra e o respeito que cabem a Ele, sendo que alguns até mesmo nestes dias modernos adoram o próprio Diabo. Quem é o verdadeiro Deus? De fato, vive Deus mesmo? Que nunca aconteça, no cumprimento de nosso papel como testemunhas de Jeová, que um de nós se negue a falar a favor de Jeová, nosso Deus, no tribunal do mundo, para que todos os homens saibam que ele é o verdadeiro Deus e que ele não somente vive, mas que também cuidará de que se cumpram seus propósitos! Tem não somente orado para que o nome de Jeová seja vindicado, mas também agido em harmonia com a sua oração, falando da grandeza de Jeová e de todas as suas obras maravilhosas? Neste caso, também neste sentido, seu ministério é bem sucedido como a espécie correta de ministério aos olhos de Deus, e é para Ele um sacrifício agradável e aceitável. — Isa. 43:10; Heb. 13:15.

OBTER BOM ÊXITO, APESAR DE OBSTÁCULOS

13. (a) Qual deve ser a nossa atitude, mesmo que a maioria não queira ouvir nossa mensagem? (b) Não obstante, por que não é em vão nosso ministério?

13 Não obstante, precisamos reconhecer que há vários fatores que podem causar desânimo a nós, individualmente, e fazer-nos pensar que o nosso ministério não é bem sucedido. Quando aprendemos as verdades da Palavra de Deus, estamos ansiosos de partilhá-las com os nossos parentes e amigos e depois ir de casa em casa na nossa comunidade. Verificamos, porém, que muitos não compartilham nosso entusiasmo e amor por estas verdades recém-encontradas. De fato, em alguns territórios talvez nos dirijamos a uma série de portas antes de podermos falar o suficiente para apresentar nosso sermão e a literatura bíblica que ajuda no estudo da Palavra de Jeová. Talvez comecemos a perguntar-nos: “O que está errado?” Mas, quando paramos por um instante e analisamos o assunto à luz da Palavra de Deus, damo-nos conta de que a oposição não é contra nós mesmos, mas contra a mensagem que levamos. Ao refletirmos sobre isso, talvez vejamos meios de aperfeiçoar nossas apresentações para falarmos com mais convicção e criarmos maior aceitação da mensagem, mas a coisa importante é que não paremos. A satisfação que derivamos do nosso ministério, apesar destes incidentes, vem da compreensão de que nos esforçamos fielmente em dar testemunho. Os que se negam a ouvir não terão desculpa para dizer que não tiveram a oportunidade de ouvir. Mas, é um decidido prazer encontrar de vez em quando um ouvido atento! Tais ocasiões mais do que compensam todas as vezes que fomos rejeitados.

14. Como ajudarão alvos razoáveis a ter bom êxito no ministério?

14 A fixação de objetivos ou alvos razoáveis no ministério contribui para o nosso bom êxito. Os alvos não devem ser elevados demais, para que, quando não são alcançados, não causem desânimo. Por outro lado, os alvos não devem ser tão baixos, que nos satisfaçamos apenas com um serviço simbólico. Os objetivos, naturalmente, devem estar ao alcance de nossa capacidade, conforme determinada pela saúde, situação familiar e outros fatores. Pode fazer ajustes de modo a ser pregador das boas novas por tempo integral? Em caso afirmativo, este seria um alvo razoável para sua pessoa. Por outro lado, talvez se encontre confinado em casa, devido a alguma enfermidade. Neste caso, pode estar bastante restrito quanto a ir de casa em casa, mas, por outro lado, haverá oportunidades de dar testemunho aos que o visitam, e poderá usar o telefone ou cartas para levar a outros a mensagem do Reino. Boa programação e execução decidida o ajudarão a alcançar o alvo razoável de atividade no ministério que se fixou. Lembre-se, também, que outros vêem a sua fidelidade no ministério, em tais circunstâncias, e se sentem encorajados a se empenharem eles mesmos em maior atividade. Outrossim, o bom êxito no ministério se reflete também na sua aplicação dos princípios cristãos, de modo a ser agradável, demonstrar perseverança e ter uma disposição mental positiva, em vez de deixar a sua enfermidade torná-lo desagradável ou de trato difícil.

