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  • Boas novas para toda a humanidade
    A Sentinela — 1974 | 1.° de dezembro
    • anjos batalhavam com o dragão, e o dragão e os seus anjos batalhavam, mas ele não prevaleceu, nem se achou mais lugar para eles no céu. Assim foi lançado para baixo o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está desencaminhando toda a terra habitada; ele foi lançado para baixo, à terra, e os seus anjos foram lançados para baixo junto com ele.” — Rev. 12:7-9.

      15 Que boas novas! Uma voz alta no céu anunciou com regozijo: “Agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, porque foi lançado para baixo o acusador dos nossos irmãos, o qual os acusa dia e noite perante o nosso Deus! . . . Por esta razão, regozijai-vos, ó céus, e vós os que neles residis!” Isto causaria provações adicionais à humanidade, pois a voz celestial continuou: “Ai da terra e do mar, porque desceu a vós o Diabo, tendo grande ira, sabendo que ele tem um curto período de tempo.” — Rev. 12:10-12.

      16. Por que é agora urgente a proclamação das boas novas?

      16 Estas boas novas, de que o Reino já funciona e que Satanás, o Diabo, o grande adversário de Deus, tem apenas pouco tempo agora na terra, são algo que vale a pena proclamar a todo homem e mulher na terra. E requer tempo levá-las às nações. Talvez não se possa pessoalmente entrar em contato e falar com cada pessoa antes de o Reino começar seu governo indisputado sobre a terra. Mas, Jesus disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” — Mat. 24:14.

      17. Como se cumpriu em nosso tempo a profecia do Salmo 110:3?

      17 Agora, desde que Cristo venceu no céu e restringiu a Satanás e seus anjos demoníacos à vizinhança da terra, as boas novas recebem a sua mais ampla proclamação, em 208 países da terra, mesmo nos países com domínio comunista. Este serviço prestado por muitos voluntários foi predito pelo salmista, que prosseguiu: “Teu povo se oferecerá voluntariamente no dia da tua força militar. . . . Tens a tua companhia de homens jovens assim como gotas de orvalho.” (Sal. 110:3) As testemunhas de Jeová, jovens e idosos, homens e mulheres, quais guerreiros jovens e vigorosos, numerosos como as gotas de orvalho, falam às pessoas voluntária e zelosamente sobre estas boas novas da atividade régia de Cristo. Sentiu-se induzido a agir ao lado delas?

      18, 19. Como representa o livro de Revelação o que Cristo está fazendo agora?

      18 A cena de Revelação representa o que Cristo faz e o que fará em breve, sendo que João registrou o quadro para nós nas seguintes palavras: “E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.” — Rev. 6:2.

      19 Cristo, depois de ter ‘vencido’ no céu, manobra agora seus inimigos para a posição em que irá “completar a sua vitória”, eliminando da terra todas as religiões injustas e falsas, todos os elementos políticos e comerciais e todos os que estão decididos a oprimir seu próximo. Por fim, tornará a Satanás e seus demônios completamente inativos, de modo que desaparecerá a influência mortífera deles. — Rev. 20:1-3.

      TORNAR-SE-ÃO UMA GRANDE QUESTÃO

      20. Continuará indefinidamente a grande indiferença das pessoas para com as boas novas?

      20 No ínterim, as boas novas do Reino têm uma divulgação e proclamação cada vez mais ampla, e cada ano, dezenas de milhares mais as ouvem com fé. É verdade que ainda há grande indiferença da parte da maioria das pessoas. Mas, visto que as boas novas envolvem a verdade sobre a soberania de Jeová Deus, elas hão de tornar-se uma questão ainda muito maior.

      21, 22. Que situação no antigo Egito tem algumas similaridades hoje em dia?

      21 Por exemplo, tome o que aconteceu no antigo Egito, quando Moisés e Arão, às ordens de Deus, pediram que Faraó soltasse o povo escravizado de Deus, os descendentes de Abraão. Isto levou ao cumprimento duma promessa feita séculos antes. — Gên. 15:13-16.

      22 Podemos hoje ver uma similaridade. Assim como no Egito, pessoas sinceras são hoje oprimidas de modo religioso, político e comercial, tudo por causa da influência do Diabo, que cuida de que aumentem as dificuldades. O que aconteceu lá no Egito, quando veio o tempo de Deus para libertar seu povo?

      23. Qual foi a reação de Faraó e dos egípcios quando Moisés trouxe pela primeira vez a demanda de Deus, que os israelitas fossem soltos? E mantiveram esta atitude?

