BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • g90 8/1 pp. 26-27
  • A nova Bíblia em Galês — um aprimoramento?

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • A nova Bíblia em Galês — um aprimoramento?
  • Despertai! — 1990
  • Subtítulos
  • Matéria relacionada
  • O Livro Que Preservou Uma Língua
  • Algo Vital não Foi Preservado
  • Os Galeses Louvam a Jeová
  • Dá valor à Bíblia?
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1994
  • Jeová
    Raciocínios à Base das Escrituras
  • Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1951
  • A4 O nome divino nas Escrituras Hebraicas
    Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada (Edição de Estudo)
Veja mais
Despertai! — 1990
g90 8/1 pp. 26-27

A nova Bíblia em Galês — um aprimoramento?

Do correspondente de Despertai! na Grã-Bretanha

“A intenção é, não que Y Beibl Cymraeg Newydd [A Nova Bíblia em Galês] suplante a Bíblia de William Morgan [acima], mas que ela ocupe seu lugar junto com sua predecessora clássica”, afirma a Sociedade Bíblica. Quem foi William Morgan, e o que se pode dizer do galês e destas traduções da Bíblia?

O PAÍS DE GALES, uma deleitosa terra montanhosa de cerca de 21.000 quilômetros quadrados, que se projeta na direção oeste da fronteira da Inglaterra, possui duas línguas oficiais, o galês e o inglês. O galês, mais antigo que o inglês, é uma língua antiga derivada do ramo celta da família indo-européia de línguas. Atualmente, este país tem uma população de pouco menos de três milhões de habitantes, mas apenas 1 de cada 4 pessoas fala galês. Entretanto, é somente desde o século 16 que possuem a Bíblia em galês.

O Livro Que Preservou Uma Língua

A tradução em galês das Escrituras Gregas Cristãs foi concluída em 1567. Era, basicamente, obra de dois peritos, William Salesbury e Richard Davies, com a tradução do livro de Apocalipse feita por Thomas Huet. William Morgan, um perito em hebraico, grego e latim, revisou posteriormente as traduções deles, acrescentando sua versão das Escrituras Hebraicas. A Bíblia completa foi finalmente impressa em 1588, e, por meio dela, consumou-se o alvo ‘de que todo galês pudesse sorver a verdade das Escrituras, proveniente do manancial em sua própria língua’. — Wales—A History (País de Gales — Uma História), de Wynford Vaughan-Thomas.

Após a publicação da Versão Rei Jaime, em inglês, em 1611, Richard Parry, sucessor de Morgan, fez revisões, sendo que sua edição tem estado em uso até o tempo atual. Mas, como se expressa The Bible in Wales (A Bíblia no País de Gales): “A Bíblia de Parry privou o povo galês de algumas das vantagens da erudição de Morgan.”

A tradução de William Morgan foi uma notável consecução. Ele também se provou um mestre da prosa. Todavia, não tinha nenhum modelo a seguir, visto que só havia muito pouca coisa, além de poesia, escrita em galês até aquele tempo. Seu estilo caloroso e dignificante, e a suavidade de sua fraseologia, fixaram um padrão para o povo galês, tanto em prosa como na linguagem, que já dura 400 anos. Mas, fez mais do que isso. “Se há algum livro que preservou uma língua”, afirma o historiador galês Wynford Vaughan-Thomas, “esse livro é a Bíblia em galês”.

Algo Vital não Foi Preservado

Para comemorar o 400.º aniversário da Bíblia em galês, publicou-se uma nova tradução, em 1988, a culminação de 25 anos de trabalho. Quais são algumas de suas características, e como se compara com a Bíblia de William Morgan?

O galês, como qualquer outra língua, mudou e amadureceu com o passar dos séculos. Era de se esperar, portanto, que Y Beibl Cymraeg Newydd fosse escrita em “galês idiomático, inteligível aos leitores de fins do século 20”. É muito nobre a esperança de que “esta nova tradução moderna traga novo entendimento da Palavra de Deus e leve o povo do País de Gales a uma nova conscientização de sua mensagem”. Que se pode dizer, contudo, da afirmação de que “o principal objetivo dos tradutores tem sido o de comunicar, de forma tão exata e fiel quanto possível, o significado dos textos originais”? Quão válida é tal afirmação?

