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  • Boas novas eternas — para o tempo do fim
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • tem de ser e continua sendo como o terceiro anjo disse. A declaração do julgamento está sob contrôle angélico.

      A NECESSIDADE DE PERSEVERANÇA DOS VERDADEIROS ADORADORES

      47. Como sabemos que êste período de julgamento não será fácil para as verdadeiras testemunhas de Jeová e como é que Apocalipse 14:12 mostra que isto é verdade?

      47 Sendo que os verdadeiros adoradores têm o favor e a aprovação de Deus, o Criador, não devemos pensar que êste período de juízo lhes será fácil. Os falsos adoradores, mediante suas organizações, a “fera” simbólica e sua “imagem”, não estão de bom humor para com as testemunhas cristãs e adoradoras do Criador. Êles fazem as suas poderosas organizações agirem como feras contra as testemunhas que proclamam os juízos de Jeová, as suas decisões judiciais concernentes a êste velho mundo. Por todos os meios, legais e ilegais, tentam forçar as testemunhas a se afastarem da adoração de Jeová e a se unirem com êles nas organizações e nos sistemas criados pelos homens. É por isso que logo após falar nos adoradores da fera e da sua imagem, bem como no tormento de tais adoradores, Apocalipse 14:12 acrescenta: “Aqui é que significa perseverança para os santos os que observam os mandamentos de Deus e a fé que era de Jesus.” A situação hodierna requer perseverança das testemunhas de Deus.

      48. O que farão então as testemunhas cristãs de Jeová?

      48 O que então devemos fazer nós, testemunhas do Deus Altíssimo, o Criador? Pela sua inabalável ajuda perseveramos até agora, mas a prova de nossa perseverança ainda não acabou. Ainda vivemos e, pelo restante desta “hora” do julgamento de Deus, continuaremos vivendo neste mundo cercados de falsos adoradores e dos seus falsos deuses e ídolos. Não podemos deixar de observar os “mandamentos de Deus e a fé que era de Jesus”. Precisamos continuar observando os mandamentos de Deus e firmando a nossa fé em Jesus, a despeito de quanto êste proceder ainda nos fará suportar.

      49. A liderança de quem devemos seguir neste tempo de juízo e quão séria é a nossa incumbência?

      49 Concordemente continuaremos a seguir a liderança do anjo que voa no meio do céu e nós adotamos e retransmitimos a “tôda nação, e tribo, e língua, e povo” as “boas novas eternas” que o anjo ou o grupo angélico apresenta “com voz alta”. Não temos culpa de que o que é “boas novas” ou “notícias alegres” para nós, os verdadeiros adoradores, não o seja para todo o mundo, de que não seja boas novas para os falsos adoradores que são inimigos de Jeová Deus, o Criador. As boas novas incluem informação acêrca da vingança de Deus, o Criador e os que têm a incumbência de pregá-las estão sob ordens de proclamarem a Sua vingança.

      50. Quem mais teve esta obrigação e como demonstrou ele que aceitou a sua incumbência ao visitar Nazaré?

      50 Esta obrigação também foi do amoroso Senhor Jesus, a quem Jeová Deus tinha ungido com seu espírito santo logo depois que êle foi batizado no rio Jordão. No lugar de reunião dos judeus em Nazaré, a cidade de sua infância, Jesus leu da profecia de Isaías e aplicou a si mesmo as seguintes palavras: “O espírito do Senhor Jeová está sôbre mim, pela razão de que Jeová me ungiu para dizer boas novas aos mansos. Enviou-me para curar os quebrantados de coração, para proclamar liberdade aos que foram tomados cativos e a ampla abertura dos olhos dos presos; para proclamar o ano de boa vontade da parte de Jeová e o dia da vingança da parte de nosso Deus; para consolar a todos os pesarosos.” (Isa. 61:1, 2; Luc. 4:16-21) Até êle tinha que pregar o “dia da vingança de Deus”. Ao mesmo tempo pregou o “ano de boa vontade da parte de Jeová”. Os seus seguidores semelhantes a ovelhas têm que fazer a mesma coisa hoje.

