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  • 1C O nome divino em antigas versões gregas
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • (10) Ambrosianae O 39 sup. verte o nome divino pelo Tetragrama escrito em caracteres hebraicos quadrados em todas as cinco colunas nos seguintes lugares: Sal 18:30, 31, 41, 46; 28:6, 7, 8; 29:1, 2, 3; 30:1, 2, 4, 7, 8, 10, 12; 31:1, 5, 6, 9, 21, 23, 24; 32:10, 11; 35:1, 22, 24, 27; 36:cab., 5; 46:7, 8, 11; 89:49 (nas colunas 1, 2 e 4), : 51, 52. Este códice, datado como do fim do nono século EC, tem cinco colunas. A primeira coluna contém uma transliteração do texto hebraico para o grego, a segunda coluna tem a versão grega de Áquila, a terceira coluna tem a versão grega de Símaco, a quarta coluna contém a LXX e a quinta coluna contém a versão grega de Quinta. Uma edição fac-símile deste palimpsesto, junto com uma transcrição do texto, foi publicada em Roma em 1958, por Giovanni Mercati, sob o título Psalterii Hexapli reliquiae . . . Pars prima. Codex rescriptus Bybliothecae Ambrosianae O 39 sup. phototypice expressus et transcriptus.

      Estes dez fragmentos de manuscritos indicam que os tradutores do texto hebraico para o grego usavam o nome divino onde ocorria no texto hebraico. Além disso, a ocorrência do Tetragrama em Za 9:4 corrobora a afirmação de que os soferins judaicos substituíram o Tetragrama por ’Adhon·aí (Soberano Senhor) no texto hebraico em 134 lugares. — Veja Ap. 1B.

  • 1D O nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs
    Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências
    • 1D O nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs

      “Jeová.” Hebr.: יהוה (YHWH ou JHVH [IHVH])

      À base de Ap. 1A e 1C evidencia-se que o Tetragrama em caracteres hebraicos (יהוה) foi usado tanto no texto hebraico como na Septuaginta grega. Portanto, quer Jesus e seus discípulos tenham lido as Escrituras em hebraico, quer em grego, deparavam com o nome divino. Na sinagoga de Nazaré, quando Jesus se levantou e aceitou o livro de Isaías, lendo 61:1, 2, onde se usa o Tetragrama, ele pronunciou o nome divino. Isto estava de acordo com a sua determinação de divulgar o nome de Jeová, conforme se pode ver na sua oração ao seu Pai: “Tenho feito manifesto o teu nome aos homens que me deste do mundo. . . . Eu lhes tenho dado a conhecer o teu nome e o hei de dar a conhecer.” — Jo 17:6, 26.

      Há evidência de que os discípulos de Jesus usaram o Tetragrama nos seus escritos. Jerônimo, na sua obra De viris inlustribus [A Respeito de Homens Ilustres], capítulo III, no quarto século, escreveu o seguinte: “Mateus, também chamado Levi, e que de publicano se tornou apóstolo, primeiro de tudo produziu um Evangelho de Cristo na Judéia, na língua e nos caracteres hebraicos, para o benefício dos da circuncisão que haviam crido. Não se tem suficiente certeza de quem o traduziu mais tarde para o grego. Ademais, o próprio em hebraico está preservado até hoje na biblioteca de Cesaréia, que o mártir Pânfilo ajuntou tão diligentemente. Os Nazarenos, que usam este volume, na cidade síria de Beréia, permitiram-me também copiá-lo.” (Tradução do texto latino editada por E. C. Richardson e publicado na série “Texte und Untersuchungen zur Geschichte der altchristlichen Literatur”, Vol. 14, Leipzig, 1896, pp. 8, 9.)

      Mateus fez mais de cem citações das inspiradas Escrituras Hebraicas. Onde estas citações incluíam o nome divino, ele se veria obrigado a incluir fielmente o Tetragrama na sua narrativa evangélica em hebraico. Quando o Evangelho de Mateus foi traduzido para o grego, o Tetragrama foi deixado sem tradução no texto grego, segundo o costume daquele tempo.

      Não só Mateus, mas todos os escritores das Escrituras Gregas Cristãs citaram versículos do texto hebraico ou então da Septuaginta, nos quais aparece o nome divino. Por exemplo, no discurso de Pedro, em At 3:22, faz-se uma citação de De 18:15, onde o Tetragrama aparece num fragmento de papiro da Septuaginta, datado como do primeiro século AEC. (Veja Ap. 1C sec. 1.) Pedro, como seguidor de Cristo, usou o nome de Deus, Jeová. Quando o discurso de Pedro foi assentado por escrito, usou-se ali o Tetragrama segundo o costume prevalecente durante o primeiro século AEC e o primeiro século EC.

      Em algum tempo durante o segundo ou o terceiro século EC, os escribas eliminaram o Tetragrama tanto da Septuaginta como das Escrituras Gregas Cristãs, e o substituíram por Ký·ri·os, “Senhor”, ou por The·ós, “Deus”.

      George Howard, da Universidade de Geórgia, EUA, escreveu na Journal of Biblical Literature, Vol. 96, 1977, p. 63, sobre o uso do Tetragrama nas Escrituras Gregas Cristãs: “Descobertas recentes no Egito e no Deserto da Judéia nos permitem ver em primeira mão o uso do nome de Deus nos tempos pré-cristãos. Essas descobertas são significativas para os estudos do N[ovo] T[estamento], visto que constituem uma analogia literária com os documentos cristãos mais primitivos e talvez expliquem como os autores do NT usavam o nome divino. Nas páginas que seguem apresentaremos uma teoria no sentido de que o nome divino, יהוה (e possivelmente abreviações dele), foi originalmente escrito no NT nas citações do A[ntigo] T[estamento] e nas alusões a ele, e que, no decorrer do tempo, ele foi substituído principalmente pelo representativo κς [abreviatura de Ký·ri·os, “Senhor”]. Esta eliminação do Tetragrama, a nosso ver, criou uma confusão na mente dos primitivos cristãos gentios sobre a relação entre o ‘Senhor Deus’ e o ‘Senhor Cristo’, que se reflete na tradição do MS do próprio texto do NT.”

      Concordamos com o acima, com esta exceção: Não consideramos este conceito como “teoria”, mas como apresentação dos fatos da história quanto à transmissão dos manuscritos bíblicos.

      O RESTABELECIMENTO DO NOME DIVINO

      No decorrer dos séculos fizeram-se muitas traduções hebraicas de partes das Escrituras Gregas Cristãs ou de todas elas. Tais traduções, indicadas nesta obra por um “J” junto com um número superior, restabeleceram o nome divino nas inspiradas Escrituras Gregas Cristãs em diversos lugares. Restabeleceram o nome divino não só quando se tratava de citações das Escrituras Hebraicas, mas também em outros lugares em que os textos exigiam tal restabelecimento.

      Para saber onde o nome divino fora substituído pelas palavras gregas Κύριος e Θεός, verificamos onde os

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