      23 Moisés dirigiu-se aos israelitas com as novas extremamente boas de que chegara o tempo de Deus para libertá-los. Note que naquela ocasião a soberania de Deus foi desafiada por Faraó, que disse a Moisés: “Quem é Jeová, que eu deva obedecer à sua voz para mandar Israel embora?” (Êxo. 5:2) De modo que aquilo que Moisés disse em nome de Jeová parecia no começo insignificante a Faraó e ao seu povo. Mas veio a ser da maior importância para eles. De fato, os egípcios foram finalmente obrigados a adotar, não uma atitude indiferente, mas uma bem decisiva, definitiva. Como?

      24. Como foi Moisés usado por Deus com relação às dez pragas?

      24 Pois bem, durante as dez pragas, Deus informava Moisés com antecedência quanto ao que ia fazer. Moisés, por sua vez, informava Faraó e os egípcios. Daí, acontecia assim como Moisés dissera. Cada praga foi predita por Moisés, e depois, cada praga aconteceu assim como predita, e na hora certa. Por fim, com a morte dos primogênitos do Egito, Faraó deixou Israel ir embora. Mas ele era igual a Satanás, não desistindo de seus esforços, e foi destruído junto com seu exército, quando Jeová livrou Israel através do Mar Vermelho. — Êxo. 14:26-28; Sal. 136:15.

      25. Por que era essencial para o propósito de Deus que Moisés proclamasse as pragas com antecedência, e o que produziu isso?

      25 As novas proclamadas por Moisés eram boas novas para o povo escravizado de Deus e também boas novas para os egípcios que as ouviam com fé. Estes, “uma vasta mistura de gente”, subiu do Egito junto com Israel. (Êxo. 12:38) Desempenharam também um grande papel em deixar os egípcios saber “que ninguém mais é como Jeová, nosso Deus”. (Êxo. 8:10) Provaram perante todos que Jeová ‘executava julgamentos em todos os deuses do Egito’. (Êxo. 12:12) A proclamação de Moisés foi bem essencial. Se Deus tivesse agido em trazer as pragas sem aviso prévio, os egípcios poderiam ter concluído que eles haviam ofendido seus próprios deuses, entre os quais havia deuses dos frutos do campo, do gado, deuses do sol, da chuva e do primogênito, e assim por diante. Mas, quando vieram as pragas, sabiam que não era assim, porque as pragas ocorreram no tempo e na maneira anunciados de antemão por Moisés. Seus deuses eram impotentes para protegê-los.

      26. Que similaridade disso há na proclamação atual das boas novas e na reação das nações a ela?

      26 Do mesmo modo, as boas novas a respeito do reino estabelecido de Deus e sua libertação da humanidade nesta geração são bem essenciais e estão sendo ouvidas, especialmente nos países chamados cristandade. Aos olhos das pessoas, ainda não são a GRANDE questão. Mas Deus obrigará as nações a tomar uma posição definida. Porque todas as nações desejam a sua própria soberania nacional. Mas os proclamadores das boas novas tomam o partido da soberania de Deus. As nações “terão de saber que foi um profeta que veio a estar no meio deles”. — Eze. 33:33.

      27. O que mostra a profecia de Daniel quanto ao que o “rei do norte” fará para com os proclamadores das boas novas?

      27 Como exemplo da seriedade com que as nações terão de acolher a proclamação das boas novas, note a ação que a profecia diz que isso precipitará da parte do bloco ditatorial e totalitário de nações, chamadas nas Escrituras de “rei do norte”. A profecia de Daniel diz a respeito deste “rei”: “Haverá notícias que o perturbarão, procedentes do nascente e do norte, e ele há de sair em grande furor para aniquilar e para devotar muitos à destruição. . . . e terá de chegar até o seu fim, e não haverá quem o ajude.” (Dan. 11:44, 45) Comentando esta passagem, o livro da Sociedade Torre de Vigia, intitulado ‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’, declara:

      “Até agora . . . [as testemunhas de Jeová] têm feito publicidade da soberania universal de Jeová, o estabelecimento do seu reino por Cristo, no fim dos ‘tempos designados das nações’ em 1914 e a vindoura ‘guerra do grande dia do Deus Todo-poderoso’ . . .

      “Visto que os rumores [as notícias] procedem realmente de Jeová e vêm por intermédio do seu Rei reinante, Jesus Cristo, é biblicamente bem expresso que as novas vêm do norte e do leste. . . . (Salmo 75:6, 7; 48:2; . . . Isaías 46:10, 11) Portanto, não apenas os rumores, mas também as forças de destruição virão daquelas direções contra o rei do norte. Visto que os rumores ou novas precisam chegar a este rei por meio do canal de notícias terrestre e visível de Jeová, para enfurecer o rei ao ponto de adotar o seu proceder ruinoso, esta profecia esclarece o seguinte: a classe do santuário de Jeová e a grande multidão de seus companheiros na adoração continuarão a obedecer a Mateus 24:14 por pregarem ‘estas boas novas do reino’ em toda a terra habitada.”