      REGOZIJO PELA SUA VINGANÇA

      51, 52. (a) Por que até mesmo a declaração de vingança de Jeová é causa para regozijo? (b) Semelhantes a Moisés, como se sentirão os servos justos de Jeová?

      51 Até mesmo o dia de vingança da parte de nosso Deus Jeová é boas novas para os mansos da terra, que têm sido pisados pelos poderosos; para os quebrantados de coração, que têm visto a organização visível dos verdadeiros adoradores de Deus ser quebrada pelos inimigos da pura e incontaminada religião; para os que foram tomados cativos e foram restringidos em sua liberdade religiosa pela organização do Diabo, por Babilônia, a grande; para os prisioneiros religiosos cujos olhos foram fechados, cegados pelas trevas da prisão religiosa em que êles foram involuntàriamente trancados.

      52 A proclamação do “dia da vingança da parte do nosso Deus” é um consôlo, não para os que se regozijam pela maldade dêste mundo de falsa religião, mas para os que suspiram e gemem por causa do dano causado à congregação da verdadeira adoração. Quando chegar por fim aquele dia e virem a execução da justa vingança divina sôbre seus inimigos, que também são inimigos de Deus, êles desfrutarão seu maior consôlo. Cantarão de alegria como Moisés cantou ao ver afogadas no Mar Vermelho as perseguidoras fôrças militares de Faraó. “Deixa-me cantar a Jeová, pois êle foi grandemente enaltecido. O cavalo e o cavaleiro êle lançou no mar. Minha fôrça e o meu poder é Já, visto que êle serve para a minha salvação. Êste é meu Deus e eu o louvarei; Deus de meu pai, e eu o exaltarei. Jeová é pessoa varonil de guerra. Jeová é o seu nome. Jeová dominará como rei por temo indefinido, mesmo para sempre.” — Êxo. 15:1-3, 18; Apo. 15:3, 4.

      53. Qual é o nosso dever neste “ano de boa vontade da parte de Jeová” que ainda está em vigor?

      53 É uma obrigação que Deus, o Criador, nos impõe para que ajudemos pessoas de tôdas as nações, tribos, línguas e povos para que saibam a respeito e sejam beneficiados pelo “ano de boa vontade da parte de Jeová”, que ainda está em vigor. Assim, elas poderão escapar do “dia da vingança da parte de nosso Deus”, que se aproxima ràpidamente. Elas precisam ser ajudadas a conhecer quem é Deus, o Criador, para que aprendam a amar, a adorar e a glorificar a ele com a espécie correta de temor.

      54. (a) Para quem não se destinava esta terra? (b) Portanto, quem limpará o mundo de todos os adoradores falsos e que parte desempenham nesta questão os que amam a justiça?

      54 O Criador nunca intencionou que esta terra fôsse lugar para falsos adoradores. Não é o lugar correto para adoradores religiosos que adoram as coisas criadas e não o Criador. Não é nosso dever limpar a terra dêstes milhões de falsos adoradores. É assunto do Criador, pois êle tem o direito de destruir o que criou, se as criaturas se separarem do caminho de Deus. É assunto e propósito declarado dêle o limpar a terra de todos os falsos adoradores no “dia da vingança”, mas é nosso dever avisá-los com antecedência. Não é nossa culpa se êles não gostarem. Êstes falsos adoradores gostariam de receber tôdas as vantagens físicas e materiais que as “boas novas eternas” predizem, mas tais religiosos falsos não querem nem estão dispostos a aceitar êstes benefícios físicos e materiais nos têrmos de Deus. Não estão dispostos a abandonar a falsa adoração nem a ampla licença que a religião dêles permite, para que recebam o dom da vida eterna na perfeição humana numa gloriosa terra paradísica sob o reino de Deus.

