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A sinagoga — precursora da assembléia local cristãA Sentinela — 1962 | 1.° de janeiro
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primitivos cristãos? Onde se realizam reuniões na língua vernácula, em que há superintendentes e ajudantes, mas nenhuma separação entre clérigos e leigos, dando-se a ênfase à Palavra de Deus e que tenham a natureza duma escola? Pode haver apenas uma resposta: nos Salões do Reino das testemunhas de Jeová.
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O traiçoeiro “escravo mau” e seus protótiposA Sentinela — 1962 | 1.° de janeiro
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O traiçoeiro “escravo mau” e seus protótipos
“‘Axis SALLY’ Receberá em Julho Livramento Condicional.” Assim rezava um cabeçalho no Times de Nova Iorque, em 8 de abril de 1961. Quem é esta Axis Sally, ou Sally do Eixo? Ela é uma artista americana que foi à Alemanha estudar música, na década dos 1930. Ao irromper a Segunda Guerra Mundial, ela cantou cada noite, no rádio, uma balada cheia de sexo para os soldados, norte-americanos, para tentá-los a abandonar a luta e voltar para casa. Por quê? Tinha ela sido convertida à ideologia nazista? Absolutamente não! Ela cantava por um preço, sendo a artista mais bem paga na rede radiofônica nazista.
Este exemplo hodierno de perfídia nos faz lembrar do primeiro traidor notório da América do Norte, certo Benedict Arnold. Este homem orgulhoso e arrogante, que tinha contínuas desavenças com os governantes das colônias e que gostava duma vida fausta e de lucro material, vendeu seus serviços ao inimigo do seu povo, numa época em que este lutava pela sua independência. Ele passou os seus últimos dias de vida num país estrangeiro, socialmente condenado ao ostracismo e muito infeliz.
Embora não estejamos aqui interessados em traidores políticos, mas tratamos de traidores religiosos, esses traidores políticos lançam luz sobre duas tendências básicas dos traidores, a saber, o orgulho e a ganância. Eles sufocam a sabedoria; a justiça e o amor em favor do lucro egoísta. Visto que o homem precisa suportar a si mesmo e não é bom que ele esteja só, o traidor faz forçosamente que a sua vida se torne miserável.
Na Bíblia Sagrada destacam-se três traidores: Aitofel, antigo companheiro do Rei Davi; Judas Iscariotes, antigo companheiro de Jesus Cristo, e o “escravo mau”, antigo companheiro do “escravo fiel, e discreto” dos nossos tempos, nestes dias da segunda presença de Cristo. Este último, porém, não é um mero indivíduo, mas é uma classe de pessoas traidoras.
O termo “traidor” é uma das expressões mais repugnantes do idioma, sendo pior em sentido do que mesmo a palavra “hipócrita”. Ele se deriva da raiz latina que significa “renunciar, entregar, denunciar”. O traidor é ladino, pérfido, infiel, falso, desleal. O termo, em si mesmo, aparece apenas uma vez na Versão Normal Revisada e na Tradução do Novo Mundo; em Lucas 6:16, onde a lista dos doze apóstolos termina com as palavras “e Judas Iscariotes, que se tornou traidor”.
AITOFEL
O que faz que alguém se torne traidor é bem ilustrado pelo orgulhoso e ganancioso Aitofel. O traidor é muitas vezes
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