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Carta da FilialNosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
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Carta da Filial
Prezados Publicadores do Reino:
Um novo auge de publicadores! Sim, alcançamos o auge de 106.970 publicadores em agosto. É evidente que milhares de publicadores seguiram a sugestão feita no último discurso de nosso congresso “Esperança Viva” e fizeram um esforço especial para participar no serviço de campo no último mês do ano de serviço. Este resultou em auges de horas, revisitas, estudos bíblicos e revistas colocadas. Os irmãos merecem parabéns! — Col. 1:3-6.
De fato, o excelente serviço feito em agosto culminou um ano cheio de bênçãos para o povo de Jeová no Brasil. Os 101.894 pregadores das boas novas, em média, inclusive 4.453 de tempo integral, demonstraram abertamente a sua “esperança viva” por participarem regularmente no serviço de campo durante o ano. E quando pensamos que 299.453 pessoas assistiram à Comemoração da morte de nosso Senhor Jesus Cristo, e que 9.387 destas pessoas foram batizadas durante o ano, podemos sentir dum modo tangível a bênção de Jeová sobre os nossos esforços. Ele está dando o aumento. — 1 Cor. 3:6-9.
Se o irmão participou nesta obra regularmente durante o ano, pode sentir-se feliz de que ajudou a colocar 2.083.895 livros e folhetos, 10.942.214 revistas avulsas e 80.656 assinaturas para as revistas. Apenas Jeová sabe quanta desta semente já deu fruto ou ainda dará fruto nos meses à frente, mas os publicadores ativos dedicaram 13.142.499 horas, fizeram 4.668.751 revisitas e dirigiram em média 62.645 estudos bíblicos, a fim de fazer sua parte como “colaboradores de Deus”, esperando pacientemente para Ele ‘fazê-la crescer’. — Tia. 5:7, 8.
Significa isto que já podemos descansar do nosso labor? Paulo responde por nós, dizendo: “Ao ponto que fizemos progresso, prossigamos andando nesta mesma rotina.” — Fil. 3:16.
Seus irmãos,
ESCRIT. DA SOCIEDADE, SÃO PAULO
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Divulgação alegre das boas novasNosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
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Divulgação alegre das boas novas
1 “Vai; teu filho vive.” Pode imaginar a alegria que Jesus sentiu ao dizer estas palavras consoladoras ao assistente dum rei, cujo filho estivera à beira da morte! E o filho vivia mesmo! (João 4:46-53) Jesus transmitiu repetidas vezes boas novas assim. (Mat. 8:13; 15:28) Os apóstolos também ficaram notórios quando disseram: “Em nome de Jesus Cristo, o nazareno, anda!” E o coxo andou! O coração deles certamente rejubilava quando levavam as boas novas a outros! — Atos 3:1-10; 5:15.
EXISTEM HOJE BOAS NOVAS SIMILARES?
2 ‘Podemos hoje realmente transmitir boas novas similares? De fato, podemos! Podemos dizer às pessoas: ‘Seu filho remido viverá’, ou: ‘Vai andar de novo, sim, vai pular e correr, como a corça!’ Não, isto não ocorrerá assim que você o disser, como se deu quando Jesus e seus apóstolos falaram, mas acontecerá realmente sob o domínio do reino de Deus. E quando ocorrer, será ainda mais maravilhoso, porque não haverá então nenhuma necessidade de os curados ficarem novamente doentes ou até morrerem. Podemos abrir a Palavra de Deus e apresentar a evidência e que ninguém vai adoecer e morrer. — Rev. 21:3, 4.
3 Não constitui esta mensagem sobre o Reino as melhores novas que possam transmitir a alguém? Sim, é verdade. Você não poderia oferecer algo mais valioso a uma pessoa, porque barras de ouro ou sacolas de diamantes não são tão preciosas como as “boas novas”. De fato, o privilégio de divulgar a mensagem sobre os propósitos de Deus devia dar-nos alegria! Então, por que falta às vezes alegria entre alguns dos que levam as boas novas?
