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  • O espelho musical do Havaí
    Despertai! — 1973 | 8 de dezembro
    • e suas emoções — sobreviveu para gozo de todo o mundo. A música que faz lembrar os dias idos continua a chegar até nós, deixando um reflexo que será constantemente renovado toda vez que se ouve a música do Havaí.

  • Transfusões de sangue ou água do mar
    Despertai! — 1973 | 8 de dezembro
    • Transfusões de sangue ou água do mar

      NO NÚMERO de março de 1970 da revista Let’s Live (Deixem-nos Viver), foi publicado um artigo do Dr. Giovanni Boni e o Dr. Pierre Lafarge, em que falam “da relação ímpar entre o corpo e seu sangue”. Daí, os médicos declaram que houve longo processo de lavagem cerebral para fazer as pessoas crerem que podem “ignorar seguramente esta relação ímpar e crer que uma transfusão do sangue de outrem seja mesmo possível”.

      Depois de admitir que as publicações médicas “concordam plenamente sobre os perigos das transfusões de sangue”, os médicos afirmam: “Não se pode deixar de perguntar a si mesmo como é que tal prática tão perigosa irracional e ‘primitiva’ ainda é continuada hoje, e é, de certo modo, imposta.” Perguntam: “Por que arriscar-se inutilmente quando acha-se disponível uma alternativa?” Qual é a alternativa que recomendam?

      Passam a dizer: “Esta alternativa consiste em realizar transfusões com um fluido absolutamente inofensivo, perfeitamente aceito pelo corpo, fácil de encontrar e fácil de estocar, e que é tão vivo quanto o sangue que corre em nossas veias. Falamos da ‘água do mar’.” Explicam isto como sendo a água do mar natural, especialmente coletada e processada. “Em França, é usada mui extensivamente (até nos hospitais do Exército) e é chamada Plasma de Quinton.”

      Relatando uma experiência feita por R. Quinton nos laboratórios dum famoso fisiólogo francês, os médicos relatam: Um cão “foi sangrado até ficar ‘pálido’ por meio da artéria femural, isto é, se continuou a sangria até que parou espontaneamente”. De imediato, injetou-se “água do mar” no cão. Embora o animal ficasse extremamente fraco e não conseguisse mover-se, 21 horas depois “o cão já corria dum lado para o outro”. Depois de uma semana, o animal estava ‘ativíssimo e vivaz’, na realidade, muito mais do que antes da experiência.” Cinco anos depois, o cão ainda estava bem vivo.

      Os médicos preferem a água do mar natural processada do que uma solução salina. Crêem que há certo elemento de diferença entre as duas que “foge ao nosso sistema de medição”. Indicam que a composição sangüínea “é surpreendentemente similar à da ‘água do mar’”. É óbvio que há alternativas para as perigosas transfusões de sangue.

  • Transfusão de sangue — “pecado” biológico
    Despertai! — 1973 | 8 de dezembro
    • Transfusão de sangue — “pecado” biológico

      O DR. Charles P. Bailey, e um dos mais destacados cirurgiões de coração aberto dos EUA e está ligado ao Hospital S. Barnabé de Nova Iorque. A Associação Médica Estadunidense lhe concedeu uma medalha de ouro no verão setentrional de 1971 por sua reconstrução duma válvula cardíaca com tecido da coxa do paciente.

      Numa entrevista com um membro da equipe editorial de Despertai!, o Dr. Bailey teceu as seguintes observações interessantes:

      “O sangue é um órgão líquido. Quando é sangue de outra pessoa, sua administração envolve os muitos problemas de rejeição biológica, que, a longo prazo, têm derrotado o transplante de coração e de outros órgãos.

      “Visto que as células do sangue normalmente são destruídas em sessenta dias, e a transferência do conteúdo líquido é ainda mais rápida, uma transfusão de sangue é um transplante temporário ou transiente de um órgão líquido. Deveras esta é sem dúvida a razão de sua aceitação geral num tempo em que o transplante de órgãos é considerado experimental.

      “No entanto, temos ainda de considerar que administrar uma transfusão de sangue é, em certo grau, um ‘pecado’ biológico. Na prática comum, o risco de hepatite depois duma única transfusão de sangue é superior a 5 por cento, porcentagem que se pode estabelecer. Com transfusões múltiplas, é correspondentemente maior. Os perigos da incompatibilidade e de danos aos rins resultantes de transfusões, embora muito reduzidos, jamais podem ser abolidos, não importa quão cuidadosa seja a ‘equalização’ do sangue. Há outros riscos, inclusive a transmissão de doenças tais como a sífilis, a malária e certos parasitos do sangue, que não se pode impedir totalmente por nossos atuais métodos de classificação.

      “Por estes motivos e outros relacionados a nossos problemas específicos, nós, em S. Barnabé, usamos tão pouca substituição de sangue quanto possível ao realizar operações de coração aberto ou de coração fechado. Por usarmos uma técnica hemostática extremamente cuidadosa e por usarmos expansores do plasma, é quase sempre possível ‘conseguir levar’ um paciente cooperador por tais processos sem recorrer ao sangue.”

      Incidentalmente, o Dr. Bailey verificou que as testemunhas de Jeová, como pacientes, respondem bem a estas medidas terapêuticas para cirurgia.

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