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  • Abre-se o caminho para aumento em Gibraltar
    A Sentinela — 1987 | 15 de outubro
    • De casamento? Sim, porquanto estarem restritos a apenas a sua pequena congregação limitava as suas oportunidades de achar um cônjuge adequado. As moças da congregação eram assediadas por convites de rapazes do mundo que queriam namorá-las. Os jovens Testemunhas em Gibraltar tinham de levar a sério o sábio conselho da Bíblia de casar-se “somente no Senhor”. — 1 Coríntios 7:39; compare com Gênesis 24:1-4.

      Num certo caso, um jovem Testemunha, desconsiderando o conselho do Autor do casamento, passou a namorar uma moça local que não era membro da congregação. Mas, a ajuda paciente dos anciãos da congregação fizeram-no pensar mais seriamente sobre os perigos envolvidos. Por fim, ele falou com a sua namorada e lhe disse que, embora sentisse forte afeição por ela, o seu conhecimento bíblico o obrigava a terminar o relacionamento. ‘Quero casar-me com uma moça com quem possa viver para sempre, não apenas por alguns anos’, explicou ele.

      Embora surpresa e desconcertada, ela ficou curiosa quanto ao que poderia interessar a ele mais do que a sua companhia. Com o tempo, ela passou a estudar a Bíblia. O que começara como curiosidade transformou-se em interesse genuíno, e ela fez progresso rápido na verdade e foi batizada. Após esta clara indicação de seu desejo de servir a Jeová, o irmão reiniciou o namoro. Algum tempo depois eles se casaram, felizes, colhendo a bênção de seguir o sábio conselho de Jeová sobre o casamento.

      A Abertura da Fronteira Resulta em Aumento Teocrático

      No dia 14 de dezembro de 1982 foi aberto um portão para pedestres, na fronteira. Daí, em 6 de fevereiro de 1985, a passagem livre foi totalmente restabelecida. A população passou a viver num clima mais descontraído. Aproveitando-se desse acontecimento, a congregação local expandiu seu trabalho de testemunho e serviu-se da oportunidade para reunir-se em grupos maiores. Pessoas de inclinação favorável tinham agora maiores oportunidades de vir a conhecer o amor e a harmonia existentes entre as multidões congregadas de Jeová.

      Por exemplo, certo homem cuja esposa era Testemunha já por uns 20 anos, aceitou o convite de acompanhar a esposa e os filhos quando estes foram assistir a uma assembléia de circuito na Espanha. Ele gostou tanto do programa e da associação que decidiu ficar para o segundo dia. Terminada a assembléia, foi-lhe oferecido um estudo bíblico domiciliar. “Por que não?”, respondeu ele, acrescentando: “Que tal começarmos esta semana?” A sua esposa, depois de ter orado por este desfecho por longos anos, ficou radiante.

      Para aproveitar cabalmente as oportunidades adicionais de pregar, o número de Testemunhas que servem como pioneiros auxiliares (que devotam 60 horas por mês ao ministério público) aumentou. Tal atividade zelosa causou um aumento de 35 por cento na congregação, desde 1982.

      O testemunho informal também desempenhou uma grande parte no aumento da congregação. Duas Testemunhas, fazendo uma inspeção no porto, em função de seu serviço secular, mal perceberam uma Tradução do Novo Mundo através da vigia de um iate. Imediatamente, procuraram o proprietário. Era o diretor do cais, que estudara com as Testemunhas de Jeová na Grã-Bretanha antes de ter-se estabelecido em Gibraltar, há pouco. Ele prontamente reiniciou o seu estudo e fez rápido progresso, junto com a companheira com quem vivia. Logo legalizaram a sua situação marital e foram batizados. Este casal britânico dedica agora grande parte do tempo que emprega no ministério ao serviço entre a comunidade de língua inglesa, e contribuíram para a formação de um grupo de estudo entre eles.

      Um dos estudos bíblicos que iniciaram foi com Tim e Tracy, um jovem casal que morava numa dependência militar. Embora Tim tocasse trombone na banda, do regimento, ele decidiu devotar-se plenamente aos pacíficos interesses do Reino de Jeová. Os parentes fizeram pressão sobre o casal, instando-os a deixarem de se associar com as Testemunhas. Contudo, eles continuaram seu estudo bíblico e ficaram mais firmes na fé.

      Tim pediu desligamento do serviço, embora tivesse originalmente se alistado para um período de seis anos. Quando o exame de seu caso parecia demorar desnecessariamente, Tim tomou a iniciativa de falar com o médico do exército e explicou a ele que a incerteza do futuro deles estava prejudicando a sua esposa. O médico cooperou e usou a sua influência para acelerar o processo. Dentro de pouco tempo Tim foi transferido de volta para a Inglaterra, junto com o seu regimento, onde finalmente conseguiu dar baixa. Agora, ambos servem como Testemunhas dedicadas.

      Perspectivas Futuras

      Com a fronteira aberta, as Testemunhas em Gibraltar também têm podido dar uma ajuda a congregações espanholas vizinhas. Elas pregam na famosa Costa del Sol, onde há muitas pessoas de língua inglesa.

      Embora a “questão do Gibraltar” ainda não esteja resolvida do ponto de vista político, as Testemunhas de Jeová em Gibraltar e na Espanha estão totalmente unidas espiritualmente, como se dá em toda a terra. Elas depositam a sua confiança no ‘Rochedo’ cuja força é eterna, ecoando as palavras do salmista: “Vinde, gritemos de jubilo a Jeová! Brademos em triunfo à nossa Rocha de salvação.” — Salmo 95:1.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1987 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ◼ Qual foi o erro de Moisés que lhe custou o privilégio de entrar na Terra da Promessa? Foi golpear a rocha, em vez de simplesmente falar a ela, ou foi ter ele deixado de glorificar a Jeová Deus?

      Parece que o erro de Moisés envolvia mais do que simplesmente golpear a rocha em vez de falar a ela, conforme Deus ordenara.

      Perto do fim de 40 anos de peregrinação, os israelitas acamparam em Cades-Barnéia, no ermo de Zim (ou Parã). Eles haviam acampado ali décadas antes, provavelmente porque três nascentes na região produzem um oásis verdejante, conforme visto na foto acompanhante. Nessa ocasião, contudo, a água era escassa, o que talvez significasse que o povo não podia encontrar muito alimento. Assim, eles altercaram com Moisés, o representante de Jeová, dizendo: “Por que nos conduzistes para fora do Egito, introduzindo-nos neste lugar mau? Não é lugar de semente, nem de figos, nem de videiras, nem de romãs, e não há água para se beber.” — Números 20:5.

      Daí Deus disse a Moisés e a Arão: “Toma o bastão e congrega a assembléia, . . . e tendes de falar ao rochedo diante dos seus olhos para que deveras dê a sua água; e tens de fazer-lhes sair água do rochedo e dar de beber à assembléia e aos seus animais de carga.” (Números 20:8) O que aconteceu em seguida?

      “Moisés e Arão convocaram a congregação diante do rochedo, e ele passou a dizer-lhes: ‘Ouvi, agora, rebeldes! É deste rochedo que faremos sair água para vós?’ Nisso Moisés ergueu sua mão e golpeou o rochedo duas vezes com o seu bastão; e começou a sair muita água.” — Números 20:10, 11.

      Alguns notaram que Deus ordenara a Moisés e Arão que ‘falassem ao rochedo’, mas eles ‘golpearam o rochedo’. Será que essa diferença desagradou tanto a Jeová que ele disse a Moisés e a Arão que Ele não os permitiria conduzir Israel para a Terra da Promessa?

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