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As Assembléias disseminam a boa-nova na AlemanhaDespertai! — 1971 | 22 de março
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que a boa-nova do Reino tem algo que ver com isso?
O povo de Jeová na Alemanha, de sua parte, sente-se feliz devido a muitas coisas. Destaca-se entre estas o fato de que as alegres assembléias em que participaram em 1970 com certeza contribuirão para o progresso da boa-nova.
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Diminui a semana de trabalhoDespertai! — 1971 | 22 de março
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Diminui a semana de trabalho
“NÃO há substituto para o trabalho árduo”, disse Thomas A. Edison. “O gênio”, disse, “é um por cento de inspiração e noventa e nove de transpiração”. Disposto a concordar com ele se achava o fabricante de aço, Charles M. Schwab, que declarou: “O trabalho árduo é o melhor investimento que o homem pode fazer.” O poeta e ensaísta estadunidense Emerson expressou-se de modo similar: “A essência da sabedoria é que nunca se perde o tempo devotado ao trabalho.” E o trabalho árduo devotado ao serviço do Criador certamente nunca é perdido. O apóstolo Paulo nos assegura, dizendo: Tende “sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor”. “Pois Deus não é injusto, para se esquecer de vossa obra e do amor que mostrastes ao seu nome.” Assim, o trabalho árduo ainda tem algumas elevadas e sublimes recomendações dignas. — 1 Cor. 15:58; Heb. 6:10.
O trabalho é um amigo e não inimigo. Quem vive olhando para o relógio, com medo do trabalho ou de trabalhar demais, raras vezes trabalha com bastante afinco ou por suficiente tempo. Falta-lhe a alegria resultante dum exercício estimulante. Trabalham pelo amor ao dinheiro e não pelo amor ao trabalho. Geralmente os dias deles se arrastam, o trabalho sofre e realmente não são felizes. Verifica-se que a maioria de tais pessoas, na realidade, sentem-se muito miseráveis, sendo as últimas a iniciar e as primeiras a largar o serviço.
Não têm objeção a aceitar a paga por serviço que não fizeram. Não podem ver que isso é desonesto. É aceitar dinheiro que não lhes pertence. Infelizmente ainda não existem meios legais de se punir o “ladrão de tempo”. Ele tem de escolher entre continuar na sua própria miséria ou erguer-se dela por tornar o trabalho um amigo.
Trabalhar é viver, e viver é trabalhar. “Se alguém não quiser trabalhar, tampouco coma”, disse Paulo. Evitar o trabalho como se fosse uma doença repugnante é ignorar suas muitas virtudes. Certa pesquisa recente iluminou um fato já bem estabelecido: que o homem tem de trabalhar se há de ser sadiamente feliz. O estudo revelou a condição de certo grupo de aposentados, sem dificuldades financeiras, e que podiam viajar e viver independente de parentes e amigos. Tais homens achavam que, depois de apenas uns meses de lazer, a vida se tornou inteiramente enfadonha e vazia. “Levanto-me de manhã e não tenho para onde ir, nada para fazer”, disse um deles. Outro escreveu a uma agência de empregos: “Mais do que qualquer outra coisa, quero um emprego, qualquer coisa, apenas me dê algo para fazer.” Outros sofreram colapso mental. Nenhum deles estava totalmente contente com a sua aposentadoria. — 2 Tes. 3:10.
A História das Horas e dos Regulamentos
A atual divisão entre horas de trabalho e de lazer, férias e aposentadoria, era praticamente desconhecida durante as longas épocas da história pré-industrial. O antropólogo Melville Herskovits
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