      55. A quem é que queremos agradar?

      55 Jamais podemos esperar agradá-lhes e ter a aprovação dêles para a pregação das “boas novas eternas” durante esta breve “hora” do julgamento de Deus, o Criador. É a êste Deus, o Juiz, que devemos agradar e servir, e é a sua mensagem que devemos declarar aos que são suscetíveis de ensino e que estão dispostos a adorar ao Deus que é real. É a êle que devemos dar glória.

      56. Como é que os céus e a terra produtiva proclamam a glória de Deus e é suficiente só êste louvor? Por quê?

      56 O Salmo 19:1-4 diz mui significativamente: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e dêles não se ouve nenhum som; no entanto, por tôda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras até aos confins do mundo.” (ALA) Mas não é próprio de nossa parte deixarmos só para os mudos céus visíveis e só para a glória do dia e da noite a questão da declaração da glória de Deus e da narração das obras de suas mãos.

      57. (a) Por que é que o povo comum precisa ajuda hoje em dia para apreciar as boas novas de Deus? (b) O que então precisamos fazer ao apreciarmos as “boas novas eternas” e nos regozijarmos por elas?

      57 O povo comum de hoje teve sua percepção religiosa desvirtuada pela falsa religião, pelo alto criticismo da Bíblia e pela ciência que é falsamente chamada de ciência, e por isso não podemos deixar que tal povo olhe para os céus e observe dia e noite as coisas na grande expansão e as entendam corretamente. Não podemos esperar que o povo leia nelas a glória de Deus e as chame de obras das mãos dêle. Dos céus inanimados e da vasta expansão embelezada pelo sol, lua, estrêlas e nuvens, não se pode aprender o propósito amoroso de Deus acabar com tôda a maldade e de transformar a terra que agora é mal usada em um indescri̇̀tivelmente belo Paraíso, dando aos remidos adoradores de Deus, o Criador, um lar eterno sob Seu reino. Deus originou a sua Palavra escrita, a Bíblia Sagrada, para dizer a nós e ao povo as “boas novas eternas”. Precisamos dar-lhe a Palavra de Deus. Precisamos ajudá-lo a ‘obedecer às boas novas’. — Rom. 10:16, 17.

      58. Neste “tempo do fim” qual é o nosso grandioso privilégio?

      58 O nosso privilégio hoje em dia suplanta a muito o dos pastôres nos campos de Belém que há muito viram o glorioso anjo e ouviram-no a declarar as “boas novas de uma grande alegria” para todos os que buscam a Deus e a sua boa vontade. Há dezenove séculos atrás o apóstolo João viu em visão um anjo voando no meio do céu e declarando alegremente em tôda a volta da terra as “boas novas eternas”. Hoje, pelo inestimável favor de Deus, é nosso privilégio adotarmos as declarações de notícias alegres do anjo e proclamá-las com rapidez em tôda a terra. Fazendo isto obediente, amorosa e destemidamente, teremos a alegria de ver inúmeros outros de “tôda nação, e tribo, e língua, e povo”, se desviarem da falsa religião para temerem a Deus e lhe darem glória. Regozijar-nos-emos por tê-los conosco para o adorarmos, ao nosso Criador, para a vindicação eterna dêle e para a nossa salvação eterna.

  • Testemunhando na escola — Líbano
    A Sentinela — 1964 | 1.° de abril
    • Testemunhando na Escola — Líbano

      O professor-padre em certa escola falava sôbre João 1:1 e tentava provar a doutrina da trindade. Uma pequena Testemunha pediu licença para mudar uma só palavra no versículo e o padre concordou. O garoto leu em voz alta em árabe: “No princípio era o [Deus] e o [Deus] estava com o Deus e o [Deus] era o Deus.” Ao terminar, êle balançou a cabecinha e disse: “O que entendemos disso?” O padre o olhou bem, pausou, levantou-se e saiu da sala sem falar uma só palavra. Os alunos aplaudiram. — Anuário das Testemunhas de Jeová de 1983, em inglês, pág. 181.

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