15. Quando circunstâncias inevitáveis limitam nossas oportunidades no ministério, por que não há razão para desânimo?

15 Devido a certas circunstâncias, tais como a falta de instrução, idade avançada ou algum impedimento físico, alguém talvez não tenha sido escolhido para proferir discursos públicos da tribuna, ou talvez tenha tido dificuldade em iniciar ou em realizar regularmente um estudo bíblico com outra pessoa. Talvez se tenha esforçado diligentemente a melhorar ou tenha aceito a ajuda de outros, mas, tem sido difícil para ele dirigir regularmente um estudo bíblico. Descobriu, também, que simplesmente não parece estar à altura de um orador público. Embora isso possa trazer algum desapontamento, há toda razão para se ter bom ânimo. Realizou-se algum bem. Devido à sua perseverança no ministério, muitos terão a oportunidade de pelo menos ouvir as boas novas, e é possível colocar literatura bíblica. Esta pode ser lida pelos com quem se entrou em contato, e estes podem tirar proveito dela. Tal diligência e desejo de fazer progresso serão ricamente abençoados por Jeová, de maneira inesperada. De modo algum podemos dizer que seu ministério seja um fracasso. Neste caso, talvez se seja exemplo vivo de como Deus escolheu “as coisas fracas do mundo, para envergonhar as coisas fortes”.

16. Em muitos casos, o que se pode fazer quando a pessoa tem instrução ou aptidões naturais limitadas?

16 Se for alguém com pouca instrução formal ou poucas aptidões naturais, então a coisa a fazer é aproveitar todas as provisões de Jeová para treinar-se para o ministério, mesmo que signifique, como em alguns casos, começar desde o princípio, e aprender a ler e a escrever. Os ministros mais experientes terão prazer em lhe ajudar. Se tiver espírito disposto, querendo fazer a vontade de Jeová, terá bom êxito no ministério, porque Jeová garante isso por meio de seu espírito. — Luc. 11:13; 2 Tim. 1:6-8.

17. Como pode o jovem, de pouca idade, ser bem sucedido na atividade do Reino?

17 O publicador ainda jovem em idade talvez ache que, por não poder proferir um sermão bíblico ou não poder dirigir estudos bíblicos como os publicadores mais experientes, não é bem sucedido na sua atividade. Ao contrário, os publicadores jovens das boas novas podem fazer muito para ajudar outros a aprender a verdade. Embora a sua atividade bíblica, no princípio, talvez se limite a uma apresentação bem planejada para a colocação de exemplares das revistas A Sentinela e Despertai!, e a aproveitarem-se oportunidades para falar com os professores e colegas de escola sobre a Bíblia, com a ajuda de seus pais poderão aos poucos estender a sua atividade à obra de revisitas e estudos bíblicos. Muitos servos jovens de Jeová se saíram maravilhosamente bem na escola e em outras partes ao falarem corajosamente a respeito do seu Criador nos dias da sua mocidade. Pense também em que boa impressão isso deve dar aos outros, ao verem rapazes e moças fazer tal obra honrosa, em vez de se tornarem desordeiros vadios na comunidade. — Ecl. 12:1; Mat. 21:16; Sal. 148:12, 13.

18. Quando não se ajudou ainda a alguém a se tornar discípulo batizado, há qualquer razão para se concluir que houve fracasso no ministério?

18 Um publicador experiente, porém, talvez pense no seu ministério e observe que ainda não ajudou a ninguém a tornar-se discípulo, ao ponto de tal se dedicar e ser batizado. Coloca literatura bíblica e faz revisitas, e em alguns casos talvez inicie e dirija por algum tempo um estudo bíblico. Embora ainda não se tenham apresentado os resultados esperados, é bom lembrar-se de que não se fracassou no ministério só porque ainda não se ajudou a alguém a tornar-se discípulo. Não, seu ministério é uma realidade em funcionamento; ele ainda está ativo na pregação das boas novas e em enaltecer o grande nome de Jeová. Tem sido fiel no ministério, e isto lhe ajudou em manter a sua integridade e seu amor a Jeová. Agora, com a aplicação de métodos de ensino e a ajuda de ministros mais experientes, talvez seja possível não só iniciar um estudo bíblico, mas também realizá-lo regularmente e assim participar em ‘fazer discípulos’.

19. Resuma as quatro razões de nosso ministério ser bem sucedido.

19 Por que é seu ministério bem sucedido? Nunca se esqueça de que há mais de uma razão! Continuaremos a trabalhar e a olhar para Jeová para ter aumento, mas, ao passo que nos aproximamos do fim, não ficaremos desanimados se o aumento ficar mais vagaroso em algumas partes do mundo: em contraste com outras. De fato, somos avisados de antemão que virá o tempo em que ninguém vai querer escutar as testemunhas cristãs de Jeová. Não obstante, com a ajuda infalível de Jeová, pregaremos fielmente o testemunho final como aviso da vindoura execução dos iníquos por Jeová, manteremos a nossa integridade em face de oposição e de adversidade, e, acima de tudo, enalteceremos o grande nome de Jeová. “Nisto é glorificado o meu Pai, que persistais em dar muito fruto e vos mostreis meus discípulos.” — João 15:8.

[Foto na página 596]

Os confinados em casa, também, são bem sucedidos em divulgar as “boas novas” por cartas e pelo telefone.

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