      28. Como produziram as atividades de Jesus e de Paulo uma reação similar à que as boas novas produzirão nas nações?

      28 Estas notícias não foram apenas proclamações das boas novas, mas foram acompanhadas pelo registro do grande número de pessoas que correm para a forte torre protetora do nome de Jeová e adoram no Seu grande templo espiritual. (Pro. 18:10; Isa. 2:2-4) Estas notícias causam medo, não só ao “rei do norte”, mas também ao bloco oposto de nações, o “rei do sul”. As notícias tornam-se uma grande questão, induzindo-os à ação. Os judeus adotaram uma atitude similar para com Jesus, dizendo: “Se o deixarmos assim, todos depositarão fé nele, e virão os romanos e tirarão tanto o nosso lugar como a nossa nação.” (João 11:48) Novamente, disseram em temor: “Eis que o mundo foi atrás dele.” (João 12:19) Disseram também a respeito de Paulo e seus companheiros na pregação das boas novas, em Tessalônica: “Estes homens que têm subvertido a terra habitada estão também presentes aqui.” (Atos 17:6) Assim, a fim de impedir os proclamadores das boas novas, as nações agirão, para a sua destruição final.

      29, 30. Qual é a atitude dos proclamadores das boas novas para com o vindouro ataque das nações?

      29 Portanto, não é nada inesperado que as nações da terra ataquem os que proclamam as boas novas, porque tais nações odeiam a soberania de Deus. Mas os pregadores das boas novas sabem que representam o lado certo na questão, o lado bem sucedido, apoiado por Deus, e continuarão a dar a mais ampla publicidade possível às boas novas todo-importantes.

      30 Qual é sua posição nesta questão? É um dos que crêem nas boas novas? Tem o espírito para proclamá-las a outros? Como e onde? Este será o assunto do artigo que segue.

  • Tem espírito evangelizador?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de dezembro
    • Tem espírito evangelizador?

      1. Por que é a obra da proclamação das boas novas uma das mais importantes feitas na terra?

      A OBRA da proclamação das boas novas do Reino é uma das mais importantes já feita na terra. Por quê? Porque é a “pedra de toque” pela qual a humanidade é julgada. A aceitação das boas novas e a obediência a elas resultam em salvação; a rejeição e a desobediência significam destruição.

      2, 3. (a) Dê um exemplo de como as boas novas revelam a verdadeira atitude da pessoa. (b) Que perguntas a respeito das boas novas pode a pessoa fazer proveitosamente a si mesma?

      2 Por exemplo, alguém talvez seja muito religioso. Talvez pareça ter uma bela personalidade, ser generoso e humanitário. Mas a sua reação às boas novas revela se ele é realmente amigo de Deus. Porque Deus conhece o coração dos homens. “Todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos”, diz o escritor de Provérbios, “mas Jeová faz a avaliação dos corações”. (Pro. 21:2) O cristão precisa ter uma boa personalidade, mas, apesar desta característica ou de outras, se não tiver amor a Deus e ao próximo, ele não é nada. — 1 Cor. 13:1-3.

      3 Aceita as boas novas? É obediente a elas? Deseja transmiti-las a outros? É necessário que proclame as boas novas para ser obediente a elas?

      A IMPORTÂNCIA DO ESPÍRITO EVANGELIZADOR

      4. Por que devemos querer proclamar as boas novas?

      4 É natural que desejemos transmitir aos outros tudo o que recebemos como boas novas, e muitas vezes fazemos isso de pura alegria de falar sobre elas. No entanto, as boas novas do Reino nos induzem a transmiti-las a outros não só por alegria, mas também por amor ao nosso próximo. O espírito evangelizador é de amor a Deus e ao próximo. As boas novas significam vida para quem as recebe, e por isso é essencial que sejam proclamadas em toda a parte. O apóstolo Paulo escreveu, numa de suas primeiras cartas inspiradas, que na revelação de Cristo desde o céu “os que não obedecem às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus” seriam “submetidos à punição judicial da destruição eterna”. — 2 Tes. 1:8, 9.

      5. Como mostrou o apóstolo Pedro a importância das boas novas?

      5 O apóstolo Pedro enfatizou a importância de se conhecerem as boas novas e se obedecer a elas quando falou sobre os cristãos serem julgados, dizendo: “Ora, se [o julgamento] primeiro começa conosco, qual será o fim daqueles [professos cristãos] que não são obedientes às boas novas de Deus?” Ele acrescentou: “E, se o justo está sendo salvo com dificuldade, onde aparecerá o ímpio e o pecador?” (1 Ped. 4:17, 18) Por conseguinte, o espírito que o proclamador das boas novas precisa ter não é o de apenas proclamá-las, mas o de fixá-las firmemente no coração dos ouvintes. Por quê? Porque até mesmo o homem justo entre os professos cristãos será salvo apenas “com dificuldade”.

