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  • Nova e surpreendente evidência vem à luz!
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1978
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1978
w78 1/11 pp. 6-8

Nova e surpreendente evidência vem à luz!

ELES realmente arriscaram a vida quando desceram pelos penhascos verticais do que agora conhecemos como a Caverna dos Horrores. Poucos podiam esperar encontrar no meio dos esqueletos uma pista importante referente à Bíblia que você tem.

Para entender as circunstâncias, imagine estar no ermo árido mostrado na página 9, nas montanhas ao oeste do Mar Morto.

Ao sul encontra-se Massada, a cidadela isolada onde, em 73 E. C., o último posto avançado que restava da revolta judaica foi tomado pelos romanos. Ao norte encontram-se as ruínas de Qumran. Este era o centro duma comunidade judaica do primeiro século, que escondeu o famoso Rolo de Isaías do Mar Morto e outros escritos em cavernas vizinhas.

No começo de 1961, uma equipe de peritos empreendeu explorar as cavernas no agreste Nahal Hever. Estava equipada com detectores de minas, máscaras contra poeira, cordas e arnês de pára-quedas. Era uma descida perigosa de 80 metros até a boca da caverna número 8, cujo nome foi trocado para Caverna dos Horrores. Um passo em falso significaria uma queda de centenas de metros até as rochas lá embaixo

O horripilante nome, Caverna dos Horrores, provém do que os investigadores encontraram lá dentro — os esqueletos de uns 40 homens, mulheres e crianças. Haviam sido seguidores do combatente judeu Barcocheba, que chefiou uma guerra contra Roma, em 132 E. C. Supõe-se que eles tenham ficado encurralados lá dentro pelos romanos acampados no alto do penhasco e que tenham morrido de sede ou fome.

Talvez se pergunte, porém, o que tudo isso tem que ver com se Jesus e os apóstolos usaram o nome pessoal de Deus, e se, por isso, devia estar na sua Bíblia ou nos seus lábios. A relação está em nove pequenos fragmentos de pergaminho, contendo escrita em grego, descobertos na Caverna dos Horrores.

Quando os eruditos os estudaram com cuidado, reconheceram que os fragmentos provinham dum antigo rolo de couro dos Doze Profetas (de Oséias a Malaquias). Era um texto grego de entre 50 A. E. C. e 50 E. C. Ora, conhecia-se a fonte do rolo, a Caverna dos Horrores, no deserto da Judéia. Embora você talvez, de início, não veja a importância disso, é uma das principais pistas quanto a se o nome divino deve aparecer na sua Bíblia, ou não.

A fim de que esta pista tenha real significado para você, precisamos considerar quais os rolos que estavam disponíveis a Jesus e seus apóstolos, no primeiro século E. C.

A PALAVRA DE DEUS EM GREGO

Os livros bíblicos de Gênesis a Malaquias foram originalmente escritos em hebraico, com pequenas partes em aramaico. Entretanto, quando os judeus foram dispersos através do mundo antigo, eles começaram a usar a língua internacional, o grego. Assim, por volta de 280 A. E. C., as Escrituras Hebraicas começaram a ser traduzidas para o grego, produzindo-se a chamada Versão dos Setenta ou Septuaginta grega (LXX).

Quando Jesus iniciou seu ministério, esta versão tinha amplo uso entre os judeus de língua grega. Sabemos da fraseologia dos escritos dos apóstolos que eles conheciam a Septuaginta, e é certo que Jesus também.

Mas, continha esta tradução grega o nome de Deus? Os mais completos manuscritos sobreviventes da Septuaginta, que remontam ao quarto século E. C., revelam uma situação surpreendente. Sempre que a Bíblia hebraica tinha o tetragrama, a Septuaginta grega o substituiu pelas palavras “Deus” (Theos) e “Senhor” (Kyrios). Por isso, o mundo erudito adotou o conceito de que Jesus e seus apóstolos não usavam o nome pessoal de Deus. Afirmou-se que, quando liam ou citavam as Escrituras hebraicas, seguiam o costume de pronunciar em lugar dele as palavras para “Senhor” ou “Deus”. E, quanto à cópia da Septuaginta que usavam, esta nem mesmo continha o Nome.

A maioria dos téologos tem-se apegado confiantemente a este conceito. Mas agora, que dizer da pista encontrada na Caverna dos Horrores?

A PISTA JUDAICA

Lembre-se de que a Caverna dos Horrores, no deserto judaico, continha alguns fragmentos de couro dos Doze Profetas dum rolo escrito por volta do tempo em que Jesus nasceu. Era em grego, na forma da Septuaginta. Mas, que dizer do nome de Deus? Observe a reprodução mostrada aqui.