OS INIMIGOS DE NOSSA ALEGRIA
4 A falta de alegria se deve principalmente à oposição e à indiferença as boas novas. A maioria das pessoas simplesmente não quer ouvi-las; talvez zombem e escarneçam delas. Mas, lembre-se de que o apóstolo Paulo disse que “as boas novas . . . estão veladas entre os que perecem”. Veladas por quem? Por Satanás. Sim, ele tem cegado a mente das pessoas, para que ‘não penetrassem as gloriosas boas novas’. (2 Cor. 4:3, 4) Lembrarmo-nos deste fato pode ajudar-nos a manter nossa alegria. Como assim?
5 Um irmão fiel, no Betel de Brooklyn, que passou muitos anos no serviço de circuito, diz que, quando ele fala com as pessoas, ele se lembra continuamente de que está lutando contra idéias e atitudes inspiradas por demônios. Podemos ficar alegres por saber que estamos do lado de Deus, nesta luta contra a influência má de Satanás e de seus demônios.
6 Outro inimigo da alegria pode ser a dúvida ou a falta de fé. É um “pecado que facilmente nos enlaça”, disse o apóstolo Paulo. (Heb. 12:1; Tia 1:5-7) Acredita você realmente nas “boas novas do reino”? Está convencido de que o reino de Deus, em breve, exterminará o velho sistema iníquo, junto com todos os que se apegarem a ele, e que introduzirá as condições maravilhosas que tanto almejamos? Alguns publicadores permitiram que se desenvolvesse neles uma dúvida, e, em resultado disso, perderam a alegria. Mas, se você realmente crer nas promessas de Deus — e se mantiver clara a sua visão — isto o ajudará a divulgar alegremente as boas novas.
7 Contudo, conforme já mencionado, a indiferença das pessoas e até mesmo a oposição aos nossos esforços de evangelização sufocam a alegria de alguns publicadores. O que podem fazer tais publicadores para manter viva a sua alegria?
COMO MUITOS CONSERVAM A ALEGRIA
8 Muitos conservam sua alegria por refletirem regularmente nas maravilhosas verdades bíblicas que possuem, e em quão vital é que outros as ouçam. (Jer. 15:16) Imagine: “Os que não obedecem às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus”, diz a Bíblia “serão submetidos à punição judicial da destruição eterna”. (2 Tes. 1:6-9) Eles precisam receber repetidas oportunidades de aceitar a mensagem do Reino. Por quê? Por que a maioria em que reagem constitui a própria base em que Deus os julgará, quer como dignos da vida quer como próprios para a destruição. (1 Tim. 4:16) Quando reconhecemos este fato, não podemos ficar alegres ao perseverarmos em levar a informação que pode preservar a vida a pessoas semelhantes a ovelhas?
9 Podemos ficar alegres, se tivermos genuíno amor e interesse no bem-estar das pessoas. Será que você os tem? Jeová, o Deus que adoramos, os tem. Ele não quer que alguém seja destruído, mas deseja que todos reajam favoravelmente e obtenham a vida. (Eze. 33:11; 2 Ped. 3:9) Este é um motivo pelo qual faz com que se preguem as boas novas. A terna afeição pelas pessoas induziu o apóstolo Paulo e seus companheiros a transmitir aos outros, não somente as boas novas, mas, conforme ele disse, “também as nossas próprias almas”. (1 Tes. 2:8) Se tivermos um desejo similar de ajudar as pessoas, seremos também ajudados a conservar a alegria.
10 Além disso, conforme certo irmão o expressou: “A alegria relaciona-se muitas vezes com bom êxito e o bom êxito, com uma boa preparação.” Sim, termos um bem preparado tópico bíblico para considerar contribui para o bom êxito na obra de pregação, e, isso, por sua vez, para alegria. Quando os moradores escutam, participam na palestra e aceitam as verdades bíblicas, então a pregação é agradável. E quando, nas revisitas, eles aceitam a exortação de ler e estudar a Bíblia, nossa alegria aumenta.