Nas Escrituras Hebraicas, o nome de Deus aparece em forma do Tetragrama, יהוה, que em galês é traduzido Jehofa, ou Jehofah. A comissão tradutora, quando indagada que diretriz seguiria Y Beibl Cymraeg Newydd ao traduzir este Tetragrama, respondeu: “Quanto a Jehofah, trata-se dum nome artificial!. . . Ele [Jehofah] talvez soe nobre, mas não corresponde a nada na língua bíblica original . . . A palavra [Tetragrama] pode constar da Bíblia mais de sete mil vezes, mas os judeus diziam (o) SENHOR cada vez.” Assim, aparentemente guiados pela tradição judaica, eles preferiram não traduzir o nome pessoal de Deus, mas substituí-lo por ARGLWYDD (SENHOR). Embora os tradutores se oponham ao uso de Jehofah, eles admitem, em seu “Prefácio do Antigo Testamento”, que existe outro “modo tradicional de traduzir o nome divino. . . Yahweh [Iavé]”. Por que, então, eles não usaram pelo menos este?

The New English Bible (A Nova Bíblia Inglesa), numa nota de rodapé de Êxodo 3:15, declara: “As consoantes hebraicas são YHWH, provavelmente pronunciadas Yahweh, mas tradicionalmente lidas Jehovah [Jeová].” Na moderna New Jerusalem Bible (Nova Bíblia de Jerusalém), o Tetragrama é traduzido “Yahweh”, porque, como admite o Prefácio do Editor: “Dizer ‘O Senhor é Deus’ é certamente uma tautologia [redundância], enquanto que dizer ‘Yahweh é Deus’ não é.” Todavia, Y Beibl Cymraeg Newydd segue este mesmíssimo caminho quando traduz, por exemplo, o verso 3 do Salmo 100:3 como “Gwybyddwch mai’r ARGLWYDD sydd Dduw [“Sabei que o SENHOR é Deus”]”.

Embora a comissão tradutora de Y Beibl Cymraeg Newydd declarasse que sua norma era que “O Nome Divino no Antigo Testamento. . . aparecerá como SENHOR”, eles se mostram estranhamente incoerentes. Em Êxodo 17:15, seu texto reza “Jehofa-Nissi” (“Jeová É Meu [Poste de] Sinal”) e em Barnwyr (Juízes) Jz 6:24, “Jehofa-shalom” (“Jeová É Paz”). Todavia, para expressões similares que empregam o nome divino, tais como “Jehovah-jireh” (“Jeová Cuidará [Disso]; Jeová Providenciará”) em Gênesis 22:14, usa-se “ARGLWYDD”, sem qualquer explicação.

Em contraste com estas incoerências em Y Beibl Cymraeg Newydd, o hebraísta William Morgan avaliava que o Tetragrama denota personalidade. Ele empregou o nome Jehofa, por exemplo, em Êxodo 6:2, 3, e em Salmo 83:18. É interessante, também, o emprego que fez da forma abreviada do nome divino, Jah, em sua tradução “Halelu-Jah” (“Louvai a Jah”) nas Escrituras Gregas Cristãs, em Gweledigaeth Ioan (Apocalipse) Re 19:1, 3, 4 e 6.

Os Galeses Louvam a Jeová

Por ocasião de sua morte, em 1604, William Morgan ainda estava endividado devido à impressão de sua nova tradução da Bíblia, mas ele alcançara o seu alvo. Graças, em grande parte, a sua perícia e seus esforços amorosos, a Bíblia tornou-se uma rica herança para o povo gales, voltado para a religião.

Atualmente, as boas novas do Reino de Jeová Deus estão sendo proclamadas no País de Gales por cerca de 6.500 Testemunhas de Jeová, que constituem mais de 80 congregações ali. Para as pessoas que tem dificuldade com o inglês, acham-se também disponíveis em galês alguns dos compêndios de estudo editados pela Sociedade Torre de Vigia (EUA). Assim, com o auxílio de qualquer tradução da Bíblia disponível, o nome e o propósito de Jeová estão sendo proclamados e apreciados por todo o Principado de Gales, por suas leais Testemunhas. — Isaías 43:10-12.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar