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  • Tio (A)
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    • a esposa do tio duma pessoa. Apenas nas Escrituras Hebraicas é que se menciona tal parentesco. Ali, as relações sexuais com um parente próximo, tal como uma tia, são classificadas como incesto, e são estritamente proibidas sob a Lei mosaica. — Lev. 18:12-14; 20:19, 20.

      A respeito dos pais de Moisés, o Texto Massorético reza: “Ora, Anrão tomou Joquebede, irmã de seu pai, por sua esposa.” (Êxo. 6:20; Núm. 26:59) Naquela época era permissivel um casamento assim, visto que se realizou mais de oitenta anos antes de ser dada a Lei. — Veja JOQUEBEDE.

  • Tíquico
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    • TÍQUICO

      [fortuito; afortunado]. Um dos auxiliares de Paulo, um “amado irmão e fiel ministro, e co-escravo no Senhor”, originário do distrito da Ásia. (Col. 4:7) Tíquico era membro do grupo de Paulo que retornou da Grécia, via Macedônia, para a Ásia Menor; mas, não se declara se Tíquico percorreu ou não todo o caminho até Jerusalém. (Atos 20: 2-4) Tíquico é uma das várias pessoas que se sugere como sendo “o irmão” que, enquanto se achava na Grécia, ajudou Tito a fazer arranjos para a coleta em favor dos irmãos da Judéia. (2 Cor. 8:18, 19; 12:18) De sua prisão em Roma, Paulo enviou Tíquico com cartas para Éfeso e Colossos, prometendo que Tíquico lhes falaria mais sobre o andamento dos assuntos dele, Paulo, e lhes seria de conforto; Onésimo é mencionado, na carta aos colossenses, como acompanhando Tíquico. (Efé. 6:21, 22; Col. 4:7-9) Depois de Paulo ser liberto da prisão, ele pensou em enviar Artemas ou Tíquico para Creta. (Tito 3:12) Quando o apóstolo voltou a ser preso em Roma pela segunda vez, ele enviou Tíquico a Éfeso. — 2 Tim. 4:12.

  • Tiraca
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    • TIRACA

      Julga-se ser o faraó Tiraca, o terceiro dos governantes etíopes da “XXV Dinastia” do Egito. As datas geralmente atribuídas ao governo de Tiraca pelos historiadores modernos, contudo, não se enquadram com a cronologia bíblica. Durante o reinado de Ezequias, enquanto Senaqueribe, rei assírio, lutava contra Libna, chegaram notícias de que Tiraca estava a caminho para combater os assírios. (2 Reis 19:8, 9; Isa. 37:8, 9) Uma inscrição assíria, embora não mencione Tiraca, indica que Senaqueribe derrotou as forças que subiram do Egito, e capturou “os condutores de carros do rei da Etiópia”. O seguinte rei assírio, Esar-Hadom, jactou-se de ter conquistado o Egito, afirmando: “O rei deles, Tiraca, eu feri cinco vezes com tiros de flechas e governei sobre todo o país dele.” No reinado de Assurbanipal, filho e sucessor de Esar-Hadom, Tiraca se revoltou contra a submissão à Assíria. Mas, de acordo com Assurbanipal (Asenapar), “o terror da arma (sagrada) de Assur, meu senhor, sobreveio a Tiraca, onde se havia refugiado, e nunca mais se ouviu falar dele.”

  • Tiro
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    • TIRO

      [rocha]. O principal porto marítimo fenício, situado c. 52 km ao N do monte Carmelo, e a 35 km ao S de Sídon. Tiro era conhecida por sua grande antiguidade (Isa. 23:1, 7), mas, não se sabe exatamente quando foi fundada qual colônia pelos sidônios. É primeiramente mencionada depois da conquista da Terra Prometida, em 1467 AEC, e, naquela época, era uma cidade fortificada. Esta menção de Tiro se relacionava com as fronteiras do território tribal de Aser. Desde o início, e por toda a sua história, Tiro pelo visto continuou fora das fronteiras de Israel, como vizinho independente. — Jos. 19:24, 29; 2 Sam. 24:7.