Estes fragmentos do deserto judaico contêm o nome divino num estilo antigo de hebraico! Embora o texto principal fosse em grego, reteve-se o nome de Deus em letras hebraicas. Não se substituiu o tetragrama pelo título grego Kyrios, como foi feito nos manuscritos da Septuaginta nos séculos posteriores.

Então, ainda mais recentemente, outra pista importante veio à atenção. Ela também tem que ver significativamente com se o nome de Deus deve estar na sua Bíblia, e, portanto, se você deve usar este nome. Esta pista surgiu no Cairo.

A PISTA EGÍPCIA

A pista consiste em muitos fragmentos dum antigo rolo de papiro de Deuteronômio, classificados pelo museu como Papiros Fuad Número 266. Embora estes fragmentos tivessem sido achados nos anos 1940, estavam inacessíveis à comunidade erudita, para estudo.

Em 1950, a edição em inglês da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs publicou pela primeira vez fotografias de alguns destes raros fragmentos. Contudo, durante a década dos anos 1950 e 1960, a maioria dos peritos não teve acesso aos próprios fragmentos, e nenhuma outra publicação erudita havia reproduzido fotografias ou feito uma análise de todos eles. Finalmente, isto apareceu no volume de 1971 de Études de Papyrologie. Mas, o que havia de incomum nestes fragmentos? E que relação tinham com o uso do nome de Deus?

Os papiros Fuad 266 foram preparados no segundo ou no primeiro século A. E. C. Não estão em hebraico, mas em grego. veja a escrita nas amostras dos Fuad 266 reproduzidos mais abaixo. Nota que, embora o texto principal seja em grego, usa-se o tetragrama em letras hebraicas quadradas? De modo que os copistas deste rolo de papiro tampouco o substituíram pelas palavras gregas para “Senhor” (Kyrios) ou para “Deus”. Antes, colocaram mais de trinta vezes — no meio da escrita grega — o tetragrama em letras hebraicas!

O Dr. Paul E. Kahle, de Oxford, explicou que estes fragmentos contêm “talvez o texto mais perfeito de Deuteronômio da Septuaginta que veio até nós”. Em Studia Patristica, ele acrescentou: “Temos aqui num rolo de papiro um texto grego que representa o texto da Septuaginta numa forma mais fidedigna do que o Códice Vaticano e que foi escrito mais de 400 anos antes.” E ele reteve o nome pessoal de Deus, assim como os fragmentos gregos dos Doze Profetas, do deserto da Judéia. Ambos concordam entre si.

No Journal of Biblical Literature (Vol. 79, pp. 111-118), o Dr. Kahle examinou a evidência cumulativa a respeito do uso do nome divino entre os judeus, e chegou à seguinte conclusão:

“Todas as traduções gregas da Bíblia, feitas por judeus para judeus, nos tempos pré-cristãos, devem ter usado, como nome de Deus, o tetragrama em caracteres hebraicos e não [Kyrios], ou abreviaturas dele, tais como encontramos nas [cópias] cristãs” da Septuaginta.

Esta escolha do nome divino para ser cuidadosamente preservado manifestava-se até mesmo em textos da língua hebraica de aproximadamente o primeiro século. Em alguns rolos hebraicos, das cavernas perto do Mar Morto, o tetragrama foi escrito com tinta vermelha ou num tipo mais antigo de hebraico, facilmente distinguível. J. P. Siegel comentou isso:

“Quando primeiro se descobriram os manuscritos de Qumran, há mais de vinte anos, um de seus aspectos mais surpreendentes foi o aparecimento, num grupo limitado de textos, do tetragrama escrito em caracteres paleo-hebraicos. . . . É quase um turismo dizer que esta prática significa profunda reverência pelo(s) Nome(s) Divino.” — Hebrew Union College Annual, 1971.

Adicionalmente, relatou-se que, na Jerusalém do primeiro século, havia um rolo hebraico dos cinco livros de Moisés que continha o tetragrama em letras douradas. — Israel Exploration Journal, Vol. 22, 1972, pp. 39-43.

Não é esta nova evidência um forte indício para você de que Jesus deve ter conhecido muito bem e usado o nome divino, quer lesse as Escrituras em grego, quer em hebraico?

[Foto na página 7]

Fragmento de texto do Mar Morto em grego, com o tetragrama em hebraico. (Hab. 2:15-20; 3:9-14)

[Foto na página 8]

Tetragrama em fragmentos da Septuaginta do Egito. (Papiros Fuad 266)

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