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  • Zelosos de obras excelentes
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | setembro
    • mas, se formos engenhosos, poderemos conseguir muito.

      7 Pense em como alcançar as pessoas como ir além dos exteriores, procurando falar com os que encontra no território. Não tentamos salvar casas mas pessoas, por isso nosso ministério deve alcançar cada pessoa ao irmos de casa em casa. Se há um homem mexendo no carro, ou alguém limpando o quintal, queremos alcançá-lo, pois ele mora em alguma parte e talvez quando foi encontrado em casa quando outro publicador bateu à sua porta. Não desejamos privar a ninguém, decidindo que quando vai querer ouvir por estar ocupado. Sermos breves e diretos quando as pessoas estão ocupadas é também uma forma de sermos engenhosos.

      8 Embora quando saibamos exatamente como terminará o tremendo trabalho de anunciar as boas novas e fazer discípulos, já podemos ver parte dos resultados alcançados. Assim como não se podia ver o que Jeová tinha em mente ao iniciar cada período chamado “dia”, ao preparar a terra para o homem, assim também quando vemos claramente agora como chegará a conclusão ‘do dia de Jeová’ em que todos nós vivemos. Uma coisa é certa nada daquilo que precisa ser feito ficará sem ser feito. Necessitamos apenas continuar pregando em toda a parte as boas novas do Reino, confiantes em que Jeová trará os resultados, para a glória do seu próprio Nome. — 1 Tes. 5:1-5.

  • Mantenha aberto o fluxo do espírito de Deus
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | setembro
    • Mantenha aberto o fluxo do espírito de Deus

      1 É a vontade de Jeová que a obra de pregação se realize hoje com o propósito de se dar “testemunho” antes que venha o fim. (Mat. 24:14) A obra é de Deus e é Ele quem “faz crescer”, mas Jeová nos concede o grandioso privilégio de sermos “colaboradores de Deus”. — 1 Cor. 3:8, 9.

      2 No caso literal de plantação, há requisitos a ser observados para ocorrer o crescimento: há o plantio, a rega, a preparação do solo, e a menos que se observem tais requisitos, o lavrador não vê o crescimento. A produtividade de nosso ministério cristão depende da bênção de Jeová, mas esta só é concedida se observarmos a necessidade de se manter a pureza espiritual da congregação. A presença de impurezas numa congregação poderá impedir o livre fluxo do espírito de Deus, e não ocorrerá o crescimento numérico e espiritual da congregação.

      3 Estamos interessados em ver mais pessoas relatando como publicadores do Reino, e participamos no serviço ministerial com o fim de encaminhar pessoas sinceras à organização. Fazemos revisitas e abrimos estudos bíblicos com o objetivo de preparar novos publicadores. No entanto, não desejaremos aceitar relatórios de serviço de campo de pessoas que não satisfaçam os requisitos bíblicos da adoração pura. Os que já são contados como publicadores e se empenham em atos condenados pela palavra de Deus podem ser prontamente ajudados a se corrigirem, no espírito de Gálatas 6:1.

      4 Tomemos, por exemplo, o hábito de fumar. O assunto será bem considerado na Sentinela de 1.º de dezembro de 1973. É de se esperar que os que já são publicadores tomem a iniciativa de abandonar tal hábito impuro, se tiverem esta fraqueza, e se desejarem continuar prestando serviço aceitável a Jeová Deus. Os anciãos da congregação darão conselhos bíblicos aos que têm esse hábito, podendo conceder-lhes um prazo para abandonar tal prática. Mas se não o fizerem? Bem, a orientação do “escravo fiel e discreto” é, conforme artigo publicado na Sentinela (em inglês) de 1.º de junho de 1973, págs. 340, 341, § 22, 24: “Então, que dizer dos que no passado foram batizados enquanto ainda usavam produtos que formam hábito, tais como o fumo ou outras drogas, ou que se submeteram a um tratamento tal como o chamado ‘programa de metadone’ e ainda continuam em tal prática? Pode-se conceder-lhes agora um prazo razoável, tal como de seis meses, para se livrarem deste hábito. Ao fazerem isso, mostrarão seu desejo sincero de permanecer dentro da organização pura de Jeová Deus, de servos dedicados.