      Travaram-se relações amigáveis, às vezes, entre Tiro e Israel, notadamente nos reinados de Davi e de Salomão. Artífices peritos tírios empenharam-se na construção do palácio real de Davi, sendo que o cedro foi enviado por Hirão, rei de Tiro. (2 Sam. 5:11; 1 Crô. 14:1) Os tírios também forneceram a Davi o cedro posteriormente utilizado na construção do templo. — 1 Crô. 22:1-4.

      Após a morte de Davi, o Rei Hirão, de Tiro, forneceu a Salomão os materiais e a ajuda necessários para a construção do templo e de outros prédios governamentais. (1 Reis 5:1-10; 7:1-8; 2 Crô. 2:3-14) Um meio-israelita, filho dum especialista tírio em cobre, que era ele mesmo um artífice bem-dotado, foi utilizado na construção do templo. (1 Reis 7:13, 14; 2 Crô. 2:13, 14) A ajuda dos tírios foi paga com trigo, cevada, azeite e vinho. (1 Reis 5:11, 12; 2 Crô. 2:15) Além disso, Salomão forneceu 20 cidades ao rei de Tiro, embora o monarca de Tiro não ficasse muito contente com tal dádiva. — 1 Reis 9:10-13.

      Tiro, com o tempo, tornou-se uma das grandes potências marítimas do mundo antigo, e seus marujos, bem como a sua frota comercial de navios de “Társis”, eram famosos por suas viagens a lugares distantes. O rei de Tiro e Salomão cooperaram num empreendimento naval conjunto para a importação do ouro de Ofir, e de outras coisas preciosas. — 1 Reis 9:26-28; 10:11, 22; 2 Crô. 9:21.

      Em todos os tratos que os tírios tiveram com Israel, não há indícios de que, como povo, estivessem interessados na adoração de Jeová; a sua associação era especialmente comercial. Quanto à raça, eram cananeus, e, quanto à religião, praticavam uma forma de adoração de Baal, as suas principais deidades sendo Melcart e Astarte (Astorete ou Astartéia). Jezabel era filha de Etbaal, que era rei dos sidônios (que incluíam Tiro) na época em que Jezabel se casou com Acabe, rei do setentrional reino de Israel. Jezabel granjeou má fama por sua determinação de extirpar a adoração de Jeová. — 1 Reis 16:29, 31; 18:4, 13, 19.

      CONDENADA POR DEUS

      Não foi, contudo, pela iniqüidade pessoal de Jezabel e de sua filha, Atalia, que Tiro veio a ficar sob pesada condenação divina. Tiro tornou-se muito grande às custas de outros povos, incluindo Israel. Era fabricante de objetos de metal, de artigos de vidro e de corantes de púrpura, sendo um centro comercial para as caravanas que seguiam a via terrestre, um grande depósito de artigos de importação-exportação. Junto com este crescimento industrial e comercial vieram riquezas, soberba e orgulho. Os mercadores e os comerciantes dela se jactavam de ser príncipes e os honrados da terra. (Isa. 23:8) Com o tempo, Tiro também adotou uma atitude de oposição a Jeová, e conspirou junto com as nações vizinhas contra o povo de Deus. (Sal. 83:2-8) Assim, foi seu audaz desafio a Jeová que trouxe à cidade, por fim, o julgamento adverso, a queda e a destruição.

      Na parte final do século IX AEC, Jeová atentou para a atitude arrogante desta cidade. Por conseguinte, avisou-a de que ela seria paga na mesma moeda por ter espoliado o povo Dele de ouro, de prata e de muitas coisas desejáveis utilizadas, por sua vez, para embelezar os templos dela. Havia também um ajuste de contas com Tiro, por ter vendido como escravos o povo de Deus. — Joel 3:4-8; Amós 1:9, 10.

      Mais tarde, o profeta Isaías registrou um proferimento adicional contra Tiro, o qual indicava que ela seria esquecida por “setenta anos”. (Isa. 23:1-18) Anos depois, o profeta Jeremias incluiu Tiro entre aquelas nações que foram selecionadas para beber o vinho do furor de Jeová. (Jer. 25:8-17, 22, 27; 27:2-7; 47:2-4) Uma vez que as nações mencionadas na profecia de Jeremias deviam “servir ao rei de Babilônia por setenta anos” (Jer. 25:8-11), isto sugere que tanto a profecia de Isaías como a de Jeremias se relacionavam à campanha de Nabucodonosor contra Tiro.