      6. Em que sentido especial usa a Bíblia o termo “evangelizador”?

      6 A palavra grega usada na Bíblia para “boas novas” é euaggélion, ou “evangelho”. A Bíblia usa o termo “evangelizador” com respeito a certos designados, pois ela nos diz que Jesus, ao ascender ao céu, deu dádivas em homens, “alguns como apóstolos, alguns como profetas, alguns como evangelizadores, alguns como pastores e instrutores, visando o treinamento dos santos para a obra ministerial, para a edificação do corpo do Cristo”. (Efé. 4:11, 12) Parece que estes “evangelizadores” receberam o espírito de Deus de modo especialmente forte na pregação, no treinamento e na edificação de outros. Filipe era um deles. — Atos 21:8, 9.

      7. De que modo devem todos os proclamadores das boas novas, em sentido geral, ser evangelizadores?

      7 Não obstante, todos os proclamadores das boas novas, em sentido geral, são evangelizadores. Devem proclamar as boas novas, mas não parar só nisso. Devem fazer tudo o que podem para treinar e edificar outros, a fim de que estes, por sua vez, possam ter o mesmo espírito forte. Para realizar isso, precisam aproveitar toda ocasião e oportunidade para falar sobre as boas novas. Os cristãos do primeiro século nos forneceram muitos exemplos disso.

      PROCLAMAÇÃO DAS BOAS NOVAS NO PRIMEIRO SÉCULO

      8. Como e onde fez Jesus uma obra evangelizadora?

      8 O próprio Jesus “viajava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e declarando as boas novas do reino de Deus. E os doze estavam com ele”. (Luc. 8:1) Quase todas as viagens de Jesus eram a pé. Ocasionalmente, enviava os discípulos na sua frente, para que a aldeia ou cidade estivesse na expectativa e pronta para escutá-lo. (Luc. 10:1) Ele ensinava onde havia gente. Podia ser numa aldeia, no templo em Jerusalém, num lar particular, no seu próprio lugar de moradia, nas sinagogas, à beira do mar ou num monte. E falava aos que encontrava na estrada, ou enquanto descansava — em suma, em qualquer ocasião e lugar onde havia pessoas. — Mat. 5:1; 13:1, 2; 26:6-13; Mar. 2:1, 2; 3:1-5; João 4:6-10.

      9, 10. Que evangelização fez Filipe, e como pode ele ser comparado com certas testemunhas de Jeová da atualidade?

      9 Alguns dos evangelizadores do primeiro século viajavam muito. Iam aos lugares onde havia necessidade de seus serviços, segundo Deus lhes revelava. Lemos que Filipe foi enviado a Samaria. Depois de ter feito ali um bom trabalho, foi orientado pelo anjo a ir para o sul, para a estrada que levava de Jerusalém a Gaza. Ali explicou as boas novas a um eunuco etíope. O espírito de Deus o enviou dali a Asdode, e ele “declarava as boas novas a todas as cidades, até chegar a Cesaréia”. (Atos 8:4-40) Ali o encontramos mais tarde num lar, um homem com família. — Atos 21:8, 9.

      10 Filipe poderia de certo modo ser comparado com os “pioneiros”, “pioneiros especiais” e missionários entre as testemunhas de Jeová, que têm uma comissão especial de pregar. Mas, os que se mudam de seu lar para lugares onde há maior necessidade de pregadores mostram um belo espírito evangelizador. Alguns deles têm família, assim como Filipe.

      11. Como evangelizou Paulo?

      11 Paulo era um dos maiores evangelizadores. Viajava muito pela Ásia e pela Europa, proclamando as boas novas aonde quer que fosse. Procurava pregar principalmente onde as boas novas não haviam sido proclamadas. Em alguns lugares ficava por bastante tempo, a fim de estabelecer e fortalecer congregações. É de interesse notar que nessa atividade evangelizadora Paulo se sustentava financeiramente por trabalhar num ofício. — 2 Cor. 10:13-16; Atos 18:1-4; 19:8-10; 1 Cor. 9:15-18.

      A EVANGELIZAÇÃO NÃO NECESSARIAMENTE ENVOLVE VIAJAR

      12. São as viagens uma parte essencial da evangelização?

      12 Embora seja verdade que esses

  • O cristianismo e o governo romano
    A Sentinela — 1974 | 1.° de dezembro
    • O cristianismo e o governo romano

      ● “Os cristãos se mantinham alheios e distanciados do estado, como raça sacerdotal e espiritual, e o cristianismo parecia capaz de influenciar a vida civil apenas dum modo, é preciso confessar, dos mais puros, por praticamente se esforçarem a incutir mais e mais o sentimento sagrado nos cidadãos do estado.” — The History of the Christian Religion and Church, During the Three First Centuries, Dr. Augustus Neander.

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