11 Mas, o seguinte também é um ponto importante: Nossa alegria simplesmente não pode depender da reação das pessoas às boas novas. Em alguns territórios são poucos ou ninguém que reage favoravelmente, pelo menos não durante muitas semanas, meses e às vezes anos. (Jer. 7:27) Contudo, ainda assim é possível manter alegria. “Sinto-me bem depois de passar uma tarde na pregação”, disse um irmão, “simplesmente por saber que tenho tido parte na obra que Deus nos deu para fazer”.
12 Que muitos, muitos mais de nós se dêem conta da alegria que dá a participação na obra de fazer discípulos! Conserve a sua alegria na certeza de que as boas novas que leva são a dádiva mais preciosa que pode oferecer a alguém e de que Jeová se agrada com o seu trabalho. — Heb. 6:10; Nee. 8:10.
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Ajuda mútua para servirmos regularmenteNosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
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Ajuda mútua para servirmos regularmente
1 A atividade regular no serviço de campo é sinal de força espiritual. No entanto, quando se fica doente, os planos ficam frustrados, as coisas não são mais feitas e se precisa de ajuda.
2 Jeová é um exemplo sublime de ser regular em todas as suas atividades. Ele provê regularmente às nossas necessidades espirituais e materiais. (Rev. 22:2; Mat. 6:11) Nossa própria existência depende da regularidade encontrada na sua criação, e, embora não o mereçamos, ele não se esquece de nós, mas é constante no seu amor a nós. — Tia. 1:17.
3 Certamente apreciamos os benefícios de tal serviço regular por parte de Jeová, não apreciamos? Este apreço nos induzirá a reagir do mesmo modo por providenciarmos, na nossa vida atarefada, servir regularmente a ele, não deixando passar nenhum mês sem participarmos de algum modo na pregação das boas novas e em relatar isso.
4 Há também necessidade de nos ajudarmos mutuamente a ser regulares no serviço, pois os relatórios mostram que no ano passado, 7.250 no Brasil, ou quase quatro por congregação, em média, deixaram que seu serviço de campo primeiro ficasse irregular e depois inativo. Se houver alguns assim na sua congregação, sabe quem são? Mais importante, porém, o que se pode fazer para ajudá-los? Em primeiro lugar, os anciãos podem tomar a dianteira em visitá-los, possivelmente levando consigo servos ministeriais que depois poderiam cuidar eficazmente deles por prestar-lhes ajuda amorosa. Individualmente, porém, também temos uma responsabilidade para com tais, que estão “aparentados conosco na fé”. (Gál. 6:10) Portanto, exortamo-lo a que se ofereça a visitar alguns de tais, depois de consultar os anciãos.
5 Muitas vezes, do que se precisa é que simplesmente tomemos um interesse pessoal neles e nos ofereçamos a levá-los conosco ao serviço de campo ou a revisitas ou a um estudo bíblico. Isto talvez baste para reestimular sua alegria e o amor que antes tinham pelo serviço de campo. No caso de alguns, talvez ajude fortalecer-lhes seu apreço pelas coisas espirituais. Podemos fazer isso por compartilharmos com eles alguma matéria especialmente atraente nas publicações, alguns interessantes pontos bíblicos aprendidos nas assembléias de circuito ou de distrito, ou alguma experiência animadora ouvida no Salão do Reino ou em outra parte. Isto talvez os anime a assistir às reuniões de modo regular, e, por outro lado, poderão ser ajudados a participar no serviço de campo.
6 Quando nós mesmos fazemos empenho para servir regularmente, “tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor”, nossa fé será ‘constante’ e ‘inabalável’. Assim poderemos ajudar outros que talvez se tenham tornado irregulares ou inativos. Podemos ter a certeza de que nosso “labor não é em vão em conexão com o Senhor”. — 1 Cor. 15:58.
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Tópico para PalestrarNosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
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Tópico para Palestrar
Como fazer bem sucedido o seu caminho — Jos. 1:8.
Medite no que está escrito na Bíblia e aja de acordo com isso.
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