      Também mediante Ezequiel — contemporâneo de Jeremias — Jeová apontou a calamidade que Tiro sofreria às mãos de Nabucodonosor. (Eze. 26:1 a 28:19) Embora Tiro tivesse sido como um lindo navio, com velas e coberturas do convés multicoloridas, e uma proa incrustada de marfim, ela naufragaria em mar aberto. (Eze. 27:3-36) O ‘rei’ de Tiro (pelo que parece a linhagem dos governantes tírios) se jactava orgulhosamente: “Sou deus. No assento de deus me assentei.” Mas ele havia de ser removido como profano, e destruído pelo fogo. — Eze. 28:2-19.

      DESTRUIÇÃO DA CIDADE

      No decorrer do longo sítio que Nabucodonosor estabeleceu contra Tiro, as cabeças dos soldados dele se tornaram ‘calvas’ devido à fricção de seus capacetes, e os ombros deles se tornaram ‘esfolados’ de tanto transportarem materiais empregados na construção das obras do sítio. Uma vez que Nabucodonosor não recebeu nenhum “salário” por servir como Seu instrumento na execução do julgamento contra Tiro, Jeová prometeu compensá-lo com a opulência do Egito. (Eze. 29:17-20) Segundo o historiador judeu Josefo [Apainst Apion (Contra Apião), Livro I, par. 21], o sítio durou treze anos e custou muito a Babilônia. A história secular não registra exatamente quão cabais ou eficazes foram os esforços de Nabucodonosor. Mas a perda de vidas e de propriedades dos tírios deve ter sido enorme. — Eze. 26:7-12.

      Quando os israelitas retornaram do exílio babilônico, contudo, os tírios os ajudaram por suprirem madeiras de cedro do Líbano para um segundo templo, e reiniciaram seu comércio com a cidade reconstruída de Jerusalém. — Esd. 3:7; Nee. 13:16.

      O conflito de Tiro com Nabucodonosor, embora fosse grande, não devia ser o fim completo de Tiro. Um pronunciamento profético posterior indicava que, embora Tito construísse uma escarpa (ou antemuro), e amontoasse prata e ouro, o próprio Jeová a destruiria por completo. — Zac. 9:3, 4.

      Cerca de 200 anos depois de ser fornecida a profecia de Zacarias, ela se cumpriu. Em 332 AEC, Alexandre Magno fez seu exército marchar através da Ásia Menor, e, em seu impetuoso avanço para o S, pausou o bastante para dar atenção a Tiro. Quando a cidade se recusou a abrir suas portas, Alexandre, com raiva, fez com que seu exército empilhasse as ruínas da cidade continental e lançasse tais entulhos no mar, assim construindo um caminho de acesso elevado até a cidade-ilha, tudo isto em cumprimento da profecia. (Eze. 26: 4) Encurralando os navios de Tiro em seu porto, por meio de suas forças navais, Alexandre passou a construir as torres de sítio mais elevadas que já tinham sido empregadas nas guerras antigas. Por fim, depois de sete meses, romperam-se as muralhas de 46 m. Além dos 8.000 militares mortos em combate, 2.000 líderes destacados foram mortos como represália, e 30.000 dentre o povo foram vendidos como escravos.

      MENCIONADA NAS ESCRITURAS GREGAS CRISTÃS

      Apesar da destruição total da cidade por Alexandre, ela foi reconstruída durante o período dos selêucidas, e, no primeiro século EC, era destacado porto de escala no Mediterrâneo. Durante o grande ministério galileu de Jesus, várias pessoas das redondezas de Tiro e Sídon vieram para ouvir a mensagem dele e ser curadas de suas doenças. (Mar. 3:8-10; Luc. 6:17-19) Meses depois, Jesus visitou em pessoa a região em torno de Tiro, ocasião em que curou a filhinha possessa de demônios duma senhora siro-fenícia. (Mat. 15:21-29; Mar. 7:24-31) Jesus observou que, caso tivesse realizado em Tiro e Sídon as obras poderosas que realizou em Corazim e Betsaida, os pagãos de Tiro e Sídon teriam sido mais acolhedores do que tais judeus. — Mat. 11:20-22; Luc. 10:13, 14.

  • Tirsata
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • TIRSATA

      Título persa do governador dum distrito jurisdicional. Nas cinco vezes em que é empregado, acha-se precedida do artigo de

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