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A transmissão das Escrituras Hebraicas a vocêA Sentinela — 1977 | 15 de setembro
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Milhares de anos de produção profissional, meticulosa, de cópias asseguram o que Deus predisse há muito: “Secou-se a erva verde, murchou a flor, mas, quanto à palavra de nosso Deus, ela durará por tempo indefinido.” — Isa. 40:8.
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Perseverante alegre em boas obrasA Sentinela — 1977 | 15 de setembro
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Perseverante alegre em boas obras
EM 24 de abril de 1977, um ‘perseverante alegre em boas obras’, Charles J. Fekel, completou sua carreira terrestre, à idade de oitenta anos. Ele nasceu em 7 de março de 1897, na Boêmia, então parte da Áustria-Hungria. Com outros membros de sua família, emigrou para os Estados Unidos em 1905. Sua instrução religiosa incluía tanto o ensino católico romano como o luterano. Entretanto, quando ouviu Charles Taze Russell falar sobre o assunto “Ida e Volta ao Inferno”, ele sabia que havia encontrado a verdade da Bíblia. Foi batizado em 1916, e no ano seguinte ingressou no serviço de colportor (pioneiro), que foi descontinuado por ele ser preso em resultado da histeria da guerra. Após a guerra, ele mal havia começado novamente a dar testemunho por tempo integral, quando foi convidado a servir no Betel de Brooklyn, na gráfica da sede da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.), em 14 de fevereiro de 1921.
Durante mais de cinqüenta anos, perseverou alegremente na boa obra de ser superintendente do departamento de composição na gráfica, e era conhecido pelo seu temperamento calmo e equilibrado. Tornou-se membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová em novembro de 1974. Serviu também na Comissão do Pessoal e continuou ativo até poucos dias antes de seu falecimento. Realizou-se para ele um serviço fúnebre em 2 de maio de 1977. Estamos plenamente confiantes de que, como membro fiel do “restante” ungido, também se aplicam a ele as palavras: ‘Semeia-se em desonra e fraqueza, é levantado em glória e poder’, e que ‘as coisas que fez o acompanham’. — 1 Cor. 15:43; Rev. 14:13.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1977 | 15 de setembro
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Perguntas dos Leitores
● O que queria dizer Jesus quando declarou aos seus apóstolos que alguns deles o veriam vir no seu reino antes de morrerem?
Hoje, na parte mais setentrional das colinas de Golã, existe a aldeia de Bânias. Este é o lugar da antiga Cesaréia de Filipe, onde Jesus estava quando fez um comentário que evidentemente se referiu à transfiguração, que ocorreu alguns dias depois.
Jesus disse: “Deveras, eu vos digo que há alguns dos parados aqui que não provarão absolutamente a morte, até que primeiro vejam o Filho do homem vir no seu reino.” — Mat. 16:28.
O cumprimento da profecia bíblica, em nossos dias, indica que a presença de Jesus no poder do Reino começou em 1914 E. C. (Mat. 24:3-14; 25:31-33) É evidente que Mateus 16:28 não se podia referir a este evento, porque Jesus falou ali sobre algo que ocorreria antes de todos os apóstolos morrerem. Então, a que se referiu?
As Escrituras Hebraicas haviam predito que o Messias seria rei eterno. (Gên. 49:10; 2 Sam. 7:12-16; Isa. 9:6, 7) Em especial, a visão de Daniel dava aos judeus motivo para esperar que o reinado do Messias fosse glorioso, poderoso e magnífico. (Dan. 2:44; 7:13, 14) Mas, quem é que seria este rei messiânico, e governaria dum trono terrestre? Até mesmo os discípulos de Jesus, que o haviam aceito como o Messias, poderiam tirar proveito duma garantia de que ele reinaria desde o céu, com poder e glória. — Mat. 16:16-22; Atos 1:6.
Por conseguinte, menos de um ano antes de Jesus morrer, ele explicou que alguns dos apóstolos veriam “o Filho do homem vir no seu reino”, ou conforme Marcos o fraseou, veriam “o reino de Deus já vindo em poder”. (Mat. 16:28; Mar. 9:1) Depois de Jesus não estar mais entre eles, os discípulos poderiam ficar fortalecidos por terem sido testemunhas oculares de sua futura presença celestial no poder do Reino.
Mas, como se cumpriram as palavras de Jesus em Mateus 16:28? Muitas vezes, o significado dum versículo é sugerido pelos versículos circundantes. Neste caso, todas as três narrativas evangélicas sobre a promessa de Jesus, a respeito de o verem no seu reino, são logo seguidas pelo registro da transfiguração.
Cerca de uma semana depois de dizer o que está registrado em Mateus 16:28, Jesus levou “alguns” dos apóstolos (Pedro, Tiago e João) consigo a um alto monte, provavelmente o monte Hermom. Ali foi transfigurado, para aparecer numa visão junto com Moisés e Elias. E Deus disse: “Este é meu Filho, aquele que foi escolhido. Escutai-o.” — Luc. 9:28-35; Mat. 17:1-5; Mar. 9:2-6.
A transfiguração foi uma visão de Jesus no poder do Reino e na glória celestial, conforme Pedro confirmou mais tarde. Referindo-se à transfiguração, Pedro explicou que eles, assim, haviam sido “testemunhas oculares da sua magnificência”. Ele acrescentou que Jesus, na transfiguração, “recebeu de Deus, o Pai, honra e glória”. (2 Ped. 1:16-18) Portanto, parece que, quando Jesus disse que alguns dos apóstolos, antes de morrerem, o veriam no seu reino, ele se referiu à cena da transfiguração, que alguns deles presenciaram pouco depois.
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Ida e volta ao infernoA Sentinela — 1977 | 15 de setembro
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Ida e volta ao inferno
Alguém já Fez Esta Viagem?
As igrejas têm ensinado por muito tempo que os iníquos são atormentados num inferno quente. Mas a Bíblia não ensina isso!
O fato é que é possível sair do inferno bíblico. Leia sobre isso o capítulo absorvente “Onde Estão os Mortos?” no livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna. Este livro, junto com Verdadeira Paz e Segurança — De Que Fonte?, ser-lhe-á enviado, porte pago, por apenas CR$ 10,00.
Queiram enviar-me os livros de 192 páginas intitulados A Verdade Que Conduz à Vida Eterna e Verdadeira Paz e Segurança — De Que Fonte?, bem como o folheto Existe um Deus Que se Importa?, como prêmio. Envio Cr$ 10,00, por Valor Declarado ou Vale Postal pagável na Agência Vila Mariana, São Paulo, SP.
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