      5 “O que se dá no caso dos já batizados que não estiverem dispostos a abandonar seu hábito de usar produtos prejudiciais e escravizadores? Estes mostram assim iguais a Esaú, que não ‘apreciam coisas sagradas’, preferindo tais hábitos ao privilégio de fazer parte do povo limpo de Jeová. Portanto, devem ser removidos da congregação, por causa de tal conduta imprópria para o cristão. — 1 Cor. 5:7; Heb. 12:15, 16.”

      6 Os anciãos das congregações poderão seguir a orientação acima, ajudando os que precisam de ajuda, pois assim estarão mantendo aberto o fluxo do espírito de Deus.

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1973 | setembro
    • Perguntas Respondidas

      ● Existem algumas circunstâncias em que servos ministeriais podem ser usados para proferir discursos públicos fora de sua própria congregação?

      As Escrituras lançam sobre os anciãos a responsabilidade de ‘falar e ensinar’ nas congregações. (1 Tim. 5:17; 3:2) Sempre que possível, eles é que devem proferir os discursos públicos. Se não houver suficientes anciãos disponíveis mesmo com o intercâmbio de oradores entre as congregações, o corpo de anciãos poderá designar discursos públicos (ou talvez uma parte duma seqüência de discursos) a certos servos ministeriais na sua própria congregação.

      Sob circunstâncias normais, apenas os anciãos são designados a proferir discursos públicos em outras congregações, fora da sua própria. Mas, se simplesmente não houver suficientes anciãos disponíveis para realizar regularmente reuniões públicas, poderá pedir-se que servos ministeriais de congregações vizinhas profiram discursos públicos. Quando o superintendente presidente receber o pedido dos serviços de servos ministeriais e o corpo local de anciãos achar que estes possam desempenhar-se bem na designação poderão ser designados a falar em outras congregações. Entretanto, a menos que se peça especificamente servos ministeriais como oradores, só se deve enviar anciãos a outras congregações para falar.

      Quando não for possível fornecer nenhum orador público em certas semanas, então se sugere que a matéria dos esboços extensos, providos pela Sociedade, seja lida à congregação, e esta poderá verificar e considerar quaisquer textos mencionados. (Não se devem pedir convites para tais apresentações.) Desta maneira, quer haja disponíveis oradores públicos, quer não, todos receberão o alimento espiritual provido por meio do programa das reuniões públicas.

      ● Como devem ser manejadas as folhas de assinatura expirada enviadas à congregação?

      A folha de expiração é enviada à congregação dois meses depois da data de expiração, se a assinatura não foi renovada. Muitos resultados bons foram obtidos quando se fizeram tais visitas prontamente. Ao se receberem estas folhas, pede-se que sejam distribuídas pelo superintendente dos estudos bíblicos. Quando se sabe que os ex-assinantes estão sendo visitados regularmente por certos publicadores, então as respectivas folhas são logicamente entregues a eles. Senão, as folhas podem ser distribuídas entre os publicadores de que se sabe que farão as visitas e cuidarão do interesse encontrado. Algumas congregações acham melhor simplesmente distribuir as folhas entre os dirigentes de estudos de livro.

      Quando os publicadores, por algum motivo, não puderem entrar em contato com estas pessoas, convém devolverem as folhas ao superintendente dos estudos bíblicos, para que as possa entregar a outros que poderão fazer a visita em outra hora. Quando diversos esforços de entrar em contato com a pessoa não forem bem sucedidos, então, os publicadores cuja saúde ou situação limita sua participação no ministério de casa em casa poderão escrever cartas. Na visita do superintendente de circuito, ele poderá receber quaisquer folhas em mãos, mas não devem ser deixadas acumular para este fim.

      Ocasionalmente, a congregação talvez receba uma folha com um endereço que não é do seu território. Se tal território pertencer a uma congregação vizinha, a folha poderá ser enviada a esta. Do contrário, queiram devolvê-la à Sociedade.

      Muitas vezes enviam-se folhas indicando que as revistas “não podem ser entregues”. Se se puder obter a informação necessária para assegurar a entrega futura das revistas, queiram anotar isso na folha e devolvê-la à Sociedade.

      De vez em quando seria bom que os superintendentes pedissem que os publicadores verificassem seus cadernos de anotações e pastas, para ver se não sobraram algumas destas folhas, ainda não se tendo feito a revisita.

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